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	<title>Luciene Rebonato &#8211; Jornal O Imparcial</title>
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	<title>Luciene Rebonato &#8211; Jornal O Imparcial</title>
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		<title>Neurociência – o que isto tem a ver com você?</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/neurociencia-o-que-isto-tem-a-ver-com-voce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 16:21:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos começar pelo básico: afinal, o que é neurociências? Neurociência é uma área científica que estuda o sistema&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos começar pelo básico: afinal, o que é neurociências?<br />
Neurociência é uma área científica que estuda o sistema nervoso, incluindo seu cérebro, o seu desenvolvimento e suas funções.<br />
Todos somos cientes do quanto o mundo evoluiu. Quando falamos de saúde mental também podemos notar esta evolução.<br />
Hoje, conseguimos saber como nosso cérebro funciona, porque nos sentimos de determinada forma em determinadas situações e também o porquê de termos determinados comportamentos.<br />
Quando você percebe que precisa mudar algo na sua vida, abandonar um hábito ruim ou mesmo adquirir um novo, a neurociência está envolvida. Quando você perde a paciência com a sua criança que tem feito muita birra e parece não te ouvir quando você chama ou pede alguma coisa, ai tem neurociência do cérebro infantil.<br />
Quando seu filho se torna um adolescente e o mundo dele muda &#8211; e o seu, também &#8211; é pura neurociência acontecendo.<br />
Neurociência não é desculpa para comportamentos ruins ou errados. Neurociência é ferramenta para que pais e profissionais entendam o funcionamento cerebral e saibam exatamente o que fazer para ajudar os adultos e os seus filhos.<br />
Terapias baseadas em neurociências é o que existe de mais efetivo hoje na área de saúde mental. Mas, e as linhas de terapia tradicional, não funcionam mais?<br />
Pelo contrário! A neurociência veio justamente nos<br />
mostrar o porquê as ferramentas destas linhas funcionam mas, também, para alertar que sem este conhecimento, o caminho fica mais difícil e muito mais longo!<br />
150 anos atrás, os grandes terapeutas que nos forneceram as bases de muitas técnicas utilizadas hoje, não sabiam explicar porque algumas coisas funcionavam. Ou, explicavam da forma que lhes era possível na época.<br />
Hoje, sabemos o que funciona ou o que não funciona de forma muito mais clara, justamente porque temos os estudos científicos por trás acontecendo a todo vapor.<br />
Ignorar isto é ficar para trás e deixar de oferecer excelência nos intervenções em saúde mental. Para o público que precisa e quer ajuda, é não acessar justamente o que pode fazer diferença no seu tratamento e na sua vida.<br />
Quer mais alguns exemplos?<br />
Porque todos os adolescentes parecem iguais no mau humor, no sono e na irritabilidade, principalmente, com os pais? A neurociência explica.<br />
Porque não adianta ficar chamando uma criança pequena de longe, porque possivelmente ela não vai te atender? A neurociência explica.<br />
Porque temos uma geração de mulheres sobrecarregadas e cada vez com mais queixas de ansiedade e cansaço extremo? A neurociência também explica.<br />
Conhecimento e, principalmente, o acesso à ele é a ponte que nos liga às mudanças reais que precisamos fazer em nossas vidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A mãe possível</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/a-mae-possivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 16:05:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu sou a mãe possível. E isto dói. Porque aprendemos que a mãe perfeita é a melhor. Porém,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p>Eu sou a mãe possível. E isto dói. Porque aprendemos que a mãe perfeita é a melhor. Porém, ela é a que não existe. Ainda assim, mesmo sem querer, continuamos procurando por ela. Quando erramos e nos culpamos. Quando deixamos de fazer algo e nos culpamos. Quando ousamos reclamar, ou melhor, desabafar sobre as agruras da maternidade &#8211; seja em que fase for &#8211; e somos julgadas.</p>
</div>
<div>
<p>Porque mãe não reclama, só vai. E isto não é humano. Como não é humano achar que mulher que faz uma escolha diferente não está certa, como achar que a mulher que escolhe não ser mãe precisa da opinião alheia, como achar que a mãe que faz escolhas diferentes de vida é menos mãe que as outras.</p>
</div>
<div>
<p>Será que os nossos filhos precisam de mães perfeitas? Ou seria mais justo – e mais educativo para a vida – que eles aprendam, desde cedo, com a mães possíveis? Que mães também tem limites, dificuldades, que erram, que não sabem tudo assim como todos os outros seres humanos.</p>
</div>
<div>
<p>Quantas vezes um pai recebe uma ligação sobre seu filho? E quantas vezes é a mãe quem recebe?</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>Seja um recado, uma preocupação ou uma reclamação?</p>
</div>
