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	<title>Odair Rebonato &#8211; Jornal O Imparcial</title>
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	<title>Odair Rebonato &#8211; Jornal O Imparcial</title>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:41:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O EXPERIMENTO HUMANO A atual existência tripla na Terra, o Reino Vegetal representado pelo verde, o Reino Mineral&#8230;</p>
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<p>O EXPERIMENTO HUMANO</p>
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<p>A atual existência tripla na Terra, o Reino Vegetal representado pelo verde, o Reino Mineral predominância da água e o Reino animal superioridade absoluta do Ser Humano. Um minúsculo grão de areia, após milhões de anos, será transformado em um diamante bruto milhares de vezes maior. Uma sementinha, do tamanho de uma unha do polegar da mão humana, depois de séculos, se tornará uma gigantesca semelhante do tamanho de uma montanha, sequoia. Um ser humano de um a dois metros de altura, com 50 a 100 quilogramas de peso, em menos de 100 anos será algumas libras de cinzas. Os reinos Vegetal e Mineral não criaram nenhuma religião, se fossem criadas, teriam necessidade de deuses, e estes, necessitariam de crenças, fé e superstições para se manterem na ativa. Enquanto o Reino Animal, mui representado pela superioridade humana, conta com milhares de religiões com milhões de deuses criados e inventados, mantidos em evidência pela ignorância, crendices, fantasias e superstições de uma suposta Alma e de um Espírito transitório que se aloja no organismo e mente do dito Ser Humano. Tudo o que existe, não existiu e não existirá, o que há é uma realidade conhecida por EXPERIMENTO.</p>
</div>
<div>
<p>VISITA ÍNTIMA</p>
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<p>Na década de 1920 foi inventada a televisão. No Brasil, ela chegou em 1950, em Monte Alto, em 1960. Aos poucos os televisores foram adquiridos pela classe rica, ampliando pela chamada classe média, época que se inventava a televizinha, isto é, quem não tinha televisor assistia no vizinho. Também a imagem e o som chegavam às cidades do interior através de torres transmissoras.</p>
</div>
<div>
<p>No final dos anos 1970, a TV em cores alcançava praticamente toda a programação e os aparelhos de TV abrangiam 90% das residências brasileiras.</p>
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<div>
<p>Como o hábito de famílias e pessoas de relacionamento amigável ainda era comum na sociedade brasileira, eram comuns as visitas à noite entre as pessoas nas residências, até que o sistema televisivo colocou um final na prática.</p>
</div>
<div>
<p>Aconteceu que as pessoas visitavam os parentes e amigos e, uma vez no local, o anfitrião convidava a visita para ver o capítulo da novela ou o jogo de futebol. A visita de cortesia se transformava em uma reunião televisiva, se era para assistir televisão, era mais prático ficar em casa e ver a programação ao seu gosto e prazer.</p>
</div>
<div>
<p>A NOVA CELEVISITA</p>
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<div>
<p>Depois do final do hábito supra citado, ainda raras famílias e pessoas amigas se encontravam nas visitas de cortesia, principalmente para cumprimentar em aniversários e comemorações diversas, coisa do tipo comes e bebes. O hábito está cada vez mais raro, ninguém vai mais à casa de ninguém, os cumprimentos são feitos via telefone celular. Mesmo, acreditem, quando algumas pessoas ousam se dirigir às residências das famílias e amigos, se deparam com algo surreal – todos, anfitriões e visitas, permanecem sentados, tipo uma reunião de surdos-mudos, cada qual falando ou digitando no próprio celular.</p>
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</div>
<div>
<div>
<p>INTRODUÇÃO</p>
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<p>O celular é a diabete mental</p>
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<p>PERGUNTA SEM CALAR</p>
</div>
<div>
<p>Por curiosidade ou vontade de saber, leitores perguntam se escrever é dom, técnica ou inspiração. A resposta é: são os três. Depende do texto, uma informação é de conteúdo técnico. Um texto simbólico, ficcional e fantasioso é um dom; e um poema em prosa e verso é inspiração.</p>
</div>
<div>
<p>Diferente da ilustração ou da oralidade, que mostram com clareza se o conteúdo da mensagem é real ou irônico, a palavra escrita não é interpretada como tal. Escrevemos uma informação que pode ser real ou irônica e o leitor interpreta como dúbia, as vezes, como texto ofensivo ou por vezes hilário, até sarcástico. Um exemplo ocorrido na coluna há um tempo: escrevi que o japonês inventor do macarrão Miojo havia morrido, o que foi um fato, acrescentei uma ironiazinha – foi morte instantânea (um leitor enviou uma mensagem me alertando que a morte dele foi infarto! Ou seja, não foi morte súbita).</p>
</div>
<div>
<p>CRÍTICAS &amp; ELOGIOS</p>
</div>
<div>
<p>Quem escreve, fala ou atua, está sujeito a críticas e elogios, sinceros ou falsos. Cada qual aceita um ou outro. Este colunista prefere as críticas porque elas incentivam a criatividade e corrigem os eventuais erros, enquanto os elogios levam a uma comodidade e coloca o autor em uma mesmice repetitiva.</p>
</div>
<div>
<p>As críticas são mais produtivas porque elas costumam ser mais contundentes, enquanto os elogios, por vezes, soam falsos e despertam desconfiança, sempre dependendo de onde veio.</p>
</div>
<div>
<p>Na nossa coluna houve um tempo que a gente criticava políticos, eles são os que mais “se ofendem” com as críticas. Pessoalmente, eu gostava de criticar o saudoso Gilbertão, vereador e prefeito da cidade. A gente escrevia um texto no jornal criticando-o, no final de semana, ele respondia na rádio com um tempo precioso, isto é, a coluna lucrava porque para cada leitor da coluna, cerca de dez ouviam o rádio. Ou seja, publicidade gratuita. Um boníssimo retorno.</p>
</div>
<div>
<p>SEM DICIONÁRIO</p>
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<div>
<p>Respondam sem consultar o dicionário:</p>
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<p>Charneca&#8230;&#8230;&#8230;</p>
</div>
<div>
<p>Semovente&#8230;&#8230;.</p>
</div>
<div>
<p>Nenúfar&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
</div>
<div>
<p>Envergadura&#8230;..</p>
</div>
<div>
<p>Antropofagia&#8230;.</p>
</div>
<div>
<p>Ortodoxia&#8230;&#8230;&#8230;</p>
</div>
<div>
<p>CHEQUE SEM FUNDO</p>
</div>
<div>
<p>A maior dívida do mundo é dos EUA – 40 trilhões de dólares. 122% do PIB.</p>
</div>
<div>
<p>O Brasil deve 10 trilhões de reais – 82% do PIB.</p>
</div>
<div>
<p>O cara mais rico do mundo é o primeiro trilionário em dólar. O Musk tem um trilhão de dólares.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-110/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 17:28:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O PARADOXO DA DEMOCRACIA O sufrágio universal não é sinônimo de democracia, aquele é uma manipulação política humanitária,&#8230;</p>
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<p>O PARADOXO DA DEMOCRACIA</p>
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<p>O sufrágio universal não é sinônimo de democracia, aquele é uma manipulação política humanitária, esta é um fundamento ideológico pressupondo a igualdade racial e social. O voto, portanto, é uma vontade manifestada na qual o eleitor elege e o eleito responde com a vida pública no cargo indicado.</p>
</div>
<div>
<p>A Democracia que o mundo credita à Grécia antiga foi apenas teórica, os gregos nunca foram democratas, por uma razão básica: a Escravidão. A metade da nação grega era composta de escravos, a outra metade dita livre era governada por autoridades, ou seja, uma desigualdade socialmente aceita. Esses foram os legados políticos que os gregos deixaram ao mundo com o nome de Democracia “in berço”. Foi uma Democracia sem nunca ter sido copiada pelas repúblicas desde então.</p>
</div>
<div>
<p>A DEMOCRACIA DEGOLADA</p>
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<div>
<p>A Terra depois de ser habitada pelos humanoides, foi um autêntico balcão de negócios, governada pela lei da oferta e procura, fundamentada no conceito universal de Mercado, gerenciado pelo Capitalismo. Surgiram os reinados, os principados e os Estados, os dois primeiros governados pelas figuras denominadas ditadores e os terceiros pelo conceito “demos+cracia”. No balanço político ora governaram as monarquias e ora as repúblicas, aquelas ditatoriais e estas populares.</p>
</div>
<div>
<p>Assim surgiram as Democracias, um governo do povo para o povo, cuja bandeira comporta um dístico: O povo manda, mas não governa!</p>
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<div>
<p>SONÍFERO NATURAL</p>
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<div>
<p>Um carneirinho não conseguia dormir e foi à mãe ovelha reclamar uma solução. Ela o abraçou e disse: Filhinho, conta criancinhas!</p>
