Ócios e Negócios

IDEOLOGIA BRASÍLICA

O Brasil é apenas um termo geográfico. Não é uma nação. Sobra-lhe cidadãos sem os devidos títulos em busca de um Estado, confere-lhes a condição de habitantes, o que lhes proporciona um ufanismo, no qual se confunde com o patriotismo. Os deuses brasileiros jogam futebol e a bola é o Monte Olimpo.

O gigante adormecido, se acordar, beijará a mão do estrangeiro, até as dos antigos algozes. A geografia proporcionou o ouro e a prata, que hoje se mudaram para as terras raras e minerais críticos. A bandeira brasileira foi um plágio daquela original portuguesa. O idioma, um erro latino nadando em direção da praia inglesa. Brasil é o nome de uma madeira nobre, a razão de tanto levar “pau”.

NACIONALISMO SEM BERÇO

O país territorial nasceu pobre e devendo o passivo do parceiro luso como parte da negociação entre pai e filho, tendo como objetivo uma “independência” fictícia, que nunca aconteceu de fato. Uma lenda tida como real de tanto ser contada, entrando no contexto da afirmação futura, de um ministro nazista que afirmou que uma mentira repetida à exaustão torna-se verdadeira. O Brasil é Estado fantasma de Portugal, que não é preciso ter visto para um brasileiro entrar-adentrar é melhor! – naquela terrinha. Dizem os lusitanos: bem vindos nossos felizes colonizados.

No negócio entre lusos e ingleses, o Brasil foi um mero troco!

CULTURA INÚTIL

Em latim é Dardania. Em grego é Ilio. Em português é Troia.

SANFONA E VIOLA

A razão de a cidade de Goiânia abrigar tantos intérpretes e compositores de música sertaneja surgiu de um fato acontecido em 1.990. Naquela data, em um ferro velho, uma sucata hospitalar foi aberta de um cilindro, pelos donos. No interior da peça havia um resíduo de origem radioativa, o Césio 137, altamente tóxico e com contaminação aos humanos, fatal. A cidade foi praticamente isolada, algumas pessoas morreram e dezenas ficaram isoladas com vários sintomas. A mídia passou a divulgar o fato e os boatos surgiram em todo o Brasil e exterior. Com isso, os artistas do país todo não se apresentaram em shows e eventos culturais, com medo. Apenas as duplas sertanejas foram à cidade normalmente; em agradecimento, a população recebeu-as com gratidão. Os sertanejos influenciaram os moradores e os goianenses passaram a cultuar a música, criando um polo cultural da modalidade.

NOVA PALAVRA

Quem tem medo de ficar sem a conexão do celular, os desconectados, são conhecidos na nomenclatura tecnológica como Nomofóbicos, vítimas da nomofobia.

AVISO PRÉVIO

Quem tem medo de viajar de avião, que pode explodir com bomba de terroristas, pode se prevenir levando uma bomba na mala. Até hoje, nenhum avião sofreu atentados em razão de duas bombas no mesmo voo!

CÓDIGO DE ENDEREÇAMENTO

Quando a gente chegar em uma casa e precisar chamar alguém sem saber o nome convém procurar a Márcia, em todas as famílias, sempre tem uma.

Se a casa for em Monte Alto, na mesma situação, basta chamar a Izilda ou Izildinha, provavelmente aparecerão duas. As Márcias surgiram no Brasil por influência da filha do presidente Juscelino Kubitscheck, Márcia foi nome da moda na época.

Izilda e Izildinha, em Monte Alto, teve e tem origem na Menina Izildinha, de quebra, até o masculino, Izildo, é registrado entre os moços.

MATA-MARIDO

Na década de 1.960, foi lançado no mercado um pente de plástico muito grande para o cabelo feminino, era praticamente uma arma. Logo ganhou um nome sugestivo: Mata-Marido. Meio século depois, mesmo com o mata-marido, as mulheres são vítimas de espancamentos e morte pelos maridos.

(Nada é mais precioso na vida de um homem do que os filhos, ele, no entanto, mata a mãe deles, a pessoa responsável pela vida deles).

ANOS 1.960

Nas cidades da região de Ribeirão Preto havia os carrinhos de sorvete circulando nas ruas e na frente das escolas. Era a marca Bimbo, um tipo de picolé diferente, não era vendido no tradicional palito, era na caixinha, o único no tipo (hoje é comum). Era um sorvete que a molecada ficava louca para consumir. O sabor era como é chamado hoje: esquimo!

ESTACIONAMENTO LIVRE

Os motoristas de Monte Alto, que são pessoas “modificadas geneticamente”, ao assumirem o controle do veículo, tal qual agiam os cavaleiros medievais ao vestirem armaduras, muitas vezes reclamam com razão. A maior bronca é sobre os espaços para estacionar. Monte Alto foi construída para a circulação de veículos a tração animal, ou seja, as ruas são estreitas e as esquinas “fechadas” para os veículos motorizados. E, pasmem, circulam na área urbana os trens sobre rodas, vulgos carretas, que arrebentam o calçamento e calçadas.

Conclusão: uma carreta estacionada ocupa meio quarteirão, e duas motos, o restante do espaço.

PROIBIDO ESTACIONAR

A falta de espaço para estacionar na Cidade Sonho acontece como foi dito no tópico acima e também pelo excesso de faixas amarelas proibindo o estacionamento sem a devida placa indicativa. Faixas amarelas aparecem até em salão de beleza, muito comum na mudança de atividade, fechar uma farmácia e no local abrir uma barbearia, um bar ou uma lanchonete e a faixa continuar amarela.

Sobre as “amarelinhas”, um mutirão com pincel e lata de tinta resolve. Também é necessária uma mudança de hábito motorizado, que é o de estacionar em frente do local destinado, se parar até uma quadra na frente ou atrás, as pernas completarão o trajeto.