<div>
<p>Sim, o papel da mãe ainda é o mais pesado, o ais difícil. E mesmo quando a paternidade se faz presente como deveria, e aqui deixo meu reconhecimento porque conheço muitos pais maravilhosos, a mãe continua carregando o peso e a culpa.</p>
</div>
<div>
<p>Aceitar a humanidade de uma mãe é necessário. Aliás, não é só necessário. É urgente. Mãe não é santa, nem mulher maravilha, nem inabalável. Mãe é mulher, filha, namorada, esposa, profissional. Mãe é gente. E pode ser ansiosa, ficar triste, chata, ser permissiva as vezes e querer aliviar a sua mente de tanto peso e preocupações, só para variar um pouco.</p>
</div>
<div>
<p>Aproveitando o ensejo da proximidade do dia das mulheres, quando há tanto para se falar sobre o papel feminino e a violência descarada e descabida contra nosso gênero, escolho a maternidade.</p>
</div>
<div>
<p>E que cada um de nós, homens ou outras mulheres, possamos olhar com mais gentileza, respeito e acolhimento a mulher que existe em cada uma das mães.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>FOMO e ROMO:  afinal, o que isto significa?</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/fomo-e-romo-afinal-o-que-isto-significa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 16:11:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A sigla FOMO (Fear of Missing Out) que significa o medo de estar perdendo algo, é a mais&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>A sigla FOMO (Fear of Missing Out) que significa o medo de estar perdendo algo, é a mais antiga e conhecida. Já ROMO (Relief of Missing Out) é um conceito mais recente e quase o oposto do seu amigo mais conhecido, que significa justamente estar fora, desconectado.</p>
</div>
<div>
<p>Enquanto o FOMO nos mantém em um estado contínuo de ansiedade para não perdermos nenhuma notícia, novidade ou informação, o ROMO é um convite para fazer o oposto: não se sentir obrigado a estar em todos os lugares, saber de tudo, responder a todos e consumir sem parar.</p>
</div>
<div>
<p>Vivemos em um mundo de excessos: excesso de exposição, de notificações, de informações, de opiniões e de comparações. Perdemos nosso precioso tempo diante das telas e com isto ganhamos os maiores níveis de estresse, ansiedade e transtornos psíquicos já vistos, inclusive entre crianças e adolescentes.</p>
</div>
<div>
<p>Estamos sempre correndo atrás de alguma coisa que muitas vezes nem sabemos ao certo o que é e para quê, tentando estar em todos os lugares ao mesmo tempo, saber e dar conta de tudo e nos esquecendo do mais importante: o viver de verdade.</p>
</div>
<div>
<p>Não é novidade o quanto trago aqui a dificuldade que temos em viver nossas próprias vidas sem nos preocupar ou nos comparar com os outros. O quanto as redes sociais adoeceram nossa saúde mental e colaboraram para o sofrimento psíquico e inversão de valores e prioridades.</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>Esta siglas nada mais são do que a concretização do que é a vida moderna e de como ela realmente deveria ser. Resumindo, precisamos aprender a identificar e diminuir o FOMO e a cultivar o ROMO. Deixar um pouco toda a conectividade, nos desligar por um período de redes sociais e viver com mais atenção o que temos no agora.</p>
</div>
<div>
<p>Nossas crianças e adolescentes não estão mais ausentes e desatentos por conta do TDAH, estão conectados em excesso e perdendo a capacidade nata de manter o foco e a atenção.</p>
</div>
<div>
<p>Os adultos não estão só com mais problemas psíquicos, estão perdidos em viver uma vida que pode nem ser a que desejavam, mas, qual seria a melhor para as redes sociais e para a vitrine das postagens.</p>
</div>
<div>
<p>Partindo para a prática, o que podemos fazer para melhorar esta situação:</p>
</div>
<div>
<p>&#8211; tenha limites claros no uso de telas e redes sociais;</p>
</div>
<div>
<p>&#8211; saiba ficar sozinho e em silêncio mesmo que dentro da sua casa ou no banco da praça da esquina;</p>
</div>
<div>
<p>&#8211; aceite que não precisamos saber de tudo e estar em tudo, não estamos perdendo nada realmente importante;</p>
</div>
<div>
<p>&#8211; pratique exercícios físicos, se alimente o melhor possível e zele pelas suas horas de sono;</p>
</div>
<div>
<p>Ao colocar isto em prática, abrimos espaço e caminho para conexões reais, conhecimento interno e uma vida com mais equilíbrio e autenticidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Carta para Alice  (e para todos os adolescentes de 15 anos)</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/carta-para-alice-e-para-todos-os-adolescentes-de-15-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 15:56:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O texto de hoje é baseado na homenagem que escrevi para minha filha no seu aniversário de quinze&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
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<p>O texto de hoje é baseado na homenagem que escrevi para minha filha no seu aniversário de quinze anos. Compartilho aqui porque vale a homenagem e, também, porque são questões que cabe a todos nós refletir.</p>