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<p>MENINO MALUQUINHO</p>
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<div>
<p>Quando o astronauta Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua, veio ao Brasil em visita diplomática, ficou hospedado no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. A direção do hotel colocou na suíte dele vários livros sobre a conquista da lua. Entre eles havia uma edição do livro de ilustrações sobre o pouso na lua. O astronauta viu e pediu para conhecer Ziraldo. O desenhista atendeu e foi até a suíte, e assim que foi anunciado, Neil foi à direção dele e o cumprimentou: “Congratulation, Mr. Ziraldo”. Apertaram as mãos e Ziraldo agradeceu dizendo: “Quem deve dizer Congratulation sou eu”. O astronauta respondeu: “Não, sou eu mesmo, fui apenas na lua, você escreveu um livro”.</p>
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<div>
<p>QUATRO FRASES</p>
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<div>
<p>“A religião é o ópio do povo”. (Karl Marx, filósofo alemão comunista).</p>
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<p>“Se o estupro é inevitável, relaxa e goza” (Marta Suplicy, ex-prefeita paulistana).</p>
</div>
<div>
<p>“Estupra, mas não mata” (Paulo Salim Maluf, ex-governador paulista).</p>
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<div>
<p>“Morrer se preciso for, matar nunca” (Marechal Cândido Rondon, indigenista brasileiro, salvador dos índios do norte do país).</p>
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<p>PRATO DO DIA</p>
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<p>Os setenta anos do Restaurante Abril são mais que história, quase lenda, sempre no mesmo endereço, a primeira mudança ocorreu há alguns anos. O Restaurante Abril, popularmente chamado de Restaurante do Abril, porque Abril é o sobrenome da família, no oficial é mesmo Restaurante Abril. Eu, que vos escrevo, fui comerciário e comerciante durante 62 anos, comecei no comércio quase ao mesmo tempo do Abril, foi lá que eu “devorei” a primeira feijoada lendária da região. Pessoas das cidades vizinhas vinham a Monte Alto para comer a “feijoada carioca” do Abril. Muitos vendedores, quando “faziam a praça” nas cidades vizinhas, viajavam até Monte Alto para almoçar e voltavam depois às cidades onde estavam trabalhando.</p>
</div>
<div>
<p>Outro prato, melhor dizendo, iguaria, foi a famosa canja das madrugadas do carnaval do Abril. Era o trajeto dos foliões, Monte Alto Clube/Restaurante Abril. Um vendedor de Uberaba (MG), depois de almoçar lá, disse que o Restaurante deveria mudar de nome e se chamar Restaurante do Ano Inteiro. Ele pensava que Abril era devido ao mês.</p>
</div>
<div>
<p>O endereço atual do Abril, assim é chamado pelos montealtenses e vizinhos, fica na Rua Dante Borghi, 176. O serviço atual é apenas pronta-entrega. O telefone é 3242-6224. Bom apetite!</p>
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<div>
<p>FOLCLORE CONSAGRADO</p>
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<p>Por muitos anos Monte Alto teve um morador famoso, gente simples, trabalhador e pai de família, ao qual eu chamava de Sr. Cristófaro e o povo pelo nome/apelido de Biriba, que ele não gostava, mas comerciante que era nas ruas, atendia com simpatia. Ele vendia agrião, que colhia nos córregos dos bairros rurais. A propaganda que usava era o anúncio em voz alta nas calçadas. Chamava atenção quando gritava: “olha o agrião 7 erres – redondo, robusto, repolhudo, roubado na roça do Renério Rossi”. (Renério Rossi era um fazendeiro no bairro do Barreiro). Os vereadores das gestões presentes e passadas são quem nomeiam as ruas da cidade, pela lei, salvo engano, não vi até agora o nome do Senhor Cidadão Cristófaro em rua, travessa, beco ou alameda.</p>
</div>
<div>
<p>GELO QUENTE</p>
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<div>
<p>A peça eletrônica branca ou colorida, que praticamente todas as residências têm na copa ou na cozinha, conhecida por geladeira, tem o nome real de Refrigerador. Isso porque a função do eletrônico é refrigerar e não congelar.</p>
</div>
<div>
<p>Praticamente todos os refrigeradores possuem um compartimento chamado de congelador, que congela, faz gelo funcionando paralelo, porém, separado do refrigerador. (Os esquimós, no Alaska, usam refrigeradores para manter seus alimentos descongelados, ou seja, refrigerados, porque tudo lá e gelado naturalmente).</p>
</div>
<div>
<p>DIVISÓRIA MARÍTIMA</p>
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<div>
<p>Quando os navios de Cruzeiro saem da Itália rumo à América, passam pelo paralelo do Equador. Assim que as embarcações cruzam a Linha do Equador, o capitão de cada uma, anuncia aos passageiros que o navio ultrapassa a linha divisória dos continentes. Muitos passageiros correm à amurada para ver como a travessia é feita.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-109/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 16:07:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>PREFÁCIO Entra ano, sai ano, é sempre a lesma lerda. AGROPECUÁRIA Um jovem vaqueiro ficou famoso nos meios&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>PREFÁCIO</p>
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<div>
<p>Entra ano, sai ano, é sempre a lesma lerda.</p>
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<p>AGROPECUÁRIA</p>
</div>
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<p>Um jovem vaqueiro ficou famoso nos meios pecuários pela rapidez na contagem das cabeças de gado vacum. Os rancheiros resolveram testá-lo, prenderam em um curral 500 cabeças de vacas e novilhas, posicionaram o jovem vaqueiro na porteira para que ele contasse os animais saindo do curral. Assim que a porteira foi aberta ele passou a contá-las; no final ele, em tempo recorde, revelou que a quantidade de reses era 500. Quando os proprietários perguntaram como ele conseguia tamanha proeza, ele respondeu: “eu conto as patas dos animais e divido o resultado por quatro”.</p>
</div>
<div>
<p>DÉCADA DE 1960</p>
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<p>Nos anos 1960, uma emissora de TV noticiou que a casca do ipê roxo curava câncer. A nossa serra de Jaboticabal, mas que se situa em Monte Alto, tinha uma grande quantidade de árvores de ipê roxo. Em questão de semanas as árvores sumiram, não contentes em cortar a casca, os machados cortavam os troncos para fazer chá do milagre. A serra ficou devastada e o ipê roxo sumiu.</p>
</div>
<div>
<p>Como o ipê nunca curou sequer bicho-de-pé, tudo foi esquecido, e como outras plantas milagrosas em curas também foram falsas, nunca mais se falou nisso.</p>
</div>
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<p>DITADURA &amp; CENSURA</p>
</div>
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<p>A mais longa ditadura do Brasil (1964/1985), que alguns chamaram de “ditamole”, impôs uma censura aos meios de comunicação e consequentemente ao povo em geral, que calou a voz popular, todos tinham medo de falar em público nas ruas e bares, até nas salas de aula, o “cala-a-boca” era observado com rigor. Isso levou às ruas silenciosas uma desconfiança sufocada. Muita gente fala que nas cidades do interior, tipo Monte Alto, a ditadura sequer apareceu, erra quem afirma tal asneira. Existia a presença velada da ditadura, ninguém sabia quem era quem, uma manifestação aberta era da Polícia Militar, quando os policiais passavam de viatura e viam as famosas “rodinhas” de jovens conversando nas esquinas, um deles colocava a mão para fora e alertava: “circulando&#8230; circulando&#8230;”</p>
</div>
<div>
<p>LEILÃO MATRIMONIAL</p>
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<div>
<p>Em 1975, no início da era industrial na Inglaterra, crianças de até cinco anos trabalhavam nas tecelagens mecanizadas, e devido a sua baixa estatura, ficavam em baixo dos teares puxando os fios soltos partidos. Era cruel, porém, os pais pediam aos patrões para empregarem as crianças porque não tinham onde deixá-las. Também não havia comida em casa para alimentá-las e nas empresas elas comiam junto com os pais.</p>
</div>
<div>
<p>Na mesma época, vigorava a lei que permitia aos maridos venderem – isso mesmo, venderam as esposas normalmente. Nos finais de semana acontecia o leilão das esposas nas aldeias e cidades. Os maridos expunham as esposas e esperavam as ofertas, as mais feias ficavam por último, eram vendidas pelos menores preços. (Tinha esposas para todos os gostos e preços, conta-se que uma foi vendida em troca de um pedaço de sabão).</p>
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</div>
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<p>DESBRAVADORA DE LETRAS</p>
</div>
<div>
