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	<title>Odair Rebonato &#8211; Jornal O Imparcial</title>
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	<title>Odair Rebonato &#8211; Jornal O Imparcial</title>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 18:49:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“QUASEMORTE” – INTRODUÇÃO Todos os domingos à tarde, a turminha de moleques, de 13 a 16 anos, descia&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>“QUASEMORTE” – INTRODUÇÃO</p>
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<p>Todos os domingos à tarde, a turminha de moleques, de 13 a 16 anos, descia à margem de um córrego para nadar. O local era chamado de poça, era redondo, formado pela curva de dois pequenos córregos, media cerca de seis metros de diâmetro e tinha entre três a quatro metros de profundidade. Mesmo para quem não sabia nadar, o local não oferecia perigo. Dois ou três moleques estavam dentro da água quando eu pulei para atravessar nadando, a distância era o máximo que eu conseguia atravessar com três braçadas, estava no meio quando senti-me afundando, ao mesmo tempo, senti que alguém me agarrava pelos ombros e me atirava para cima, em direção à margem. O gesto se repetiu três vezes, até que senti-me sobre a grama, desmaiado ou coisa que valha.</p>
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<p>“QUASEMORTE” – FALTA DE AR</p>
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<p>Senti-me sufocado por alguém pressionando meu tórax, quando surgiu-me à frente um telão tendo como fundo a imagem da minha mãe. Sobre a imagem fixa corriam em velocidade na vertical imagens menores de coisas acontecidas no passado comigo e pessoas diversas, como por exemplo, um jogo de futebol em um campinho, uma corrida com diversos moleques numa rua não identificada, um velório de um caixão vazio, uma luta de boxe entre dois adolescentes, um piquenique com meninos e meninas de vários tamanhos tendo um lago ao fundo, um pasto com vários animais entre vacas, carneiros, galinhas e cavalos, eu fazendo aniversário com pessoas cantando uma música estranha, um grito de socorro ao lado de um corpo desmaiado, e de repente, um clarão se abriu na minha frente e fiquei de pé com todos os presentes batendo palma, gritando “ele tá vivo, ele tá vivo”. Sentei-me na grama chorando e a molecada me contando quanto tempo fiquei naquela situação, disseram-me por alguns segundos e eu me debatia repetindo: quero minha mãe&#8230; quero minha mãe!</p>
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<div>
<p>O tempo corrido parecia de anos, o local que eu me sentia era semelhante a uma nuvem clara, com banquinhos de cimento e cadeiras de pedra, com mulheres e homens adultos vestidos de anjo com tecidos esvoaçantes de cor branca e chapéus azuis. Segundo as fontes consultadas, eu estive no Céu!</p>
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<p>“QUASEMORTE” – CIENTÍFICA</p>
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<p>Segundo a medicina, a “quasemorte” não existe, ou é morte ou é vida. O que acontece nos casos iguais aos meus é a falta de oxigenação no cérebro devido ao afogamento, que provoca uma espécie de letargia (um efeito anestésico).</p>
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<p>A informação do médico sobre o fenômeno foi breve e sucinta: “você não teve uma ‘quasemorte’, teve uma ‘quasevida’ – que continua “ad eternum”. Em outras palavras: “tô ferrado”, tenho um trauma de água. Não nado!</p>
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<p>RISONHA E FRANCA</p>
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<p>Nas férias escolares de julho, no meu tempo, havia lição de casa, a popular tarefa, um caderno inteiro de caligrafia, e quem não o preenchia, ganhava um zero. Um livro para ler inédito, geralmente um Machado de Assis, tinha que ler e fazer um trabalho resumido. Depois de 30 dias a volta às aulas, 30 não, entre 36 e 38 – até o fim da Festa de Agosto. Mesmo que as aulas voltassem nos 30 dias, ninguém comparecia. As escolas de Monte Alto eram invejadas por isso.</p>
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<p>DOCES E SALGADOS</p>
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<p>Um proprietário de bar fazia coxinhas deliciosas, vendia muito, ele as deixava na estufa para ficarem quentes, força de hábito, sempre havia fregueses que perguntavam se as coxinhas eram daquele dia. Sem perder a paciência, porém, aborrecido, o comerciante não deixava barato, respondia: “olha o prazo de validade”.</p>
</div>
<div>
<p>Outro freguês, que conhecia o humor sarcástico do dono do bar, não perdia a oportunidade de uma rara gozação. Ele perguntava se no bar tinha cerveja quente. Com a resposta positiva, ele concluía: “então coloca na geladeira porque ninguém quer cerveja quente”.</p>
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<p>MONTE ALTO IN FOCO</p>
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<p>Um comerciante, dono de um armazém/mercearia, à tarde costumava receber vários donos de lojas do comércio para tomarem cervejas. Juntavam sempre de cinco a dez clientes. Todos conversando vários assuntos, de repente, a porta do estabelecimento, que dava acesso à residência do comerciante, abria e a esposa dele colocava o rosto no vão aberto, perguntando: “querido, você vai me usar hoje?” Se ele respondia ‘sim’, ela estrava e ia ao banheiro para lavar as partes. Caso a resposta fosse ‘não’, ela entrava, providenciava o jantar sem precisar lavar nada. (o verbo usar que ela empregava era manter relações sexuais).</p>
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<p>REFORÇO GRAMATICAL</p>
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<p>Li dia desses um informe de jornal de uma instituição que grafava: nossos sinceros pêsames. Bastava apenas grafar: nossos pêsames. Se é um desejo de pesar, pressupõe-se que seja sincero. Ninguém vai desejar pêsames de mentira! O mesmo se observa ao se desejar felicidades. Não se diz sinceras felicidades. Também não se diz parabéns mesmo. Ora, se desejar parabéns é o bastante, com o mesmo, dá-se a impressão que, sem o mesmo, o parabéns está incompleto.</p>
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<p>ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA</p>
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<p>Lá no final da década de 1970, houve um roubo a mão armada numa residência de Monte Alto. A Polícia Civil investigou e os ladrões foram presos. A vítima, uma senhora, foi chamada para o reconhecimento dos suspeitos, o delegado improvisou um local onde a vítima via os suspeitos e eles não viam a vítima. Para ter certeza do reconhecimento, o delegado colocou dois suspeitos, um detento de outro processo e um investigador, no total de cinco pessoas. A senhora olhou para todos por uma fenda na parede de madeira e apontou o ladrão, era o número cinco. Para surpresa do delegado, o número cinco era o investigador. O caso virou piada; se fosse hoje, as redes sociais fariam a festa!</p>
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<p>LÓGICA ULULANTE</p>
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<p>Se uma casa é mal assombrada é porque a assombração é incompetente, se fosse competente, a casa seria bem assombrada.</p>
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<p>FRASES</p>
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<p>“Eu sirvo até de adubo para minha terra, mas dela não saio”. (Cacique Samado Santos, índio Pataxó).</p>
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<p>“A união do rebanho obriga o leão a ir dormir com fome”. (De um guerreiro africano).</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-104/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 16:22:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>MONTE ALTO NOVACAP Monte Alto capital do Estado de São Paulo? Não foi sonho, mesmo sendo a cidade&#8230;</p>
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<p>MONTE ALTO NOVACAP</p>
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<p>Monte Alto capital do Estado de São Paulo? Não foi sonho, mesmo sendo a cidade do sonho. Esta cidade de Monte Alto, quando o Paulo Salim Maluf foi o governador do estado nomeado pelo presidente da república, Arthur da Costa e Silva, assumiu o governo como escada para ser presidente da república no futuro. Para isso, anunciou duas “bombas” para o Estado, a mudança da capital e uma empresa para prospectar petróleo, a Eletropaulo. A “petrolífera” chegou a sair do papel e até aconteceram algumas sondagens em algumas regiões, sem sucesso.</p>