</div>
<div>
<p>Filha, antes de você, seu pai sempre me dizia que gostaria que eu fosse mãe para que pudesse ter o privilégio de viver o sentimento mais verdadeiro, mais puro e desinteressado que existia &#8211; o amor por um filho. E ele tinha razão &#8211; sua existência me basta.</p>
</div>
<div>
<p>Minha filha, você é tão amada e admirada. É uma leitora voraz e tem o dom da palavra. Tenho orgulho da sua firmeza, da sua responsabilidade &#8211; tão em falta nos dias de hoje &#8211; e da veracidade de quem você é, goste quem gostar.</p>
</div>
<div>
<p>Ser verdadeiro, em um mundo cada vez mais tomado pela inteligência artificial e pela propaganda enganosa das redes sociais, pode até ser considerado ultrapassado.</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>Ainda assim, continue no seu caminho. Sabe o que eu mais admiro em você? Você não tem medo da sua escuridão porque aprendeu que a luz só existe porque o escuro existe, também. O que seria do sol sem a lua? Ou do dia sem a noite?</p>
</div>
<div>
<p>Agora vamos para a parte chata: os conselhos de mãe.</p>
</div>
<div>
<p>A vida é feita de fases, desafios, dores e crescimento. E no meio disto tudo, temos os momentos de felicidade &#8211; não os deixe escapar!</p>
</div>
<div>
<p>Assim como não se esqueça &#8211; e aceite &#8211; que durante a jornada vamos conhecer e nos despedir de muitas pessoas, fazer e desfazer vínculos, pois o caminho é feito de começos e fins mas, principalmente, de recomeços. Não desista dos recomeços!</p>
</div>
<div>
<p>Enfim, siga seus sonhos, voe alto, vá em busca do que você acredita e quer e nunca, nunca se esqueça, que eu e o seu pai estaremos sempre com você, aonde quer que você vá, com quem quer que você esteja, dentro do seu coração.</p>
</div>
<div>
<p>Te amamos infinitamente!</p>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Relacionamentos: o mito da perfeição</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/relacionamentos-o-mito-da-perfeicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 19:35:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Relacionamentos nunca são meio a meio. A balança desequilibra, hora para o seu lado, hora para o lado&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/relacionamentos-o-mito-da-perfeicao/">Relacionamentos: o mito da perfeição</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Relacionamentos nunca são meio a meio. A balança desequilibra, hora para o seu lado, hora para o lado do outro e nem sempre este desequilíbrio acontece na mesma intensidade e proporção.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Às vezes você se doa 70% e outro, só 30%. Às vezes, acontece ao contrário. A maior parte do tempo ambos estão ali, tentando se entender e socorrendo um ao outro. Um dia, eu socorro mais do que sou socorrida. No outro dia, é outro quem aguenta a bronca.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Se você não entender ou não aceitar isto, não se relacione. Relacionamentos precisam ser saudáveis, não perfeitos. Quem busca o relacionamento perfeito vai buscar para sempre, porque a idealização está ligada diretamente à frustração. Quanto mais você idealiza, mais se frustra. E quanto mais se frustra, mais se afasta do outro – do outro que você não entende, que você não concorda ou que você não aceita. E sem conexão não há o que mantenha um casal juntos.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Aliás, qualquer relacionamento funciona assim – as amizades, os vínculos familiares e até com os nossos colegas de convívio diário.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">O que se percebe hoje em dia, e que acaba aumentando o número de separações ou mesmo de desilusões amorosas, é que o ser humano está em grande desequilíbrio e desencontro – com o outro e consigo mesmo.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Vamos falar novamente de saúde mental porque isto é a base de tudo – sem o básico disto, eu não sobrevivo nem comigo mesma, quem dirá com outra pessoa!</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">As pessoas se cobram demais – e consequentemente cobram do outro na mesma proporção – se frustram por muito pouco e não toleram esta frustração e estão pouco dispostas a se comprometer com o relacionamento.</span></p>
<div>
<div>
<p>Somos imediatistas, baseamos nossa vida na vida dos outros e nos preocupamos demais sobre como somos vistos e/ou julgados.</p>
</div>
<div>
<p>Comprometimento envolve, em primeiro lugar, o desejo real de estar junto. E, a partir disto, envolve várias habilidades emocionais como paciência, tolerância, resiliência e cumplicidade.</p>
</div>
<div>
<p>E o mais interessante disto tudo é que você pode escolher se relacionar ou não. E relacionamentos estáveis também são escolhas assim como escolhemos outras coisas como ter ou não filhos, fazer faculdade, morar fora, seguir carreira, enfim.</p>
</div>
<div>
<p>O livre arbítrio existe: você pode optar por ser solteiro, se relacionar a distância, casar, casar e morar em casas separadas, não casar. Só namorar ou ter casos esporádicos e superficiais. É o seu direito.</p>