<p>Ao longo e do alto dos seus quarenta e poucos anos, quase meio século, a presente coluna e seu autor receberam elogios e críticas, nem sempre nessa ordem. Também manifestações de toda ordem, como sugestões e colaborações das mais variadas temáticas. Leitores que se dizem fãs de carteirinha, que a coluna é a primeira a ser lida em cada edição. Quando alguém faz alguma pergunta ao autor, observa antes: “você que sabe tudo”; claro que a observação é sincera, porém, nada de agradável, porque soa como uma ironia. Sócrates, o grego, não o jogador de futebol, proferia “quanto mais eu sei, mais sei que nada sei”.</p>
</div>
<div>
<p>Marcou muito quando uma esposa chamou o marido de “Odair Rebonato” enquanto assistiam TV e apareceu uma frase no filme que ele decifrou o sentido, a origem e o idioma primário. Para a esposa, o marido e a gente, mais ninguém sabia do que se tratava.</p>
</div>
<div>
<p>CONFISSIONÁRIO INTELECTUAL</p>
</div>
<div>
<p>Uma senhora, professora da velha guarda, tratava os alunos como filhos, o que permitia a liberdade de uns puxões de orelha, o que não era posto em prática já que os argumentos educacionais falavam mais algo. Toda aula dela era uma espécie de aula magna, proferiu uma ‘sentença’ que valeu por todos os elogios até então recebidos, que nós, eu e a coluna, jamais esqueceremos. Disse ela: “sua coluna é CULT”.</p>
</div>
<div>
<p>ROMA CIDADE ETERNA</p>
</div>
<div>
<p>Entre todas as civilizações da Terra de todos os tempos, a romana é a que mais influenciou a contemporaneidade. Nas duas mais destacadas civilizações modernas, a latina e a anglo saxão, o legado romano foi fundamental para a formação do direito e das técnicas variadas de ordem moral, como exemplo, o conceito de cidadania. Roma não era democrática simplesmente porque era escravocrata e imperialista. Ou se era de Roma ou se era de ninguém.</p>
</div>
<div>
<p>Se dizia que Júlio César e os demais imperadores que o imitaram ao desfilarem em público, se acompanhavam de um escravo, que assoprava nos seus ouvidos: “lembre-se que você é um simples mortal”. O povo tratava os imperadores como semideuses.</p>
</div>
<div>
<p>ARMADURA &amp; ESPADA</p>
</div>
<div>
<p>Não sei se outras policias de outros estados também usam cavalaria como a Polícia Militar da capital paulista, que patrulha parte da cidade em ocasiões específicas, com cavalos. Claro que não faz sem necessidade, alguma coisa existe para esse tipo de ação que garante a segurança do povo.</p>
</div>
<div>
<p>A razão do presente contexto é de opinião do colunista, que não é contra a patrulha a cavalo, porém, em pleno século XXI, têm-se motos e bicicletas motorizadas, equipadas, que podem realizar o trabalho da cavalaria, suponha-se, com mais eficiência. Não estamos mais no Estado Imperial.</p>
</div>
<div>
<p>FRASE</p>
</div>
<div>
<p>“O livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive” (Padre Antônio Vieira).</p>
</div>
</div>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-108/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:55:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A AGNOTOLOGIA EM FOCO A ignorância no sentido real sempre existiu na humanidade como um todo, em algumas&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p>A AGNOTOLOGIA EM FOCO</p>
</div>
<div>
<p>A ignorância no sentido real sempre existiu na humanidade como um todo, em algumas nações mais, em outras menos, a mesma coisa entre os indivíduos. Recentemente a ciência se aprofundou no conceito criando a Agnotologia, o estudo da ignorância real, porque ela é interpretada no sentido duplo, popularmente se diz que uma pessoa ignorante é aquela que não sabe nada sobre tudo, na gíria, o burro assumido; no entanto, a ignorância verdadeira acontece com o indivíduo que tem o conhecimento da matéria em estado de divulgação. Exemplo: a pessoa sabe que o cigarro causa doenças graves, porém, ela fuma e faz questão de manter o vício. Outro exemplo: a pessoa tem pleno conhecimento que dirigir um carro a mais de 120 quilômetros por hora pode acontecer um acidente grave, porém, ela dirige até 200 quilômetros/hora e alardeia o feito.</p>
</div>
<div>
<p>(Se a ignorância fosse religião, esse tipo de ignorante seria um praticante. Aliás,dependendo do religioso, a prática é uma ignorância nata).</p>
</div>
<div>
<p>BATIDINHA NA MADEIRA</p>
</div>
<div>
<p>Uma ou três batidas na madeira para dar sorte, começaram quando os judeus da Península Ibérica foram obrigados a se converterem ao cristianismo para escapar da perseguição e morte da Inquisição Espanhola e Portuguesa, na época de Thomas de Torquemada. Ao entrar na Igreja católica, o judeu convertido dava três batidinhas na madeira da porta e dizia: Nem pau, nem pedra, nem padre, me faz deixar de ser judeu. (Os espiões cristãos, ao verem o gesto, pensavam que o convertido estava fazendo o clássico nome do pai católico).</p>
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<p>FATOR ABOLICIONISTA</p>
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<p>Muitos abolicionistas no Brasil e nos EUA não eram contra a escravidão por convicção, eram por interesse comercial e econômico, sem o escravo a mão de obra prestada pelo pobre era paga e o valor do trabalho era agregado no custo do produto, e o final do processo enriquecia ainda mais a classe dominadora, tal qual é hoje com o proletarismo no capitalismo. A escravidão era um fator de progresso das nações, sem contar com a desumanidade e a separação das classes sociais e o racismo. Os abolicionistas de mercado não viam o escravo como cativo, era para eles um concorrente antiético, porque – pasmem, trabalhava de graça. A desumanidade era apenas uma consequência.</p>
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<p>UM GESTO DE HONESTIDADE</p>
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<p>Meu pai era analfabeto, sabia apenas assinar o nome, tremulamente; quando lhe pediam para assinar, ele perguntava se era para assinar o nome dele. A pergunta não era exclusiva dele, praticamente todos os analfabetos a faziam, o que acabou sendo motivo de piada, como resposta as pessoas diziam: não, o nome da sua avó! Sobre a honestidade, mudando de uma coisa para outra, quando vejo, não acredito quando alguém encontra algum objeto ou dinheiro e procura o dono para devolver, se torna objeto de admiração, um exemplo de honestidade. Na minha avaliação moral a honestidade na ação do tipo é apenas uma obrigação, como tal deve ser merecedora de um agradecimento.</p>
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<p>GRANDES MENTIRAS</p>
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<p>1) Beber socialmente.</p>
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<p>2) Até que a morte os separe.</p>
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<p>3) Parabéns a você.</p>
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<p>4) É o último gole.</p>
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<p>5) Não é mentira.</p>
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<p>6) Não vai doer nada.</p>
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<p>7) É só a cabecinha.</p>
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<p>OLÍMPIADA DE MOSCOU</p>
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<p>Em julho de 1972 as Olimpíadas aconteceram na Rússia, em Moscou, liderados pelos EUA, 65 países boicotaram os jogos. A Rússia fazia parte da União Soviética URRS, com outras 16 repúblicas, aliás era a principal delas, comandava a união, sem a Rússia as outras repúblicas não tinham voz de comando. A República da Ucrânia era a mais próxima politicamente de Moscou, em tese, era a preferida da Rússia em detrimento das demais, tanto que a Guerra entre os dois países Ucrânia e Rússia atual é consequência daquela aliança.</p>
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<p>Para os que não se lembram das olimpíadas foi aquela cuja abertura e fechamento foi um show proporcionada pelo ursinho Misha. No encerramento o mascote chorou numa exibição que colocou o Mundo em lágrimas pela imagem da TV. Para mostrar ao Mundo que a capital mundial do Comunismo era limpa e ordeira, a cidade de Moscou sofreu um processo total de limpeza e todos os mendigos, pobres, drogados e bêbados foram levados para reservas longe da cidade).</p>
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<p>EFEITO COMUNISTA</p>
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<p>Depois do fim da União Soviética alguns países se alinharam com a Comunista Internacional comandada pela Rússia, entre eles a Polônia, a Hungria, Tchecoslováquia e outros do leste europeu. Na Hungria, o presidente governava com a mão de ferro, em Budapeste, a capital do país, o povo estava em pé de guerra com o partido e com o governo, faltava de tudo, os gêneros alimentícios estavam caríssimos. O único açougue de Budapeste tinha fila quilométrica para comprar um simples bife. O presidente Ceausescu resolveu o problema depois de verificar &#8220;in loco&#8221; a fila vergonhosa. Prometeu que, em 24 horas, tudo estaria resolvido: no dia seguinte ele mandou fechar o açougue!</p>
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<p>SE DIRIGIR NÃO BEBA</p>