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<p>Quanto à capital, saiu na mídia que um grupo de estudo estadual mapeou o centro do Estado, exatamente na cidade de São Carlos. O mapa atingiu uma região extensa, passando por Araraquara, Jaboticabal e Monte Alto, uma espécie de multicapital, compreendendo um núcleo financeiro, um administrativo e outro comercial, ou seja, uma multicapital, anexando as cidades existentes por um plano piloto gigante. Claro, nada foi feito além da divulgação midiática, um pesadelo político, não mais do que uma cortina de fumaça para acobertar as verdadeiras intenções e ações daquele governante, cuja fama dispensa apresentação.</p>
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<p>O NAZISMO SEM LÓGICA</p>
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<p>Muita gente no mundo e no Brasil defende o Nazismo e Hitler como forma de purificação da raça humana, porque a pregação nazista defendia como original o biotipo físico da raça ariana, cujo protótipo seria o branco, alto, de compleição física de pernas e braços longos, com vasta cabeleira, enfim, um indivíduo que era gerado apenas nas terras germânicas, uma contradição, porque ele mesmo, Hitler, não era nada parecido com a pregação nazista. Para Hitler, a raça impura e contrária ao ariano era o judeu.</p>
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<p>Vamos aceitar o nazismo como certo, porém, não foi o racismo o primeiro foco do Heil Hitler, foi a destruição dos alemães deficientes físicos, principalmente as crianças com defeitos mentais internadas em instituições públicas, as quais o Adolf pregava alto e bom som nos palanques, que viviam em lares mais luxuosos do que as famílias da Alemanha. Mais de 300 mil crianças deficientes foram mortas pelos nazistas em menos de um ano.</p>
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<p>PARA TODOS</p>
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<p>Na Segunda Grande Guerra, depois que o Brasil participou como aliado, os EUA construíram uma base militar no Rio Grande do Norte, na capital Natal. O local foi escolhido por ficar mais perto da África, facilitando a aviação e o trajeto marítimo. Com o acordo vieram para a base centenas de soldados norte-americanos, nas folgas eles realizavam bailes restritos para eles e as famílias, os brasileiros não participavam. Além dos bailes e festas exclusivas, vez ou outra eles faziam os eventos para todos, isto é, os brasileiros e suas famílias também participavam. Eram os eventos “for all” (para todos).</p>
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<p>A pronúncia de “For All” em português era mais ou menos forró. Foi assim que nasceu o nosso forró. (Muitos discordam dessa versão, porém, não apresentam outra).</p>
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<p>FRASE</p>
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<p>“O wiskei é o melhor amigo do homem” (Vinícius de Moraes, poeta).</p>
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<p>MONS ALTUS SEMPER ALTIUS</p>
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<p>Originalmente Monte Alto foi um município agrícola, com uma característica “sui generis”, a ausência de latifúndios. As fazendas do município eram pequenas e se tornavam ainda menores, quando os patriarcas morriam deixando aos herdeiros as terras divididas. Como a maior parte das famílias na época eram numerosas, cada filho ou filha ficava com um “pedacinho” de terra, os ditos sitiantes. Foi por causa disso que o município ficou conhecido como a terra da reforma agrária natural.</p>
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<p>Até os anos 1930, a área urbana de Monte Alto possuía muitas chácaras que com o tempo foram divididas em lotes menores com casas e quintais.</p>
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<p>TELHADO E ALVENARIA</p>
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<p>Em 1940 em diante os terrenos urbanos foram ocupados com residências e salões comerciais. Raramente se viam lotes vagos, que voltaram após os novos loteamentos, o crescimento da cidade aconteceu de forma rápida devido às instalações de indústrias, cujo funcionamento dependia, e depende, da classe operária, que por sua vez, necessita de residências próprias ou alugadas.</p>
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<p>No critério geopolítica Monte Alto é uma cidade pequena, porém, a população não se limita a 50 mil habitantes, conta com 60 mil ou mais. Porém, o que vale é o censo oficial, a gente finque que acredita!</p>
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<p>ENTRADA PROIBIDA</p>
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<p>O bom senso avisa que não se deve entrar em supermercados e padarias antes das refeições. A fome domina os sentidos e a tendência é apanhar tudo o que a gente vê para levar para casa ou até comer no local. O excesso de alimento, como se sabe, é prejudicial à saúde e também ao bolso ou ao cartão de crédito. Sem a fome, a compra tende a ser criteriosa e de menor custo.</p>
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<p>Aproveitando o tempo e o espaço, registro uma opinião sobre o uso do cartão de crédito para a compra de alimentos e bens de primeira necessidade. A comida é diária, deve ser adquirida à vista, porque o que se compra hoje, voltará a ter que comprar amanhã, e assim por diante; se comprar a crédito, chegará o dia que vencerá a fatura e obviamente outra compra será necessária.</p>
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<p>REUNIÃO EM PAUTA</p>
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<p>Quando o diretório do Partido dos Trabalhadores (PT) foi formado em Monte Alto, os fundadores tomaram a precaução de não repetir o que os demais fazem, ou seja, nomear um cacique que terá o partido como dono, fazendo o que quer. Para evitar esse mal, o PT resolveu realizar reuniões, e assim, todos poderiam deliberar juntos o que as necessidades precisavam. Foi assim que as pessoas fora do partido aproveitaram para dizer que o PT fazia reunião para marcar reunião. (Tudo, é claro, na base do bom humor e crítica mordaz).</p>
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<p>A PARAFRASE DA FRASE</p>
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<p>“O desenvolvimento humano só existirá se a sociedade civil afirmar cinco pontos fundamentais: igualdade, diversidade, participação, solidariedade e liberdade”. (Herbert de Souza, o sociólogo Betinho).</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-103/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 16:09:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>FESTAGOSTENSE I Se eu fosse festagostense eu anunciaria que a data, seis de agosto, mudou o Mundo em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>FESTAGOSTENSE I</p>
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<p>Se eu fosse festagostense eu anunciaria que a data, seis de agosto, mudou o Mundo em 1.945 com as detonações das bombas atômicas dos EUA contra o Japão, nas duas cidades, Nagassaki e Hiroshima, o que acabou com a Segunda Grande Guerra, com a rendição incondicional do Império japonês. Se eu fosse festagostense, uniria o calendário católico da cidade com todas as igrejas e faria, no mês de agosto, uma festa por dia de cada comunidade, assim, todos os fieis seriam concentrados, cada qual com seu santo de devoção, paralelamente com a solidariedade social, religiosa, tradicional do município.</p>
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<p>Se eu fosse festagostense aproveitaria a ocasião e a tradição para incrementar uma exposição industrial, comercial e agrícola, para ocupar um espaço nobre com pavilhões modernos.</p>
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<p>FESTAGOSTENSE II</p>
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<p>Se eu fosse festagostense eliminaria o sistema de voluntariado nos trabalhos comunitários do evento e os substituiria pela mão de obra especializada para a condução social da festa/quermesse, até porque o Brasil é capitalista e qualquer atividade tem como objetivo o monetarismo, e quem “trabalhar” na festa seria remunerado e a presença do empresário e de sua empresa resultariam em uma publicidade de alto retorno. Se eu fosse festagostense, aproveitaria a concentração da fé e acrescentaria na restrita religiosidade, uma abertura democrática, praticando um trabalho solidário de doações aos fieis de baixa renda, no mínimo uma cesta alimentar, em nome do Bom Jesus, que atuava com a fé e a razão, o movimento social conhecido com o “com pane” que do latim chegou ao português companheiro. O pai do céu “paitrocina”.</p>
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<p>FESTAGOSTENSE III</p>
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<p>Se eu fosse festagostense, eu não seria conhecido como “festeiro” cujo vocábulo tem o real significado de “fazedor” de festa, eu seria conselheiro/religioso/social para que festeiro seria “fé/razão”. Com a fé solidificando a razão e esta aprofundando aquela. Os representantes da religião, padres, bispos e cardeais seguem à risca os preceitos católicos, porém, o mundo mudou mais do que houve as mudanças pós-guerra (citadas em 1.945), a geopolítica agora é outra, totalmente diferente, e por que não mudar, não a fé, mas o caminho dela.</p>