</div>
<div>
<p>Assim como você pode escolher não ficar, não querer, não aceitar. Só entenda: se muda de parceiro mas nem sempre se muda de problema. Porque os problemas são inerentes à existência humana, portanto, aos relacionamentos humanos, também.</p>
</div>
<div>
<p>Aqui, um aparte: não estamos falando de relações tóxicas, abusivas, violentas ou mesmo de dependência emocional. Tudo isto pode, e deve, ser olhado com muita atenção e cuidado. Não estamos falando disto neste texto.</p>
</div>
<div>
<p>Quando se escolhe estar com alguém, se escolhe o pacote completo. Porque não há como tirar do outro o que ele é e te incomoda. Assim como o outro não nos pode tirar o que é nosso e incomoda a ele. Todos temos defeitos, manias, imperfeições. Melhorar isto para melhorar a relação precisa ser uma escolha conjunta, não só de um dos lados.</p>
</div>
<div>
<p>Amar é muito mais sobre lidar com o que não é bom, e mesmo assim escolher ficar, do que com o romance que gostaríamos de viver.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/relacionamentos-o-mito-da-perfeicao/">Relacionamentos: o mito da perfeição</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
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		<title>Adultização</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/adultizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 18:16:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um influenciador brasileiro iniciou uma discussão que repercutiu muito em todos os meios de comunicação, denunciando a adultização&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/adultizacao/">Adultização</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Um influenciador brasileiro iniciou uma discussão que repercutiu muito em todos os meios de comunicação, denunciando a adultização de crianças e adolescentes na internet. A polêmica surgiu a partir de um levantamento de vários perfis, alguns envolvendo os próprios familiares, de pessoas que se promoviam e ganhavam dinheiro às custas do uso de vídeos e imagens de menores de idade.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Toda a discussão gerada a partir de então é algo que nós, profissionais da área de saúde e educação, já apontamos há bastante tempo: a preocupação com a crescente exposição e uso de telas e redes sociais por menores e também o excesso de estímulos inadequados para esta fase de desenvolvimento. Como consequência, temos um número alarmante e crescente de transtornos emocionais e comportamentais entre crianças e adolescentes.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Se para os adultos já é difícil gerenciar o que consumimos na internet e o quanto isto influencia nossas vidas, imagina para um cérebro imaturo em desenvolvimento? E o problema está por todo o lado, tanto no excesso do uso como no teor do que se consome e se publica.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Internet ainda é uma terra de ninguém. Apesar do aumento de denúncias e a intensificação das investigações a respeito dos crimes virtuais, é muito difícil controlar a viralização de um post ou de um vídeo e medir as consequências que isto pode trazer para os envolvidos.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Quando uma criança ou adolescente é exposto na internet, independente de para qual fim, ele também está sujeito a todos os prints, julgamentos, comentários e compartilhamentos que este meio permite e favorece.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Uma imagem errada ou mal interpretada, um comentário equivocado ou maldoso, uma intenção obscura por trás de</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">uma tentativa de contato, pode levar a sérios traumas ou serem gatilhos para o desenvolvimento de transtornos.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Uma imagem aparentemente inofensiva ou mesmo um vídeo que é para ser fofo ou engraçado, pode ser tornar material de consumo e compartilhamento em grupos de pedofilia, por exemplo. E isto é grave, muito grave.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Agora, vamos voltar ao ponto: de quem é a responsabilidade por permitir esta exposição e monitorar este uso? Dos pais ou responsáveis, óbvio. E quando os próprios pais, em situação de vulnerabilidade social ou mesmo desestrutura familiar (que se constituem a maioria dos casos), apoiam esta exposição?</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Tão complexa é a situação que envolve questões sociais, culturais, criminais e, algumas vezes, a omissão dos responsáveis, mesmo.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">E como proteger nossas crianças e adolescentes de tudo isto? Educando. Explicando. Acompanhando. Conversando sobre o assunto e proibindo, sim, o acesso a algumas redes e aplicativos que não são adequados para determinada idade. E, mesmo quando são, não há como não monitorar.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Crianças não tem maturidade cerebral para entender causas e consequências e identificar perigos. Adolescentes não tem maturidade cerebral para determinadas situações e gerenciamentos. Precisam do adulto e, principalmente, de um diálogo aberto e respeitoso. É possível aliar limite com respeito.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Observe seu filho e as crianças à sua volta. Explique e reforce quantas vezes forem necessárias quais são as regras e os limites para se usar a internet. E se o uso não for adequado, não permita ou o faça com o seu acompanhamento, lado a lado.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Alguns danos são reversíveis. Outros, infelizmente, não.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body">
