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	<title>Odair Rebonato &#8211; Jornal O Imparcial</title>
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	<title>Odair Rebonato &#8211; Jornal O Imparcial</title>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:08:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>BOICOTE &#38; BOICOTE LTDA O que aconteceu e acontece na política entre EUA e Brasil tem acontecido ao&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>BOICOTE &amp; BOICOTE LTDA</p>
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<p>O que aconteceu e acontece na política entre EUA e Brasil tem acontecido ao longo da história de Monte Alto, na política municipal Um contra a política municipal Dois. Isto é, um faz outro desfaz, em relação ao contexto estadual. Resumindo: forma-se um grupo político com a finalidade de reivindicar apoio do governo estadual, depois da meta alcançada, outro grupo é formado seguindo para a capital destruindo a conquista anterior e propondo outra contrária, levando as autoridades estaduais a desistir de todas as reivindicações, considerando que não há consenso no município, logo, não há governabilidade municipal com merecimento de apoio do Estado.</p>
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<p>MONTE ALTO VERSUS MONTE ALTO</p>
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<p>No sentido crítico, o pior adversário de Monte Alto Um é Monte Alto Dois, na gíria, é um abraço de urso, no popular, um faz outro desmancha. É o que tem feito o governo e a oposição brasileira ao pedirem bênção ao pai Estados Unidos da América (USA). Uma comissão de alto nível é formada e parte àquele país “com o pires na mão” ao conseguir as migalhas de sempre, outra comissão oposicionista chega na Casa Branca “com a xícara na mão” quebrando o pires e recebendo um “cafezinho” para compensar o boicote.</p>
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<div>
<p>Assim Monte Alto posa de exemplo para a política federal que desempenha com maestria o papel de quintal da maior potência mundial. Os políticos montealtense passeiam no Parque Ibirapuera, os políticos brasileiros fazem convescote no Centra Parque de Nova Iorque. Ninguém se lembra do nosso Parquinho em frente da Santa Casa.</p>
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<p>UM FATO POLÍTICO</p>
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<p>Esta coluna e o “Jornal O Imparcial” de outros tempos publicaram à exaustão uma gafe política ocorrida nos anos 1.950, no Palácio Elíseos de São Paulo.</p>
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<p>O governo Estadual fez uma chamada aos municípios de todo o Estado para reivindicarem as necessidades de seus respectivos governos. A ordem era regional, Monte Alto ficou no grupo de oito cidades vizinhas. Uma vez no palácio, cada qual, isoladamente na presença do governador e secretários solicitaram seus pedidos. Por exemplo: Taquaritinga solicitou asfalto para a estrada de Cândido Rodrigues; Jaboticabal pediu uma rodoviária; Matão disse que tinha pressa numa empresa de suco.</p>
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<div>
<p>Até aí, tudo bem, os secretários anotaram tudo e o que as demais cidades solicitaram. Na vez de Monte Alto, o representante, enfaticamente pediu: “Nós queremos que a Secretaria de Segurança remova o atual subdelegado de Polícia e o substitua pelo fulano”.O governador e os secretários não contiveram o riso, o fato se transformou em uma piada estadual espalhada pelos presentes.</p>
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<p>FRASE</p>
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<p>“Eu não preciso dos votos dos marmiteiros”. (atribuída ao Brigadeiro Eduardo Gomes, candidato a presidente da República em 1.946. Foi inventada pelos seus adversários, ele jamais a pronunciou, custou-lhe a eleição).</p>
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<p>CASOS DO “O IMPARCIAL”</p>
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<p>Quando a lei permitia, a gente escrevia na imprensa através de pseudônimo. No caso do O Imparcial, eu escrevia e colocava os originais em baixo da porta da gráfica Comtol, à noite. O Romeu de Oliveira era o diretor e o Guto, o redator. Praticamente todos os originais eram publicados, ainda que um ou outro sumia, era censurado, geralmente políticos.</p>
</div>
<div>
<p>Depois de um tempo, a direção do jornal passou para o Dr. Carlos Augusto Nunes (Guto) e a redação foi para a rua Jeremias, a lei não permitia o anonimato e os dois primeiros colaboradores foram eu e a saudosa Olga Porto. Eu, um simples autodidata e ela, professora. Devido à formação dela, os leitores não contestavam seus artigos, quanto à minha, leitores ligavam para o Guto e perguntavam se era ele quem escrevia e eu assinava apenas. Claro que ele respondia negando e dizia que eu era autodidata. (um leitor, certa vez, perguntou onde era essa faculdade).</p>
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<p>PARAÍBA? SIM, SENHOR!</p>
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<p>Até 1.930 a capital do Estado da Paraíba era a cidade de Paraíba. Naquele ano aconteceu um crime passional na cidade, em que o político João Pessoa foi assassinado pelo advogado João Dantas, porque os dois pretendiam namorar a professora Anais. Como João Pessoa era candidato a vice-presidente apoiado por Getúlio Vargas, o crime foi atribuído a motivos políticos e Vargas se aproveitou da situação atribuindo a adversários. Eleito, Getúlio deu o nome à capital do Estado a João Pessoa.</p>
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<p>CONTRADIÇÃO GOVERNAMENTAL</p>
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<p>Enquanto o Brasil foi uma monarquia, o melhor imperador entre os dois pai e filho, Pedro II foi o filho. Depois, na república, o melhor presidente na avaliação popular foi Getúlio Vargas, um ditador que tomou o poder em 1.930 e de golpe em golpe ficou no poder até 1.945. Depois foi senador e deputado por sete estados (naquele tempo podia). Em 1.950 voltou ao poder como presidente eleito por voto direto, ficou até agosto de 1.954, quando se suicidou. A volta de Getúlio à presidência foi pelo voto popular, o povo se manifestou e a palavra de ordem era: Queremos Getúlio – era o Queremismo.</p>
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<p>1.950 – O MARANAÇO</p>
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<p>Em 1.950, a Seleção Brasileira de Futebol, nada a ver com o país Brasil. Os jogadores entraram em campo na partida final contra o Uruguai de “salto alto”, ganhando o jogo antecipadamente. Quem entra ganhando sai perdendo. Foi a maior catástrofe esportiva da história do país. Todos os jogadores perderam a partida, porém, o povo e a imprensa sacrificaram três: Barbosa, Bigode e Juvenal. (coincidentemente, os três eram negros).</p>
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<p>CORTESIA CASADA</p>
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<div>
<p>Nos meus 77 anos (menos 12 de criança) jamais vi um marido abrir a porta do carro para a esposa. Namorado eu vi muito. Outro dia vi um marido abrir a porta do carro para a esposa, pela aparência, era um casal rodado!</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-99/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 16:03:59 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>DUAS INDEPENDÊNCIAS I</p>
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<p>O 7 de setembro é a data oficial da Independência do Brasil, que teria ocorrido nesse dia, em 1.822. Conforme aprendemos na escola e a história registra, naquele dia, o Imperador D. Pedro I se revoltou com as imposições de Portugal e bradou o grito “Independência ou Morte”. Na realidade, as cortes lusas ignoraram a ameaça e o que aconteceu foi um acordo familiar entre pai e filho, D. João VI e D. Pedro I, o rei de Portugal e o Imperador do Brasil.</p>
</div>
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<p>A separação entre os dois países foi simbólica, os súditos da Coroa Portuguesa que estavam no Brasil aqui ficaram, inclusive ocupando cargos oficiais no Império Brasileiro, já que a grande maioria era parente da família.</p>
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<p>Também ficaram no Brasil os soldados portugueses, porque muitos moravam e tinham família no País, e por ordem do exército luso, passaram a fazer ameaças militares às forças brasileiras, era uma resistência à independência.</p>
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<p>DUAS INDEPENDÊNCIAS II</p>
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<p>Foi no estado da Bahia que estava o maior número de soldados lusos e também foi a maior resistência contra a separação dos dois países. Como o exército brasileiro estava em formação, o conflito foi inevitável e as batalhas aconteceram de 7 de setembro de 1.822 até 2 de julho de 1.823, data esta comemorada pelos baianos como a real independência do Brasil, comemorada até hoje. Na Bahia, o 7 de setembro é praticamente ignorado e no restante do país não se comemora o 2 de julho. Em resumo: valem as duas!</p>
