<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Odair Rebonato &#8211; Jornal O Imparcial</title>
	<atom:link href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/colunistas/odair-rebonato/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/colunistas/odair-rebonato/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2026 16:02:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/cropped-favicon-200x200.png</url>
	<title>Odair Rebonato &#8211; Jornal O Imparcial</title>
	<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/colunistas/odair-rebonato/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">111393087</site>	<item>
		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-94/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:02:14 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=52382</guid>

					<description><![CDATA[<p>FILOSOFIA MINEIRA A afirmação &#8220;trem bom&#8221; não se refere ao trem propriamente dito, o trem, no caso, é&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-94/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p>FILOSOFIA MINEIRA</p>
</div>
<div>
<p>A afirmação &#8220;trem bom&#8221; não se refere ao trem propriamente dito, o trem, no caso, é uma corrupitela de TEREM. Ou de terens no plural, que identifica os utensílios de cozinha, como caneca, xícara, ralador, prato, copo e talheres em geral. A expressão original &#8220;terem bom&#8221; surgia quando o mineirinho tomava ou comia algum alimento que gosta, ao degustar ele se expressava como agradecimento a quem o servia, geralmente em visitas domiciliares.</p>
</div>
<div>
<p>QUTRA MINEIRICE</p>
</div>
<div>
<p>Ainda que famosíssima, não se sabe a origem e também o porquê é exclusiva de Minas Gerais.</p>
</div>
<div>
<p>Referimo-nos ao radical UAI! Quando perguntado sobre o que é UAI, a resposta é clássica e direta: &#8220;Uai é uai, uai!</p>
</div>
<div>
<p>NA CHINA DE MAO</p>
</div>
<div>
<p>Em uma década, a de 1966, a China foi assolada por uma fome que matou milhares de chineses, entre idosos e crianças. As mortes aconteciam diariamente por todo o território chines, o governo de Mao Tse Tung, comunista, estava isolado do mundo ocidental e mesmo dos vizinhos, que impedia a ajuda humanitária que mesmo acontecendo em casos isolados, não amenizava o mal.</p>
</div>
<div>
<p>O governo atribuía a falta de alimentos aos pardais que comiam os grãos na fonte de produção, ou seja, na roça. Para resolver foi decretada uma lei sumária que todos os chineses eram obrigados a matar os pardais dia e noite.</p>
</div>
<div>
<p>Foi adotado um sistema de eliminação usando o som para impedir os pássaros de pousarem, voando sem parar eles morriam de fadiga. Deu certo, em pouco tempo, os pardais sumiram.</p>
</div>
<div>
<p>Melhor dizendo, não deu certo, sem os pardais os insetos proliferaram e devoraram mais alimentos ainda, bilhões de criaturas precisavam comer. Outra solução foi adotada: importar pardais de vários países para comerem os insetos. Não existiu cadeia alimentar suficiente e as mortes continuaram.</p>
</div>
<div>
<p>MINAS LAVRAS E ALUVIÃO</p>
</div>
<div>
<p>Conforme a palavra denuncia, o nome Minas Gerais, foi dado ao território dos Brasis com minas às centenas, todas ao gosto do freguês. Também reza a lenda que o Estado político minas gerais nunca existiu, quantidade de lavras determinou o nome que se perpetuou até nossos tempos, ainda com minas, atualmente pequenas, algumas não compensavam tipo xepas das férias tráficas.</p>
</div>
<div>
<p>O Estado de Minas Gerais, por conta da natureza, se consolidou e se tornou o único do Brasil a não ter litoral. Sem gente na origem, o povo era turista. Tudo começou com o nordestino, que sonhava em morar no Estado Paulista, vendia um jegue e ficava com outro, comprava uma lata com farinha e outra com café e partia para SP, quando chegava onde é Minas hoje, cansado, vendia o jegue, arriscava explorar uma mina e ficava em Minas Gerais, se dizia mineiro.</p>
</div>
<div>
<p>O FOLCLORE INVENTOU JANIO</p>
</div>
<div>
<p>Muitos brasileiros acreditam que Jânio Quadros foi uma invenção da política nacional. Ele foi real, alcoólatra, maluco e imprevisível. Quando perguntado por que ele bebia tanto, respondia: &#8220;Bebo-o porque líquido, fosse sólido, come-lo-ia&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>MANCHA HISTÓRICA</p>
</div>
<div>
<p>A história do Brasil é maravilhosa. A geografia é uma paisagem pintada à mão. Para ser um paraíso falta o brasileiro, que nunca foi povo e se esqueceu de ser nacional. O país sempre foi submisso ao &#8220;papai EUA&#8221;. Depois da guerra do Paraguai, o Brasil foi pacifista, participou como aliado na segunda grande guerra porque o &#8220;papai EUA&#8221; ordenou, do ponto de vista bélico, fez uma boa campanha, tutelado, é claro, pelos Estados Unidos da América.</p>
