Ócios e Negócios

LUZ VERMELHA

Em 1962, nos EUA, o FBI prendeu o bandido mais procurado do país, seu nome era Carl Chesmmam, mais conhecido por Bandido da Luz Vermelha, porque ele agia à noite, assaltando as residências de luxo e as mansões munido de uma lanterna com luz vermelha. Além dos roubos em si, o bandido violentava e estuprava as mulheres da casa. Carl enviava avisos à mídia alegando que o objetivo dele era apenas o roubo, porém, as mulheres vítimas, devido à fama dele, aceitavam submissas serem estupradas, muitas vezes, segundo ele, com a anuência dos maridos. O Luz Vermelha foi preso em tempo recorde, porque ele atacava apenas os ricos e a pessoas de renome, que cobravam uma ação rápida e eficiente da polícia, também à época estava o Estado pronto para inaugurar um novo instrumento de execução da pena de morte – a cadeira elétrica. Assim que Chesmmam foi condenado, recebeu a pena de morte, em menos de uma semana após ter confessado os crimes e as crueldades cometidas nas ações criminosas, o Luz Vermelha foi eletrocutado na nova cadeira.

LUZ VERMELHA OPACA

Levado pelas notícias e pela fama do bandido norte-americano, um sujeito paulistano roubava casas da capital paulista à noite, normalmente, rendia os moradores e levava objetos de seu gosto, muitas vezes sem valor; foi assim que o idiota plagiou o Chesmmam, usando nos roubos uma lanterna com luz vermelha mandado bilhetes à imprensa se intitulando o luz vermelha paulistano.

Também se dizia o bandido querido pelas mulheres vítimas, em pouco tempo a polícia o prendeu em flagrante, foi julgado pelo júri popular por morte, roubo e estupro, pegou uma pena de 90 anos em regime fechado. No final do século passado, tendo havido vencido o prazo de 30 anos de prisão, tempo máximo no Brasil que alguém pode ficar preso, ele, graças a advogados de porta de cadeia, foi libertado e sua irmã o levou para a casa dela, em Santos (SP), saiu da cadeia homossexual assumido na prisão do Carandiru. Ao chegar em Santos, desequilibrado, alcoólatra e homossexual, ficava circulando pelos bares da periferia e da praia, sempre procurando encrenca, até que em um boteco ele desafiou um outro igual a ele para uma briga. O sujeito estava armado e o matou com um tiro. Morreu esquecido, sem luz qualquer.

FRASE

“No Planeta Terra morre mais gente de obesidade do que de inanição” (escritor Yuval Noah Harari, judeu nascido em Israel, autor de “Homo Deus”, entre outros, lidos em todo o mundo, em dezenas de idiomas).

DOCE IGUARIA

No século XVI o açúcar de cana brasileiro era a iguaria mais desejada da Terra. O peso do açúcar era comparado com o do ouro e vendido pelo mesmo preço, ou seja, 100 gramas de açúcar valiam 100 gramas de ouro. Apenas os ricos podiam comprar. Os pobres, para mostrar que comiam açúcar, passavam carvão nos dentes para escurecê-los, como o açúcar os deixavam.

MESTRE HOMERO

Em grego, dois por extenso se escreve “die”. Como o menor espaço de tempo no universo dura duas etapas, escuridão e claridade, tornou-se o nome de “die” (dia, no idioma). Praticamente universal, o idioma grego legou à Terra o Dia, tal como o português registra, o dia claro e escuro (noite e dia) a infinita sucessão.

DIÁLOGO CIFRADO

Em uma roda de prosa, como se diz no interior do Brasil, quando alguém participa sem uma identificação social, é chamado pelos demais de “goteira”. A palavra é uma gíria da maçonaria, o goteira é alguém estranho à crença (filosofia). O maçom se identifica através de sinais e uso de palavras específicas, reconhecidas pela comunidade geral maçônica.

ÓBVIO CELULANTE

Está cientificamente comprovado que o uso do celular quatro horas por dia diminui a capacidade cerebral em 25% se comparado com a atividade normal do cérebro em estado de repouso, ou seja, sem o celular a pessoa fica mais 25% ativa para a realidade da vida, mesmo aprendendo mais com o uso do aparelho. Na prática, o celular ajuda menos do que atrapalha, os neurônios usados na atividade do celular não são recompensados. O tempo é perdido.

MESTRE VERBAL

Em 1934 até 1945, no governo Vargas, o Ministro da Educação foi Gustavo Capanema, comprovadamente o mais produtivo do Getulismo, e por extensão, o melhor da república nova até os nossos dias. Gustavo criou grande parte do sistema educacional ainda em uso atualmente.

Assim que Capanema tomou posse, foi homenageado pelos professores do Estado da Bahia, em uma reunião em Salvador. A professora responsável pela recepção, no discurso de boas vindas falou: “viemos aqui para desejar ao nosso mestre o sucesso na sua empreitada”. Em seguida, o convidado falaria pela primeira vez à classe de mais inteligência do país, era o que supunha Capanema. Ele se apresentou e disse: “se vocês, professores, vieram, eu fui” (deixou a bancada e nunca mais proferiu agradecimentos ou homenagens em público).

PONTO SEM NÓ

Quando Alexandre da Macedônia completou 15 anos, ganhou o apelido de O Grande, nem tanto pelo que havia feito na juventude, mais pelo que haveria de realizar, a história seria contata para o mundo. Felipe II, o pai, deu-lhe de presente um curso completo com um professor exclusivo, um mestre “desconhecido”, Aristóteles. Alexandre II, já com o título de nobreza, aceitou, porém, exigiu que seu namorado Hefestion o acompanhasse. Fellipe aceitou e pagou o mestre Aristóteles com um pedacinho de Terra, o equivalente hoje ao Afeganistão (convém lembrar que na cultura grega/macedônica não havia o conceito homossexual, Alexandre morava com Hefestion e casou-se com várias mulheres ao mesmo tempo. Sempre com Hefestion titular).