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<p>Foi no 2 de julho de 1.823 que aconteceu a batalha entre as tropas lusas e nacionais. Foi uma luta ferrenha na capital, Salvador. Os soldados brasileiros estavam em desvantagem e o comandante achou por bem bater em retirada ordenando ao corneteiro Luís que executasse o toque da retirada, não se sabe se o corneteiro não entendeu ou errou de propósito ao executar o toque de atacar e degolar. A tropa portuguesa, assustada com a ordem, bateu em retirada e o comandante brasileiro proclamou a vitória e a independência.</p>
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<p>INDÚSTRIA MULTIFUNCIONAL</p>
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<p>A maior indústria do mundo é a do lixo, somos todos funcionários dela, os lixeiros. Funcionamos e fornecemos a matéria prima, depois de fornecida a reciclamos e finalmente a consumimos. Uma minoria dos funcionários são elevados a um posto superior, são os catadores e os recolhedores do lixo, que atuam nas ruas e nos depósitos legais e clandestinos. A maior parte da indústria lixeira atua no mar, onde o lixo é despejado, alimenta os animais marítimos e os humanos comem os peixes contaminados e os demais animais dos oceanos. Enfim, o peixe come o lixo e nós comemos o peixe, Somos assim, felizes!</p>
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<div>
<p>DÍVIDAS ETERNAS</p>
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<p>Antes da primeira democracia popular na Terra, os governos eram exercidos por reis e príncipes, cujo poder os transformava em tiranos e ditadores, que emprestavam dinheiro do povo e cobravam taxas para pagar as dívidas. A citada democracia foi a norte-americana, tomava dinheiro emprestado do mundo inteiro e o Brasil também o fez e ainda faz. Quem tem a dívida maior, o Brasil ou os EUA? A democracia que mais deve são os EUA, 120% do PIB.</p>
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<p>O Brasil deve menos, 80% do PIB.</p>
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<p>CIDADANIA POPULAR</p>
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<p>Monte Alto e Sêos Zés:</p>
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<p>1 &#8211; Zé Botto – dentista – sem carro, pedia carona na rua Nhonhô.</p>
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<p>2 &#8211; Zé Mole – apelido por causa da paralisia das pernas. Era cadeirante.</p>
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<p>3 &#8211; Zé Preto – era dono de um esnuque. Não gostava de ser chamado de Zé Preto, cor afrodescendente. Ele respondia: só Zé tá bom!</p>
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<p>4 &#8211; Zé de Paula Eduardo – médico famoso. Nos partos falava para as mães: na hora de fazer são beijos e abraços; na hora de nascer são pei&#8230; e cag&#8230;!</p>
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<p>5 &#8211; Zé Rodrigues – médico popular. Quando as pacientes perguntavam por quanto tempo deveriam tomar um remédio, ele respondia que era até 7 dias após a morte.</p>
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<p>BARBA, CABELO E BIGODE</p>
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<p>Um barbeiro conhecidíssimo em Monte Alto gostava de conversar durante o atendimento do freguês. Quando ele perguntava como o cliente queria o corte a resposta era: em silêncio!</p>
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<p>NERVO EXPOSTO</p>
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<p>Um dentista de Monte Alto, já aposentado, gostava de um papo com o cliente, mesmo estando ele de boca aberta, cheia de algodão. Ele falava de alguém, principalmente fofoca e perguntava ao cliente de boca aberta se era sim ou não. O cliente, coitado, sem poder falar, fazia um gesto de concordância. Muitas vezes, na rua, a “vítima” cobrava do cliente a fofoca dita e dizia que o dentista confessava ter ouvido do cliente.</p>
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<p>SALA DE ESPERA</p>
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<p>Não sei se nas outras cidades é assim, em Monte Alto, sempre acontece, a gente entra em um consultório de várias profissões, médicos, dentistas, advogados, terapeutas, psicólogos etc e as atendentes pedem para esperar um “pouquinho, um minuto, um minutinho”, o que é força de expressão, o tempo é sempre maior, chega a “minutão e poucão”. Certa vez, um atendente disse para eu esperar um segundinho. Ele entrou noutra sala, fui atrás. Ele me olhou estranho e eu justifiquei: você falou um segundinho – já passou!</p>
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<p>GEOMETRIA LUSA</p>
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<p>Dois acontecimentos foram notórios em Porto Cale, nome antigo de Portugal, um foi a roda e sua invenção, outro foi a bola de futebol. Ambas foram inventadas pelos engenheiros portugueses, na forma original: quadradas!</p>
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<div>
<p>A roda, de tanto rodar, se tornou redonda. Foi para o lixo! A outra foi a bola, chutada para lá e para cá, mudou de quadrada para redonda: foi para a reciclagem!</p>
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<p>A LÁPIDE DE HITLER</p>
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<p>Antes de se suicidar, Adolf Hitler escreveu no seu diário que desejava na sua lápide a frase: fui vítima dos meus generais.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-98/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 19:05:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>CAPITALISMO DOMÉSTICO Sem o comércio, a indústria nasceria morta. Sem o comércio, o extrativismo se limitaria a uma&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>CAPITALISMO DOMÉSTICO</p>
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<p>Sem o comércio, a indústria nasceria morta. Sem o comércio, o extrativismo se limitaria a uma pedra e uma picareta. Sem o comércio, a agricultura seria uma horta de fundo de quintal. O comércio é o fundamento do capitalismo, uma alavanca que move o consumo de sobrevivência e o consumismo de ostentação, ambos praticados pelo animal humano, práticas estas que fazem do Ser Humano um elemento nocivo à liberdade da natureza e o torna &#8220;persona non grata&#8221; ao planeta. O Homem desapropriou a Terra de Deus, seu proprietário original, para dilapidar a originalidade tornando-a um balcão de compra e venda!</p>
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<p>CAPITALISMO SELVAGEM</p>
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<p>O capitalismo criado pelo ser humano em todo o planeta, originalmente, foi concebido como uma tocha da paz, tornou-se, porém, nocivo à humanidade e por extensão à toda a natureza quando foi inventado o dinheiro, inicialmente como símbolo da união entre os povos, para, posteriormente, transformar-se numa arma letal entre países, povos e indivíduos. Vieram as guerras, os conflitos e a intolerância. Surgiu então o racismo, que provoca a destruição material e o aniquilamento dos povos, desde as grandes cidades até aldeias remotas.</p>
</div>
<div>
<p>O denominado capitalismo selvagem, ora praticado no mundo todo, gera as guerras políticas e religiosas sem justificativas ou justificadas pela vontade divina. Resta ao “bicho” humano usar e abusar das expressões &#8220;se Deus quiser”, “se Deus ajudar”, “se Deus permitir” e invocar Alá e Javé!</p>
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<p>GUERRA E PAZ</p>
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<p>Todas as guerras e conflitos originalmente surgiram de intolerância religiosa, desde as grandes religiões até as de pregadores de púlpitos e altares de “casas de Deus” perdidas nos remotos quintais dos salvadores da Terra. As primeira e segunda grandes guerras mataram milhares (milhões) de pessoas, tiveram como desculpa a intolerância religiosa. Sempre em nome de Deus.</p>
</div>
<div>
<p>Apenas como citação ilustrativa: o fim da Segunda Grande Guerra (não foi mundial) aconteceu quando a Bomba Atômica (hoje um pavio diante das outras que vieram depois) foi detonada no Japão aniquilando duas cidades, com cerca de 150 milhões de habitantes. Pasmem senhores, caso as bombas não fossem detonadas, a guerra se alongaria por muito tempo e mais que o dobro de gente morreria.</p>
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<p>AURORA BOREAL</p>
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<p>Na Finlândia, uma lei proíbe casamento entre analfabetos.Desde sua promulgação, há mais de um século, não houve nenhum caso de desobediência.</p>
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<p>Simples assim: na Finlândia o índice de analfabetismo é ZERO.</p>
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<p>CEIA COLONIAL</p>