</div>
<div>
<p>O Brasil existe antes de ser &#8220;descoberto&#8221; Cabral foi contratado para oficializar o encontro de terras do novo mundo, na parte do continente que o Cristóvão Colombo, oito antes, não se interessou e não veio cá com medo dos selvagens que supostamente viviam aqui e comiam gente. Como Colombo, Cabral não deu o próprio nome para o batismo das terras &#8220;achadas”. Lá em cima, um viciado em jogo, aventureiro que navegava pelos mares clandestino, Américo Vespúcio, e cá embaixo, uma madeira, o Pau-brasil, recebeu uma injusta homenagem batizando o território que o Vaticano havia identificado por dois Papas anos antes.</p>
</div>
<div>
<p>MUNICIPALMENTE FEDERAL</p>
</div>
<div>
<p>O território brasileiro conta com 5.570 municípios ao estilo dos condados dos países europeus e dos EUA. Teoricamente são cidades autônomas, mas na prática, são dependentes da União Federativa à qual têm que prestar contas políticas e econômicas. Esses 5.570 rincões servem de abrigo aos mais de 30 partidos políticos que proliferam no país, cada qual com seu cacique que domina e controla a municipalidade comprometida, que um assume o poder e os demais se abrigam na oposição, tudo na surdina, é claro, porque as Leis Orgânicas dos Municípios (uma inútil constituição) seguem um padrão nacional.</p>
</div>
<div>
<p>Quando a cidade consegue eleger uma Câmara Municipal destacada na política, legitimada pelo voto popular, aparece entre os vereadores a posição e a situação em relação ao Poder Executivo, leia-se prefeitura. Resumo: na política, como ciência, na maioria das cidades brasileiras o saldo é devedor.</p>
</div>
<div>
<p>DOCE FRUTA</p>
</div>
<div>
<p>O solo brasileiro é fértil, ideal para a cultura de frutas, uma delas é o abacaxi (ananás e outros nomes regionais), cultivado na maior parte no Estado de Minas Gerais. Na safra, os agricultores colhem a fruta e entregam-nas aos revendedores que distribuem nas cidades do Estado e a maior parte nas cidades paulistas. Uma vez na cidade, os distribuidores colocam as frutas em carrinhos de mão (carriolas) e os funcionários distribuem pelas ruas e residências urbanas. Eles abordam os munícipes e oferecem um pedaço para degustação. As amostras são doces e saborosas. É onde mora o perigo, a gente compra as frutas e leva para casa. Ao partir (descascar), descobre que ela é ácida e azeda, completamente fora do pedaço degustado. O &#8220;golpe&#8221; dos mineirinhos está em passar na lâmina da faca um adoçante artificial, que ao cortar a fatia adoça o lado do corte que fica docinho&#8230; docinho!</p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-94/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52382</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-93/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:31:21 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=52281</guid>

					<description><![CDATA[<p>MONTECAP A ERA DO MAMÃO Na feira diária paulistana, o mamão era a coqueluche. Não mamão apenas, mas&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-93/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p>MONTECAP A ERA DO MAMÃO</p>
</div>
<div>
<p>Na feira diária paulistana, o mamão era a coqueluche. Não mamão apenas, mas o mamão de Monte Alto. A banca que tinha o mamão era a mais movimentada. O atendente da bancada gritava a todo pulmão: “mamão&#8230; mamão de Monte Alto”. A rede hoteleira e restaurantes eram os que mais consumiam a fruta, nos cardápios, o mamão de Monte Alto era destaque. Os fregueses pediam realmente o mamão de Monte Alto, porém, acontecia um grave acidente geográfico, todos os consumidores, quando perguntados, respondiam que Monte Alto era um município de Minas Gerais, e de fato, era com o nome completo: Monte Alto de Minas.</p>
</div>
<div>
<p>DESTINO TERRA DO ALTO</p>
</div>
<div>
<p>Morando na capital paulista, eu não me dava conta que tinha sotaque, a pronúncia de Monte Alto, a palavra em si, para nós, segundo os ouvidos paulistanos era: Montearto! A gente falava e ainda fala poorta, poortão, Porrtugar e porrrtera. Ousado, o brasiliano, também conhecido como português, afirma convicto que quem tem sotaque é o nacionalista luso. O idioma falado no Brasil, oficialmente, é o português, porém, nosso português e o falado “trás da terrinha” é um estrangeirismo igual a qualquer outro asiático ou europeu.</p>
</div>
<div>
<p>A língua geral (Tupi-guarani), no início do colonialismo, era falada igual ou mais do que nossos algozes lusitanos. Leis coloniais proibiam a prática do idioma “nacional”. A desobediência era punida com castigos severos, em algumas regiões, a pena máxima era o degredo. Falava-se até em pena de morte.</p>