</div>
<div>
<p>Afinal, não sendo festagostense, eu cito o Bom Jesus, que proferiu: “Fiat voluntas tua” – seja feita a tua vontade.</p>
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<p>AGOSTO EM FESTA</p>
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<div>
<p>No nordeste do Brasil as quermesses acontecem durante o ano todo, tal qual acontecem em Monte Alto. Tornou-se tradição, uma peculiaridade local é o leilão de prendas e assados e obviamente os leiloeiros cujo nome oficial é o pregoeiro, de pregão. Marcou época o Sr. Antônio Sudano, famoso pelos ‘mil’, seu grito de guerra, quando acontecia o lance de 1.000 cruzeiros, moeda daquela época. Depois dele, o Laércio Marangoni ocupou o cargo em algumas festas, após veio o Orlando Morgado (Landinho, pai do Gilbertão), também em algumas quermesses. Finalmente chegou com a bagagem e tudo o meu colega de escola João Moreira Filho, consagrado pelo tempo e competência.</p>
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<div>
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<p>SOLUÇÃO FINAL I</p>
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<p>O feminicídio no Brasil está ganhando o patamar de epidemia, ultrapassou o grau de crime hediondo, aumentando de pena não será a solução, como nada resolveu até a presente data, a cada dia aumenta o número de criminosos e de vítimas. O Estado se tornou refém do crime e a sociedade indiretamente está agindo como cúmplice do criminoso, porque proporciona condições para que o crime seja praticado, porque não protege a mulher do possível crime.</p>
</div>
<div>
<p>Não é apenas o feminicídio que vitima a mulher, tão ou praticamente no mesmo nível está o estupro, inclusive de vulnerável. A solução final para por fim no feminicídio, no estupro, no assassinato infantil e na violência do menor está na Prisão Perpétua, adotada em legislação específica aos criminosos e cumprida em prisão especial, de segurança máxima federal em regime fechado com regime semelhante a campos de concentração.</p>
</div>
<div>
<p>SOLUÇÃO FINAL II</p>
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<div>
<p>A prisão específica para o condenado à perpétua, além da pena propriamente dita, terá que ser completamente isolada, sem visitas familiares e de organizações humanitárias e religiosas. Os feminicidas atingem a mulher como ser humano, como matriz da espécie e principalmente como mãe presente e futura para a perpetuação da humanidade. Ou o Brasil acaba com o feminicídio ou o feminicídio acaba com o Brasil. O homicida terá amplo direito à defesa, será sempre julgado por um júri popular e após a prisão o Estado não será obrigado a protegê-lo de si mesmo, ou seja, de praticar suicídio, sua própria pena Máxima.</p>
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<div>
<p>VÍCIO DE TRATAMENTO</p>
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<div>
<p>Os celulistas são os usuários de celular como forma de lazer e não como necessidade profissional, aqueles que acordam enviando bom-dia para meio mundo e ele próprio não tem um bom dia para si mesmo porque não sabe o que significa Bom e não tem noção do que realmente significa dia no contexto universal.</p>
</div>
<div>
<p>Estes celulalistas ou celulistas, são limitados no alfabeto, dominam poucas palavras do dicionário e se deslumbram com idiomas estrangeiros, mormente com o inglês. Talvez os celulistas não saibam que com o surgimento da palavra escrita, sempre houve os dominantes e os dominados, aqueles falavam, estes copiavam, e o fim elegeu a cultura perpetuada dos donos do idioma.</p>
</div>
<div>
<p>Apenas como exemplo: chega ao limite do ridículo, na tela do celular, a chamada de Figurinha. A palavra não diz nada a quem escreve e a quem lê!</p>
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<div>
<p>PLACEBO POLÍTICO</p>
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<div>
<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) é o Mundo representado pelos países membros, a primeira vista, a entidade parece ser o reduto democrático do Mundo. Parece, mas não é, todos os membros juntos votando uma moção internacional não tem valor nenhum, cinco membros que dividiram a geopolítica do Planeta depois da Segunda Guerra “Mundial”, são os que têm poder de veto sobre qualquer ato da entidade, Rússia, EUA, China França e Reino Unido. Em tese, são os ditadores do governo Universal. Salve-os!</p>
</div>
</div>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-102/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 05:47:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>EUA OS DONOS DO MUNDO Os brasileiros são norte-americanizados. Tudo que é dos Estados Unidos é bom no&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">EUA OS DONOS DO MUNDO</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os brasileiros são norte-americanizados. Tudo que é dos Estados Unidos é bom no Brasil. O conceito e a afirmação não são da coluna ou do autor, foi de um político “gênio” do Brasil, que foi literal: “se é bom para os EUA é bom para o Brasil”. Mais grotesco e alienado foi quando outro político, venerado nos meios congressistas, ao saudar um embaixador norte-americano praticou um ato de completa vassalagem: um explícito beija-mão! Um ato de realeza!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">EUA ALUGAM O BRASIL</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem discordar sobre o conceito supra deve saber ou lembrar-se que os fundadores dos Estados Unidos da América do Norte, ao debaterem sobre o nome do País, resolveram retirar a palavra Norte do nome do novo Estado, assim ficaria parecendo que o continente americano fosse de um único país (salvo engano de avaliação são de fato quintal deles).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrança marota: os que concordam com a tese fizeram uma afirmação dizendo um OK, ou seja, tudo bem. Esse OK, hoje nacionalizado é uma afirmação usada nos EUA concordando que está tudo certo. O OK foi derivado da palavra OKE, falada pelos índios Chotaw, uma tribo que habitava um Estado do norte do País, para eles, o OKE significava ‘Assim é’. Na tradução, os brancos erraram e o OKE se transformou em OK e foram copiados pelos brasileiros.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">RINGUE NO CLUBE</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num domingo do ano 1966, no Monte Alto Clube (Crube para os saudosistas), dois mancebos se desentenderam por causa de uma donzela e partiram para agressão. Soco vai, soco vem, perna roda, roda a perna, até que a turma do ‘deixa disso’ entrou em ação e foi um pra lá e outro pra cá, e a tal donzela foi para o lado de um terceiro, que não era de briga. Na segunda-feira, os dois cornudos foram chamados à Diretoria e ganharam suspensão de uma semana cada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na terça-feira, em horas diferentes, foram os dois pais à Diretoria. Um foi protestar contra a suspensão e exigiu a retirada da pena, alegando ser fundador da casa conseguiu a retirada da suspensão. O outro pai aceitou a decisão e até sugeriu que o tempo da suspensão fosse ainda maior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">CENTRO DE COMPRAS</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em inglês Shopping Center é o local ode se concentra estabelecimentos comerciais como lojas, bazares, lanchonetes e bares. Trata-se de um recinto fechado com atendimento público. A tradução para o português é centro de compras, o preço das mercadorias e serviços geralmente são mais caros do que o comércio de rua devido às despesas de aluguel, segurança e decoração, o que impede aos clientes de menor poder aquisitivo de comprarem, criando assim uma espécie de “gueto” ao contrário, onde as classes mais altas socialmente ficam “confinadas” e a pobreza impedia de entrar devido aos preços altos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Convém esclarecer que existem centros de compras populares nos quais os preços praticados são possíveis de aquisição por todos, até os clientes de baixa renda. Os centros populares não anulam o conceito de gueto econômico.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">MEIA MEDIA SOCIAL</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os economistas dos países de primeiro mundo reclassificaram as classes ricas e pobres, colocando entre elas a classe média. Os países de terceiro mundo também fizeram isso. Acontece que a classe média do primeiro mundo equivale à rica do terceiro. Também o pobre do primeiro mundo é o médio do terceiro. Para separar com mais exatidão tais classes no primeiro mundo, foi criada a média alta e a baixa. Na verdade, tais divisões colocaram mais distante o rico do pobre. Fica a realidade eternizada: pobre é pobre, rico é rico!