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<p>Os Hotéis Fazenda anunciam em suas propagandas que servem café da manhã, almoço, café colonial e jantar. Tudo certo, porém, o café colonial servem por conta e risco. O nome não condiz com a prática, no Brasil colonial essa refeição nunca existiu, eram café da manhã, almoço e jantar. Às vezes, ceia à noite.</p>
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<div>
<p>Os horários pela ordem: 5 horas na madrugada, 9 horas, (meio dia) e 6 horas da tarde. Eventualmente, 8 horas da noite.</p>
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<p>ILHA CARIBENHA</p>
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<p>Cuba se tornou conhecida em 1868 no mundo por ter libertado os escravos vinte anos antes do Brasil. Depois de um período de esquecimento voltou a se destacar politicamente por causa da famosa revolução liderada por Fidel Castro Ruiz em 1959, que mudou o país de uma ditadura mantida por muitos anos, pelo presidente Fulgencio Batista. Fidel optou pelo comunismo que ainda perdura até hoje, mesmo depois da sua morte, em 25/11/2016.</p>
</div>
<div>
<p>A revolução cubana quase provocou a terceira guerra mundial, quando a União Soviética em função do seu apoio irrestrito à ilha, montou um arsenal nuclear no país, o que levou os EUA a um bloqueio naval, impedindo Cuba de manter contato com o mundo todo. O bloqueio foi mantido mesmo depois que os mísseis da URSS foram retirados, em função disso e do bloqueio, Cuba se tornou o país mais pobre do continente.</p>
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<p>TERRENO ORIGINAL</p>
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<p>Em Monte Alto existe um terreno baldio, que nunca teve qualquer obra. Ele está praticamente no centro da cidade, foi propriedade de vários moradores, que ao saberem da fama que tem, nunca construíram prédios residenciais e comerciais. Os antigos contaram a história do imóvel e alguns juravam ser verdade, outros disseram ser lenda. Enfim, o terreno está lá desde que o Porfírio, nosso fundador, o vendeu ao primeiro comprador.</p>
</div>
<div>
<p>Lenda ou realidade, o que conta é que o local tinha uma grande árvore (ela eu vi), onde uma noiva rejeitada pelo namorado se suicidou; ele, ao ficar sabendo se matou com um tiro. A lenda surgiu com a noiva enforcada no galho da árvore e o noivo com um tiro na boca. O terreno não teve culpa!</p>
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<div>
<p>A coisa contada de boca em boca ganhou superstições. Muita gente jura que a noiva aparece à noite, no terreno. Uma tragédia shakespeariana.</p>
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<p>CONTRA VACINA</p>
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<p>Em 1904, no Rio de Janeiro, tomado de uma epidemia de varíola, o médico sanitarista, Oswaldo Cruz, contratado pelo governo, sabendo que a transmissão da doença ocorria através da pulga dos ratos, desencadeou uma campanha para eliminar o roedor. Para a população colaborar, foi criado um sistema que pagava em dinheiro a quem levava os ratos para a eliminação nos postos de coleta. Com a eliminação maciça do roedor, cada vez mais ficaram escassos. Como o brasileiro honesto sempre foi criativo, muitas famílias passaram a criar os seus ratinhos em gaiolas e depois de crescidos, entregavam-nos aos postos de coleta para faturar uma graninha. Não é preciso outros comentários!</p>
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<p>HIGIENE BUCAL</p>
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<p>Não é correto dizer e fazer escovar os dentes. O certo é escovar a boca. A escovação acontece com os dentes, com a língua, com a bochechas, com o palato, com as gengivas e, além da escova propriamente dita, há que fazer um enxágue bochechando. Quem higieniza realmente a boca é a escova, a pasta ou creme dental não limpa, dependendo do produto, combate o mau hálito.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-97/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 16:20:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>FERIADÃO NACIONAL Segundo a Constituição brasileira, o Estado é laico. No entanto, não é o que acontece na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>FERIADÃO NACIONAL</p>
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<div>
<p>Segundo a Constituição brasileira, o Estado é laico. No entanto, não é o que acontece na prática segundo o calendário, os feriados religiosos nacionais são católicos. Não existem feriados budistas, evangélicos, islâmicos e judaicos. Cada qual comemora na própria comunidade, independente do Estado.</p>
</div>
<div>
<p>CAMINHADA PERIGOSA</p>
</div>
<div>
<p>O pessoal que pratica caminhada nesta cidade de Monte Alto, ao entardecer e ao anoitecer, andam com roupas escuras e, devido o estado das calçadas com buracos, crateras e plantas impedindo o trânsito de pedestres, caminham nas ruas rente ao meio fio. Os carros e motos nem sempre notam a presença deles fora das calçadas e os colocam em risco de atropelamentos.</p>
</div>
<div>
<p>Um detalhe: ainda que poucos circulando, os patinetes devem obedecer a sinalização de trânsito. Os poucos não respeitam mão e contramão!</p>
</div>
<div>
<p>PASSEIO PÚBLICO</p>
</div>
<div>
<p>Originalmente o espaço que chamamos hoje de calçadas urbanas tinha o nome de passeio público, para diferenciar do passeio particular ao redor das residências como jardins e pomares, nos quais as famílias residentes passeavam fora de casa com segurança. Na frente das residências também tinha os espaços para que o público circulasse seguro, fora do leito carroçável, também conhecido por rua. Esse espaço sempre foi obrigação de cuidar pelos moradores, mantendo-os livres. No início, eram de chão de terra batida, depois receberam calçamento, daí o nome calçada.</p>
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<p>GERAÇÃO SENTADA</p>
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<p>Na metade do século XX, o automóvel tomou conta do homem. Ninguém usava as pernas para locomoção, as rodas conduziam ao destino, o automóvel era usado para tudo, passear, viajar, fazer compras, transportar objetos e gente.</p>
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<p>O carro era objeto do desejo de todos, novos e velhos. A cobiçada Carteira Nacional de Habilitação, vulgo carta, era sagrada. A indústria automobilística inventava novidades a cada ano de fabricação. Um dia, uma concessionária me ligou que um novo modelo tinha uma novidade, faixa branca nos pneus. Estamos no início do século XXI, o carro está saindo de moda, custa caro, tem manutenção cara, combustível absurdo, seguro alto e nas grandes cidades, o estacionamento tem alto custo. O proprietário paga pelo carro 24 horas e usa cerca de duas horas por dia. Um objeto de luxo!</p>
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<p>SALÁRIO MÍNINO</p>
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<p>O Brasil, um ilustre país de terceiro mundo, tem o menor salário mínimo do mundo, banca a oitava economia do mundo, tudo do mundo. O salário mínimo, se fosse atualizado, seria de R$5.800,00 em dinheiro. Sem vale refeição, vale transporte, vale lazer, vale ignorância e a Cesta Básica.</p>
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<p>A cesta básica é um caso à parte, o assalariado que recebe a dita cuja diz que a GANHA. Aí que entra o Vale Ignorância: a cesta é paga pelo salário que não teve a correção monetária real. O Brasil tem o maior salário ACHATADO do mundo. A Copa, esse ano, não terá jogo de dia – só à noite! Sem feriado!</p>
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<p>CAPITAL ORIGINAL</p>
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<p>Até a metade do século XX, na Europa e Ásia, acreditavam que a capital do Brasil era Buenos Aires. Muita gente do Brasil também achava que era.</p>
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<p>Na verdade, Buenos Aires era a cidade que mais parecia com as grandes metrópoles europeias, e também, era a mais conhecida pelo mundo todo.</p>
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<p>O Rio de Janeiro, capital do Brasil, era uma ilustre desconhecida, dela se falava que era um povoado no meio da selva, onde conviviam brancos, índios e macacos, era a famosa ilustração em que aparecia uma pessoa andando de mãos dadas com um chimpanzé e um papagaio no ombro.</p>
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<p>Verdade seja dita, Buenos Aires contava com mais bibliotecas do que o Brasil todo.</p>
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<p>BOLA QUADRADA</p>
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<p>Convém lembrar aos brasileiros que nosso país, o Brasil, não tem time de futebol e o juntamento de jogadores chamado de Seleção Brasileira é, na verdade, uma seleção da Confederação Brasileira de Futebol, uma instituição nacional independente do Estado brasileiro, portanto, a expressão pátria de chuteiras é apenas uma definição de um “circo” esportivo. A palavra torcedor não define nada, nasceu de um grupo de lavadeiras em um rio, perto do Estádio do Fluminense carioca, no qual elas torciam a roupa lavada para secar ao sol. Ao ouvirem os atletas gritarem gol, eles vibravam torcendo a roupa. Foram imitadas pelos demais clubes da cidade e depois para o Brasil todo.</p>
