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	<title>Olga Porto &#8211; Jornal O Imparcial</title>
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	<title>Olga Porto &#8211; Jornal O Imparcial</title>
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		<title>“Olga Porto”</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/olga-porto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2021 13:05:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muito nos entristeceu o falecimento da querida poetisa Olga Porto, ocorrido na segunda-feira, 25, em Santos. Hoje, neste&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/olga-porto/">“Olga Porto”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito nos entristeceu o falecimento da querida poetisa Olga Porto, ocorrido na segunda-feira, 25, em Santos. Hoje, neste espaço, transcrevemos uma Poesia publicada em seu livro, Noites Sulferinas, escrita pelo poeta João Pereira, em sua homenagem:</p>
<p style="text-align: center;">És a poetisa, a ternura,<br />
a imagem da poesia.<br />
És o canto em prosa,<br />
o sonho e a magia.<br />
És o pensamento, a análise,<br />
o discorrer dos sinôminos de amor.<br />
És o charme, a dama,<br />
a felina, a menina, a flor.<br />
És a luz, as emoções,<br />
a lágrima, a paixão.<br />
És o mundo que se resume<br />
dentro de um coração.<br />
És o sorriso, o brilho,<br />
a saudade, o abraço apertado,<br />
o beijo, o carinho,<br />
o olhar apaixonado.<br />
És a liberdade, a paz,<br />
a realidade, a fantasia.<br />
És o orgulho, a melhor representante<br />
de nossa poesia&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/olga-porto/">“Olga Porto”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
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		<title>“No Jogo da Vida”</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/no-jogo-da-vida-6/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 13:40:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A vida é um vai e vem de gente&#8230; De gente que faz a gente feliz de gente&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/no-jogo-da-vida-6/">“No Jogo da Vida”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A vida é um vai e vem<br />
de gente&#8230;<br />
De gente que faz a gente<br />
feliz<br />
de gente que faz a gente<br />
sofrer<br />
de gente que passa<br />
de gente que fica<br />
de gente<br />
que vai deixando coisas&#8230;<br />
A vida é um vai e vem<br />
de sonhos<br />
que foram<br />
de coisas<br />
que são<br />
de coisas que vão ser&#8230;<br />
Coisas boas<br />
que partiram<br />
e de coisas<br />
que ficaram.<br />
A vida<br />
é um vai e vem de tudo&#8230;<br />
Onde a gente<br />
se ataca<br />
onde a gente<br />
se ama<br />
onde a gente<br />
vive<br />
onde a gente<br />
sonha.<br />
A vida é um vai e vem<br />
de sonhos<br />
onde a gente busca<br />
ser feliz!<br />
A vida é um jogo<br />
Onde se ganha<br />
ou se perde.<br />
A vida é um jogo&#8230;<br />
Isso é a Vida!!!!<img fetchpriority="high" decoding="async" width="1948" height="1005" class="alignnone size-full wp-image-24818" src="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/olga-1.jpg" alt="" srcset="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/olga-1.jpg 1948w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/olga-1-500x258.jpg 500w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/olga-1-660x341.jpg 660w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/olga-1-1536x792.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1948px) 100vw, 1948px" /></p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/no-jogo-da-vida-6/">“No Jogo da Vida”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
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		<item>
		<title>“Coqueiro da Minha Infância”</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/coqueiro-da-minha-infancia-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 13:06:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Coqueiro da minha infância, teu caule fino, comprido e altaneiro carregava no cimo as palmas que me punham&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/coqueiro-da-minha-infancia-4/">“Coqueiro da Minha Infância”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Coqueiro da minha infância,<br />
teu caule fino, comprido e altaneiro<br />
carregava no cimo as palmas<br />
que me punham medo<br />
quando o vento assobiando<br />
imitava lamentos.<br />
Eu ouvia os gemidos dos fantasmas<br />
que vinham<br />
com o próprio vento.<br />
Coqueiro que tão poucos viram<br />
na esquina do jardim&#8230;<br />
E meus olhos curiosos, meus dedos de criança<br />
viam e sentiam as marcas<br />
das cordas<br />
que amarraram um dia o negro escravo.<br />
Os gemidos e lamentos ainda ecoam no ar.<br />
É preciso escutar.<br />
É preciso sentir.<br />
É preciso ver<br />
na tela do infinito sua imagem impressa<br />
gravada com todas as tintas<br />
pois não se conta uma história<br />
de fadas ou de terror,<br />
se não houver um testemunho<br />
do riso ou da dor.<br />
Coqueiro da minha infância<br />
escuto em alegre revoada<br />
as andorinhas<br />
procurando em suas folhas o ninho&#8230;<br />
Nada é tão escuro, nem tudo é tão claro.<br />