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a pobreza acabar os ricos sucumbirão, porque é a pobreza que sustenta a riqueza, caso a classe rica acabar, os pobres não se abalarão porque uma vez pobre, sempre pobre. Portanto, classe média é um blefe!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">SÉCULO VINTE</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">1 – Se não fosse a bomba atômica detonada em Hiroshima e Nagassaki, a segunda grande guerra faria cinco milhões de vítimas entre japoneses e norte-americanos na continuidade da guerra convencional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2 – Em uma reunião de líderes aliados, o norte-americano general Montgomery espevitou o Primeiro Ministro Inglês, Winston Churcill: “eu não bebo e não fumo, estou 100% em forma”. Churchill respondeu: “eu bebo e fumo, estou 200% em forma”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3 – No final da guerra, quando Stalim e os EUA discutiam como iriam dividir o mapa do mundo, Churcill se sentiu diminuído na partilha e comentou com as mídias: “estou entre um Urso (Rússia) e um Búfalo (EUA). Sinto-me na verdade, um burrinho (Inglaterra).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">BARÃO DE ITARARÉ</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pai dos humoristas, Aparecido Torelli, jornalista carioca, vivia às turras com Getúlio Vargas, presidente do País e seu chefe de polícia, razão de a polícia todas as manhãs invadir sua sala no jornal em que trabalhava. O chefão era Felinto Muller, seus homens truculentos arrombavam a porta da sala e enchiam Torelli de porradas. Ele, humorado, colocou uma placa na porta: ENTRE SEM BATER.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">DEPUTADO WINSTON</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da nomeação a Primeiro Ministro, Churcill era membro do parlamento, um deputado polêmico a presidente do partido conservador. Certa vez, a deputada Lady Astor, da rica família inglesa, disse em plenário: “Sr. Churcill, se eu fosse casada com o senhor, colocaria veneno no seu café”. Ele retrucou com a voz sonora: “Se eu fosse casado com a senhora, eu tomaria o veneno”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A BOLA ROLA</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Balípodo, em português arcaico. Soccer, em inglês, nos USA. Football, na Inglaterra. Futebol, em português do Brasil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">FRASE</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Mais leite e mais água” (Barão de Itararé). Completou: “Menos água no leite” (Barão de Itararé, na campanha eleitoral para deputado em 1.945).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-101/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 16:26:15 +0000</pubDate>
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<p>RACISMO MAIS NOCIVO</p>
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<p>Qual país foi e ainda é mais racista? Os Estados Unidos, o Brasil ou a África do Sul? Quem respondeu os EUA ou África do Sul, errou. É o Brasil, porque o racismo brasileiro é velado, o que faz os racistas praticarem o preconceito a nível de foro íntimo, sem a revelação pública não se sabe onde ele está, infelizmente, está em toda parte e em todas as classes sociais.</p>
</div>
<div>
<p>Nos EUA e na África do Sul as diferenças sociais são públicas, em alguns casos, são previstas em leis por algum tempo, com a segregação exposta em guetos identificados. O racismo velado é cruel, com forte desumanidade.</p>
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<div>
<p>PRECONCEITO COLOREDE</p>
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<p>Faz um tempo considerável, eu encontrei em um supermercado uma senhora que reclamava de uma empregada doméstica. Aproveitei a deixa e perguntei a ela se ela tinha alguma conhecida desempregada pois eu estava precisando na minha casa, caso ela soubesse, pedi para ligar no telefone da minha esposa.</p>
</div>
<div>
<p>Passou uma semana o telefone fixo tocou, era ela que disse saber de uma senhora que queria trabalhar. Pedi o endereço, ela, antes de fornecer, fez um aparte: “Olha, tem um problema, ela é negra” (não respondi – pedi o endereço).</p>
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<p>UNIÃO DAS REPÚBLICAS</p>
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<p>Quando a URSS foi fundada, quem comandava as 16 repúblicas com a mão de ferro era a matriz, a Rússia. O comando geral era absoluto, a famosa liberdade era, na verdade, uma prisão política. O povo, crítico, levava na base da piada o que acontecia na burocracia estatal. Como a Rússia exigia que todos os documentos fossem em duas vias, uma na original e outra nos arquivos central, a piada da vez era sobre o papel higiênico, que precisava ser em folha dupla, após o uso, uma devia ser enviada ao comitê central.</p>
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<div>
<p>HERÓI DAS ARMAS</p>
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<p>Quando a Guerra Civil dos EUA terminou, o governo condecorou um negro, Thomas Burti, ajudante de ordens do Exército Sulista, que participou de sete batalhas sem nenhum ferimento, mesmo naquelas em que suas tropas foram derrotadas.</p>
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<div>
<p>Quando lhe perguntaram qual o segredo da façanha, ele respondeu: “nas batalhas eu procurava ficar ao lado dos generais”.</p>
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<p>ARTIGO ÚNICO</p>
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<p>O escritor Graciliano Ramos era o terror do presidente Getúlio Vargas, escrevia críticas contundentes sobre o político. Como bom presidente, Getúlio levava tudo na boa, até que Graciliano exagerou e o ofendeu pessoalmente. Como resultado, Vargas decretou sua prisão por 30 dias, porém, antes de prendê-lo, o presidente disse a ele para dar uma sugestão para a futura constituição que estava para ser aprovada, caso o fizesse seria perdoado.</p>
</div>
<div>
<p>Graciliano respondeu: Artigo 1º &#8211; a partir desta data o país espera que todos os brasileiros tenham vergonha na cara.</p>
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<p>A COPA EXTRA BOLA</p>
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<p>Na Copa de Futebol de 1.970, tida como a melhor de todas, tal como a seleção brasileira de futebol, também chamada pelo despatriados de Brasil, o jogador Jairzinho,</p>
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<div>
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<p>ao fazer um gol, correu para uma lateral do campo, ajoelhou-se e fez o sinal da cruz, beijando o símbolo da seleção na camisa. O gesto deslumbrou os brasileiros, porém, não foi criado inédito pelo atleta, na mesma competição, em um jogo anterior, o jogador Petras, da Polônia, país ocupado pela União Soviética (URSS) com forte sistema comunista, impondo aos poloneses um regime de medo e terror. O gesto de Petras foi um protesto contra a ocupação.</p>
</div>
<div>
<p>FESTIVAL DA CANÇÃO</p>
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<p>Em 1966, aconteceu o 7º Festival da Canção Internacional, entre todos estava Caetano Veloso, que participava dos protestos conta a guitarra elétrica importada dos EUA, os que protestavam alegavam que, depois da vinda da guitarra elétrica, viriam as músicas norte-americanas, colocando a música nacional em segundo plano.</p>
</div>
<div>
<p>Em uma das músicas apresentadas, Caetano Veloso inseriu na letra uma menção da Coca-Cola e de Brigite Bardot. Um repórter perguntou ao cantor o que levou às citações, se fosse alguma inspiração, quem seria. Caetano respondeu: foi uma inspiração na Coca-Cola e na Brigite Bardot”. Ou não?</p>
</div>
<div>
<p>COMPARAÇÃO EXCLUSIVA</p>
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<div>
<p>Agora não mais. Houve um tempo em que os montealtenses, quando viam uma aglomeração de pessoas em qualquer lugar, mesmo fora da cidade, para explicar quão tamanho da multidão, afirmavam: “parecia Festa de Agosto”.</p>
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<div>
<p>A comparação procedia ainda que apenas aos de Monte Alto, porque na quemesse (não festa) de 6 de agosto, a cidade inteira aparecia no local, que durante a existência do evento mudou de endereço várias vezes. Quase não se podia andar ou sentar nos pavilhões ou fora, nos locais livres.</p>
</div>
<div>
<p>(Fora de contexto – foi no dia 6 de agosto que o mundo mudou, não devido à Festa de Agosto, mas pela Bomba Atômica Little contra o Japão, detonada pelos Estados Unidos na cidade de Hiroshima. 70 mil mortes imediatas e dezenas de milhares em consequência, posteriormente).</p>
</div>
<div>
<p>RENDIÇÃO INCONDICIONAL</p>
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<div>