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<p>Uma lata de cerveja normal tem álcool suficiente para permanecer no organismo até duas horas e meia. O índice de álcool é detectado nesse tempo pelo teste básico do bafômetro.</p>
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<p>IDIOMA SIAMES</p>
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<p>Segundo o filósofo francês, René Descartes, os macacos sabem falar, porém não falam, porque têm medo, se os humanos souberem que sabem falar, os escravizarão obrigando-os a trabalharem de graça.</p>
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<p>FRASE</p>
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<p>&#8220;Bebo-o porque é líquido, se fosse sólido, comê-lo-ia!&#8221; (Jânio da Silva Quadros, ex-Presidente da República do Brasil de janeiro a agosto de 1960, quando renunciou ao cargo).</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-107/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 15:59:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>DOIS FILHOS DE DEUS Dois judeus criaram um mundo antes de mudá-lo. Um foi no primeiro ano do&#8230;</p>
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<p>DOIS FILHOS DE DEUS</p>
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<p>Dois judeus criaram um mundo antes de mudá-lo. Um foi no primeiro ano do século I, outro foi no trigésimo ano do século XX. O primeiro foi Jesus de Nazaré, futuro Jesus Cristo, nascido em um país insignificante, escravizado pela maior potência da Terra até então, o Império Romano. Sem sequer uma arma, Jesus desmoronou seus algozes, sem espada, mudou o Mundo em antes e depois. O segundo, também sem armas, apenas com o idealismo e uma fórmula física, criou o princípio da maior arma do Planeta, a Bomba Atômica, a de Urânio e a de Plutônio, as duas primeiras detonadas, colocando o fim da maior Guerra acontecida na Terra.</p>
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<p>O segundo judeu, Albert Eistein, simplificou seu objeto de paz com a fórmula E = mc² (energia igual à massa, multiplicada pelo quadrado da velocidade da luz).</p>
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<p>Jesus disse: Dai a quem pede e não fugis daquele que pretende pedir-vos emprestado.</p>
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<p>Eintein disse: As armas da terceira guerra mundial eu não sei quais serão, no entanto, tenho a certeza que as da quarta serão paus e pedras.</p>
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<p>PESO LEVE</p>
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<p>Um missionário observava as crianças de uma aldeia no Amazonas quando viu passar à sua frente um garoto de sete anos carregando outro menino de dez anos mais ou menos. Ele perguntou ao garoto se o menino não estava muito pesado para ser carregado nas costas dele, pequeno. O menino respondeu: “Não está, ele é meu irmão e irmão nunca é pesado demais”.</p>
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<p>SÓSIA ORIGINAL</p>
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<p>Quando Charles Chaplin estava no auge da carreira, a cidade de Londres lançou um concurso de sósias dele. Cerca de 40 imitadores se inscreveram, até ele próprio com outro nome. No final do concurso, foi apurado que Chaplin ficou em terceiro lugar.</p>
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<div>
<p>AULA MAGNA</p>
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<p>Santo Thomas de Aquino ministrava uma aula teológica em um seminário, falava de Deus e sua sabedoria, e notou que os alunos mal prestavam atenção. Sem que os desatentos esperassem, ele foi até a janela e disse: “vejam, um boi voando”. Todos se dirigiram à janela para ver o fenômeno. Como não viram nada, São Thomas chamou-lhes a atenção: vocês foram correndo para ver algo impossível de acontecer, e quando falava de Deus, que está entre nós, todos ignoraram.</p>
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<p>CURSO SUPERIOR</p>
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<p>Quem faz faculdade é o engenheiro, o mestre de obras, o carpinteiro e o pintor de paredes, as pessoas cursam as especialidades ministradas pela faculdade. As Universidades são compostas pelas faculdades, os alunos cursam as faculdades, que são consideradas curso superior. Em alguns casos, doutores!</p>
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<div>
<p>VOTO DESOBRIGADO</p>
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<p>No Brasil o voto não é obrigatório, a obrigação é o comparecimento do eleitor na cabine eleitoral, uma vez lá, pode votar em branco, ou seja, em nenhum candidato, portanto, o voto dele em branco não conta para ninguém, a escolha foi livre. Cumpriu a obrigatoriedade, compareceu às urnas.</p>
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<p>FOLHA DE PAGAMENTO</p>
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<p>O Brasil toma dinheiro emprestado dos bancos internacionais e paga apenas os juros da dívida contraída, que é centenária; o início não foi empréstimo, foi uma transferência do passivo de Portugal, quando nosso país colonizador aceitou cair fora, em uma negociação entre pai e filho, dom João e dom Pedro, regente do Brasil.</p>
</div>
<div>
<p>O rei português permitiu que o filho colocasse na cabeça a Coroa, antes que outros o fizessem. Como bom filho, dom Pedro aceitou o presente e também a dívida com a Inglaterra que Portugal tinha quando precisou de dinheiro para se proteger de Napoleão Bonaparte, que ameaçou invadir as terras lusas, a dívida não foi contraída para o Brasil, foi usada para a metrópole.</p>
</div>
<div>
<p>O valor passivo era de 200 mil libras, uma fortuna na época. Depois da negociação entre pai e filho, negócio esse que ficou identificado como dívida brasileira.</p>
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<p>O valor foi para a caderneta de uma Monarquia ainda no berço, o Brasil entrou em campo com o placar perdendo por uma goleada de 7 a 1.</p>
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<p>HERANÇA LUSA</p>
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<div>
<p>O que nós, brasileiros, como patriotas deveríamos fazer atualmente é corrigir a dívida, convertê-la em dólares e mandar a conta para Portugal, um país que nossos patrícios suplicam um visto de entrada para trabalhar, muitas vezes de faxineiros e outros empregos tipo chão de fábrica.</p>
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<div>
<p>A dita conversão em dólar alcança bilhões. Ou Portugal devolve ou realiza um plebiscito para entregar ao Brasil, pelo menos o Algarve, que chegou a ser um Reino Unido a nós.</p>
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<p>Essa conta refere-se apenas à dívida em espécie no ato da pseudo-independência, em 1.822.</p>
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<p>Se fossem pagar pelo ouro, prata, diamante e pau-brasil levados nos 322 anos de colonização, seria necessário um engate em Lisboa para puxar todo o país até Porto Seguro, onde Cabral aportou em 1.500.</p>
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<p>O SER POLÍTICO</p>
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<p>Somos todos políticos, partidários ou não, partido originou-se do francês “partie” que significa a parte de um todo. Em português, a palavra foi usada como divisão de uma política total, ou seja, o todo é um político total, e cada parte dele é um Partido, a cada parte, portanto, é uma divisória, que passa a ser um Partido.</p>
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<div>
<p>Quem recebe votos é o Partido, que repassa aos seus correligionários, em tese, seria uma democracia, não fosse a divisão idealista.</p>
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<p>SOMOS TODOS POLÍTICOS</p>
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<p>Não são todos os brasileiros que são políticos, alguns se declaram apolíticos e fazem questão de confirmar que não praticam atos políticos, o que é uma afirmação falsa, porque querendo ou não, são políticos.</p>
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<p>Basta portar qualquer documento emitido pelo Estado, como título eleitoral, carteira nacional de habilitação (CNH), carteira de identidade, porte de arma, passaporte e outros.</p>
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<p>Também é o bastante andar nas ruas, frequentar praias, viajar de avião, ônibus e trens, pagando passagens ou ser passageiro isento. Para finalizar é bom lembrar que quem não gosta de política será, impreterivelmente, governado por quem gosta.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-106/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:15:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>AMOR, SENTIMENTO EXCLUSIVO Ninguém ama de paixão. A expressão é contraditória, visto que o amor é um sentimento&#8230;</p>
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<p>AMOR, SENTIMENTO EXCLUSIVO</p>