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<p>MACHISMO CONSAGRADO</p>
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<p>Segundo os estudiosos da área, o Brasil é o país mais machista da América, e por extensão, nos demais continentes. O conceito é antigo, veio com Cabral, cuja frota era composta apenas de homens, as mulheres ficaram em Portugal cuidando das famílias; obviamente, a “homarada”, ao chegar no país, endoidou com toda aquela “indiaiada” que Pero Vaz de Caminha chamou de vergonhas cerradinhas, ou seja, nuas dos pés à cabeça. Logo os “portugas” dominaram as mulheres e os estupros eram inevitáveis. Os machos mandavam e pronto, também, em função da escravidão negra, as mulheres eram compradas para atividades sexuais.</p>
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<div>
<p>Para atualizar o machismo, vamos citar a Academia Brasileira de Letras, que possui 40 cadeiras, 35 masculinas e cinco mulheres. Curiosamente, quando a escritora Rachel de Queiroz, a primeira mulher a ingressar na Academia, foi recebida pelos ‘imortais’ no discurso de boas-vindas, um escritor disse: “você merece a cadeira porque escreve igual a um homem”.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-96/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:06:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>IDEOLOGIA BRASÍLICA O Brasil é apenas um termo geográfico. Não é uma nação. Sobra-lhe cidadãos sem os devidos&#8230;</p>
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<p>IDEOLOGIA BRASÍLICA</p>
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<p>O Brasil é apenas um termo geográfico. Não é uma nação. Sobra-lhe cidadãos sem os devidos títulos em busca de um Estado, confere-lhes a condição de habitantes, o que lhes proporciona um ufanismo, no qual se confunde com o patriotismo. Os deuses brasileiros jogam futebol e a bola é o Monte Olimpo.</p>
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<p>O gigante adormecido, se acordar, beijará a mão do estrangeiro, até as dos antigos algozes. A geografia proporcionou o ouro e a prata, que hoje se mudaram para as terras raras e minerais críticos. A bandeira brasileira foi um plágio daquela original portuguesa. O idioma, um erro latino nadando em direção da praia inglesa. Brasil é o nome de uma madeira nobre, a razão de tanto levar “pau”.</p>
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<p>NACIONALISMO SEM BERÇO</p>
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<p>O país territorial nasceu pobre e devendo o passivo do parceiro luso como parte da negociação entre pai e filho, tendo como objetivo uma “independência” fictícia, que nunca aconteceu de fato. Uma lenda tida como real de tanto ser contada, entrando no contexto da afirmação futura, de um ministro nazista que afirmou que uma mentira repetida à exaustão torna-se verdadeira. O Brasil é Estado fantasma de Portugal, que não é preciso ter visto para um brasileiro entrar-adentrar é melhor! – naquela terrinha. Dizem os lusitanos: bem vindos nossos felizes colonizados.</p>
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<p>No negócio entre lusos e ingleses, o Brasil foi um mero troco!</p>
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<p>CULTURA INÚTIL</p>
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<p>Em latim é Dardania. Em grego é Ilio. Em português é Troia.</p>
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<p>SANFONA E VIOLA</p>
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<p>A razão de a cidade de Goiânia abrigar tantos intérpretes e compositores de música sertaneja surgiu de um fato acontecido em 1.990. Naquela data, em um ferro velho, uma sucata hospitalar foi aberta de um cilindro, pelos donos. No interior da peça havia um resíduo de origem radioativa, o Césio 137, altamente tóxico e com contaminação aos humanos, fatal. A cidade foi praticamente isolada, algumas pessoas morreram e dezenas ficaram isoladas com vários sintomas. A mídia passou a divulgar o fato e os boatos surgiram em todo o Brasil e exterior. Com isso, os artistas do país todo não se apresentaram em shows e eventos culturais, com medo. Apenas as duplas sertanejas foram à cidade normalmente; em agradecimento, a população recebeu-as com gratidão. Os sertanejos influenciaram os moradores e os goianenses passaram a cultuar a música, criando um polo cultural da modalidade.</p>
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<p>NOVA PALAVRA</p>
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<p>Quem tem medo de ficar sem a conexão do celular, os desconectados, são conhecidos na nomenclatura tecnológica como Nomofóbicos, vítimas da nomofobia.</p>
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<p>AVISO PRÉVIO</p>
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<p>Quem tem medo de viajar de avião, que pode explodir com bomba de terroristas, pode se prevenir levando uma bomba na mala. Até hoje, nenhum avião sofreu atentados em razão de duas bombas no mesmo voo!</p>
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<p>CÓDIGO DE ENDEREÇAMENTO</p>
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<p>Quando a gente chegar em uma casa e precisar chamar alguém sem saber o nome convém procurar a Márcia, em todas as famílias, sempre tem uma.</p>
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<p>Se a casa for em Monte Alto, na mesma situação, basta chamar a Izilda ou Izildinha, provavelmente aparecerão duas. As Márcias surgiram no Brasil por influência da filha do presidente Juscelino Kubitscheck, Márcia foi nome da moda na época.</p>
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<p>Izilda e Izildinha, em Monte Alto, teve e tem origem na Menina Izildinha, de quebra, até o masculino, Izildo, é registrado entre os moços.</p>
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<p>MATA-MARIDO</p>
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<p>Na década de 1.960, foi lançado no mercado um pente de plástico muito grande para o cabelo feminino, era praticamente uma arma. Logo ganhou um nome sugestivo: Mata-Marido. Meio século depois, mesmo com o mata-marido, as mulheres são vítimas de espancamentos e morte pelos maridos.</p>
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<div>
<p>(Nada é mais precioso na vida de um homem do que os filhos, ele, no entanto, mata a mãe deles, a pessoa responsável pela vida deles).</p>
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<p>ANOS 1.960</p>
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<p>Nas cidades da região de Ribeirão Preto havia os carrinhos de sorvete circulando nas ruas e na frente das escolas. Era a marca Bimbo, um tipo de picolé diferente, não era vendido no tradicional palito, era na caixinha, o único no tipo (hoje é comum). Era um sorvete que a molecada ficava louca para consumir. O sabor era como é chamado hoje: esquimo!</p>
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<div>
<p>ESTACIONAMENTO LIVRE</p>
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<p>Os motoristas de Monte Alto, que são pessoas “modificadas geneticamente”, ao assumirem o controle do veículo, tal qual agiam os cavaleiros medievais ao vestirem armaduras, muitas vezes reclamam com razão. A maior bronca é sobre os espaços para estacionar. Monte Alto foi construída para a circulação de veículos a tração animal, ou seja, as ruas são estreitas e as esquinas “fechadas” para os veículos motorizados. E, pasmem, circulam na área urbana os trens sobre rodas, vulgos carretas, que arrebentam o calçamento e calçadas.</p>
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<p>Conclusão: uma carreta estacionada ocupa meio quarteirão, e duas motos, o restante do espaço.</p>
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<p>PROIBIDO ESTACIONAR</p>
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<p>A falta de espaço para estacionar na Cidade Sonho acontece como foi dito no tópico acima e também pelo excesso de faixas amarelas proibindo o estacionamento sem a devida placa indicativa. Faixas amarelas aparecem até em salão de beleza, muito comum na mudança de atividade, fechar uma farmácia e no local abrir uma barbearia, um bar ou uma lanchonete e a faixa continuar amarela.</p>
</div>
<div>
<p>Sobre as “amarelinhas”, um mutirão com pincel e lata de tinta resolve. Também é necessária uma mudança de hábito motorizado, que é o de estacionar em frente do local destinado, se parar até uma quadra na frente ou atrás, as pernas completarão o trajeto.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-95/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:35:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A MÍDIA DESINFORMADA Está na hora ou passou dela, de a mídia nacional e até universal encerrar informações&#8230;</p>