</div>
<div>
<p>EXPRESSÃO GENUÍNA</p>
</div>
<div>
<p>No interior de Minas Gerais, lavar a égua era uma expressão usadíssima por todos, brancos, negros, libertos e escravos. A fala era extremamente usada nas minas pelos mineiros. As éguas eram os animais usados para retirar a terra bruta do interior da mineração, à tarde, no final da jornada, os animais eram retirados do interior das minas e levados aos córregos e lagos para serem lavados, trabalho dos escravos de confiança e dos donos das lavras.</p>
</div>
<div>
<p>Chega a vez do brasileiro “honesto” entrar em campo. Lá no fundão das minas o ouro reduzido a pó, depois das pepitas socadas, era esfregado na crina e pelos das mulas (éguas). Tudo na surdina, é claro! Uma vez lá fora, o banho era completo: junto com a poeira da terra escorria o ouro, que era escondido na boca e outra parte menos nobre. A cada banho – lavava-se a égua.</p>
</div>
<div>
<p>REDE VAREJISTA</p>
</div>
<div>
<p>No interior paulista, em quase todos os municípios, tem a rede de lojas conhecida como Casas Pernambucanas. No interior do estado de Pernambuco a rede recebe o nome de Casas Paulistas. Nas porteiras das entradas das propriedades agrícolas, as Pernambucanas escreviam suas propagandas visuais. O serviço não era feito por profissionais, ficava a cargo dos funcionários das lojas, tarefa feita aos domingos, na folga! Foi por essa razão que recusei dois convites para integrar o setor de vendas da empresa, mesmo que o salário fosse maior do que eu recebia em outras lojas do comércio.</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>ENTRE CÃES E GATOS</p>
</div>
<div>
<p>Na origem não existem animais domésticos, há os domesticáveis. Mesmo domésticos jamais perdem os instintos selvagens de sobrevivência. Os humanos do mundo todo adotaram entre outros diversos, os cães e gatos como domésticos.</p>
</div>
<div>
<p>Os cães como armas de defesa es gatos como predadores da maior praga da terra, os ratos e familiares. Existem quatro ratos para cada humano no Planeta.</p>
</div>
<div>
<p>Um teste de campo para comprovar o instinto selvagem dos citados, gatos e cachorros, é coloca-los recém-nascidos em uma floresta densa, para que sobrevivam com os recursos naturais do ambiente. Tanto o cão como o gato, predadores que são, terão alimentos na cadeia de insetos e de crias de animais menores, como ninhos de aves e todas de roedores. Crescidos, os filhotes continuarão com a prática predadora. Os eleitos domésticos, alimentados com alimentos industrializados, na falta deles, voltarão ao estado primário de sobrevivência. Em tese, não existem cães e gatos mansos, todos são feras.</p>
</div>
<div>
<p>ANOS 80 IMPRESSOS</p>
</div>
<div>
<p>Monte Alto, entre as décadas de 1960 e 1980, chegou a contar com oito jornais impressos, e com até 14 colaboradores dos mais diversos setores. Todos os jornais eram semanários ou quinzenais. Os textos eram enviados com antecedência às redações, de todas, a mais bem organizada e única com linotipo era a do “O Imparcial”. Entre os colaboradores havia os assíduos e os ocasionais, até uma data, não lembrada agora, era permitido o anonimato, muita gente usava esse artifício para escrever, por motivos diversos, o mais usado era o plágio.</p>
</div>
<div>
<p>Sem modéstia, a qual nunca cultuei, em todo o tempo de publicação deste periódico, nunca deixei de escrever sequer uma semana. No início, usava o pseudônimo “Marcopollo”, o qual copiei de uma marca de carroceria de um ônibus da linha Empresa Cruz (Justiça seja feita, a saudosa poeta, Olga Porto, também era assídua na colaboração, “ambos nós”, semana sim semana também, “távamos lá”, cada um no seu canto). A “leitorada” agradecia!</p>
</div>
<div>
<p>VELHO BRASILZÃO</p>
</div>
<div>
<p>Os portugueses, nossos exploradores e algozes culturais, referiam-se ao Brasil, referência idiota, no plural: Brasius, ou com Z, Brazis, porque o território era gigante, se comparado à terrinha lusa, era um continente. Duas coisas os portugueses adoravam no Brasil, o ouro e as indígenas, principalmente as de “vergonhas cerradinhas”, segundo Pero Vaz Caminha, que já naquele tempo, mesmo sendo Caminha, fazia teste de sofá com as nossas botocudas.</p>
</div>
<div>
<p>FUMO PROIBIDO</p>
</div>
<div>
<p>Nos contratos de trabalho das indústrias de cigarros dos EUA, além das normas legais vigentes, consta uma cláusula especial destacada no final: é a proibição de fumar, quando desobedecida, a pena é demissão por justa causa.</p>
</div>
<div>
