VIOLÊNCIA GRATUITA
A Terra sempre foi habitada por um animal violento, o Homem. Chamado cientificamente de “Hommo sapiens” (Homem inteligente, em latim), nomenclatura que poderia ser acrescida de “violento tranquilamente”. A ciência humanista limita-se a dar o nome de inteligente apenas a um animal pior entre os piores, foi tolerante. O macho da espécie é uma fera, para encurtar o presente texto, limitamo-nos a um exemplo: essa fera mata com crueldade a sua fêmea, que é a mãe dos seus filhos, o que nenhum outro animal faz ou fez, pelo que se nota, continuará fazendo.
Na história, além de matar a mãe dos seus filhos, há os muitos que matam a mãe própria, e de sobra o companheiro dela, seu pai. Nero, o imperador, matou ou a fez morrer obrigada pelo suicídio, sua mãe, que usou as mãos com uma espada rasgando o ventre proferindo a frase secular: “rasgo meu ventre para vingar-me dele por ter colocado no mundo a pior fera humana”.
A ESPADA HUMANA
Nenhuma arma usada para matar não teve a procedência humana ou foi fabricada pelo Homem para usos específicos ou gerais dele mesmo, para os seus semelhantes ou outros animais chamados de inferiores. A espada foi a primeira arma e a penúltima foi a bomba atômica, penúltima porque a última ainda não foi construída. A crueldade humana ultrapassada o limite da lei da natureza. O ser humano mata os demais e os alheios, poupa os próximos, e os semelhantes deles se alimentam, porém, devora todos como alimentos, de preferência os filhotes de cada espécie. Até as ceias sagradas de uma religião, o cordeiro é servido à mesa como altar.
CANADÁ EUROPEU
Atualmente os governos da Inglaterra e do Canadá criaram um conflito sobre a soberania de cada país. Ao que parece, o governo inglês exige certas ações diplomáticas do Canadá, uma espécie de obediência que não é aceita pelo Canadá. O mundo assiste a um debate pacífico, colocando em jogo uma obra diplomática secular, cuja ordem determina que o Chefe de Estado do Canadá é o rei Charles III, que não tem soberania sobre o governo do Canadá, o primeiro ministro. Esse acordo tem mais de meio século, desde a formação do Commonoweal (Conjunto 54 países, iguais ao Canadá, dos quais cerca de 45 eram colônias).
PIADA I
Antes de Cabral, uma frota árabe passou no mesmo trajeto. Quando o marujo, do alto do mastro de uma nau gritou “Terra à vista”, o capital turco deu a ordem: sigam em frente, talvez iremos encontrar outras terras por um preço mais barato e… a prazo!
FRASE
“A mesa mata mais gente do que a guerra”. (Joseph de Maistre, pensador russo).
AMÉRICA REDESCOBERTA
Na escola aprendemos que no dia 12 de outubro de 1492, o Almirante genovês, Cristóvão Colombo, descobriu a América, o novo continente.
Não foi bem assim, os três navios, Santa Maria, pilotado por Cristóvão Colombo, Pinta, por Martim Alonso, e Ninã, por seu irmão, Vicente Yanes, aportaram nas costas da Ilha de São Domingos, nome dado a ele porque era o dia daquele Santo. Atualmente é Republica Dominicana e parte dela era o atual Tahiti. Depois, na véspera de Natal, 24 de dezembro de 1492, a nau capitânia Santa Maria naufragou com o único marujo, que ficou no comando após Colombo ter colocado um navegante experiente no comando, abandonou o cargo.
O marujo novato bebeu e dormiu, permitindo que a nau batesse numa pedra tendo rompido a proa; portanto, Colombo e qualquer marujo não pisaram em solo, logo, Colombo “descobriu” uma ilha da América. Nunca a própria!
RETORNO À EUROPA
Com o desmonte da nau Santa Maria, usando praticamente todo o material reaproveitado, Colombo determinou que fosse construída uma casa para que os náufragos permanecessem em terra aguardando a segunda viagem, das Pinta e Ninã, que voltaram à Espanha levando alguns nativos de amostragem para os reis Fernando e Isabela, além de plantas, frutas e animais do Novo Mundo, com nomes sugeridos pelos marujos. Colombo então, relatou aos reis o que viu e batizou com nomes castelhanos seus registros, solicitando uma nova viagem e quem desejava levar na volta. A América, que não era a América ou qualquer outro nome, era apenas Novo Mundo e ou Terras da Espanha e Estado Papal, já que eram terras de Deus e este era católico.
FAMÍLIA COLOMBIANA
Cristóvão Colombo, comandante geral e chefe familiar. Bartolomeu Colombo, irmão do Cristóvão. Diogo Colombo, segundo irmão. Felipa Moniz, mulher de Colombo. Diogo Colombo, filho de Cristóvão e Felipa Moniz. Felipe Colombo, filho de Cristóvão com a segunda esposa, Beatriz de Arana.
Todos os membros familiares dos Colombo aterrorizaram as índias estuprando-as, violentando-as com a permissão dos homens das aldeias e os frutos gerados dessa violência, foram adotadas pelos religiosos e reconhecidos pelos Papas como filhos de Deus. Entre os Colombo, o mais violento foi Bartolomeu, o irmão de Cristóvão, tanto que julgado pela justiça da Espanha, foi executado. (Os dados coletados estão na biografia de Laurence Bergreen, biografo histórico de Colombo).
CARTA HISTÓRICA
Em 4 de julho de 1776, 56 moradores das 13 colônias sob o jugo da Inglaterra assinaram uma carta que viria a ser a Constituição de um novo país independente, os Estados Unidos da América do Norte. Os expoentes do documento foram George Washington, John Addans, Thomas Jefferson, Alexandre Hamilton; destes, Washington foi o 1º presidente dos EUA, Addans o 2º, Jefferson, 3º. Hamilton foi morto em duelo.