É vida!</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/coqueiro-da-minha-infancia-4/">“Coqueiro da Minha Infância”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
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		<item>
		<title>“O Telefone”</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/o-telefone/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 13:04:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ligo ou não ligo? Desligar-me não é fácil, se o fio tão próximo, e o aparelho mudo me&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/o-telefone/">“O Telefone”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Ligo ou não ligo?<br />
Desligar-me<br />
não é fácil,<br />
se o fio tão próximo,<br />
e o aparelho mudo<br />
me convida<br />
oferecendo-me felicidade<br />
em bandeja&#8230;<br />
Ligo,<br />
ou fico a esperar<br />
o sinal de que fui lembrada?<br />
Ansiedade e espera.<br />
Quem me dera<br />
louca,<br />
tomasse decisão&#8230;<br />
Se o querer bastasse,<br />
agora,<br />
neste momento,<br />
ouviria sua voz rolando<br />
no fio enrolado,<br />
desenrolando meu coração.<br />
Vale a pena.<br />
Me desligo<br />
e ligo, colhendo corajosa<br />
em minhas mãos,<br />
a esperança&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/o-telefone/">“O Telefone”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
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		<item>
		<title>“Estórias bobas”</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/estorias-bobas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 12:53:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O amor derramou muito vinho na seda do meu vestido. Deitou na minha cama de lençol branco de&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/estorias-bobas/">“Estórias bobas”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">O amor<br />
derramou<br />
muito vinho<br />
na seda<br />
do meu vestido.<br />
Deitou<br />
na minha cama<br />
de lençol branco<br />
de linho, forrada<br />
de ânsias e cheiros.<br />
Cansou meu corpo<br />
contou estórias<br />
bobas.<br />
Depois pegou carona<br />
no vento<br />
da madrugada<br />
e nas pontas<br />
dos pés<br />
fechou<br />
a porta<br />
do meu quarto,<br />
onde agora a solidão<br />
deságua.<br />
Esse amor<br />
deu um nó<br />
em pingo<br />
d´água<br />
e escondeu<br />
as pontas<br />
num porto<br />
inseguro&#8230;</p>
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		<item>
		<title>“Queria falar de flores”</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/queria-falar-de-flores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2021 12:57:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Queria fazer um poema Que fosse meu somente. Queria falar de flores do sorriso do meu amor. Do&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/queria-falar-de-flores/">“Queria falar de flores”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Queria fazer um poema<br />
Que fosse meu somente.<br />
Queria falar de flores<br />
do sorriso do meu amor.<br />
Do cantar das aves<br />
dos teus beijos suaves<br />
da água da fonte,<br />
do rio que corre p’ro mar.<br />
Do sol, da lua, do ar<br />
do jardim florido<br />
nosso bosque<br />
onde te amei tão jovem.<br />
Das estrelas no céu<br />
desse mundo só meu<br />
das nuvens brancas<br />
que passam.<br />
Dos teus abraços,<br />
da areia que trilha meu corpo<br />
do nosso sentir absorto.<br />
Queria falar<br />
do céu e da terra<br />
da paz, não da guerra.<br />
Do mar, da cor<br />
… e de ti amor da minha vida.<br />
Queria fazer um poema<br />
o meu Poema…<br />
Aquele que não fiz…<br />
Mas você partiu<br />
e deixou comigo<br />
somente um desejo<br />
incontido<br />
– o de fazer o meu<br />
Poema de Amor…</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/queria-falar-de-flores/">“Queria falar de flores”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
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		<item>
		<title>“Elasticidade”</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/elasticidade-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 16:02:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que os lábios dizem, o coração não sente. É preciso ler nas entrelinhas para ver se entende.&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/elasticidade-2/">“Elasticidade”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">O que os lábios dizem,<br />
o coração não sente.<br />
É preciso ler<br />
nas entrelinhas<br />
para ver se entende.<br />
Eu te amo<br />
é ôco.<br />
Te quero bem<br />
é pouco.<br />
Quero te ver<br />
agora.<br />
Amanhã vou<br />
embora.<br />
Para sempre?<br />
Um minuto.<br />
Nunca mais?<br />
Tem tempo…<br />
O que os lábios dizem<br />
é movimento.<br />
O coração<br />
é músculo<br />
elástico.<br />
O que vale<br />
é o momento…</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/elasticidade-2/">“Elasticidade”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Reflexões</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/reflexoes-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 17:02:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Saem-me do pensamento em forma ignorada, negros e lustrosos pensamentos que em luta contínua tentam se colorir… Quem&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/reflexoes-2/">Reflexões</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Saem-me do pensamento<br />