<p>Os donos das fábricas justificam a cláusula alegando que o funcionário fumante, devido às doenças do vício, falta mais no trabalho e se submete demais ao departamento de saúde da empresa.</p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-93/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52281</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-92/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 16:27:28 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=52221</guid>

					<description><![CDATA[<p>A TERRA NA MELHOR IDADE Segundo os especialistas em gente fossilizada, os humanoides apareceram na velha Terra há&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-92/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p>A TERRA NA MELHOR IDADE</p>
</div>
<div>
<p>Segundo os especialistas em gente fossilizada, os humanoides apareceram na velha Terra há cerca de 30 milhões de anos pelo calendário gregoriano em vigência, descontando, é claro, os pontos facultativos ao longo do tempo. Há milhares de teorias sobre de onde surgiram essa gentalha intelectualmente retardada, as três mais plausíveis (bela palavra, coisa de gênio!) são que o humano tenha saído de alguma Galáxia, de alguma esquina do Universo ou evoluído de alguma espécie animal originário aqui de casa. Essa evolução está fora do contexto, um ser da pior espécie do mercado não pode ter saído de outra ainda pior. Apenas para ilustrar o que é o Homem, lá pelas alemanhas, em pleno século XX, um ministro nazista propôs à Academia Sueca de Ciências a outorga de prêmio Nobel da paz ao estadista Adolf Hitler, Hitlinho para os íntimos!</p>
</div>
<div>
<p>PARA MEDITAÇÃO</p>
</div>
<div>
<p>Se não fosse a universal lei da gravidade, como o Humano limitado conseguiria pingar um colírio no olho, vulgo zóio?</p>
</div>
<div>
<p>APOSENTADORIA VENCIDA</p>
</div>
<div>
<p>A palavra portuguesa aposentadoria teve origem em aposentos. Em Portugal, quando os criados idosos, que trabalhavam nos castelos dos nobres lusos paravam as atividades, recebiam um aposento para morar dentro do castelo, recebendo um valor em dinheiro para a comida.</p>
</div>
<div>
<p>No Brasil, um antigo reduto escravo de Portugal, o termo aposentadoria tem outra origem: saiu da cabeça de Getúlio Vargas, que saiu da vida para entrar na história, que por lei concedia ao velho &#8220;criado&#8221; um valor mensal vitalício para sustento pessoal e da família, o aposento foi substituído por algum barraco nas favelas nacionais.</p>
</div>
<div>
<p>PROFISSIONAIS DESAPARECIDOS</p>
</div>
<div>
<p>Lenhador, motoneiro, alfaiate, castrador, tintureiro, cerzidor, sacristão, bucheiro, oveiro, boticário, seleiro e chofer. Em fase de extinção: Trabalhador!</p>
</div>
<div>
<p>ANOS SETENTA AO VIVO</p>
</div>
<div>
<p>Na década de 1970 quando este semanário tinha como diretor o advogado Dr. Carlos Augusto Nunes (Guto), ainda não havia computador, nas oficinas a impressão era por linotipo. A gente, quando queria mudar alguma coisa no texto, corria para o linotipista corrigir, a mudança era ao vivo, literalmente ao pé-da-letra. (não lembro o nome dele, uma imperdoável injustiça).</p>
</div>
<div>
<p>LAR DOCE LAR</p>
</div>
<div>
<p>Em uma cidade vizinha de Monte Alto, um casal de médicos, depois de cinco anos de casados, não conseguiu ter filhos. Então, adotou dois recém nascidos gêmeos. Quando os meninos fizeram três anos, ela engravidou e deu à luz dois meninos gêmeos. Três anos depois, ela engravidou novamente e foi mãe de trigêmeos, os três meninos. A família, que tinha zero filho, em sete anos foram pais de sete meninos. Um time de futsal com reservas no banco.</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>MINUTA DE ALGUMAS LEIS</p>
</div>
<div>
<p>1. O povo exige a divisão dos lucros de indústrias pesadas.</p>
</div>
<div>
<p>2. O povo exige a ampliação da proteção social na velhice.</p>
</div>
<div>
<p>3. O povo quer o fim da escravidão provocada por dívidas dos juros.</p>
</div>
<div>
<p>4. O povo exige o fim de rendas que não sejam auferidas pelo trabalho.</p>
</div>
<div>
<p>5. O povo quer a desapropriação de terras para fins públicos sem indenização e sem impostos, Exclusivas para Reforma Agrária.</p>
</div>
<div>
<p>6. O povo exige que o Estado financie a educação das crianças com capacidades intelectuais, filhos de pais pobres, independentes de profissão.</p>
</div>
<div>
<p>Além das citadas, outras 100 leis de cunho social foram encontradas pelos russos nos arquivos da Partido Nazista, em Berlim, quando os soviéticos invadiram a cidade. Em poder do partido comunista soviético todos os arquivos foram levados a Moscou e de lá nunca mais foram vistos na íntegra.</p>
</div>
<div>
<p>A SÉTIMA ARTE</p>
</div>
<div>
