FESTAGOSTENSE I
Se eu fosse festagostense eu anunciaria que a data, seis de agosto, mudou o Mundo em 1.945 com as detonações das bombas atômicas dos EUA contra o Japão, nas duas cidades, Nagassaki e Hiroshima, o que acabou com a Segunda Grande Guerra, com a rendição incondicional do Império japonês. Se eu fosse festagostense, uniria o calendário católico da cidade com todas as igrejas e faria, no mês de agosto, uma festa por dia de cada comunidade, assim, todos os fieis seriam concentrados, cada qual com seu santo de devoção, paralelamente com a solidariedade social, religiosa, tradicional do município.
Se eu fosse festagostense aproveitaria a ocasião e a tradição para incrementar uma exposição industrial, comercial e agrícola, para ocupar um espaço nobre com pavilhões modernos.
FESTAGOSTENSE II
Se eu fosse festagostense eliminaria o sistema de voluntariado nos trabalhos comunitários do evento e os substituiria pela mão de obra especializada para a condução social da festa/quermesse, até porque o Brasil é capitalista e qualquer atividade tem como objetivo o monetarismo, e quem “trabalhar” na festa seria remunerado e a presença do empresário e de sua empresa resultariam em uma publicidade de alto retorno. Se eu fosse festagostense, aproveitaria a concentração da fé e acrescentaria na restrita religiosidade, uma abertura democrática, praticando um trabalho solidário de doações aos fieis de baixa renda, no mínimo uma cesta alimentar, em nome do Bom Jesus, que atuava com a fé e a razão, o movimento social conhecido com o “com pane” que do latim chegou ao português companheiro. O pai do céu “paitrocina”.
FESTAGOSTENSE III
Se eu fosse festagostense, eu não seria conhecido como “festeiro” cujo vocábulo tem o real significado de “fazedor” de festa, eu seria conselheiro/religioso/social para que festeiro seria “fé/razão”. Com a fé solidificando a razão e esta aprofundando aquela. Os representantes da religião, padres, bispos e cardeais seguem à risca os preceitos católicos, porém, o mundo mudou mais do que houve as mudanças pós-guerra (citadas em 1.945), a geopolítica agora é outra, totalmente diferente, e por que não mudar, não a fé, mas o caminho dela.
Afinal, não sendo festagostense, eu cito o Bom Jesus, que proferiu: “Fiat voluntas tua” – seja feita a tua vontade.
AGOSTO EM FESTA
No nordeste do Brasil as quermesses acontecem durante o ano todo, tal qual acontecem em Monte Alto. Tornou-se tradição, uma peculiaridade local é o leilão de prendas e assados e obviamente os leiloeiros cujo nome oficial é o pregoeiro, de pregão. Marcou época o Sr. Antônio Sudano, famoso pelos ‘mil’, seu grito de guerra, quando acontecia o lance de 1.000 cruzeiros, moeda daquela época. Depois dele, o Laércio Marangoni ocupou o cargo em algumas festas, após veio o Orlando Morgado (Landinho, pai do Gilbertão), também em algumas quermesses. Finalmente chegou com a bagagem e tudo o meu colega de escola João Moreira Filho, consagrado pelo tempo e competência.
SOLUÇÃO FINAL I
O feminicídio no Brasil está ganhando o patamar de epidemia, ultrapassou o grau de crime hediondo, aumentando de pena não será a solução, como nada resolveu até a presente data, a cada dia aumenta o número de criminosos e de vítimas. O Estado se tornou refém do crime e a sociedade indiretamente está agindo como cúmplice do criminoso, porque proporciona condições para que o crime seja praticado, porque não protege a mulher do possível crime.
Não é apenas o feminicídio que vitima a mulher, tão ou praticamente no mesmo nível está o estupro, inclusive de vulnerável. A solução final para por fim no feminicídio, no estupro, no assassinato infantil e na violência do menor está na Prisão Perpétua, adotada em legislação específica aos criminosos e cumprida em prisão especial, de segurança máxima federal em regime fechado com regime semelhante a campos de concentração.
SOLUÇÃO FINAL II
A prisão específica para o condenado à perpétua, além da pena propriamente dita, terá que ser completamente isolada, sem visitas familiares e de organizações humanitárias e religiosas. Os feminicidas atingem a mulher como ser humano, como matriz da espécie e principalmente como mãe presente e futura para a perpetuação da humanidade. Ou o Brasil acaba com o feminicídio ou o feminicídio acaba com o Brasil. O homicida terá amplo direito à defesa, será sempre julgado por um júri popular e após a prisão o Estado não será obrigado a protegê-lo de si mesmo, ou seja, de praticar suicídio, sua própria pena Máxima.
VÍCIO DE TRATAMENTO
Os celulistas são os usuários de celular como forma de lazer e não como necessidade profissional, aqueles que acordam enviando bom-dia para meio mundo e ele próprio não tem um bom dia para si mesmo porque não sabe o que significa Bom e não tem noção do que realmente significa dia no contexto universal.
Estes celulalistas ou celulistas, são limitados no alfabeto, dominam poucas palavras do dicionário e se deslumbram com idiomas estrangeiros, mormente com o inglês. Talvez os celulistas não saibam que com o surgimento da palavra escrita, sempre houve os dominantes e os dominados, aqueles falavam, estes copiavam, e o fim elegeu a cultura perpetuada dos donos do idioma.
Apenas como exemplo: chega ao limite do ridículo, na tela do celular, a chamada de Figurinha. A palavra não diz nada a quem escreve e a quem lê!
PLACEBO POLÍTICO
A Organização das Nações Unidas (ONU) é o Mundo representado pelos países membros, a primeira vista, a entidade parece ser o reduto democrático do Mundo. Parece, mas não é, todos os membros juntos votando uma moção internacional não tem valor nenhum, cinco membros que dividiram a geopolítica do Planeta depois da Segunda Guerra “Mundial”, são os que têm poder de veto sobre qualquer ato da entidade, Rússia, EUA, China França e Reino Unido. Em tese, são os ditadores do governo Universal. Salve-os!