<p>O final da guerra dita mundial aconteceu com a rendição do Japão, depois de duas bombas, a Little, supra citada e da By Fat, esta sobre Nagassaki, respectivamente em 6 e 8 de agosto de 1.945. Após o final da guerra, os vencedores lotearam a Terra, França, EUA, Inglaterra, Rússia, cada um com seu pedaço, o planeta deixou de ser de Deus, que foi despejado, destituído do cargo e exilado no fim do mundo. O povo do mundo aceitou o golpe e se conformou, até hoje, com a última esperança registrada na frese: Se Deus quiser!</p>
</div>
<div>
<p>GÊNIOS NACIONAIS</p>
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<p>Dois gênios brasileiros reconhecidos, outros existiram e existem, pudera se não fosse, você, leitor, não estaria lendo a coluna. O primeiro foi José Bonifácio de Andrada e Silva, falava 12 línguas e escrevia em seis. O outro foi Rui Barbosa, baiano, advogado, possuía a maior Biblioteca do Brasil.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-100/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:08:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>BOICOTE &#38; BOICOTE LTDA O que aconteceu e acontece na política entre EUA e Brasil tem acontecido ao&#8230;</p>
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<p>BOICOTE &amp; BOICOTE LTDA</p>
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<p>O que aconteceu e acontece na política entre EUA e Brasil tem acontecido ao longo da história de Monte Alto, na política municipal Um contra a política municipal Dois. Isto é, um faz outro desfaz, em relação ao contexto estadual. Resumindo: forma-se um grupo político com a finalidade de reivindicar apoio do governo estadual, depois da meta alcançada, outro grupo é formado seguindo para a capital destruindo a conquista anterior e propondo outra contrária, levando as autoridades estaduais a desistir de todas as reivindicações, considerando que não há consenso no município, logo, não há governabilidade municipal com merecimento de apoio do Estado.</p>
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<p>MONTE ALTO VERSUS MONTE ALTO</p>
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<p>No sentido crítico, o pior adversário de Monte Alto Um é Monte Alto Dois, na gíria, é um abraço de urso, no popular, um faz outro desmancha. É o que tem feito o governo e a oposição brasileira ao pedirem bênção ao pai Estados Unidos da América (USA). Uma comissão de alto nível é formada e parte àquele país “com o pires na mão” ao conseguir as migalhas de sempre, outra comissão oposicionista chega na Casa Branca “com a xícara na mão” quebrando o pires e recebendo um “cafezinho” para compensar o boicote.</p>
</div>
<div>
<p>Assim Monte Alto posa de exemplo para a política federal que desempenha com maestria o papel de quintal da maior potência mundial. Os políticos montealtense passeiam no Parque Ibirapuera, os políticos brasileiros fazem convescote no Centra Parque de Nova Iorque. Ninguém se lembra do nosso Parquinho em frente da Santa Casa.</p>
</div>
<div>
<p>UM FATO POLÍTICO</p>
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<p>Esta coluna e o “Jornal O Imparcial” de outros tempos publicaram à exaustão uma gafe política ocorrida nos anos 1.950, no Palácio Elíseos de São Paulo.</p>
</div>
<div>
<p>O governo Estadual fez uma chamada aos municípios de todo o Estado para reivindicarem as necessidades de seus respectivos governos. A ordem era regional, Monte Alto ficou no grupo de oito cidades vizinhas. Uma vez no palácio, cada qual, isoladamente na presença do governador e secretários solicitaram seus pedidos. Por exemplo: Taquaritinga solicitou asfalto para a estrada de Cândido Rodrigues; Jaboticabal pediu uma rodoviária; Matão disse que tinha pressa numa empresa de suco.</p>
</div>
<div>
<p>Até aí, tudo bem, os secretários anotaram tudo e o que as demais cidades solicitaram. Na vez de Monte Alto, o representante, enfaticamente pediu: “Nós queremos que a Secretaria de Segurança remova o atual subdelegado de Polícia e o substitua pelo fulano”.O governador e os secretários não contiveram o riso, o fato se transformou em uma piada estadual espalhada pelos presentes.</p>
</div>
<div>
<p>FRASE</p>
</div>
<div>
<p>“Eu não preciso dos votos dos marmiteiros”. (atribuída ao Brigadeiro Eduardo Gomes, candidato a presidente da República em 1.946. Foi inventada pelos seus adversários, ele jamais a pronunciou, custou-lhe a eleição).</p>
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<div>
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<p>CASOS DO “O IMPARCIAL”</p>
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<div>
<p>Quando a lei permitia, a gente escrevia na imprensa através de pseudônimo. No caso do O Imparcial, eu escrevia e colocava os originais em baixo da porta da gráfica Comtol, à noite. O Romeu de Oliveira era o diretor e o Guto, o redator. Praticamente todos os originais eram publicados, ainda que um ou outro sumia, era censurado, geralmente políticos.</p>
</div>
<div>
<p>Depois de um tempo, a direção do jornal passou para o Dr. Carlos Augusto Nunes (Guto) e a redação foi para a rua Jeremias, a lei não permitia o anonimato e os dois primeiros colaboradores foram eu e a saudosa Olga Porto. Eu, um simples autodidata e ela, professora. Devido à formação dela, os leitores não contestavam seus artigos, quanto à minha, leitores ligavam para o Guto e perguntavam se era ele quem escrevia e eu assinava apenas. Claro que ele respondia negando e dizia que eu era autodidata. (um leitor, certa vez, perguntou onde era essa faculdade).</p>
</div>
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<p>PARAÍBA? SIM, SENHOR!</p>
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<div>
<p>Até 1.930 a capital do Estado da Paraíba era a cidade de Paraíba. Naquele ano aconteceu um crime passional na cidade, em que o político João Pessoa foi assassinado pelo advogado João Dantas, porque os dois pretendiam namorar a professora Anais. Como João Pessoa era candidato a vice-presidente apoiado por Getúlio Vargas, o crime foi atribuído a motivos políticos e Vargas se aproveitou da situação atribuindo a adversários. Eleito, Getúlio deu o nome à capital do Estado a João Pessoa.</p>
</div>
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<p>CONTRADIÇÃO GOVERNAMENTAL</p>
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<p>Enquanto o Brasil foi uma monarquia, o melhor imperador entre os dois pai e filho, Pedro II foi o filho. Depois, na república, o melhor presidente na avaliação popular foi Getúlio Vargas, um ditador que tomou o poder em 1.930 e de golpe em golpe ficou no poder até 1.945. Depois foi senador e deputado por sete estados (naquele tempo podia). Em 1.950 voltou ao poder como presidente eleito por voto direto, ficou até agosto de 1.954, quando se suicidou. A volta de Getúlio à presidência foi pelo voto popular, o povo se manifestou e a palavra de ordem era: Queremos Getúlio – era o Queremismo.</p>
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<p>1.950 – O MARANAÇO</p>
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<div>
<p>Em 1.950, a Seleção Brasileira de Futebol, nada a ver com o país Brasil. Os jogadores entraram em campo na partida final contra o Uruguai de “salto alto”, ganhando o jogo antecipadamente. Quem entra ganhando sai perdendo. Foi a maior catástrofe esportiva da história do país. Todos os jogadores perderam a partida, porém, o povo e a imprensa sacrificaram três: Barbosa, Bigode e Juvenal. (coincidentemente, os três eram negros).</p>
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<p>CORTESIA CASADA</p>
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<div>
<p>Nos meus 77 anos (menos 12 de criança) jamais vi um marido abrir a porta do carro para a esposa. Namorado eu vi muito. Outro dia vi um marido abrir a porta do carro para a esposa, pela aparência, era um casal rodado!</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-99/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 16:03:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>DUAS INDEPENDÊNCIAS I O 7 de setembro é a data oficial da Independência do Brasil, que teria ocorrido&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>DUAS INDEPENDÊNCIAS I</p>
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<p>O 7 de setembro é a data oficial da Independência do Brasil, que teria ocorrido nesse dia, em 1.822. Conforme aprendemos na escola e a história registra, naquele dia, o Imperador D. Pedro I se revoltou com as imposições de Portugal e bradou o grito “Independência ou Morte”. Na realidade, as cortes lusas ignoraram a ameaça e o que aconteceu foi um acordo familiar entre pai e filho, D. João VI e D. Pedro I, o rei de Portugal e o Imperador do Brasil.</p>
</div>
<div>
<p>A separação entre os dois países foi simbólica, os súditos da Coroa Portuguesa que estavam no Brasil aqui ficaram, inclusive ocupando cargos oficiais no Império Brasileiro, já que a grande maioria era parente da família.</p>
</div>
<div>