<p>As seis artes tradicionais no século XX receberam o cinema como a Sétima, logo consagrada pelo capitalismo (Leia-se EUA). O Irã foi o país que mais preservou os princípios artísticos do cinema. Seja por isso que o cinema iraniano eleva o pensamento filosófico e questiona as limitações humanas.</p>
</div>
<div>
<p>Ainda sobre o cinema, convém aos leitores que enterrem os temas vampiros, espíritos, zumbis e outros semelhantes como ressurreição e vidas aquém e além. A arte sobremaneira escrita ou oral não faz uso de nada que não seja humanista e humanitária &#8211; vale a representação. Ressalvas à ficção!</p>
</div>
<div>
<p>O BIGODINHO SALVOU O MUNDO</p>
</div>
<div>
<p>A marca registrada da figura de Hitler, o pior bandido da humanidade de todos os tempos, foi o famoso bigodinho, mesmo pequeno, metia e mete medo.</p>
</div>
<div>
<p>Na primeira guerra (1914-1918) Adolf Hitler, austríaco, lutou como soldado raso. Naquele conflito foi permitido o uso de gás tóxico, como mostarda e antraz, o que levou todos os soldados a usarem máscaras. Hitler usava um vasto bigode, o que atrapalhou-o para colocar a máscara no local certo, e foi a má colocação da peça que facilitou a entrada de gás nos pulmões pelo nariz.</p>
</div>
<div>
<p>Ferido internamente, ele foi hospitalizado e recebeu a baixa do exército. Na segunda guerra Hitler não permitiu sequer cogitar em usar gás nas batalhas, o que estava previsto no Tratado de Versalhes, que ele poderia desobedecer sem problema. Nunca o fez devido, como já foi dito, ao seu pesadelo com o bigode na primeira guerra. Isso pode ter salvado milhões de combatentes em 1939/1945.</p>
</div>
<div>
<p>VOTO LIVRE</p>
</div>
<div>
<p>A intelectualidade internacional fez tanta pressão que a URSS cedeu e realizou a primeira eleição para eleger alguns dirigentes.</p>
</div>
<div>
<p>Um eleitor, após votar, perguntou ao mesário se o voto era secreto. Ao obter a resposta positiva, ele perguntou: &#8220;eu queria apenas saber em quem eu votei”.</p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-92/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52221</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-91/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:14:09 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=52120</guid>

					<description><![CDATA[<p>VILA DO MONTE ALTO Oficialmente, Monte Alto foi fundada em 15 de maio de 1881, oito anos e&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-91/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p>VILA DO MONTE ALTO</p>
</div>
<div>
<p>Oficialmente, Monte Alto foi fundada em 15 de maio de 1881, oito anos e seis meses depois, em 15 de novembro de 1889, um golpe de Estado baniu a Monarquia e foi proclamada a república, que até hoje não foi promulgada. Portanto, Monte Alto foi uma cidade (Povoado) existente no Segundo Império, governado pelo Imperador D. Pedro II, expulso do país no dia 16 de novembro de 1890.</p>
</div>
<div>
<p>O Imperador concordou pacificamente com o exílio, esperava ele que os militares chefiados pelo Marechal Deodoro da Fonseca e pelo Marechal Floriano Peixoto, dariam um prazo para ele deixar o país. Os militares não fizeram isso por segurança política, como a república não estava consolidada, um contra golpe poderia derrubá-la, seria a que foi sem nunca ter sido. Também na data, havia muitos monarquistas no país, suficientes para uma revolução com apoio de outros governos politicamente aliados da Europa, principalmente.</p>
</div>
<div>
<p>MONTE ALTO CONDADO</p>
</div>
<div>
<p>Nos oito anos monarquistas, a futura capital do mamão, a então Vila de Monte Alto das Três Divisas, não foi reconhecida pelos paulistas e não homologada pelo Império. Apenas a vizinha Jaboticabal reconheceu o povoado como Vila de Jaboticabal, na qual em tudo era dependente, apenas tendo como livre um alambique, reconhecido como boa cachaça que abastecia a região. Antes do reconhecimento oficial, o governo imperial praticava a espécie de um “banho-maria”, um estágio comunitário, e, como não podia deixar de ser, com o aval da Igreja Católica, esta, por sua vez, aprovava a planta genérica dos novos povoados se recebesse, em média, dois quarteirões da nova cidade, para que neles fossem construídas a Igreja Mor (Matriz) e sua estrutura ao redor como casa paroquial, local para eventos e daí por diante. Sem a Igreja, a futura cidade seria órfã politicamente e clandestina urbanamente. Um típico Condado!</p>
</div>
<div>
<p>MÃO E CONTRAMÃO</p>
</div>
<div>