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<p>Ninguém ama de paixão. A expressão é contraditória, visto que o amor é um sentimento e a paixão é um instinto. O amor foi uma incorporação mental exclusiva da evolução humana, apenas os humanos sentem amor. A paixão é um instinto animal comum a todas as espécies do planeta. Muitas a usam como defesa, porém, uma grande parte a cultua apenas como reserva de sobrevivência, o homem, por exemplo. Quando um ser humano se apaixona, transforma-se em uma fera primitiva, o que torna impossível cultivar qualquer sentimento, já que a paixão é gerada pelo egoísmo, o que repele sentimentalismos.</p>
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<p>“O Amor de Paixão” é uma expressão inexpressiva (desculpem-nos pelo trocadilho). Uma ficção. Um lapso social. Uma fera despertada!</p>
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<p>CONCEITO VICIADO</p>
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<p>Nas famílias, quando entre a garotada existem meninas de até 12 anos, os pais e mães, digo, pai e mãe, costumam chamá-las de princesas. Claro, trata-se de um elogio, nem sempre merecido, se pai e mãe dizem, suponha-se verdade.</p>
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<p>O que levou o colunista a versar sobre o tema é uma mera curiosidade, porque não chamam as meninas de camponesas? Existem camponesas lindas e elegantes, tanto ou mais do que princesas.</p>
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<p>HISTÓRIA SEM REGISTRO</p>
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<p>Monte Alto é uma cidade repleta de histórias não registradas oficialmente com documentos arquivados publicamente ou em poder de particulares. Esta coluna sempre deu preferência às entrevistas com pessoas nascidas ou vindas em nosso município por diversas razões. Uma delas, cabe aqui um registro especial, por motivos de saúde de alguém da família, isso aconteceu com mais frequência na década de 1930, até 1950. Na época, o Bacilo de Cogh (Tuberculose, tísica) era atroz, matava os doentes que eram chamados de raquitismo, porém, já havia medicamento eficaz para a eliminação do mal, era necessário um tratamento rigoroso, inclusive climático. Então os médicos da capital paulista indicavam Monte Alto e outros municípios serranos, Campos do Jordão, por exemplo, para os doentes morarem, o clima auxiliava na cura. Muitas famílias acompanhavam o doente e se mudavam para cá, afirmavam elas, que aqui ficaram por amor à cidade.</p>
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<p>FOLCLORE ORAL</p>
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<p>A Rádio Cultura de Monte Alto era AM (não sei o que era a sigla), era a emissora mais ouvida da região. O povo sabia a programação de cór. No popular, a emissora era chamada de “rádia”, isso acontecia por analogia, porque rádio no masculino era o aparelho receptor, portanto, o rádio era transmissor da “rádia”.</p>
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<p>A emissora tem história tal qual a cidade. Devagar a gente conta! (Apenas como curiosidade e um pouco de ego, ODAIR é anagrama de RADIO).</p>
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<p>LITERATURA HISTÓRICA</p>
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<p>Um dia, entre amigos, surgiu a pergunta: o que você quer ser ou ter como desejo maior? Um respondeu: todo o dinheiro do mundo.</p>
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<p>Outro: todas as mulheres. Outro, foi mais longe: viver até 200 anos. Eu, surpresa: conseguir ler todos os livros em todos os idiomas do mundo.</p>
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<p>MUNICÍPIO E DESMUNICÍPIO</p>
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<p>O Brasil conta com 5.570 municípios “autônomos”, isto é, arrecadam impostos suficientes para manter a infraestrutura governamental. Assim é o que determina a lei, se a arrecadação não atingir o patamar necessário, o município tem que recorrer a empréstimos do Tesouro Federal ou dos bancos oficiais, sempre com o aval do governo federal ou estadual. A dívida, se não for paga, será acrescida de juros e correção monetária, que tenderá a ser impagável. Para que todos os municípios sejam autossuficientes é necessário um corte de gastos, o que não garante resultados satisfatórios. Uma solução é possível desde que se façam cortes na administração direta com adaptações salariais e cargos de confiança, o que exige mudanças nas Leis Orgânicas dos Municípios, com a intervenção do Legislativo, via Câmara Municipal.</p>
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<p>OS INTOCÁVEIS MUNICIPAIS</p>
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<p>Os municípios brasileiros são administrados pelos servidores concursados com direito a estabilidade ou não, depende da época do concurso; também são funcionários públicos os nomeados por cada administração, normalmente são exonerados no final do mandato do administrador (Prefeito) que os nomeou. Para enxugar a máquina há que se estruturar o funcionalismo municipal, o que implica em cortes de cargos, principalmente nos em comissão (nomeados). Entra e sai administradores eleitos os cargos em comissão seguem na mesma, tipo tradição.</p>
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<div>
<p>Nas secretarias municipais um secretário e um diretor são nomeados, sendo o cargo de secretário preenchido, não há necessidade de um diretor na mesma pasta, o secretário é o bastante, isso em termos de Brasil resulta em uma economia de real importância.</p>
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<p>LIÇÃO DE CASA</p>
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<p>Uma dona de casa contrata uma faxineira para um dia de trabalho na sua casa. No final do expediente ela pergunta o preço da diária. A faxineira dia que é R$400. A patroa acha muito caro e fala para a faxineira que ela é professora e não recebe esse valor por dia. A faxineira responde:</p>
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<p>&#8211; É por isso que eu não dou mais aula!</p>
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<p>FOGO MORTAL</p>
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<p>Os fumantes têm a mania de evitar acender três cigarros com o mesmo fósforo, em nome da superstição; dizem, se fizerem, um parente morre. A origem desse costume data da Primeira Grande Guerra (Mundial). Nas trincheiras, os soldados fumantes, para economizar fósforos, ao acender o cigarro, oferecia o fogo para o soldado posicionado perto. Fazia uma, duas e três vezes, depois apagava a chama.</p>
</div>
<div>
<p>O gesto se fazia necessário porque o inimigo aguardava uma claridade para atingir, na primeira chama, ele apontava para o alvo, na segunda, fazia a mira e na terceira, disparava, sem a chama ele perdia o alvo e o fumante e seus vizinhos de trincheira estavam protegidos.</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-105/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 18:49:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“QUASEMORTE” – INTRODUÇÃO Todos os domingos à tarde, a turminha de moleques, de 13 a 16 anos, descia&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>“QUASEMORTE” – INTRODUÇÃO</p>
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<p>Todos os domingos à tarde, a turminha de moleques, de 13 a 16 anos, descia à margem de um córrego para nadar. O local era chamado de poça, era redondo, formado pela curva de dois pequenos córregos, media cerca de seis metros de diâmetro e tinha entre três a quatro metros de profundidade. Mesmo para quem não sabia nadar, o local não oferecia perigo. Dois ou três moleques estavam dentro da água quando eu pulei para atravessar nadando, a distância era o máximo que eu conseguia atravessar com três braçadas, estava no meio quando senti-me afundando, ao mesmo tempo, senti que alguém me agarrava pelos ombros e me atirava para cima, em direção à margem. O gesto se repetiu três vezes, até que senti-me sobre a grama, desmaiado ou coisa que valha.</p>
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<div>
<p>“QUASEMORTE” – FALTA DE AR</p>
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<p>Senti-me sufocado por alguém pressionando meu tórax, quando surgiu-me à frente um telão tendo como fundo a imagem da minha mãe. Sobre a imagem fixa corriam em velocidade na vertical imagens menores de coisas acontecidas no passado comigo e pessoas diversas, como por exemplo, um jogo de futebol em um campinho, uma corrida com diversos moleques numa rua não identificada, um velório de um caixão vazio, uma luta de boxe entre dois adolescentes, um piquenique com meninos e meninas de vários tamanhos tendo um lago ao fundo, um pasto com vários animais entre vacas, carneiros, galinhas e cavalos, eu fazendo aniversário com pessoas cantando uma música estranha, um grito de socorro ao lado de um corpo desmaiado, e de repente, um clarão se abriu na minha frente e fiquei de pé com todos os presentes batendo palma, gritando “ele tá vivo, ele tá vivo”. Sentei-me na grama chorando e a molecada me contando quanto tempo fiquei naquela situação, disseram-me por alguns segundos e eu me debatia repetindo: quero minha mãe&#8230; quero minha mãe!</p>