<p>Também ficaram no Brasil os soldados portugueses, porque muitos moravam e tinham família no País, e por ordem do exército luso, passaram a fazer ameaças militares às forças brasileiras, era uma resistência à independência.</p>
</div>
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<p>DUAS INDEPENDÊNCIAS II</p>
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<div>
<p>Foi no estado da Bahia que estava o maior número de soldados lusos e também foi a maior resistência contra a separação dos dois países. Como o exército brasileiro estava em formação, o conflito foi inevitável e as batalhas aconteceram de 7 de setembro de 1.822 até 2 de julho de 1.823, data esta comemorada pelos baianos como a real independência do Brasil, comemorada até hoje. Na Bahia, o 7 de setembro é praticamente ignorado e no restante do país não se comemora o 2 de julho. Em resumo: valem as duas!</p>
</div>
<div>
<p>Foi no 2 de julho de 1.823 que aconteceu a batalha entre as tropas lusas e nacionais. Foi uma luta ferrenha na capital, Salvador. Os soldados brasileiros estavam em desvantagem e o comandante achou por bem bater em retirada ordenando ao corneteiro Luís que executasse o toque da retirada, não se sabe se o corneteiro não entendeu ou errou de propósito ao executar o toque de atacar e degolar. A tropa portuguesa, assustada com a ordem, bateu em retirada e o comandante brasileiro proclamou a vitória e a independência.</p>
</div>
<div>
<p>INDÚSTRIA MULTIFUNCIONAL</p>
</div>
<div>
<p>A maior indústria do mundo é a do lixo, somos todos funcionários dela, os lixeiros. Funcionamos e fornecemos a matéria prima, depois de fornecida a reciclamos e finalmente a consumimos. Uma minoria dos funcionários são elevados a um posto superior, são os catadores e os recolhedores do lixo, que atuam nas ruas e nos depósitos legais e clandestinos. A maior parte da indústria lixeira atua no mar, onde o lixo é despejado, alimenta os animais marítimos e os humanos comem os peixes contaminados e os demais animais dos oceanos. Enfim, o peixe come o lixo e nós comemos o peixe, Somos assim, felizes!</p>
</div>
<div>
<p>DÍVIDAS ETERNAS</p>
</div>
<div>
<p>Antes da primeira democracia popular na Terra, os governos eram exercidos por reis e príncipes, cujo poder os transformava em tiranos e ditadores, que emprestavam dinheiro do povo e cobravam taxas para pagar as dívidas. A citada democracia foi a norte-americana, tomava dinheiro emprestado do mundo inteiro e o Brasil também o fez e ainda faz. Quem tem a dívida maior, o Brasil ou os EUA? A democracia que mais deve são os EUA, 120% do PIB.</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>O Brasil deve menos, 80% do PIB.</p>
</div>
<div>
<p>CIDADANIA POPULAR</p>
</div>
<div>
<p>Monte Alto e Sêos Zés:</p>
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<div>
<p>1 &#8211; Zé Botto – dentista – sem carro, pedia carona na rua Nhonhô.</p>
</div>
<div>
<p>2 &#8211; Zé Mole – apelido por causa da paralisia das pernas. Era cadeirante.</p>
</div>
<div>
<p>3 &#8211; Zé Preto – era dono de um esnuque. Não gostava de ser chamado de Zé Preto, cor afrodescendente. Ele respondia: só Zé tá bom!</p>
</div>
<div>
<p>4 &#8211; Zé de Paula Eduardo – médico famoso. Nos partos falava para as mães: na hora de fazer são beijos e abraços; na hora de nascer são pei&#8230; e cag&#8230;!</p>
</div>
<div>
<p>5 &#8211; Zé Rodrigues – médico popular. Quando as pacientes perguntavam por quanto tempo deveriam tomar um remédio, ele respondia que era até 7 dias após a morte.</p>
</div>
<div>
<p>BARBA, CABELO E BIGODE</p>
</div>
<div>
<p>Um barbeiro conhecidíssimo em Monte Alto gostava de conversar durante o atendimento do freguês. Quando ele perguntava como o cliente queria o corte a resposta era: em silêncio!</p>
</div>
<div>
<p>NERVO EXPOSTO</p>
</div>
<div>
<p>Um dentista de Monte Alto, já aposentado, gostava de um papo com o cliente, mesmo estando ele de boca aberta, cheia de algodão. Ele falava de alguém, principalmente fofoca e perguntava ao cliente de boca aberta se era sim ou não. O cliente, coitado, sem poder falar, fazia um gesto de concordância. Muitas vezes, na rua, a “vítima” cobrava do cliente a fofoca dita e dizia que o dentista confessava ter ouvido do cliente.</p>
</div>
<div>
<p>SALA DE ESPERA</p>
</div>
<div>
<p>Não sei se nas outras cidades é assim, em Monte Alto, sempre acontece, a gente entra em um consultório de várias profissões, médicos, dentistas, advogados, terapeutas, psicólogos etc e as atendentes pedem para esperar um “pouquinho, um minuto, um minutinho”, o que é força de expressão, o tempo é sempre maior, chega a “minutão e poucão”. Certa vez, um atendente disse para eu esperar um segundinho. Ele entrou noutra sala, fui atrás. Ele me olhou estranho e eu justifiquei: você falou um segundinho – já passou!</p>
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<p>GEOMETRIA LUSA</p>
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<p>Dois acontecimentos foram notórios em Porto Cale, nome antigo de Portugal, um foi a roda e sua invenção, outro foi a bola de futebol. Ambas foram inventadas pelos engenheiros portugueses, na forma original: quadradas!</p>
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<div>
<p>A roda, de tanto rodar, se tornou redonda. Foi para o lixo! A outra foi a bola, chutada para lá e para cá, mudou de quadrada para redonda: foi para a reciclagem!</p>
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<p>A LÁPIDE DE HITLER</p>
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<p>Antes de se suicidar, Adolf Hitler escreveu no seu diário que desejava na sua lápide a frase: fui vítima dos meus generais.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-98/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 19:05:29 +0000</pubDate>
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<p>CAPITALISMO DOMÉSTICO</p>
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<p>Sem o comércio, a indústria nasceria morta. Sem o comércio, o extrativismo se limitaria a uma pedra e uma picareta. Sem o comércio, a agricultura seria uma horta de fundo de quintal. O comércio é o fundamento do capitalismo, uma alavanca que move o consumo de sobrevivência e o consumismo de ostentação, ambos praticados pelo animal humano, práticas estas que fazem do Ser Humano um elemento nocivo à liberdade da natureza e o torna &#8220;persona non grata&#8221; ao planeta. O Homem desapropriou a Terra de Deus, seu proprietário original, para dilapidar a originalidade tornando-a um balcão de compra e venda!</p>
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<p>CAPITALISMO SELVAGEM</p>
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<p>O capitalismo criado pelo ser humano em todo o planeta, originalmente, foi concebido como uma tocha da paz, tornou-se, porém, nocivo à humanidade e por extensão à toda a natureza quando foi inventado o dinheiro, inicialmente como símbolo da união entre os povos, para, posteriormente, transformar-se numa arma letal entre países, povos e indivíduos. Vieram as guerras, os conflitos e a intolerância. Surgiu então o racismo, que provoca a destruição material e o aniquilamento dos povos, desde as grandes cidades até aldeias remotas.</p>
</div>
<div>
<p>O denominado capitalismo selvagem, ora praticado no mundo todo, gera as guerras políticas e religiosas sem justificativas ou justificadas pela vontade divina. Resta ao “bicho” humano usar e abusar das expressões &#8220;se Deus quiser”, “se Deus ajudar”, “se Deus permitir” e invocar Alá e Javé!</p>
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<div>
<p>GUERRA E PAZ</p>
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<p>Todas as guerras e conflitos originalmente surgiram de intolerância religiosa, desde as grandes religiões até as de pregadores de púlpitos e altares de “casas de Deus” perdidas nos remotos quintais dos salvadores da Terra. As primeira e segunda grandes guerras mataram milhares (milhões) de pessoas, tiveram como desculpa a intolerância religiosa. Sempre em nome de Deus.</p>
</div>
<div>
<p>Apenas como citação ilustrativa: o fim da Segunda Grande Guerra (não foi mundial) aconteceu quando a Bomba Atômica (hoje um pavio diante das outras que vieram depois) foi detonada no Japão aniquilando duas cidades, com cerca de 150 milhões de habitantes. Pasmem senhores, caso as bombas não fossem detonadas, a guerra se alongaria por muito tempo e mais que o dobro de gente morreria.</p>
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<div>
<p>AURORA BOREAL</p>
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<p>Na Finlândia, uma lei proíbe casamento entre analfabetos.Desde sua promulgação, há mais de um século, não houve nenhum caso de desobediência.</p>
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<p>Simples assim: na Finlândia o índice de analfabetismo é ZERO.</p>
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<p>CEIA COLONIAL</p>
