Ócios e Negócios

LEGISLATIVO NACIONAL

Um dito universal diz que se o povo soubesse como são feitas as salsichas e as leis, não comeria as primeiras e não obedeceria às segundas. Quanto às salsichas, uma visita às fábricas bastaria, às leis temos provas suficientes com os 81 senadores do Senado Federal; com os 513 deputados federais e com os 1059 deputados estaduais das Assembleias Legislativas dos Estados, mais ainda com os cerca de 60 mil vereadores das câmaras municipais.

Todos cumprem suas obrigações, fazem as leis às milhares, porém, eles mesmos não as aplicam e não as obedecem, como resultados temos o Poder Legislativo brasileiro tido e havido como ineficiente colocando os dois outros poderes da república, o Executivo e o Judiciário em descrédito junto à população que faz piada institucional com uma verdade: “no Brasil tem lei que pega e que não pega!

FRANGO PERU

Os testes para a criação do frango pelos cientistas foram um fracasso, era o frango com o corpo de um peru, com o peso concentrado no peito, o nome da criatura era Chester. O defeito principal estava no volume do peito, que pesado demais, desequilibrava a ave, fazendo-a cair com o bico no chão e tombando para um dos lados arrastando os pés. Com outros testes, o defeito foi corrigido e o Chester ganhou o mercado ficando entre um robusto frango e um peru mais leve do que o convencional.

CASA DE BARRO

O famoso pássaro brasileiro, o João-de-barro, tem seu nome devido ao seu ninho único na fauna mundial, uma casinha de barro na forquilha de uma árvore. O joão-de-barro, em alguns locais do país, é chamado pela população de Maria-de-barro, porque a construção do ninho de barro é feita pela fêmea, na região sudoeste a obra é do macho.

A casinha tem na entrada uma curva que impede qualquer predador de entrar, o acesso é restrito ao casal João/Maria. A lenda que reza uma suposta traição da Maria contra João, não procede, portanto, ele não teria lacrado o ninho com ela dentro, onde teria morrido. (Além de uma tarefa impossível para um pássaro a lenda é machista).

INDUSTRIA FUMEIRA

Nos EUA as indústrias de cigarros, quando contrata os funcionários exigem que na assinatura do contrato de admissão, assinem uma declaração, se fumarem no lugar de trabalho ou fora dele, serão demitidos por justa causa.

BOMBA DOCE

Depois que os BUA detonaram a primeira bomba atômica em 1946, na cidade de Hiroshima, no Japão, apareceram vários produtos da moda com o nome de bomba. Um doce dominou a confeiteira, vendida nas padarias do mundo, com o nome de Bomba. Era do formato da bomba original recheada com um creme, que imitava o conteúdo da bomba verdadeira. Os confeiteiros resolveram mudar a receita original, mudando o invólucro, uma “casca” da cor atômica. Uma pena!

UM DOCE SUBSTANCIOSO

Quando a Fugini ainda era Fugita, a empresa alimentícia fabricava uma compota de goiaba saborosa, um néctar dos deuses, sumiu do mercado ou sou eu que não encontro, ou a fábrica que não produz. Registre-se compota de goiaba em lata. Eu adorava na sobremesa!

TOMATADA

Até 1810, na Europa, o tomate era muito cultivado. Era fruta e ninguém comia. O tomateiro era uma planta ornamental, era de jardim e não de horta.

Um jardineiro observava os pássaros comendo a fruta madura e resolveu fazer uma boquinha com o tomate vermelhinho. Gostou e indicou a fruta para os cozinheiros dos palácios da nobreza e os dos agricultores, daí até a fabricação dos derivados da fruta foi de imediato.

CONTAGEM REGRESSIVA

Os matemáticos e os cientistas sempre praticaram a numerologia de um modo natural, ou seja, na ordem crescente, nunca imaginaram o contrário, a ordem regressiva 10-9-8-7-6-5-4-3-2-1-0. Isso aconteceu na na ficção, mais precisamente no filme “Foguete na Lua, onde os artistas com destino à lua, entravam em um foguete, mediante a contagem regressiva. Daí em diante o sistema foi usado na ciência e nas ficções.

FRASE

“Na terceira guerra não sei, na quarta as armas serão paus e pedras”. (Foi a resposta que Albert Einstein deu quando lhe perguntaram que armas seriam usadas na terceira guerra mundial).

ESCARNIO

O rico come Caviar. O pobre o Quevier.

INDEPENDÊNCIA BAIANA

Até a escola ensina que a independência do Brasil de Portugal ocorreu em 7 de setembro de 1822. Do Brasil inteiro não foi não! Na Bahia foi em 2 de julho de 1823, quase um ano depois. Os portugueses, depois de 7 de setembro, foram expulsos do país, na Bahia eles resistiram e ficaram no Estado, ferozmente combatidos pelos baianos, que com heroísmo mandaram todos para Portugal, não foi o exército brasileiro, foi o povo; na Bahia o 2 de julho é a data comemorativa todos os anos.

BATATA ESPALHADA

Quando os espanhóis chegaram à América ficaram abismados com a batata que os nativos comiam como principal alimento. Também ficaram curiosos com as colheitas, elas não eram plantadas, saiam do chão como se nascessem ao acaso, bastava revolver a terra que as batatas afloravam, depois bastava cozinhá-las na água fervente ou no fogo normal. Os espanhóis levaram as amostras para a Europa e espalharam pelos outros países, em pouco tempo os europeus se alimentavam do famoso tubérculo. O país que mais aderiu ao novo alimento foi a Inglaterra. Foi assim que a batata peruana/americana ganhou o nome universal de batata inglesa.