</div>
<div>
<p>O tempo corrido parecia de anos, o local que eu me sentia era semelhante a uma nuvem clara, com banquinhos de cimento e cadeiras de pedra, com mulheres e homens adultos vestidos de anjo com tecidos esvoaçantes de cor branca e chapéus azuis. Segundo as fontes consultadas, eu estive no Céu!</p>
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<p>“QUASEMORTE” – CIENTÍFICA</p>
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<p>Segundo a medicina, a “quasemorte” não existe, ou é morte ou é vida. O que acontece nos casos iguais aos meus é a falta de oxigenação no cérebro devido ao afogamento, que provoca uma espécie de letargia (um efeito anestésico).</p>
</div>
<div>
<p>A informação do médico sobre o fenômeno foi breve e sucinta: “você não teve uma ‘quasemorte’, teve uma ‘quasevida’ – que continua “ad eternum”. Em outras palavras: “tô ferrado”, tenho um trauma de água. Não nado!</p>
</div>
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<p>RISONHA E FRANCA</p>
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<div>
<p>Nas férias escolares de julho, no meu tempo, havia lição de casa, a popular tarefa, um caderno inteiro de caligrafia, e quem não o preenchia, ganhava um zero. Um livro para ler inédito, geralmente um Machado de Assis, tinha que ler e fazer um trabalho resumido. Depois de 30 dias a volta às aulas, 30 não, entre 36 e 38 – até o fim da Festa de Agosto. Mesmo que as aulas voltassem nos 30 dias, ninguém comparecia. As escolas de Monte Alto eram invejadas por isso.</p>
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</div>
<div>
<div>
<p>DOCES E SALGADOS</p>
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<div>
<p>Um proprietário de bar fazia coxinhas deliciosas, vendia muito, ele as deixava na estufa para ficarem quentes, força de hábito, sempre havia fregueses que perguntavam se as coxinhas eram daquele dia. Sem perder a paciência, porém, aborrecido, o comerciante não deixava barato, respondia: “olha o prazo de validade”.</p>
</div>
<div>
<p>Outro freguês, que conhecia o humor sarcástico do dono do bar, não perdia a oportunidade de uma rara gozação. Ele perguntava se no bar tinha cerveja quente. Com a resposta positiva, ele concluía: “então coloca na geladeira porque ninguém quer cerveja quente”.</p>
</div>
<div>
<p>MONTE ALTO IN FOCO</p>
</div>
<div>
<p>Um comerciante, dono de um armazém/mercearia, à tarde costumava receber vários donos de lojas do comércio para tomarem cervejas. Juntavam sempre de cinco a dez clientes. Todos conversando vários assuntos, de repente, a porta do estabelecimento, que dava acesso à residência do comerciante, abria e a esposa dele colocava o rosto no vão aberto, perguntando: “querido, você vai me usar hoje?” Se ele respondia ‘sim’, ela estrava e ia ao banheiro para lavar as partes. Caso a resposta fosse ‘não’, ela entrava, providenciava o jantar sem precisar lavar nada. (o verbo usar que ela empregava era manter relações sexuais).</p>
</div>
<div>
<p>REFORÇO GRAMATICAL</p>
</div>
<div>
<p>Li dia desses um informe de jornal de uma instituição que grafava: nossos sinceros pêsames. Bastava apenas grafar: nossos pêsames. Se é um desejo de pesar, pressupõe-se que seja sincero. Ninguém vai desejar pêsames de mentira! O mesmo se observa ao se desejar felicidades. Não se diz sinceras felicidades. Também não se diz parabéns mesmo. Ora, se desejar parabéns é o bastante, com o mesmo, dá-se a impressão que, sem o mesmo, o parabéns está incompleto.</p>
</div>
<div>
<p>ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA</p>
</div>
<div>
<p>Lá no final da década de 1970, houve um roubo a mão armada numa residência de Monte Alto. A Polícia Civil investigou e os ladrões foram presos. A vítima, uma senhora, foi chamada para o reconhecimento dos suspeitos, o delegado improvisou um local onde a vítima via os suspeitos e eles não viam a vítima. Para ter certeza do reconhecimento, o delegado colocou dois suspeitos, um detento de outro processo e um investigador, no total de cinco pessoas. A senhora olhou para todos por uma fenda na parede de madeira e apontou o ladrão, era o número cinco. Para surpresa do delegado, o número cinco era o investigador. O caso virou piada; se fosse hoje, as redes sociais fariam a festa!</p>
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<p>LÓGICA ULULANTE</p>
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<p>Se uma casa é mal assombrada é porque a assombração é incompetente, se fosse competente, a casa seria bem assombrada.</p>
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<p>FRASES</p>
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<p>“Eu sirvo até de adubo para minha terra, mas dela não saio”. (Cacique Samado Santos, índio Pataxó).</p>
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<p>“A união do rebanho obriga o leão a ir dormir com fome”. (De um guerreiro africano).</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-104/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 16:22:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>MONTE ALTO NOVACAP Monte Alto capital do Estado de São Paulo? Não foi sonho, mesmo sendo a cidade&#8230;</p>
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<p>MONTE ALTO NOVACAP</p>
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<p>Monte Alto capital do Estado de São Paulo? Não foi sonho, mesmo sendo a cidade do sonho. Esta cidade de Monte Alto, quando o Paulo Salim Maluf foi o governador do estado nomeado pelo presidente da república, Arthur da Costa e Silva, assumiu o governo como escada para ser presidente da república no futuro. Para isso, anunciou duas “bombas” para o Estado, a mudança da capital e uma empresa para prospectar petróleo, a Eletropaulo. A “petrolífera” chegou a sair do papel e até aconteceram algumas sondagens em algumas regiões, sem sucesso.</p>
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<p>Quanto à capital, saiu na mídia que um grupo de estudo estadual mapeou o centro do Estado, exatamente na cidade de São Carlos. O mapa atingiu uma região extensa, passando por Araraquara, Jaboticabal e Monte Alto, uma espécie de multicapital, compreendendo um núcleo financeiro, um administrativo e outro comercial, ou seja, uma multicapital, anexando as cidades existentes por um plano piloto gigante. Claro, nada foi feito além da divulgação midiática, um pesadelo político, não mais do que uma cortina de fumaça para acobertar as verdadeiras intenções e ações daquele governante, cuja fama dispensa apresentação.</p>
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<p>O NAZISMO SEM LÓGICA</p>
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<p>Muita gente no mundo e no Brasil defende o Nazismo e Hitler como forma de purificação da raça humana, porque a pregação nazista defendia como original o biotipo físico da raça ariana, cujo protótipo seria o branco, alto, de compleição física de pernas e braços longos, com vasta cabeleira, enfim, um indivíduo que era gerado apenas nas terras germânicas, uma contradição, porque ele mesmo, Hitler, não era nada parecido com a pregação nazista. Para Hitler, a raça impura e contrária ao ariano era o judeu.</p>
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<p>Vamos aceitar o nazismo como certo, porém, não foi o racismo o primeiro foco do Heil Hitler, foi a destruição dos alemães deficientes físicos, principalmente as crianças com defeitos mentais internadas em instituições públicas, as quais o Adolf pregava alto e bom som nos palanques, que viviam em lares mais luxuosos do que as famílias da Alemanha. Mais de 300 mil crianças deficientes foram mortas pelos nazistas em menos de um ano.</p>
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<p>PARA TODOS</p>
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<p>Na Segunda Grande Guerra, depois que o Brasil participou como aliado, os EUA construíram uma base militar no Rio Grande do Norte, na capital Natal. O local foi escolhido por ficar mais perto da África, facilitando a aviação e o trajeto marítimo. Com o acordo vieram para a base centenas de soldados norte-americanos, nas folgas eles realizavam bailes restritos para eles e as famílias, os brasileiros não participavam. Além dos bailes e festas exclusivas, vez ou outra eles faziam os eventos para todos, isto é, os brasileiros e suas famílias também participavam. Eram os eventos “for all” (para todos).</p>
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<p>A pronúncia de “For All” em português era mais ou menos forró. Foi assim que nasceu o nosso forró. (Muitos discordam dessa versão, porém, não apresentam outra).</p>
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<p>FRASE</p>
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<p>“O wiskei é o melhor amigo do homem” (Vinícius de Moraes, poeta).</p>
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<p>MONS ALTUS SEMPER ALTIUS</p>