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<p>A MÍDIA DESINFORMADA</p>
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<p>Está na hora ou passou dela, de a mídia nacional e até universal encerrar informações machistas, racistas, discriminatórias sobre pessoas deficientes e minorias sociais, quando, por exemplo, anuncia que um presidente da república de um país pela primeira vez foi um negro; se não destacar a cor a diferença não será notada e a igualdade será socialmente igualitária; assim como o racismo e preconceitos de qualquer natureza.</p>
</div>
<div>
<p>Basta às rádios, às televisões, à Internet e aos jornais em geral, informarem o público sobre o fato, interpessoalmente, destacando a função pública ou particular do nomeado ou eleito para a função. Exemplos outros devem ser evitados como raça, profissão e demais minorias, como mentais e físicas.</p>
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<div>
<p>Grandes figuras da história chegaram biograficamente a nós sem qualquer identificação do tipo citadas. Moisés era branco, negro ou pardo? Jesus de Nazaré portador de olhos negros ou azuis, cabelos lisos ou crespos? Cleópatra era loira, ruiva, negra e obesa? E, finalmente, Deus tem corpo, alma e espírito?</p>
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<p>CACIQUE MANDA-CHUVA</p>
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<p>Nas cidades do interior do Brasil como Monte Alto, até a metade do século XX, tinham um conceito sobre autoridades políticas, religiosas e sociais.</p>
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<p>Era assim: Juiz de Direito, Promotor de Justiça, Prefeito Municipal, Padre e Vereador. Em Monte Alto acontecia um fenômeno, o leiloeiro era respeitado como autoridade. O Delegado de Polícia mantinha o título original de autoridade.</p>
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<p>Convenhamos que o Estado Democrático não permite a figura da autoridade pelo simples fato de que a democracia é o pressuposto da igualdade.</p>
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<p>SOCIALISMO DEMOCRÁTICO</p>
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<p>Do alto da minha política conceitual e do contar dos anos, nunca vi ou conheci qualquer governante, de municipal a federal, autenticamente democrático. A demagogia triunfa!</p>
</div>
<div>
<p>Retiro a afirmação de não ter visto um autêntico democrático. Ele existiu no poder e fora dele. Foi o saudoso José Alberto Mujica Cordano, um cidadão uruguaio, jovem militante dos Tupamaros, preso pela ditadura por 11 anos, mudando de prisão a cada 3 anos por motivo de segurança. Cumprida a pena, Mujica, como era mais conhecido, se engajou na política, foi eleito Presidente da República, depois de assumir outros cargos da república uruguaia.</p>
</div>
<div>
<p>Mujica assumiu a presidência e nunca morou na residência oficial, morava em uma chácara pequena na periferia de Montevidéu. Ele retirava do banco apenas o que precisava do seu salário, o que sobrava era doado. Não usava o carro oficial, tinha um Fusca ano 1960, com o qual ia e voltava para a sede de governo. Mujica era casado com uma esposa oriunda da periferia sem nenhuma escolaridade. Ela foi eleita senadora por três mandatos. Mujica foi reeleito. Depois de dois mandatos foi eleito senador vitalício. Ele era socialista! O mundo conheceu-o por EL PEPE.</p>
</div>
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<p>CAPITALISMO S/A</p>
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<p>Junto com o extrativismo, agricultura, indústria e o comércio surgiu o capitalismo fundamentado no sistema troca, compra e venda, tornando a humanidade oposta ao socialismo inato do mundo animal.</p>
</div>
<div>
<p>A Terra é igual para todos, o respeito determina a igualdade e tem sido há milhões de anos, ou seja, antes da vinda ou aparecimento do animal Homem, o digno indivíduo representativo da Humanidade. O animal individual foi aos poucos formando a comunidade com o intuito de dominar os rivais e eliminar seus próprios componentes (vide guerras). A Humanidade é predatória, mata pelo prazer de matar, ao contrário do restante do mundo animal que mata para se alimentar, permitindo que o excesso seja aproveitado pelo mais próximo, independente da espécie.</p>
</div>
<div>
<p>A pretensão humana é ter a Terra totalmente para uso exclusivo, no entanto, o que acontecerá em breve será o Homem um escravo do Planeta. A sentença bíblica do pó vieste ao pó retornarás será aplicada em termos; não haverá vinda — no pó permanecerás na eternidade.</p>
</div>
<div>
<p>MARCHA A RÉ</p>
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<div>
<p>Os ladrões de automóveis, vez ou outra, estão entrando em fria. Roubam ou furtam mas não conseguem levar. Isso acontece porque os carros nacionais estão com o câmbio internacional, o automático. Antes existiam apenas os mecânicos. Estão obedecendo à velha máxima: o crime é roubar e não poder carregar. Nos EUA, desde 1947 que os carros são montados com câmbio automático.</p>
</div>
<div>
<p>COISA BRASILEIRA</p>
</div>
<div>
<p>Pouca gente sabe a razão da alta concentração da música sertaneja em Goiânia. Lá tem a maioria das duplas sertanejas e compositores da área. Foi desde 1.987 que esse fenômeno tem acontecido. Naquele ano aconteceu a tragédia com o Césio 137 na cidade de Goiânia. O elemento radioativo apareceu em um ferro-velho e as pessoas, desconhecendo o perigo, levaram um cilindro abandonado para casa, abriram e dentro havia o Césio 137. Há um filme sobre.</p>
</div>
<div>
<p>Por um bom tempo, mesmo sendo o perigo eliminado, no local há uma montanha de concreto, os artistas do país se recusavam a fazer show na cidade; apenas os sertanejos foram normalmente, se apresentavam sem nenhum problema. A cidade acolheu os artistas e prestigiaram os que se apresentaram.</p>
</div>
<div>
<p>FEMINILIDADE MATER</p>
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<div>
<p>Uma mulher existe mais mulher do que as mulheres, ela é grávida, com sua beleza indescritível, modelo ideal para retratar anjos nas pinturas.</p>
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<div>
<p>Segundo historiadores renascentistas, Leonardo da Vinci pintou Mona Lisa quando ela estava grávida. Mesmo amigo da família, antes da gravidez, recusou retratar Gioconda. (Ele pintou três Mona Lisas, uma ficou com a própria, outra com o jovem namorado do mestre, Salai, e o terceiro Leonardo vendeu em praça pública).</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-94/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:02:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>FILOSOFIA MINEIRA A afirmação &#8220;trem bom&#8221; não se refere ao trem propriamente dito, o trem, no caso, é&#8230;</p>
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<p>FILOSOFIA MINEIRA</p>
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<p>A afirmação &#8220;trem bom&#8221; não se refere ao trem propriamente dito, o trem, no caso, é uma corrupitela de TEREM. Ou de terens no plural, que identifica os utensílios de cozinha, como caneca, xícara, ralador, prato, copo e talheres em geral. A expressão original &#8220;terem bom&#8221; surgia quando o mineirinho tomava ou comia algum alimento que gosta, ao degustar ele se expressava como agradecimento a quem o servia, geralmente em visitas domiciliares.</p>
</div>
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<p>QUTRA MINEIRICE</p>
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<p>Ainda que famosíssima, não se sabe a origem e também o porquê é exclusiva de Minas Gerais.</p>
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<p>Referimo-nos ao radical UAI! Quando perguntado sobre o que é UAI, a resposta é clássica e direta: &#8220;Uai é uai, uai!</p>
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<div>
<p>NA CHINA DE MAO</p>
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<div>
<p>Em uma década, a de 1966, a China foi assolada por uma fome que matou milhares de chineses, entre idosos e crianças. As mortes aconteciam diariamente por todo o território chines, o governo de Mao Tse Tung, comunista, estava isolado do mundo ocidental e mesmo dos vizinhos, que impedia a ajuda humanitária que mesmo acontecendo em casos isolados, não amenizava o mal.</p>
</div>
<div>
<p>O governo atribuía a falta de alimentos aos pardais que comiam os grãos na fonte de produção, ou seja, na roça. Para resolver foi decretada uma lei sumária que todos os chineses eram obrigados a matar os pardais dia e noite.</p>
</div>
<div>
<p>Foi adotado um sistema de eliminação usando o som para impedir os pássaros de pousarem, voando sem parar eles morriam de fadiga. Deu certo, em pouco tempo, os pardais sumiram.</p>
</div>
<div>
<p>Melhor dizendo, não deu certo, sem os pardais os insetos proliferaram e devoraram mais alimentos ainda, bilhões de criaturas precisavam comer. Outra solução foi adotada: importar pardais de vários países para comerem os insetos. Não existiu cadeia alimentar suficiente e as mortes continuaram.</p>