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		<title>Saúde Mental em Risco</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/saude-mental-em-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 16:14:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cresce o número de casos de discórdias entre pais e filhos, sejam adolescentes ou jovens adultos terminando, muitas&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Cresce o número de casos de discórdias entre pais e filhos, sejam adolescentes ou jovens adultos terminando, muitas vezes, de forma trágica. Cresce o número de casos de desentendimentos entres grupos e amigos terminando, muitas vezes, também de forma trágica. Alunos sofrendo ou causando bullying, desrespeitando a autoridade do professor, se engajando cada vez menos nas propostas e atividades escolares.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">O que acontece dentro das casas e nestas estruturas familiares para que as relações cheguem a tal ponto?</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Nada do que estamos assistindo acontece por acaso. Nada disto começou agora, como em um passe de mágica. Tudo isto é resultado da forma como, por muitos anos, encaramos a questão da saúde emocional, o pouco que se investiu nisto e a falta de gerenciamento que muitos pais vivem na educação dos filhos.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Vivemos uma educação de opostos, sem equilíbrio. Ou temos pais altamente permissivos, que criam filhos egoístas e sem nenhuma noção da vida em sociedade, sem entender prioridades e nem aceitar frustrações, ou pais autoritários que desrespeitam – e não entendem – a forma como as novas gerações se desenvolvem e qual a maneira mais assertiva de se comunicar e explicar regras e limites.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Os anos passam, os bebês e as crianças pequenas crescem, a adolescência chega e o caos se forma. Porque aí as coisas se misturam, uma educação já falha com os conflitos naturais desta fase.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Quando falamos, há muito tempo, sobre a importância de </span><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">se olhar para a saúde mental com mais atenção e cuidado, inclusive dentro da saúde pública, falamos justamente porque este cenário já podia ser previsto diante do aumento significativo de transtornos emocionais entre as crianças, adolescentes e jovens adultos, o aumento de diagnósticos – muitas vezes errôneos – o uso indiscriminado de medicações desde muito cedo e a falta de orientação para os pais e cuidadores.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Quando se trata de crianças e adolescentes, precisamos ser os adultos da situação. É muito comum ver pais e filhos se tratando em pé de igualdade, adultos e adolescentes agindo como se estivessem na mesma fase e com a mesma idade.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Quem deve olhar para o problema é o adulto. Seja ele um pai, um professor, um avô ou qualquer tipo de cuidador. Quem tem, ou deveria, ter maturidade e capacidade cognitiva de gerenciar e direcionar os conflitos destes jovens, é o adulto. Quem deve levar sua criança, seu filho – e explicar a importância disto &#8211; para uma avaliação e uma terapia, é o adulto.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Tem situações que não permite escolhas não porquê não queremos e sim porque não existe maturidade nem autonomia para que crianças e adolescentes escolham algumas coisas neste momento.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Se não nos apressarmos em olhar novamente para tudo isto com responsabilidade e seriedade, ao invés de consumir tique toques da vida com conteúdo desnecessários e informações rasas ou mesmo erradas, vamos ver tudo isto aumentar – conflitos, transtornos emocionais e, infelizmente, tragédias.</span></p>