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<p>Originalmente Monte Alto foi um município agrícola, com uma característica “sui generis”, a ausência de latifúndios. As fazendas do município eram pequenas e se tornavam ainda menores, quando os patriarcas morriam deixando aos herdeiros as terras divididas. Como a maior parte das famílias na época eram numerosas, cada filho ou filha ficava com um “pedacinho” de terra, os ditos sitiantes. Foi por causa disso que o município ficou conhecido como a terra da reforma agrária natural.</p>
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<p>Até os anos 1930, a área urbana de Monte Alto possuía muitas chácaras que com o tempo foram divididas em lotes menores com casas e quintais.</p>
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<p>TELHADO E ALVENARIA</p>
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<p>Em 1940 em diante os terrenos urbanos foram ocupados com residências e salões comerciais. Raramente se viam lotes vagos, que voltaram após os novos loteamentos, o crescimento da cidade aconteceu de forma rápida devido às instalações de indústrias, cujo funcionamento dependia, e depende, da classe operária, que por sua vez, necessita de residências próprias ou alugadas.</p>
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<p>No critério geopolítica Monte Alto é uma cidade pequena, porém, a população não se limita a 50 mil habitantes, conta com 60 mil ou mais. Porém, o que vale é o censo oficial, a gente finque que acredita!</p>
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<p>ENTRADA PROIBIDA</p>
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<p>O bom senso avisa que não se deve entrar em supermercados e padarias antes das refeições. A fome domina os sentidos e a tendência é apanhar tudo o que a gente vê para levar para casa ou até comer no local. O excesso de alimento, como se sabe, é prejudicial à saúde e também ao bolso ou ao cartão de crédito. Sem a fome, a compra tende a ser criteriosa e de menor custo.</p>
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<p>Aproveitando o tempo e o espaço, registro uma opinião sobre o uso do cartão de crédito para a compra de alimentos e bens de primeira necessidade. A comida é diária, deve ser adquirida à vista, porque o que se compra hoje, voltará a ter que comprar amanhã, e assim por diante; se comprar a crédito, chegará o dia que vencerá a fatura e obviamente outra compra será necessária.</p>
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<p>REUNIÃO EM PAUTA</p>
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<p>Quando o diretório do Partido dos Trabalhadores (PT) foi formado em Monte Alto, os fundadores tomaram a precaução de não repetir o que os demais fazem, ou seja, nomear um cacique que terá o partido como dono, fazendo o que quer. Para evitar esse mal, o PT resolveu realizar reuniões, e assim, todos poderiam deliberar juntos o que as necessidades precisavam. Foi assim que as pessoas fora do partido aproveitaram para dizer que o PT fazia reunião para marcar reunião. (Tudo, é claro, na base do bom humor e crítica mordaz).</p>
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<p>A PARAFRASE DA FRASE</p>
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<p>“O desenvolvimento humano só existirá se a sociedade civil afirmar cinco pontos fundamentais: igualdade, diversidade, participação, solidariedade e liberdade”. (Herbert de Souza, o sociólogo Betinho).</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-103/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 16:09:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>FESTAGOSTENSE I Se eu fosse festagostense eu anunciaria que a data, seis de agosto, mudou o Mundo em&#8230;</p>
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<p>FESTAGOSTENSE I</p>
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<p>Se eu fosse festagostense eu anunciaria que a data, seis de agosto, mudou o Mundo em 1.945 com as detonações das bombas atômicas dos EUA contra o Japão, nas duas cidades, Nagassaki e Hiroshima, o que acabou com a Segunda Grande Guerra, com a rendição incondicional do Império japonês. Se eu fosse festagostense, uniria o calendário católico da cidade com todas as igrejas e faria, no mês de agosto, uma festa por dia de cada comunidade, assim, todos os fieis seriam concentrados, cada qual com seu santo de devoção, paralelamente com a solidariedade social, religiosa, tradicional do município.</p>
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<p>Se eu fosse festagostense aproveitaria a ocasião e a tradição para incrementar uma exposição industrial, comercial e agrícola, para ocupar um espaço nobre com pavilhões modernos.</p>
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<p>FESTAGOSTENSE II</p>
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<p>Se eu fosse festagostense eliminaria o sistema de voluntariado nos trabalhos comunitários do evento e os substituiria pela mão de obra especializada para a condução social da festa/quermesse, até porque o Brasil é capitalista e qualquer atividade tem como objetivo o monetarismo, e quem “trabalhar” na festa seria remunerado e a presença do empresário e de sua empresa resultariam em uma publicidade de alto retorno. Se eu fosse festagostense, aproveitaria a concentração da fé e acrescentaria na restrita religiosidade, uma abertura democrática, praticando um trabalho solidário de doações aos fieis de baixa renda, no mínimo uma cesta alimentar, em nome do Bom Jesus, que atuava com a fé e a razão, o movimento social conhecido com o “com pane” que do latim chegou ao português companheiro. O pai do céu “paitrocina”.</p>
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<p>FESTAGOSTENSE III</p>
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<p>Se eu fosse festagostense, eu não seria conhecido como “festeiro” cujo vocábulo tem o real significado de “fazedor” de festa, eu seria conselheiro/religioso/social para que festeiro seria “fé/razão”. Com a fé solidificando a razão e esta aprofundando aquela. Os representantes da religião, padres, bispos e cardeais seguem à risca os preceitos católicos, porém, o mundo mudou mais do que houve as mudanças pós-guerra (citadas em 1.945), a geopolítica agora é outra, totalmente diferente, e por que não mudar, não a fé, mas o caminho dela.</p>
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<p>Afinal, não sendo festagostense, eu cito o Bom Jesus, que proferiu: “Fiat voluntas tua” – seja feita a tua vontade.</p>
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<p>AGOSTO EM FESTA</p>
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<p>No nordeste do Brasil as quermesses acontecem durante o ano todo, tal qual acontecem em Monte Alto. Tornou-se tradição, uma peculiaridade local é o leilão de prendas e assados e obviamente os leiloeiros cujo nome oficial é o pregoeiro, de pregão. Marcou época o Sr. Antônio Sudano, famoso pelos ‘mil’, seu grito de guerra, quando acontecia o lance de 1.000 cruzeiros, moeda daquela época. Depois dele, o Laércio Marangoni ocupou o cargo em algumas festas, após veio o Orlando Morgado (Landinho, pai do Gilbertão), também em algumas quermesses. Finalmente chegou com a bagagem e tudo o meu colega de escola João Moreira Filho, consagrado pelo tempo e competência.</p>
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<p>SOLUÇÃO FINAL I</p>
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<p>O feminicídio no Brasil está ganhando o patamar de epidemia, ultrapassou o grau de crime hediondo, aumentando de pena não será a solução, como nada resolveu até a presente data, a cada dia aumenta o número de criminosos e de vítimas. O Estado se tornou refém do crime e a sociedade indiretamente está agindo como cúmplice do criminoso, porque proporciona condições para que o crime seja praticado, porque não protege a mulher do possível crime.</p>
</div>
<div>
<p>Não é apenas o feminicídio que vitima a mulher, tão ou praticamente no mesmo nível está o estupro, inclusive de vulnerável. A solução final para por fim no feminicídio, no estupro, no assassinato infantil e na violência do menor está na Prisão Perpétua, adotada em legislação específica aos criminosos e cumprida em prisão especial, de segurança máxima federal em regime fechado com regime semelhante a campos de concentração.</p>
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<p>SOLUÇÃO FINAL II</p>
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<p>A prisão específica para o condenado à perpétua, além da pena propriamente dita, terá que ser completamente isolada, sem visitas familiares e de organizações humanitárias e religiosas. Os feminicidas atingem a mulher como ser humano, como matriz da espécie e principalmente como mãe presente e futura para a perpetuação da humanidade. Ou o Brasil acaba com o feminicídio ou o feminicídio acaba com o Brasil. O homicida terá amplo direito à defesa, será sempre julgado por um júri popular e após a prisão o Estado não será obrigado a protegê-lo de si mesmo, ou seja, de praticar suicídio, sua própria pena Máxima.</p>