</div>
<div>
<p>MINAS LAVRAS E ALUVIÃO</p>
</div>
<div>
<p>Conforme a palavra denuncia, o nome Minas Gerais, foi dado ao território dos Brasis com minas às centenas, todas ao gosto do freguês. Também reza a lenda que o Estado político minas gerais nunca existiu, quantidade de lavras determinou o nome que se perpetuou até nossos tempos, ainda com minas, atualmente pequenas, algumas não compensavam tipo xepas das férias tráficas.</p>
</div>
<div>
<p>O Estado de Minas Gerais, por conta da natureza, se consolidou e se tornou o único do Brasil a não ter litoral. Sem gente na origem, o povo era turista. Tudo começou com o nordestino, que sonhava em morar no Estado Paulista, vendia um jegue e ficava com outro, comprava uma lata com farinha e outra com café e partia para SP, quando chegava onde é Minas hoje, cansado, vendia o jegue, arriscava explorar uma mina e ficava em Minas Gerais, se dizia mineiro.</p>
</div>
<div>
<p>O FOLCLORE INVENTOU JANIO</p>
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<div>
<p>Muitos brasileiros acreditam que Jânio Quadros foi uma invenção da política nacional. Ele foi real, alcoólatra, maluco e imprevisível. Quando perguntado por que ele bebia tanto, respondia: &#8220;Bebo-o porque líquido, fosse sólido, come-lo-ia&#8221;.</p>
</div>
</div>
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<p>MANCHA HISTÓRICA</p>
</div>
<div>
<p>A história do Brasil é maravilhosa. A geografia é uma paisagem pintada à mão. Para ser um paraíso falta o brasileiro, que nunca foi povo e se esqueceu de ser nacional. O país sempre foi submisso ao &#8220;papai EUA&#8221;. Depois da guerra do Paraguai, o Brasil foi pacifista, participou como aliado na segunda grande guerra porque o &#8220;papai EUA&#8221; ordenou, do ponto de vista bélico, fez uma boa campanha, tutelado, é claro, pelos Estados Unidos da América.</p>
</div>
<div>
<p>O Brasil existe antes de ser &#8220;descoberto&#8221; Cabral foi contratado para oficializar o encontro de terras do novo mundo, na parte do continente que o Cristóvão Colombo, oito antes, não se interessou e não veio cá com medo dos selvagens que supostamente viviam aqui e comiam gente. Como Colombo, Cabral não deu o próprio nome para o batismo das terras &#8220;achadas”. Lá em cima, um viciado em jogo, aventureiro que navegava pelos mares clandestino, Américo Vespúcio, e cá embaixo, uma madeira, o Pau-brasil, recebeu uma injusta homenagem batizando o território que o Vaticano havia identificado por dois Papas anos antes.</p>
</div>
<div>
<p>MUNICIPALMENTE FEDERAL</p>
</div>
<div>
<p>O território brasileiro conta com 5.570 municípios ao estilo dos condados dos países europeus e dos EUA. Teoricamente são cidades autônomas, mas na prática, são dependentes da União Federativa à qual têm que prestar contas políticas e econômicas. Esses 5.570 rincões servem de abrigo aos mais de 30 partidos políticos que proliferam no país, cada qual com seu cacique que domina e controla a municipalidade comprometida, que um assume o poder e os demais se abrigam na oposição, tudo na surdina, é claro, porque as Leis Orgânicas dos Municípios (uma inútil constituição) seguem um padrão nacional.</p>
</div>
<div>
<p>Quando a cidade consegue eleger uma Câmara Municipal destacada na política, legitimada pelo voto popular, aparece entre os vereadores a posição e a situação em relação ao Poder Executivo, leia-se prefeitura. Resumo: na política, como ciência, na maioria das cidades brasileiras o saldo é devedor.</p>
</div>
<div>
<p>DOCE FRUTA</p>
</div>
<div>
<p>O solo brasileiro é fértil, ideal para a cultura de frutas, uma delas é o abacaxi (ananás e outros nomes regionais), cultivado na maior parte no Estado de Minas Gerais. Na safra, os agricultores colhem a fruta e entregam-nas aos revendedores que distribuem nas cidades do Estado e a maior parte nas cidades paulistas. Uma vez na cidade, os distribuidores colocam as frutas em carrinhos de mão (carriolas) e os funcionários distribuem pelas ruas e residências urbanas. Eles abordam os munícipes e oferecem um pedaço para degustação. As amostras são doces e saborosas. É onde mora o perigo, a gente compra as frutas e leva para casa. Ao partir (descascar), descobre que ela é ácida e azeda, completamente fora do pedaço degustado. O &#8220;golpe&#8221; dos mineirinhos está em passar na lâmina da faca um adoçante artificial, que ao cortar a fatia adoça o lado do corte que fica docinho&#8230; docinho!</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-93/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:31:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>MONTECAP A ERA DO MAMÃO Na feira diária paulistana, o mamão era a coqueluche. Não mamão apenas, mas&#8230;</p>
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<p>MONTECAP A ERA DO MAMÃO</p>
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<p>Na feira diária paulistana, o mamão era a coqueluche. Não mamão apenas, mas o mamão de Monte Alto. A banca que tinha o mamão era a mais movimentada. O atendente da bancada gritava a todo pulmão: “mamão&#8230; mamão de Monte Alto”. A rede hoteleira e restaurantes eram os que mais consumiam a fruta, nos cardápios, o mamão de Monte Alto era destaque. Os fregueses pediam realmente o mamão de Monte Alto, porém, acontecia um grave acidente geográfico, todos os consumidores, quando perguntados, respondiam que Monte Alto era um município de Minas Gerais, e de fato, era com o nome completo: Monte Alto de Minas.</p>
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<p>DESTINO TERRA DO ALTO</p>
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<p>Morando na capital paulista, eu não me dava conta que tinha sotaque, a pronúncia de Monte Alto, a palavra em si, para nós, segundo os ouvidos paulistanos era: Montearto! A gente falava e ainda fala poorta, poortão, Porrtugar e porrrtera. Ousado, o brasiliano, também conhecido como português, afirma convicto que quem tem sotaque é o nacionalista luso. O idioma falado no Brasil, oficialmente, é o português, porém, nosso português e o falado “trás da terrinha” é um estrangeirismo igual a qualquer outro asiático ou europeu.</p>
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<p>A língua geral (Tupi-guarani), no início do colonialismo, era falada igual ou mais do que nossos algozes lusitanos. Leis coloniais proibiam a prática do idioma “nacional”. A desobediência era punida com castigos severos, em algumas regiões, a pena máxima era o degredo. Falava-se até em pena de morte.</p>
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<p>EXPRESSÃO GENUÍNA</p>
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<p>No interior de Minas Gerais, lavar a égua era uma expressão usadíssima por todos, brancos, negros, libertos e escravos. A fala era extremamente usada nas minas pelos mineiros. As éguas eram os animais usados para retirar a terra bruta do interior da mineração, à tarde, no final da jornada, os animais eram retirados do interior das minas e levados aos córregos e lagos para serem lavados, trabalho dos escravos de confiança e dos donos das lavras.</p>
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<p>Chega a vez do brasileiro “honesto” entrar em campo. Lá no fundão das minas o ouro reduzido a pó, depois das pepitas socadas, era esfregado na crina e pelos das mulas (éguas). Tudo na surdina, é claro! Uma vez lá fora, o banho era completo: junto com a poeira da terra escorria o ouro, que era escondido na boca e outra parte menos nobre. A cada banho – lavava-se a égua.</p>
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<p>REDE VAREJISTA</p>
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<p>No interior paulista, em quase todos os municípios, tem a rede de lojas conhecida como Casas Pernambucanas. No interior do estado de Pernambuco a rede recebe o nome de Casas Paulistas. Nas porteiras das entradas das propriedades agrícolas, as Pernambucanas escreviam suas propagandas visuais. O serviço não era feito por profissionais, ficava a cargo dos funcionários das lojas, tarefa feita aos domingos, na folga! Foi por essa razão que recusei dois convites para integrar o setor de vendas da empresa, mesmo que o salário fosse maior do que eu recebia em outras lojas do comércio.</p>
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<p>ENTRE CÃES E GATOS</p>
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<p>Na origem não existem animais domésticos, há os domesticáveis. Mesmo domésticos jamais perdem os instintos selvagens de sobrevivência. Os humanos do mundo todo adotaram entre outros diversos, os cães e gatos como domésticos.</p>
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<p>Os cães como armas de defesa es gatos como predadores da maior praga da terra, os ratos e familiares. Existem quatro ratos para cada humano no Planeta.</p>