<p>A partir de 1880, os meios de transporte do Brasil mudaram, seguiram a tendência mundial. Foram aposentadas as carruagens e entraram os carros a motor de combustão, com o pioneirismo para a Ford, dos EUA, cujo proprietário, Henri Ford, inovou na produção de veículos. Antes da linha da produção modernizada, os operários se locomoviam onde estava o carro e montavam; depois, o carro deslocava-se por uma esteira e o veículo chegava até os operários para serem montados. O tempo foi reduzido pela metade e o custo da produção também.</p>
</div>
<div>
<p>O Brasil, como o resto do mundo, importou em peso os produtos da Ford. O carro de passeio foi o mais vendido no Brasil, governo e a iniciativa privada importaram quase 10% da produção de Henri Ford.</p>
</div>
<div>
<p>LENDA FORDIANA</p>
</div>
<div>
<p>Sobre a Ford, que foi líder na fabricação durante as duas primeiras décadas, começou a sentir a concorrência no seu país. Para voltar a liderar, o velho Ford contratou 100 engenheiros para lançar novos modelos mais modernos e mais baratos. Quando os engenheiros apresentaram um novo modelo, Ford aprovou. Faltava definir a cor. O magnata respondeu: “pode ser qualquer cor, desde que seja preto”.</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>LIBERDADE ANUCIADA</p>
</div>
<div>
<p>Os brasileiros não entendem como o Brasil, que se tornou “independente” após um acordo com a família real portuguesa, praticamente meio século depois dos EUA, não se tornou uma república semelhante aos ianques. Realmente o pouco tempo entre os primeiros e nós não foi determinante para tamanha diferença. Acontece que os colonos do norte eram súditos da Coroa Inglesa, porém, se consideravam independentes, cada qual na sua colônia, eram treze que se diziam cidadãos com o título respectivo à colônia onde nasceram ou imigraram.</p>
</div>
<div>
<p>Os futuros estado/unidenses eram na maioria ingleses imigrantes como também de outros países europeus e asiáticos, chineses principalmente, além de muitos habitantes de outras colônias do Reino Unido, cujos habitantes ficavam encantados com o continente e preferiam ser colonos de qualquer das treze futuras repúblicas. O futuro chegou em 1776, no dia 4 de julho, oficialmente.</p>
</div>
<div>
<p>UMA CÓPIA DO ORIGINAL</p>
</div>
<div>
<p>Os 50 anos que separaram EUA e Brasil serviram para que o país do sul copiasse o do norte na política, na cultura e em outros detalhes, exceto na religião. Lá, presbiteranos e luteranos; aqui, cristianismo e catolicismo, prevalecendo o Vaticano como colonizador da fé, ganhou com isso o Brasil como o maior país cristão do mundo. Fica, portanto, demarcada a diferença entre o país do norte e o do sul (Leia-se província).</p>
</div>
<div>
<p>O Brasil, depois de 1822 seguiu colonizado, não por exclusividade portuguesa, mas principalmente pela Inglaterra. Frases do tipo: “o que é bom para os EUA é bom para o Brasil”, foram levadas ao pé da letra.</p>
</div>
<div>
<p>Também marcou a submissão oficial o ato de um deputado brasileiro, em uma reunião política, beijar a mão, literalmente, de um embaixador americano.</p>
</div>
<div>
<p>Registre-se ainda um plágio, o nome oficial dos Estados Unidos da América, ganhou cópia no nosso país: Estados Unidos do Brasil. (Mudou depois).</p>
</div>
<div>
<p>CHUTE NO DIAMANTE</p>
</div>
<div>
<p>Ainda creditado como lenda foi a coleta de ouro e diamante no chute no aluvião do Brasil. A palavra aluvião era usada para “pescar ou chutar” ouro e pedras preciosas, às margens de rios e lagos após chuvas torrenciais que provocavam enchentes gigantescas arrastando barrancos água abaixo. Depois da enchente, ao baixar das águas, entre os barrancos deslocados e lama espalhada bastava chutar o chão para acertar pepitas e pedras de diamante. Não era necessária ferramenta, bateia ou outra peça de garimpo, as mãos se enchiam naturalmente. Era a pesca do aluvião. No rastro da enchente o processo de garimpagem era manual e democrático. Todos tinham direito, claro que prevalecia a fábula de La Fontaine – o lobo e o cordeiro!</p>
</div>
<div>
<p>A DITA DURA</p>
</div>
<div>
<p>Um golpe que durou 21 anos, ao atingir a maioridade política, acabou. Foi de 1964 a 1985. Entre os cinco presidentes militares, nenhum governou de fato. Os partidos políticos foram dois: Arena e MDB. Ambos nomearam ministros que, por sua vez, nomearam os demais membros do governo. Um caos organizado!</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-91/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52120</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-90/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 16:04:59 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=52072</guid>

					<description><![CDATA[<p>O TEMPO NÃO TEM TEMPO O tempo não existe, é uma referência do nada para o nada. Um&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-90/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<p>O TEMPO NÃO TEM TEMPO</p>