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<p>Os Hotéis Fazenda anunciam em suas propagandas que servem café da manhã, almoço, café colonial e jantar. Tudo certo, porém, o café colonial servem por conta e risco. O nome não condiz com a prática, no Brasil colonial essa refeição nunca existiu, eram café da manhã, almoço e jantar. Às vezes, ceia à noite.</p>
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<div>
<p>Os horários pela ordem: 5 horas na madrugada, 9 horas, (meio dia) e 6 horas da tarde. Eventualmente, 8 horas da noite.</p>
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<p>ILHA CARIBENHA</p>
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<p>Cuba se tornou conhecida em 1868 no mundo por ter libertado os escravos vinte anos antes do Brasil. Depois de um período de esquecimento voltou a se destacar politicamente por causa da famosa revolução liderada por Fidel Castro Ruiz em 1959, que mudou o país de uma ditadura mantida por muitos anos, pelo presidente Fulgencio Batista. Fidel optou pelo comunismo que ainda perdura até hoje, mesmo depois da sua morte, em 25/11/2016.</p>
</div>
<div>
<p>A revolução cubana quase provocou a terceira guerra mundial, quando a União Soviética em função do seu apoio irrestrito à ilha, montou um arsenal nuclear no país, o que levou os EUA a um bloqueio naval, impedindo Cuba de manter contato com o mundo todo. O bloqueio foi mantido mesmo depois que os mísseis da URSS foram retirados, em função disso e do bloqueio, Cuba se tornou o país mais pobre do continente.</p>
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<p>TERRENO ORIGINAL</p>
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<p>Em Monte Alto existe um terreno baldio, que nunca teve qualquer obra. Ele está praticamente no centro da cidade, foi propriedade de vários moradores, que ao saberem da fama que tem, nunca construíram prédios residenciais e comerciais. Os antigos contaram a história do imóvel e alguns juravam ser verdade, outros disseram ser lenda. Enfim, o terreno está lá desde que o Porfírio, nosso fundador, o vendeu ao primeiro comprador.</p>
</div>
<div>
<p>Lenda ou realidade, o que conta é que o local tinha uma grande árvore (ela eu vi), onde uma noiva rejeitada pelo namorado se suicidou; ele, ao ficar sabendo se matou com um tiro. A lenda surgiu com a noiva enforcada no galho da árvore e o noivo com um tiro na boca. O terreno não teve culpa!</p>
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<div>
<p>A coisa contada de boca em boca ganhou superstições. Muita gente jura que a noiva aparece à noite, no terreno. Uma tragédia shakespeariana.</p>
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<p>CONTRA VACINA</p>
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<p>Em 1904, no Rio de Janeiro, tomado de uma epidemia de varíola, o médico sanitarista, Oswaldo Cruz, contratado pelo governo, sabendo que a transmissão da doença ocorria através da pulga dos ratos, desencadeou uma campanha para eliminar o roedor. Para a população colaborar, foi criado um sistema que pagava em dinheiro a quem levava os ratos para a eliminação nos postos de coleta. Com a eliminação maciça do roedor, cada vez mais ficaram escassos. Como o brasileiro honesto sempre foi criativo, muitas famílias passaram a criar os seus ratinhos em gaiolas e depois de crescidos, entregavam-nos aos postos de coleta para faturar uma graninha. Não é preciso outros comentários!</p>
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<p>HIGIENE BUCAL</p>
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<p>Não é correto dizer e fazer escovar os dentes. O certo é escovar a boca. A escovação acontece com os dentes, com a língua, com a bochechas, com o palato, com as gengivas e, além da escova propriamente dita, há que fazer um enxágue bochechando. Quem higieniza realmente a boca é a escova, a pasta ou creme dental não limpa, dependendo do produto, combate o mau hálito.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-97/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 16:20:07 +0000</pubDate>
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<p>FERIADÃO NACIONAL</p>
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<p>Segundo a Constituição brasileira, o Estado é laico. No entanto, não é o que acontece na prática segundo o calendário, os feriados religiosos nacionais são católicos. Não existem feriados budistas, evangélicos, islâmicos e judaicos. Cada qual comemora na própria comunidade, independente do Estado.</p>
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<p>CAMINHADA PERIGOSA</p>
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<p>O pessoal que pratica caminhada nesta cidade de Monte Alto, ao entardecer e ao anoitecer, andam com roupas escuras e, devido o estado das calçadas com buracos, crateras e plantas impedindo o trânsito de pedestres, caminham nas ruas rente ao meio fio. Os carros e motos nem sempre notam a presença deles fora das calçadas e os colocam em risco de atropelamentos.</p>
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<p>Um detalhe: ainda que poucos circulando, os patinetes devem obedecer a sinalização de trânsito. Os poucos não respeitam mão e contramão!</p>
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<p>PASSEIO PÚBLICO</p>
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<p>Originalmente o espaço que chamamos hoje de calçadas urbanas tinha o nome de passeio público, para diferenciar do passeio particular ao redor das residências como jardins e pomares, nos quais as famílias residentes passeavam fora de casa com segurança. Na frente das residências também tinha os espaços para que o público circulasse seguro, fora do leito carroçável, também conhecido por rua. Esse espaço sempre foi obrigação de cuidar pelos moradores, mantendo-os livres. No início, eram de chão de terra batida, depois receberam calçamento, daí o nome calçada.</p>
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<p>GERAÇÃO SENTADA</p>
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<p>Na metade do século XX, o automóvel tomou conta do homem. Ninguém usava as pernas para locomoção, as rodas conduziam ao destino, o automóvel era usado para tudo, passear, viajar, fazer compras, transportar objetos e gente.</p>
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<p>O carro era objeto do desejo de todos, novos e velhos. A cobiçada Carteira Nacional de Habilitação, vulgo carta, era sagrada. A indústria automobilística inventava novidades a cada ano de fabricação. Um dia, uma concessionária me ligou que um novo modelo tinha uma novidade, faixa branca nos pneus. Estamos no início do século XXI, o carro está saindo de moda, custa caro, tem manutenção cara, combustível absurdo, seguro alto e nas grandes cidades, o estacionamento tem alto custo. O proprietário paga pelo carro 24 horas e usa cerca de duas horas por dia. Um objeto de luxo!</p>
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<p>SALÁRIO MÍNINO</p>
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<p>O Brasil, um ilustre país de terceiro mundo, tem o menor salário mínimo do mundo, banca a oitava economia do mundo, tudo do mundo. O salário mínimo, se fosse atualizado, seria de R$5.800,00 em dinheiro. Sem vale refeição, vale transporte, vale lazer, vale ignorância e a Cesta Básica.</p>
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<p>A cesta básica é um caso à parte, o assalariado que recebe a dita cuja diz que a GANHA. Aí que entra o Vale Ignorância: a cesta é paga pelo salário que não teve a correção monetária real. O Brasil tem o maior salário ACHATADO do mundo. A Copa, esse ano, não terá jogo de dia – só à noite! Sem feriado!</p>
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<p>CAPITAL ORIGINAL</p>
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<p>Até a metade do século XX, na Europa e Ásia, acreditavam que a capital do Brasil era Buenos Aires. Muita gente do Brasil também achava que era.</p>
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<p>Na verdade, Buenos Aires era a cidade que mais parecia com as grandes metrópoles europeias, e também, era a mais conhecida pelo mundo todo.</p>
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<p>O Rio de Janeiro, capital do Brasil, era uma ilustre desconhecida, dela se falava que era um povoado no meio da selva, onde conviviam brancos, índios e macacos, era a famosa ilustração em que aparecia uma pessoa andando de mãos dadas com um chimpanzé e um papagaio no ombro.</p>
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<p>Verdade seja dita, Buenos Aires contava com mais bibliotecas do que o Brasil todo.</p>
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<p>BOLA QUADRADA</p>