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<p>Um teste de campo para comprovar o instinto selvagem dos citados, gatos e cachorros, é coloca-los recém-nascidos em uma floresta densa, para que sobrevivam com os recursos naturais do ambiente. Tanto o cão como o gato, predadores que são, terão alimentos na cadeia de insetos e de crias de animais menores, como ninhos de aves e todas de roedores. Crescidos, os filhotes continuarão com a prática predadora. Os eleitos domésticos, alimentados com alimentos industrializados, na falta deles, voltarão ao estado primário de sobrevivência. Em tese, não existem cães e gatos mansos, todos são feras.</p>
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<p>ANOS 80 IMPRESSOS</p>
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<p>Monte Alto, entre as décadas de 1960 e 1980, chegou a contar com oito jornais impressos, e com até 14 colaboradores dos mais diversos setores. Todos os jornais eram semanários ou quinzenais. Os textos eram enviados com antecedência às redações, de todas, a mais bem organizada e única com linotipo era a do “O Imparcial”. Entre os colaboradores havia os assíduos e os ocasionais, até uma data, não lembrada agora, era permitido o anonimato, muita gente usava esse artifício para escrever, por motivos diversos, o mais usado era o plágio.</p>
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<p>Sem modéstia, a qual nunca cultuei, em todo o tempo de publicação deste periódico, nunca deixei de escrever sequer uma semana. No início, usava o pseudônimo “Marcopollo”, o qual copiei de uma marca de carroceria de um ônibus da linha Empresa Cruz (Justiça seja feita, a saudosa poeta, Olga Porto, também era assídua na colaboração, “ambos nós”, semana sim semana também, “távamos lá”, cada um no seu canto). A “leitorada” agradecia!</p>
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<p>VELHO BRASILZÃO</p>
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<p>Os portugueses, nossos exploradores e algozes culturais, referiam-se ao Brasil, referência idiota, no plural: Brasius, ou com Z, Brazis, porque o território era gigante, se comparado à terrinha lusa, era um continente. Duas coisas os portugueses adoravam no Brasil, o ouro e as indígenas, principalmente as de “vergonhas cerradinhas”, segundo Pero Vaz Caminha, que já naquele tempo, mesmo sendo Caminha, fazia teste de sofá com as nossas botocudas.</p>
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<p>FUMO PROIBIDO</p>
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<p>Nos contratos de trabalho das indústrias de cigarros dos EUA, além das normas legais vigentes, consta uma cláusula especial destacada no final: é a proibição de fumar, quando desobedecida, a pena é demissão por justa causa.</p>
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<div>
<p>Os donos das fábricas justificam a cláusula alegando que o funcionário fumante, devido às doenças do vício, falta mais no trabalho e se submete demais ao departamento de saúde da empresa.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-92/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 16:27:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A TERRA NA MELHOR IDADE Segundo os especialistas em gente fossilizada, os humanoides apareceram na velha Terra há&#8230;</p>
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<p>A TERRA NA MELHOR IDADE</p>
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<p>Segundo os especialistas em gente fossilizada, os humanoides apareceram na velha Terra há cerca de 30 milhões de anos pelo calendário gregoriano em vigência, descontando, é claro, os pontos facultativos ao longo do tempo. Há milhares de teorias sobre de onde surgiram essa gentalha intelectualmente retardada, as três mais plausíveis (bela palavra, coisa de gênio!) são que o humano tenha saído de alguma Galáxia, de alguma esquina do Universo ou evoluído de alguma espécie animal originário aqui de casa. Essa evolução está fora do contexto, um ser da pior espécie do mercado não pode ter saído de outra ainda pior. Apenas para ilustrar o que é o Homem, lá pelas alemanhas, em pleno século XX, um ministro nazista propôs à Academia Sueca de Ciências a outorga de prêmio Nobel da paz ao estadista Adolf Hitler, Hitlinho para os íntimos!</p>
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<p>PARA MEDITAÇÃO</p>
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<p>Se não fosse a universal lei da gravidade, como o Humano limitado conseguiria pingar um colírio no olho, vulgo zóio?</p>
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<p>APOSENTADORIA VENCIDA</p>
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<p>A palavra portuguesa aposentadoria teve origem em aposentos. Em Portugal, quando os criados idosos, que trabalhavam nos castelos dos nobres lusos paravam as atividades, recebiam um aposento para morar dentro do castelo, recebendo um valor em dinheiro para a comida.</p>
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<p>No Brasil, um antigo reduto escravo de Portugal, o termo aposentadoria tem outra origem: saiu da cabeça de Getúlio Vargas, que saiu da vida para entrar na história, que por lei concedia ao velho &#8220;criado&#8221; um valor mensal vitalício para sustento pessoal e da família, o aposento foi substituído por algum barraco nas favelas nacionais.</p>
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<p>PROFISSIONAIS DESAPARECIDOS</p>
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<p>Lenhador, motoneiro, alfaiate, castrador, tintureiro, cerzidor, sacristão, bucheiro, oveiro, boticário, seleiro e chofer. Em fase de extinção: Trabalhador!</p>
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<p>ANOS SETENTA AO VIVO</p>
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<p>Na década de 1970 quando este semanário tinha como diretor o advogado Dr. Carlos Augusto Nunes (Guto), ainda não havia computador, nas oficinas a impressão era por linotipo. A gente, quando queria mudar alguma coisa no texto, corria para o linotipista corrigir, a mudança era ao vivo, literalmente ao pé-da-letra. (não lembro o nome dele, uma imperdoável injustiça).</p>
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<p>LAR DOCE LAR</p>
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<p>Em uma cidade vizinha de Monte Alto, um casal de médicos, depois de cinco anos de casados, não conseguiu ter filhos. Então, adotou dois recém nascidos gêmeos. Quando os meninos fizeram três anos, ela engravidou e deu à luz dois meninos gêmeos. Três anos depois, ela engravidou novamente e foi mãe de trigêmeos, os três meninos. A família, que tinha zero filho, em sete anos foram pais de sete meninos. Um time de futsal com reservas no banco.</p>
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<p>MINUTA DE ALGUMAS LEIS</p>
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<p>1. O povo exige a divisão dos lucros de indústrias pesadas.</p>
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<p>2. O povo exige a ampliação da proteção social na velhice.</p>
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<p>3. O povo quer o fim da escravidão provocada por dívidas dos juros.</p>
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<p>4. O povo exige o fim de rendas que não sejam auferidas pelo trabalho.</p>
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<p>5. O povo quer a desapropriação de terras para fins públicos sem indenização e sem impostos, Exclusivas para Reforma Agrária.</p>
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<p>6. O povo exige que o Estado financie a educação das crianças com capacidades intelectuais, filhos de pais pobres, independentes de profissão.</p>
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<p>Além das citadas, outras 100 leis de cunho social foram encontradas pelos russos nos arquivos da Partido Nazista, em Berlim, quando os soviéticos invadiram a cidade. Em poder do partido comunista soviético todos os arquivos foram levados a Moscou e de lá nunca mais foram vistos na íntegra.</p>
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<p>A SÉTIMA ARTE</p>
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<p>As seis artes tradicionais no século XX receberam o cinema como a Sétima, logo consagrada pelo capitalismo (Leia-se EUA). O Irã foi o país que mais preservou os princípios artísticos do cinema. Seja por isso que o cinema iraniano eleva o pensamento filosófico e questiona as limitações humanas.</p>
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<p>Ainda sobre o cinema, convém aos leitores que enterrem os temas vampiros, espíritos, zumbis e outros semelhantes como ressurreição e vidas aquém e além. A arte sobremaneira escrita ou oral não faz uso de nada que não seja humanista e humanitária &#8211; vale a representação. Ressalvas à ficção!</p>
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<p>O BIGODINHO SALVOU O MUNDO</p>
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<p>A marca registrada da figura de Hitler, o pior bandido da humanidade de todos os tempos, foi o famoso bigodinho, mesmo pequeno, metia e mete medo.</p>