</div>
<div>
<p>O tempo não existe, é uma referência do nada para o nada. Um exemplo é Monte Alto, que atualmente é uma cidade com 145 anos na superfície. No subsolo é um Monte Alto com 145 séculos. No fundo do mar era Monte Alto com 145 milênios. As mudanças ocorrem com os terremotos, tsunamis e vulcões marítimos. Sem a contagem de tempo, as medidas dos fatos e suas consequências, as mudanças ocorreram com a variação climática. Monte Alto sempre foi!</p>
</div>
<div>
<p>O VOTO É UMA NULIDADE</p>
</div>
<div>
<p>O voto popular não define, não mede e tampouco muda. A Política coloca as eleições no altar da Justiça, quando com ou sem voto, a democracia é uma democracia. No maior Império do Mundo, o Romano, seu consagrado cidadão, Caio Júlio César, ao voltar das lutas germânicas que deram a Roma a invencibilidade bélica, a afirmação imperial em todo o mundo então conhecido foi ungido ditador perpétuo até o dia que foi assassinado pelos que o elegeram.</p>
</div>
<div>
<p>A INJUSTIÇA ELEITORAL</p>
</div>
<div>
<p>Em 1939 o Primeiro Ministro da Inglaterra era Neville Chamberlian, no ano seguinte estava iminente a declaração de guerra do país à Alemanha, então, declarando-se incapaz de governar em tempos de guerra, sendo um pacifista, o Primeiro Ministro Chamberlian renunciou. Em regime de urgência, o parlamento elegeu novo ministro Winston Churchill, sem a maioria. Ele tornou a Inglaterra a maior potência bélica da Europa e derrotou a Alemanha. Na verdade, mudou o mundo, foi herói de uma nação, de um continente e projetou os EUA no cenário mundial junto com a União Soviética.</p>
</div>
<div>
<p>A ORDEM DA JARRETEIRA</p>
</div>
<div>
<p>Winston Churchill ficou no poder até 1945, quando acabou a guerra. Pela lei haveria uma eleição para eleger o futuro ministro. A reeleição era permitida. Ora, pelo que fez durante seu governo e pelo país, o primeiro ministro era uma cartada na reeleição. Os parlamentares do partido dele, o Trabalhismo tinha como certa a vitória. Feita a eleição, o candidato da oposição, o Sr. Atllei, deputado conservador, foi eleito. Até então, um mero deputado. O povo não acreditou na eleição, também os aliados do mundo inteiro que conviveram com Winston e viram o poder daquele herói. O rei da Inglaterra, após a eleição, convocou Churchill e no palácio ofereceu-lhe a maior comenda da Monarquia, a Ordem da Jarreteira. O Ministro recusou!</p>
</div>
<div>
<p>TOMBSTONE DO ALTO</p>
</div>
<div>
<p>Em 1881, na América do Sul, uma cidade era fundada no Brasil, estado de São Paulo, a Monte Alto das Três Divisas, na data oficial 15 de maio. No mesmo ano, na América do Norte, uma cidade com pouco tempo de fundação enfrentava uma derrota para a bandidagem e violência. Então, depois do famoso duelo do OK-CORRAL, Wyatt Earp e seus dois irmãos assumiram a segurança da cidade.A primeira medida foi proibir o uso de armas. Em seis meses a cidade ficou em paz. Ganhou o nome de Tombstone da lei Wyatt.</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>TERCEIRA GUERRA MUNDIAL</p>
</div>
<div>
<p>Nenhuma guerra até hoje na Terra foi mundial. O conflito de 1914/1918, chamado de Primeira Guerra Mundial atingiu apenas uma parte do Planeta, não alcançou o mundo. A denominada Segunda Guerra Mundial também não dominou o mundo todo, nem toda a América participou, o mesmo aconteceu com a Europa e Ásia, registre-se, portanto, que o conflito Rússia/Ucrânia e Israel/Irã/EUA estão longe de atingir o Mundo, até porque, os países pacifistas e as organizações pacifistas são em maior número do que as nações bélicas lideradas pelos EUA seguidos pela OTAN.</p>
</div>
<div>
<p>A terceira guerra não ocorrerá porque a disparidade das forças das fontes citadas as tornam invencíveis pelo resto do Planeta. Também nunca na história do Mundo aconteceu a existência de uma arma destruidora e incontrolável em posse de uma grande parte dos países e nações: a Energia Nuclear. As bases se espalham pela Terra e &#8211; talvez – até em superfície Lunar!</p>
</div>
<div>
<p>NUNCA &amp; NUNCADAS</p>
</div>
<div>
<p>Nunca fui na academia</p>
</div>
<div>
<p>Nunca entrei numa sauna</p>
</div>
<div>
<p>Nunca corri em maratona</p>
</div>
<div>
<p>Nunca escrevi no computador</p>
</div>
<div>
<p>Nunca soltei rojão</p>
</div>
<div>
<p>Nunca tive arma de fogo.</p>
</div>
<div>
<p>TANQUES, MINAS &amp; METRALHADORAS</p>
</div>
<div>
<p>A mídia e os clientes dela falam em Guerra do Irã, informam errado, o que acontece entre Irã/Israel/EUA é um conflito para disputa de fornecimento de petróleo e o transporte dele. Mais do que o próprio produto, o transporte marítimo do petróleo determina o controle mundial do poder entre as nações, como também as reservas em terra e mar.</p>