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		<title>Relacionamentos Modernos</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/relacionamentos-modernos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 20:49:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mundo evolui, as pessoas também e a forma de se relacionar muda ao mesmo tempo. Quem nunca&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">O mundo evolui, as pessoas também e a forma de se relacionar muda ao mesmo tempo. Quem nunca pensou ou falou para uma pessoa mais jovem: no meu tempo não era assim?</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">É natural e esperado que conforme as gerações se sucedem, os costumes, os comportamentos e o que está na moda, por exemplo, mudem também. Com os relacionamentos é a mesma coisa.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Respeitando &#8211; e entendendo &#8211; a evolução geracional, vou propor uma reflexão por aqui. Por que hoje os relacionamentos parecem tão mais difíceis e volúveis do que vivemos ou observamos há tempos atrás?</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Os relacionamentos diversos que encontramos hoje são frutos da forma como as pessoas pensam e entendem o mundo e, mesmo correndo o risco de ser repetitiva, não podemos deixar de pensar nesta era de exposição e redes sociais.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Pesquisas recentes mostram que casais que são realmente felizes juntos se expõem menos em redes sociais, tem menos interesse e necessidade disto. Enquanto casais que vivem crises no relacionamento tem mais necessidade de postar sobre suas relações porque se sentem inseguros e baseiam seus relacionamentos no que veem nas redes.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">O que na verdade sabemos é que a internet e as mídias sociais não são o melhor lugar para se basear em absolutamente nada. Nem em relacionamentos, nem em estilo de vida. Quanto mais as pessoas entenderem que a maior parte do que se vê ali não corresponde a realidade, menos seriam os problemas que enfrentamos hoje na saúde mental.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Relacionamento, de qualquer tipo, é uma construção diária. Um investimento de todas as partes envolvidas. Um cair e levantar constante. Porque a vida real é assim – perdemos e ganhamos. Choramos e rimos. Amamos e odiamos. Terminamos e recomeçamos.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">E para se lidar com esta dualidade é preciso maturidade emocional. É preciso tolerância. É preciso aceitação. E, muitas vezes, a aceitação é entender que aquele relacionamento não está dando certo e as partes envolvidas escolhem seguir caminhos separados e tudo bem!</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Mas, hoje em dia estamos em falta. Em falta com a responsabilidade afetiva, em falta – ou com preguiça – de investir nosso tempo e nossa energia para construir algo real com alguém, em falta com o comprometimento que é necessário quando escolhemos estar com alguém. E, desta forma, ninguém fica junto com ninguém. Mas, vivem a procura da pessoa que conseguirá preencher o vazio que fica.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">As relações atuais estão complexas e ao, mesmo tempo, vazias. De significado, de entender o tempo e as diferenças de cada um e ousar investir nisto mesmo assim. O outro não está ao nosso lado para atender as nossas expectativas, para preencher nossos vazios ou para ser o que gostaríamos que fosse.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">O outro, assim como nós mesmos, está ali para compartilhar, para somar, para dividir, nunca para completar. Ninguém completa ninguém. Cada um é o que é e escolhe ser. Associar qualquer relação, seja familiar, amorosa ou amizades, ao completar-se é frustrante, é viver a procura eterna da peça do quebra-cabeça que falta. Mas esta peça não está no outro e, sim, na gente mesmo.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Que o seu relacionamento seja, acima de tudo, saudável. Que a construção diária de compartilhar a vida com alguém te acrescente e te faça crescer. E, se não for assim, não medo de rever sua escolha.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Mas, entenda, os casais românticos e as fotos produzidas da internet carregam muito mais fantasias do que verdade. A verdade precisa de tempo, de dedicação, de respeito – e um relacionamento de verdade é cheio de desafios, não é romântico o tempo todo e não precisa de postagens perfeitas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quais são as suas prioridades?</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/quais-sao-as-suas-prioridades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 18:50:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mundo anda confuso. Valores, responsabilidades, comprometimento, respeito e ética parecem ser palavras esquecidas ou com significado modificado.&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">O mundo anda confuso. Valores, responsabilidades, comprometimento, respeito e ética parecem ser palavras esquecidas ou com significado modificado. Difícil entender ou mesmo aceitar se você pensa e age diferente ou percebe que algo não deveria estar assim.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Diferente do que muitos escolhem &#8211; seguir o fluxo fazendo tudo sempre igual ou achar que nada do que você faça vai mudar a realidade &#8211;</span> <span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">há algo que depende exclusivamente de você: a sua reação perante os acontecimentos da vida. Você pode escolher fazer parte, ou não, de uma situação. Pode escolher com o que vai concordar e como vai lidar com aquilo de que discorda. Pode agir ou se retirar. Pode falar ou preferir calar. Pode recuar ou enfrentar.