
No dia 5 de novembro, o Poder Público esteve reunido com representantes do setor farmacêutico para uma discussão sobre o melhor modelo de plantões das farmácias montealtenses. O tema já foi alvo de reclamações por parte dos munícipes que defendiam a necessidade de uma farmácia que trabalhasse 24 horas na cidade.
Segundo o diretor de Indústria e Comércio, Samuel Maria, a Prefeitura levou propostas na tentativa de uma negociação “ganha-ganha”, onde todos os envolvidos, desde pequenas e grandes farmácias até a população, sairiam ganhando.
A princípio, foi discutido um modelo onde as 23 farmácias de Monte Alto, dividas em seis grupos, se revezariam durante o mês para ficarem abertas durante a noite. Com isso, cada unidade faria em torno de 15 plantões ao ano. Essa proposta foi debatida e conversada, porém não acatada.
Um dos principais pontos levantados pelos comerciantes foi a falta de segurança e o medo de assaltos.
Com isso, definiu-se o seguinte modelo de funcionamento: as farmácias passam a ficar abertas até 00h – antes, o fechamento era às 23h – e, após esse horário, aqueles que necessitarem de um medicamento, devem dirigir-se até à Guarda Municipal. De lá, os guardas ligarão para a o contato de farmácia de plantão na ocasião e o farmacêutico levará o medicamento solicitado até o posto da corporação.
Em casos mais urgentes, em que não seja possível esperar todo esse procedimento, a pessoa que necessitar do medicamento deve procurar os hospitais da cidade.
As farmácias Drogal, Droga Raia e FarmaConde, do grupo 6, não participam do modelo proposto, pois tinham preferência por ficarem abertas por 24 horas durante os trinta dias do mês.