em forma ignorada,<br />
negros e lustrosos<br />
pensamentos<br />
que em luta contínua<br />
tentam se colorir…<br />
Quem sou eu?…<br />
A livre<br />
que desejaria<br />
a santa<br />
que gostariam<br />
ou a louca<br />
que me obrigam ser? …<br />
Nunca mais<br />
a dor que me doeu outrora:<br />
tão sofrida…<br />
Porém, a inconsequência<br />
do ser humano<br />
sempre a quer de volta.<br />
– O prazer da dor…<br />
Na tranquilidade<br />
de uma vida vazia,<br />
o abismo<br />
de preocupações agora…<br />
O sofrimento faz parte<br />
Deste jogo sem fim.<br />
(quem o fez?)<br />
E não se foge da armadilha.<br />
Ser caçadora<br />
e caça nesta selva maluca…<br />
Nesta vida<br />
que não me entendem,<br />
que não entendo.<br />
Fico melhor<br />
sendo a incógnita…</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/reflexoes-2/">Reflexões</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>“Olga Porto, nossa eterna poetisa”</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/olga-porto-nossa-eterna-poetisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 13:33:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, pedimos licença à dona desta coluna, a querida Olga Porto, que na próxima segunda-feira, 30, completa mais&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/olga-porto-nossa-eterna-poetisa/">“Olga Porto, nossa eterna poetisa”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" wp-image-31676 alignleft" src="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Professora.jpg" alt="" width="437" height="321" srcset="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Professora.jpg 591w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Professora-500x368.jpg 500w" sizes="(max-width: 437px) 100vw, 437px" /></p>
<p>Hoje, pedimos licença à dona desta coluna, a querida Olga Porto, que na próxima segunda-feira, 30, completa mais um ano de vida, para ocupar seu espaço e dedicar-lhe palavras de gratidão e nosso desejo de felicidades.</p>
<p>Olga Porto, ou simplesmente Olga. Nome que significa sublime, assim como é tua poesia. Aqui, contas em rimas ricas dos teus versos, a vida e sua plenitude.</p>
<p>Se Olga significa sublime, Porto significa amparo, segurança, força, adjetivos que sempre deixaste transparecer a teus familiares, amigos e aos seus tantos alunos, na tua maneira firme, porém terna, com que ensinastes os vários ângulos transformados depois em muitas vertentes da vida. Sempre queridos por ti, nunca se esquecem de suas histórias, relembrando-as suas com saudade.</p>
<p>Escreves da presença e da saudade, dos pirilampos das noites de nossas serras. Da tristeza da partida e da alegria da chegada, do amor em sua infinita abrangência.</p>
<p>Oh, poetisa! Quanto bem-querer demonstras por este torrão que adotaste como tua terra, a tua Monte Alto querida, terra do sonho, sonhos de tua vida, muitos vividos nos carnavais de outrora, dos blocos de rua e do inesquecível Monte Alto Clube.</p>
<p>Seus versos falam de paixão, mesmo que no inconsciente de cada um de teus leitores. Poesias tuas que deixam claro que a gente tem e deve dividir as alegrias, nunca a tristeza. Do cantar das cachoeiras rolando lá na serra, formando uma corrente de amor, dos pássaros fazendo seus ninhos nas árvores em uma corrente de esplendor. Das Jaqueiras da praça que sempre foram para ti, poetisa Olga, um verdadeiro ninho de amor. E também, das marcantes Festas de Agosto.</p>
<p>E aqui para finalizar, eu, o colaborador deste semanário há quase 40 anos, Carlos Alberto de Alencar, que há tempos não a vejo pessoalmente, peço permissão ao poeta e digo: “Que saudade da Professorinha”&#8230;. professora Olga Porto, poesita do Imparcial, está sempre em nossos corações.</p>
<p>E assim, com estas singelas palavras que brotaram do coração e foram escritas a várias mãos, estendemos a ti nossa homenagem.<br />
Parabéns, querida Olga. Receba o abraço dos amigos do O Imparcial.</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/olga-porto-nossa-eterna-poetisa/">“Olga Porto, nossa eterna poetisa”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>“Amor e Ódio”</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/amor-e-odio-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 15:12:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O céu com sua ilusão do azul, nuvens são sonhos macios. Um vento qualquer, do norte ou do&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/amor-e-odio-3/">“Amor e Ódio”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">O céu com sua ilusão<br />
do azul,<br />
nuvens são sonhos<br />
macios.<br />
Um vento qualquer,<br />
do norte<br />
ou do sul,<br />
do leste ou oeste<br />
muda o cenário.<br />
Assim é o coração humano &#8230;<br />
A calma aparente<br />
por um sinal qualquer<br />
(um cisco estranho),<br />
transforma-se<br />
em furacão.<br />
E a fera<br />
enjaulada salta,<br />
ganha a liberdade<br />
e os olhos faíscam.<br />
Solta-se a fera,<br />
prende-se o anjo.<br />
Palavras, palavras &#8230;<br />
Palavras<br />
que apaziguam<br />
ou que torturam &#8230;<br />
Palavras<br />
que machucam<br />
ou que apaziguam<br />
Assim é o ser humano<br />
no seu dualismo<br />
de mel e fel,<br />
de amor e ódio&#8230;</p>
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