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<p>VÍCIO DE TRATAMENTO</p>
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<p>Os celulistas são os usuários de celular como forma de lazer e não como necessidade profissional, aqueles que acordam enviando bom-dia para meio mundo e ele próprio não tem um bom dia para si mesmo porque não sabe o que significa Bom e não tem noção do que realmente significa dia no contexto universal.</p>
</div>
<div>
<p>Estes celulalistas ou celulistas, são limitados no alfabeto, dominam poucas palavras do dicionário e se deslumbram com idiomas estrangeiros, mormente com o inglês. Talvez os celulistas não saibam que com o surgimento da palavra escrita, sempre houve os dominantes e os dominados, aqueles falavam, estes copiavam, e o fim elegeu a cultura perpetuada dos donos do idioma.</p>
</div>
<div>
<p>Apenas como exemplo: chega ao limite do ridículo, na tela do celular, a chamada de Figurinha. A palavra não diz nada a quem escreve e a quem lê!</p>
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<p>PLACEBO POLÍTICO</p>
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<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) é o Mundo representado pelos países membros, a primeira vista, a entidade parece ser o reduto democrático do Mundo. Parece, mas não é, todos os membros juntos votando uma moção internacional não tem valor nenhum, cinco membros que dividiram a geopolítica do Planeta depois da Segunda Guerra “Mundial”, são os que têm poder de veto sobre qualquer ato da entidade, Rússia, EUA, China França e Reino Unido. Em tese, são os ditadores do governo Universal. Salve-os!</p>
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		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-102/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 05:47:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>EUA OS DONOS DO MUNDO Os brasileiros são norte-americanizados. Tudo que é dos Estados Unidos é bom no&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-102/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">EUA OS DONOS DO MUNDO</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os brasileiros são norte-americanizados. Tudo que é dos Estados Unidos é bom no Brasil. O conceito e a afirmação não são da coluna ou do autor, foi de um político “gênio” do Brasil, que foi literal: “se é bom para os EUA é bom para o Brasil”. Mais grotesco e alienado foi quando outro político, venerado nos meios congressistas, ao saudar um embaixador norte-americano praticou um ato de completa vassalagem: um explícito beija-mão! Um ato de realeza!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">EUA ALUGAM O BRASIL</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem discordar sobre o conceito supra deve saber ou lembrar-se que os fundadores dos Estados Unidos da América do Norte, ao debaterem sobre o nome do País, resolveram retirar a palavra Norte do nome do novo Estado, assim ficaria parecendo que o continente americano fosse de um único país (salvo engano de avaliação são de fato quintal deles).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrança marota: os que concordam com a tese fizeram uma afirmação dizendo um OK, ou seja, tudo bem. Esse OK, hoje nacionalizado é uma afirmação usada nos EUA concordando que está tudo certo. O OK foi derivado da palavra OKE, falada pelos índios Chotaw, uma tribo que habitava um Estado do norte do País, para eles, o OKE significava ‘Assim é’. Na tradução, os brancos erraram e o OKE se transformou em OK e foram copiados pelos brasileiros.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">RINGUE NO CLUBE</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num domingo do ano 1966, no Monte Alto Clube (Crube para os saudosistas), dois mancebos se desentenderam por causa de uma donzela e partiram para agressão. Soco vai, soco vem, perna roda, roda a perna, até que a turma do ‘deixa disso’ entrou em ação e foi um pra lá e outro pra cá, e a tal donzela foi para o lado de um terceiro, que não era de briga. Na segunda-feira, os dois cornudos foram chamados à Diretoria e ganharam suspensão de uma semana cada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na terça-feira, em horas diferentes, foram os dois pais à Diretoria. Um foi protestar contra a suspensão e exigiu a retirada da pena, alegando ser fundador da casa conseguiu a retirada da suspensão. O outro pai aceitou a decisão e até sugeriu que o tempo da suspensão fosse ainda maior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">CENTRO DE COMPRAS</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em inglês Shopping Center é o local ode se concentra estabelecimentos comerciais como lojas, bazares, lanchonetes e bares. Trata-se de um recinto fechado com atendimento público. A tradução para o português é centro de compras, o preço das mercadorias e serviços geralmente são mais caros do que o comércio de rua devido às despesas de aluguel, segurança e decoração, o que impede aos clientes de menor poder aquisitivo de comprarem, criando assim uma espécie de “gueto” ao contrário, onde as classes mais altas socialmente ficam “confinadas” e a pobreza impedia de entrar devido aos preços altos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Convém esclarecer que existem centros de compras populares nos quais os preços praticados são possíveis de aquisição por todos, até os clientes de baixa renda. Os centros populares não anulam o conceito de gueto econômico.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">MEIA MEDIA SOCIAL</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os economistas dos países de primeiro mundo reclassificaram as classes ricas e pobres, colocando entre elas a classe média. Os países de terceiro mundo também fizeram isso. Acontece que a classe média do primeiro mundo equivale à rica do terceiro. Também o pobre do primeiro mundo é o médio do terceiro. Para separar com mais exatidão tais classes no primeiro mundo, foi criada a média alta e a baixa. Na verdade, tais divisões colocaram mais distante o rico do pobre. Fica a realidade eternizada: pobre é pobre, rico é rico!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a pobreza acabar os ricos sucumbirão, porque é a pobreza que sustenta a riqueza, caso a classe rica acabar, os pobres não se abalarão porque uma vez pobre, sempre pobre. Portanto, classe média é um blefe!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">SÉCULO VINTE</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">1 – Se não fosse a bomba atômica detonada em Hiroshima e Nagassaki, a segunda grande guerra faria cinco milhões de vítimas entre japoneses e norte-americanos na continuidade da guerra convencional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2 – Em uma reunião de líderes aliados, o norte-americano general Montgomery espevitou o Primeiro Ministro Inglês, Winston Churcill: “eu não bebo e não fumo, estou 100% em forma”. Churchill respondeu: “eu bebo e fumo, estou 200% em forma”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3 – No final da guerra, quando Stalim e os EUA discutiam como iriam dividir o mapa do mundo, Churcill se sentiu diminuído na partilha e comentou com as mídias: “estou entre um Urso (Rússia) e um Búfalo (EUA). Sinto-me na verdade, um burrinho (Inglaterra).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">BARÃO DE ITARARÉ</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pai dos humoristas, Aparecido Torelli, jornalista carioca, vivia às turras com Getúlio Vargas, presidente do País e seu chefe de polícia, razão de a polícia todas as manhãs invadir sua sala no jornal em que trabalhava. O chefão era Felinto Muller, seus homens truculentos arrombavam a porta da sala e enchiam Torelli de porradas. Ele, humorado, colocou uma placa na porta: ENTRE SEM BATER.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">DEPUTADO WINSTON</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da nomeação a Primeiro Ministro, Churcill era membro do parlamento, um deputado polêmico a presidente do partido conservador. Certa vez, a deputada Lady Astor, da rica família inglesa, disse em plenário: “Sr. Churcill, se eu fosse casada com o senhor, colocaria veneno no seu café”. Ele retrucou com a voz sonora: “Se eu fosse casado com a senhora, eu tomaria o veneno”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A BOLA ROLA</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Balípodo, em português arcaico. Soccer, em inglês, nos USA. Football, na Inglaterra. Futebol, em português do Brasil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">FRASE</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Mais leite e mais água” (Barão de Itararé). Completou: “Menos água no leite” (Barão de Itararé, na campanha eleitoral para deputado em 1.945).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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