Dinossauro do Museu de Paleontologia ganha nova restauração após 27 anos

Ideia de mosaico partiu do artista montealtense Ulisses Zangerolami

As reconstruções em vida de animais fascinam pessoas de todas as idades, assim como os fósseis. Com grande dimensão (mais de 10 metros de comprimento), um dinossauro feito de estrutura de ferro e recoberto com cimento tornou-se um dos principais atrativos do Museu de Paleontologia de Monte Alto.

Construído inicialmente para um desfile em comemoração ao aniversário da cidade de Monte Alto no ano de 1995 (fotos menores), sua parada final foi o Museu. “Com um olhar futurista, o saudoso Prof. Antonio Celso de Arruda Campos, diretor do Museu na ocasião, aceitou o desafio de transformar aquele dinossauro de ferro em uma das principais atrações do Museu. Orientados pelo criador da escultura, Thirso Cruz, artista renomado na região de Ribeirão Preto, a equipe do Museu formada pelo seu diretor e os funcionários Cledinei Aparecido Francisco, Fabiano Vidoi Iori, Osmar Francisco da Silva e Deverson da Silva (Pepi) deram “vida” à escultura”, explica a coordenadora dos Museus, a paleontóloga Sandra Tavares.

Apesar da nova restauração, as características originais foram mantidas. A ideia partiu do artista montealtense Ulisses Zangerolami, que sugeriu uma restauração na superfície da escultura, desgastada pela ação do tempo ao longo de mais de duas décadas de existência.

A escultura anterior apresentava rachaduras mesmo depois de várias tentativas dos artistas Ulisses e Valdir Brandini em sanar o problema de infiltração da água por entre os trincos. Agora, a escultura foi coberta por pedaços de pastilhas de cerâmica com tons de verde, marrom e branco.