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Está cansado? Trabalha demais? Não tem tempo para nada? Reveja sua rotina e estabeleça prioridades. Eleja onde, em que e com quem vai gastar seu tempo e sua energia. Não é uma mudança simples, mas, é perfeitamente possível.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Você pode não só escolher como vai usar o </span><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">seu tempo como também colocar em prática a mudança que você quer e precisa, o que é para hoje e o que seria a longo prazo. Tudo isto está ao seu alcance.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Você pode, por exemplo, ainda não conseguir deixar o emprego que não faz mais sentido para você, mas pode tentar olhar com outros olhos enquanto isto e planejar como você deixará este trabalho por outro que lhe faça mais feliz e realizado. Sim, você pode.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Apesar dos pessimistas dizerem que não, a maior parte das situações que enfrentamos em nossa vida depende de como olhamos – e reagimos – ao que nos acontece.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Use seu tempo com mais qualidade. Aproveite mais o que quer que você faça, valorize quem, de verdade, está ao seu lado e esteja de corpo e alma em cada lugar que escolher estar.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Acumule menos coisas. Doe o que você não precisa ou tem demais. Limpe a bagunça. Organize suas gavetas. Faça exercícios. Crie espaços para o movimento – a vida não para.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Viva com menos coisas e mais sentido, principalmente, com o que faz sentido para você!</span></p>
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		<title>Despedir-se para Recomeçar</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/despedir-se-para-recomecar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 17:21:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É comum algumas pessoas dizerem que detestam despedidas ou que preferem não se despedir. Todas as despedidas são&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">É comum algumas pessoas dizerem que detestam despedidas ou que preferem não se despedir. Todas as despedidas são difíceis e provocam emoções que pode ser uma saudade dolorosa ou um alívio.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Algumas despedidas são difíceis, outras são necessárias e algumas são inevitáveis. A vida é um caminho e o caminho é feito de encontros, reencontros e despedidas.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Despedir-se é finalizar uma fase. Às vezes, uma boa fase, produtiva e de boas recordações, enquanto outras podem ser um período para se esquecer.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">O fato é que o tempo não volta e das histórias vividas nos restam lembranças e experiências e é a partir delas que recomeçaremos a próxima etapa, tanto mudando o que não deu certo quanto colhendo os frutos do que foi plantado.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Durante nossa vida acumulamos datas e fases importantes: uma mudança de escola, o início da faculdade, a formatura, a conquista de um bom emprego ou a realização de um sonho. Podemos comemorar mais um ano de relacionamento ou chorar o final de uma relação que não deu certo.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">O lado bom é que o fim, que tantos temem e preferem fugir, também pode significar um recomeço.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Para começar algo novo é necessário terminar o velho ou ao menos deixar algo para trás. E é isto que dói na maior parte das pessoas &#8211; a idéia de desistir ou de perder é um sentimento que praticamente todos temos dificuldades, em algum momento, em lidar.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Como cada dia que passa não volta, cada fim também é único. O sentimento que vivenciamos quando concluímos uma etapa, quando nos despedimos dos amigos conquistados ao longo dos anos de convívio, quando mudamos de cidade, quando perdemos alguém querido, são situações únicas e a experiência de vivê-las, também.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Mas, tudo o que vivemos faz parte da nossa história e nos torna o que somos hoje e o que seremos amanhã. De cada conquista ou de cada derrota, de cada alegria ou de cada dor, é que conquistamos o aprendizado do que vem a seguir. E assim caminhamos: uma fase após a outra, uma despedida ou um reencontro.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">O importante é lembrar que tudo tem um significado, mesmo que no momento nós não possamos enxergar. E que, para cada fim, há sempre um recomeço.</span></p>
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