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<p>Na primeira guerra (1914-1918) Adolf Hitler, austríaco, lutou como soldado raso. Naquele conflito foi permitido o uso de gás tóxico, como mostarda e antraz, o que levou todos os soldados a usarem máscaras. Hitler usava um vasto bigode, o que atrapalhou-o para colocar a máscara no local certo, e foi a má colocação da peça que facilitou a entrada de gás nos pulmões pelo nariz.</p>
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<div>
<p>Ferido internamente, ele foi hospitalizado e recebeu a baixa do exército. Na segunda guerra Hitler não permitiu sequer cogitar em usar gás nas batalhas, o que estava previsto no Tratado de Versalhes, que ele poderia desobedecer sem problema. Nunca o fez devido, como já foi dito, ao seu pesadelo com o bigode na primeira guerra. Isso pode ter salvado milhões de combatentes em 1939/1945.</p>
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<p>VOTO LIVRE</p>
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<p>A intelectualidade internacional fez tanta pressão que a URSS cedeu e realizou a primeira eleição para eleger alguns dirigentes.</p>
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<p>Um eleitor, após votar, perguntou ao mesário se o voto era secreto. Ao obter a resposta positiva, ele perguntou: &#8220;eu queria apenas saber em quem eu votei”.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-91/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:14:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>VILA DO MONTE ALTO Oficialmente, Monte Alto foi fundada em 15 de maio de 1881, oito anos e&#8230;</p>
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]]></description>
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<p>VILA DO MONTE ALTO</p>
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<p>Oficialmente, Monte Alto foi fundada em 15 de maio de 1881, oito anos e seis meses depois, em 15 de novembro de 1889, um golpe de Estado baniu a Monarquia e foi proclamada a república, que até hoje não foi promulgada. Portanto, Monte Alto foi uma cidade (Povoado) existente no Segundo Império, governado pelo Imperador D. Pedro II, expulso do país no dia 16 de novembro de 1890.</p>
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<p>O Imperador concordou pacificamente com o exílio, esperava ele que os militares chefiados pelo Marechal Deodoro da Fonseca e pelo Marechal Floriano Peixoto, dariam um prazo para ele deixar o país. Os militares não fizeram isso por segurança política, como a república não estava consolidada, um contra golpe poderia derrubá-la, seria a que foi sem nunca ter sido. Também na data, havia muitos monarquistas no país, suficientes para uma revolução com apoio de outros governos politicamente aliados da Europa, principalmente.</p>
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<p>MONTE ALTO CONDADO</p>
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<p>Nos oito anos monarquistas, a futura capital do mamão, a então Vila de Monte Alto das Três Divisas, não foi reconhecida pelos paulistas e não homologada pelo Império. Apenas a vizinha Jaboticabal reconheceu o povoado como Vila de Jaboticabal, na qual em tudo era dependente, apenas tendo como livre um alambique, reconhecido como boa cachaça que abastecia a região. Antes do reconhecimento oficial, o governo imperial praticava a espécie de um “banho-maria”, um estágio comunitário, e, como não podia deixar de ser, com o aval da Igreja Católica, esta, por sua vez, aprovava a planta genérica dos novos povoados se recebesse, em média, dois quarteirões da nova cidade, para que neles fossem construídas a Igreja Mor (Matriz) e sua estrutura ao redor como casa paroquial, local para eventos e daí por diante. Sem a Igreja, a futura cidade seria órfã politicamente e clandestina urbanamente. Um típico Condado!</p>
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<p>MÃO E CONTRAMÃO</p>
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<p>A partir de 1880, os meios de transporte do Brasil mudaram, seguiram a tendência mundial. Foram aposentadas as carruagens e entraram os carros a motor de combustão, com o pioneirismo para a Ford, dos EUA, cujo proprietário, Henri Ford, inovou na produção de veículos. Antes da linha da produção modernizada, os operários se locomoviam onde estava o carro e montavam; depois, o carro deslocava-se por uma esteira e o veículo chegava até os operários para serem montados. O tempo foi reduzido pela metade e o custo da produção também.</p>
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<p>O Brasil, como o resto do mundo, importou em peso os produtos da Ford. O carro de passeio foi o mais vendido no Brasil, governo e a iniciativa privada importaram quase 10% da produção de Henri Ford.</p>
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<p>LENDA FORDIANA</p>
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<p>Sobre a Ford, que foi líder na fabricação durante as duas primeiras décadas, começou a sentir a concorrência no seu país. Para voltar a liderar, o velho Ford contratou 100 engenheiros para lançar novos modelos mais modernos e mais baratos. Quando os engenheiros apresentaram um novo modelo, Ford aprovou. Faltava definir a cor. O magnata respondeu: “pode ser qualquer cor, desde que seja preto”.</p>
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<p>LIBERDADE ANUCIADA</p>
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<p>Os brasileiros não entendem como o Brasil, que se tornou “independente” após um acordo com a família real portuguesa, praticamente meio século depois dos EUA, não se tornou uma república semelhante aos ianques. Realmente o pouco tempo entre os primeiros e nós não foi determinante para tamanha diferença. Acontece que os colonos do norte eram súditos da Coroa Inglesa, porém, se consideravam independentes, cada qual na sua colônia, eram treze que se diziam cidadãos com o título respectivo à colônia onde nasceram ou imigraram.</p>
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<p>Os futuros estado/unidenses eram na maioria ingleses imigrantes como também de outros países europeus e asiáticos, chineses principalmente, além de muitos habitantes de outras colônias do Reino Unido, cujos habitantes ficavam encantados com o continente e preferiam ser colonos de qualquer das treze futuras repúblicas. O futuro chegou em 1776, no dia 4 de julho, oficialmente.</p>
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<p>UMA CÓPIA DO ORIGINAL</p>
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<p>Os 50 anos que separaram EUA e Brasil serviram para que o país do sul copiasse o do norte na política, na cultura e em outros detalhes, exceto na religião. Lá, presbiteranos e luteranos; aqui, cristianismo e catolicismo, prevalecendo o Vaticano como colonizador da fé, ganhou com isso o Brasil como o maior país cristão do mundo. Fica, portanto, demarcada a diferença entre o país do norte e o do sul (Leia-se província).</p>
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<p>O Brasil, depois de 1822 seguiu colonizado, não por exclusividade portuguesa, mas principalmente pela Inglaterra. Frases do tipo: “o que é bom para os EUA é bom para o Brasil”, foram levadas ao pé da letra.</p>
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<p>Também marcou a submissão oficial o ato de um deputado brasileiro, em uma reunião política, beijar a mão, literalmente, de um embaixador americano.</p>
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<p>Registre-se ainda um plágio, o nome oficial dos Estados Unidos da América, ganhou cópia no nosso país: Estados Unidos do Brasil. (Mudou depois).</p>
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<p>CHUTE NO DIAMANTE</p>
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<p>Ainda creditado como lenda foi a coleta de ouro e diamante no chute no aluvião do Brasil. A palavra aluvião era usada para “pescar ou chutar” ouro e pedras preciosas, às margens de rios e lagos após chuvas torrenciais que provocavam enchentes gigantescas arrastando barrancos água abaixo. Depois da enchente, ao baixar das águas, entre os barrancos deslocados e lama espalhada bastava chutar o chão para acertar pepitas e pedras de diamante. Não era necessária ferramenta, bateia ou outra peça de garimpo, as mãos se enchiam naturalmente. Era a pesca do aluvião. No rastro da enchente o processo de garimpagem era manual e democrático. Todos tinham direito, claro que prevalecia a fábula de La Fontaine – o lobo e o cordeiro!</p>
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<p>A DITA DURA</p>
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<p>Um golpe que durou 21 anos, ao atingir a maioridade política, acabou. Foi de 1964 a 1985. Entre os cinco presidentes militares, nenhum governou de fato. Os partidos políticos foram dois: Arena e MDB. Ambos nomearam ministros que, por sua vez, nomearam os demais membros do governo. Um caos organizado!</p>
<p>&nbsp;</p>
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