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<p>Convém lembrar aos brasileiros que nosso país, o Brasil, não tem time de futebol e o juntamento de jogadores chamado de Seleção Brasileira é, na verdade, uma seleção da Confederação Brasileira de Futebol, uma instituição nacional independente do Estado brasileiro, portanto, a expressão pátria de chuteiras é apenas uma definição de um “circo” esportivo. A palavra torcedor não define nada, nasceu de um grupo de lavadeiras em um rio, perto do Estádio do Fluminense carioca, no qual elas torciam a roupa lavada para secar ao sol. Ao ouvirem os atletas gritarem gol, eles vibravam torcendo a roupa. Foram imitadas pelos demais clubes da cidade e depois para o Brasil todo.</p>
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<p>MACHISMO CONSAGRADO</p>
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<div>
<p>Segundo os estudiosos da área, o Brasil é o país mais machista da América, e por extensão, nos demais continentes. O conceito é antigo, veio com Cabral, cuja frota era composta apenas de homens, as mulheres ficaram em Portugal cuidando das famílias; obviamente, a “homarada”, ao chegar no país, endoidou com toda aquela “indiaiada” que Pero Vaz de Caminha chamou de vergonhas cerradinhas, ou seja, nuas dos pés à cabeça. Logo os “portugas” dominaram as mulheres e os estupros eram inevitáveis. Os machos mandavam e pronto, também, em função da escravidão negra, as mulheres eram compradas para atividades sexuais.</p>
</div>
<div>
<p>Para atualizar o machismo, vamos citar a Academia Brasileira de Letras, que possui 40 cadeiras, 35 masculinas e cinco mulheres. Curiosamente, quando a escritora Rachel de Queiroz, a primeira mulher a ingressar na Academia, foi recebida pelos ‘imortais’ no discurso de boas-vindas, um escritor disse: “você merece a cadeira porque escreve igual a um homem”.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-96/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 16:06:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>IDEOLOGIA BRASÍLICA O Brasil é apenas um termo geográfico. Não é uma nação. Sobra-lhe cidadãos sem os devidos&#8230;</p>
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<p>IDEOLOGIA BRASÍLICA</p>
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<p>O Brasil é apenas um termo geográfico. Não é uma nação. Sobra-lhe cidadãos sem os devidos títulos em busca de um Estado, confere-lhes a condição de habitantes, o que lhes proporciona um ufanismo, no qual se confunde com o patriotismo. Os deuses brasileiros jogam futebol e a bola é o Monte Olimpo.</p>
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<p>O gigante adormecido, se acordar, beijará a mão do estrangeiro, até as dos antigos algozes. A geografia proporcionou o ouro e a prata, que hoje se mudaram para as terras raras e minerais críticos. A bandeira brasileira foi um plágio daquela original portuguesa. O idioma, um erro latino nadando em direção da praia inglesa. Brasil é o nome de uma madeira nobre, a razão de tanto levar “pau”.</p>
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<p>NACIONALISMO SEM BERÇO</p>
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<p>O país territorial nasceu pobre e devendo o passivo do parceiro luso como parte da negociação entre pai e filho, tendo como objetivo uma “independência” fictícia, que nunca aconteceu de fato. Uma lenda tida como real de tanto ser contada, entrando no contexto da afirmação futura, de um ministro nazista que afirmou que uma mentira repetida à exaustão torna-se verdadeira. O Brasil é Estado fantasma de Portugal, que não é preciso ter visto para um brasileiro entrar-adentrar é melhor! – naquela terrinha. Dizem os lusitanos: bem vindos nossos felizes colonizados.</p>
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<p>No negócio entre lusos e ingleses, o Brasil foi um mero troco!</p>
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<p>CULTURA INÚTIL</p>
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<p>Em latim é Dardania. Em grego é Ilio. Em português é Troia.</p>
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<p>SANFONA E VIOLA</p>
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<p>A razão de a cidade de Goiânia abrigar tantos intérpretes e compositores de música sertaneja surgiu de um fato acontecido em 1.990. Naquela data, em um ferro velho, uma sucata hospitalar foi aberta de um cilindro, pelos donos. No interior da peça havia um resíduo de origem radioativa, o Césio 137, altamente tóxico e com contaminação aos humanos, fatal. A cidade foi praticamente isolada, algumas pessoas morreram e dezenas ficaram isoladas com vários sintomas. A mídia passou a divulgar o fato e os boatos surgiram em todo o Brasil e exterior. Com isso, os artistas do país todo não se apresentaram em shows e eventos culturais, com medo. Apenas as duplas sertanejas foram à cidade normalmente; em agradecimento, a população recebeu-as com gratidão. Os sertanejos influenciaram os moradores e os goianenses passaram a cultuar a música, criando um polo cultural da modalidade.</p>
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<p>NOVA PALAVRA</p>
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<p>Quem tem medo de ficar sem a conexão do celular, os desconectados, são conhecidos na nomenclatura tecnológica como Nomofóbicos, vítimas da nomofobia.</p>
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<p>AVISO PRÉVIO</p>
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<p>Quem tem medo de viajar de avião, que pode explodir com bomba de terroristas, pode se prevenir levando uma bomba na mala. Até hoje, nenhum avião sofreu atentados em razão de duas bombas no mesmo voo!</p>
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<p>CÓDIGO DE ENDEREÇAMENTO</p>
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<p>Quando a gente chegar em uma casa e precisar chamar alguém sem saber o nome convém procurar a Márcia, em todas as famílias, sempre tem uma.</p>
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<p>Se a casa for em Monte Alto, na mesma situação, basta chamar a Izilda ou Izildinha, provavelmente aparecerão duas. As Márcias surgiram no Brasil por influência da filha do presidente Juscelino Kubitscheck, Márcia foi nome da moda na época.</p>
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<p>Izilda e Izildinha, em Monte Alto, teve e tem origem na Menina Izildinha, de quebra, até o masculino, Izildo, é registrado entre os moços.</p>
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<p>MATA-MARIDO</p>
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<p>Na década de 1.960, foi lançado no mercado um pente de plástico muito grande para o cabelo feminino, era praticamente uma arma. Logo ganhou um nome sugestivo: Mata-Marido. Meio século depois, mesmo com o mata-marido, as mulheres são vítimas de espancamentos e morte pelos maridos.</p>
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<p>(Nada é mais precioso na vida de um homem do que os filhos, ele, no entanto, mata a mãe deles, a pessoa responsável pela vida deles).</p>
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<p>ANOS 1.960</p>
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<div>
<p>Nas cidades da região de Ribeirão Preto havia os carrinhos de sorvete circulando nas ruas e na frente das escolas. Era a marca Bimbo, um tipo de picolé diferente, não era vendido no tradicional palito, era na caixinha, o único no tipo (hoje é comum). Era um sorvete que a molecada ficava louca para consumir. O sabor era como é chamado hoje: esquimo!</p>
</div>
<div>
<p>ESTACIONAMENTO LIVRE</p>
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<p>Os motoristas de Monte Alto, que são pessoas “modificadas geneticamente”, ao assumirem o controle do veículo, tal qual agiam os cavaleiros medievais ao vestirem armaduras, muitas vezes reclamam com razão. A maior bronca é sobre os espaços para estacionar. Monte Alto foi construída para a circulação de veículos a tração animal, ou seja, as ruas são estreitas e as esquinas “fechadas” para os veículos motorizados. E, pasmem, circulam na área urbana os trens sobre rodas, vulgos carretas, que arrebentam o calçamento e calçadas.</p>
</div>
<div>
<p>Conclusão: uma carreta estacionada ocupa meio quarteirão, e duas motos, o restante do espaço.</p>
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<p>PROIBIDO ESTACIONAR</p>
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<p>A falta de espaço para estacionar na Cidade Sonho acontece como foi dito no tópico acima e também pelo excesso de faixas amarelas proibindo o estacionamento sem a devida placa indicativa. Faixas amarelas aparecem até em salão de beleza, muito comum na mudança de atividade, fechar uma farmácia e no local abrir uma barbearia, um bar ou uma lanchonete e a faixa continuar amarela.</p>
</div>
<div>
<p>Sobre as “amarelinhas”, um mutirão com pincel e lata de tinta resolve. Também é necessária uma mudança de hábito motorizado, que é o de estacionar em frente do local destinado, se parar até uma quadra na frente ou atrás, as pernas completarão o trajeto.</p>
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