DOIS FILHOS DE DEUS
Dois judeus criaram um mundo antes de mudá-lo. Um foi no primeiro ano do século I, outro foi no trigésimo ano do século XX. O primeiro foi Jesus de Nazaré, futuro Jesus Cristo, nascido em um país insignificante, escravizado pela maior potência da Terra até então, o Império Romano. Sem sequer uma arma, Jesus desmoronou seus algozes, sem espada, mudou o Mundo em antes e depois. O segundo, também sem armas, apenas com o idealismo e uma fórmula física, criou o princípio da maior arma do Planeta, a Bomba Atômica, a de Urânio e a de Plutônio, as duas primeiras detonadas, colocando o fim da maior Guerra acontecida na Terra.
O segundo judeu, Albert Eistein, simplificou seu objeto de paz com a fórmula E = mc² (energia igual à massa, multiplicada pelo quadrado da velocidade da luz).
Jesus disse: Dai a quem pede e não fugis daquele que pretende pedir-vos emprestado.
Eintein disse: As armas da terceira guerra mundial eu não sei quais serão, no entanto, tenho a certeza que as da quarta serão paus e pedras.
PESO LEVE
Um missionário observava as crianças de uma aldeia no Amazonas quando viu passar à sua frente um garoto de sete anos carregando outro menino de dez anos mais ou menos. Ele perguntou ao garoto se o menino não estava muito pesado para ser carregado nas costas dele, pequeno. O menino respondeu: “Não está, ele é meu irmão e irmão nunca é pesado demais”.
SÓSIA ORIGINAL
Quando Charles Chaplin estava no auge da carreira, a cidade de Londres lançou um concurso de sósias dele. Cerca de 40 imitadores se inscreveram, até ele próprio com outro nome. No final do concurso, foi apurado que Chaplin ficou em terceiro lugar.
AULA MAGNA
Santo Thomas de Aquino ministrava uma aula teológica em um seminário, falava de Deus e sua sabedoria, e notou que os alunos mal prestavam atenção. Sem que os desatentos esperassem, ele foi até a janela e disse: “vejam, um boi voando”. Todos se dirigiram à janela para ver o fenômeno. Como não viram nada, São Thomas chamou-lhes a atenção: vocês foram correndo para ver algo impossível de acontecer, e quando falava de Deus, que está entre nós, todos ignoraram.
CURSO SUPERIOR
Quem faz faculdade é o engenheiro, o mestre de obras, o carpinteiro e o pintor de paredes, as pessoas cursam as especialidades ministradas pela faculdade. As Universidades são compostas pelas faculdades, os alunos cursam as faculdades, que são consideradas curso superior. Em alguns casos, doutores!
VOTO DESOBRIGADO
No Brasil o voto não é obrigatório, a obrigação é o comparecimento do eleitor na cabine eleitoral, uma vez lá, pode votar em branco, ou seja, em nenhum candidato, portanto, o voto dele em branco não conta para ninguém, a escolha foi livre. Cumpriu a obrigatoriedade, compareceu às urnas.
FOLHA DE PAGAMENTO
O Brasil toma dinheiro emprestado dos bancos internacionais e paga apenas os juros da dívida contraída, que é centenária; o início não foi empréstimo, foi uma transferência do passivo de Portugal, quando nosso país colonizador aceitou cair fora, em uma negociação entre pai e filho, dom João e dom Pedro, regente do Brasil.
O rei português permitiu que o filho colocasse na cabeça a Coroa, antes que outros o fizessem. Como bom filho, dom Pedro aceitou o presente e também a dívida com a Inglaterra que Portugal tinha quando precisou de dinheiro para se proteger de Napoleão Bonaparte, que ameaçou invadir as terras lusas, a dívida não foi contraída para o Brasil, foi usada para a metrópole.
O valor passivo era de 200 mil libras, uma fortuna na época. Depois da negociação entre pai e filho, negócio esse que ficou identificado como dívida brasileira.
O valor foi para a caderneta de uma Monarquia ainda no berço, o Brasil entrou em campo com o placar perdendo por uma goleada de 7 a 1.
HERANÇA LUSA
O que nós, brasileiros, como patriotas deveríamos fazer atualmente é corrigir a dívida, convertê-la em dólares e mandar a conta para Portugal, um país que nossos patrícios suplicam um visto de entrada para trabalhar, muitas vezes de faxineiros e outros empregos tipo chão de fábrica.
A dita conversão em dólar alcança bilhões. Ou Portugal devolve ou realiza um plebiscito para entregar ao Brasil, pelo menos o Algarve, que chegou a ser um Reino Unido a nós.
Essa conta refere-se apenas à dívida em espécie no ato da pseudo-independência, em 1.822.
Se fossem pagar pelo ouro, prata, diamante e pau-brasil levados nos 322 anos de colonização, seria necessário um engate em Lisboa para puxar todo o país até Porto Seguro, onde Cabral aportou em 1.500.
O SER POLÍTICO
Somos todos políticos, partidários ou não, partido originou-se do francês “partie” que significa a parte de um todo. Em português, a palavra foi usada como divisão de uma política total, ou seja, o todo é um político total, e cada parte dele é um Partido, a cada parte, portanto, é uma divisória, que passa a ser um Partido.
Quem recebe votos é o Partido, que repassa aos seus correligionários, em tese, seria uma democracia, não fosse a divisão idealista.
SOMOS TODOS POLÍTICOS
Não são todos os brasileiros que são políticos, alguns se declaram apolíticos e fazem questão de confirmar que não praticam atos políticos, o que é uma afirmação falsa, porque querendo ou não, são políticos.
Basta portar qualquer documento emitido pelo Estado, como título eleitoral, carteira nacional de habilitação (CNH), carteira de identidade, porte de arma, passaporte e outros.
Também é o bastante andar nas ruas, frequentar praias, viajar de avião, ônibus e trens, pagando passagens ou ser passageiro isento. Para finalizar é bom lembrar que quem não gosta de política será, impreterivelmente, governado por quem gosta.