</div>
<div>
<p>Um país sem petróleo está fadado a desaparecer, será mais tempo menos tempo “engolido” pelos restantes.</p>
</div>
<div>
<p>Este colunista não tem preferência pelo Irã, que foi Persa, que foi Irã, que foi Persa, e atualmente é a vez de ser Irã de novo, como também não torce (o verbo torcer é supra sumo da idiotice futebolística) para os EUA ou Israel. Apenas não quero ficar sem a beleza filosófica e sábia dos filmes iranianos, que Hollywood jamais conseguirá superar, ainda que os aiatolás sejam donos da Metro e demais estúdios.</p>
</div>
<div>
<p>CAPITAL DO MUNDO</p>
</div>
<div>
<p>Aos que consideram Tóquio a maior cidade do Mundo, convém desmenti-los deles mesmos. Tóquio não é uma cidade, são 47 prefeituras administrativas com 33 municípios teoricamente separados.</p>
</div>
<div>
<p>A soma de habitantes oscila entre 20 e 30 milhões, depende de quem conta. As citadas 47 prefeituras não contam com o mesmo número de “prefeitos”, lá essa figura são todos os moradores unidos quando precisam e separados quando necessários. “Arigatashi” (Obrigado).</p>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-90/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52072</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-89/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 17:08:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=52007</guid>

					<description><![CDATA[<p>CULTURA GLOBAL Quinze anos após a inauguração, a Rede Globo de Televisão dominou a audiência nacional. A emissora&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-89/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p>CULTURA GLOBAL</p>
</div>
<div>
<p>Quinze anos após a inauguração, a Rede Globo de Televisão dominou a audiência nacional. A emissora lançou o Jornal Nacional transmitido todas as noites às 20 horas entre duas novelas. A liderança das novelas foi incontestável. Aos domingos, o programa de variedades com programação criada especialmente dominava a programação televisiva nacional, o Fantástico, até hoje no ar. A Globo fez a cabeça do brasileiro, lançou e boicotou palavras. Um exemplo foi o termo recorde, pronunciado assim como escrito, paroxítona, porém, se a Globo obedecesse ao correto, estaria promovendo sua concorrente a Tv Recorde. Então, globalmente, a palavra passou a ser pronunciada récord, atualmente o país fala récord e ninguém contesta.</p>
</div>
<div>
<p>Quando a Globo cometia um erro, imediatamente surgia alguém na tela e mandava um sonoro &#8220;desculpem a nossa falha&#8221; (Coitada da falha, não tinha que se desculpar, ela não falhou em nada). A Globo deveria entrar na tela e dizer &#8220;Desculpem-nos pela falha&#8221;.</p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<p>GLOBO CULTURAL</p>
</div>
<div>
<p>Quando o mercado lançou o controle remoto para a mudança de canal, ela, a Globo, boicotou a propaganda do aparelho, porque o telespectador ligava a TV no Canal da Globo e mantinha o dia todo no mesmo canal, a Globo é claro! Não se dava ao trabalho de levantar do sofá para procurar outros canais, a Globo no controle remoto perderia parte da audiência.</p>
</div>
<div>
<p>Na questão de novelas não tinha para ninguém, era Globo e sempre Globo. Teve novela que deu 100% de audiência, ou seja, se tinha televisor ligado, estava na Globo. Enfim, era Globo ou o aparelho estava desligado.</p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<p>HARMONIA MINESTERIAL</p>
</div>
<div>
<p>Um rei observou que seus ministros brigavam nos horários das refeições, esbravejavam, ofendiam, atiravam objetos uns nos outros, deixando os assuntos de Estado fora das reuniões.</p>
</div>
<div>
<p>Depois de pensar o que fazer, pediu para o seu General do exército moldar os talheres com dois metros de tamanho. Os enormes talheres foram amarrados nas mãos de cada ministro. Conclusão: eles não conseguiam agredirem-se pela dificuldade do tamanho do talher, então, cada qual tinha que servir o parceiro usando o talher, isto é, o talher era próprio para alimentar o vizinho.</p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<p>PLACA IMOBILIÁRIA</p>
</div>
<div>
<p>As imobiliárias estão trocando as tradicionais placas ilustrativas no comércio dos imóveis, as Vendem-se e Compram-se ou Compra-se e Vende-se pelas de vende, compro ou alugo, não muda nada, apenas quebra a tradição.</p>
</div>
<div>
<p>ONTRATO &amp; ESCRITURA</p>
</div>
<div>
<p>Até a década de 1960, a capital paulista estava inundada nas residências, apartamentos, imóveis comerciais e industriais, com as placas de compra e venda do maior agente imobiliário de São Paulo, o Clineu Rocha. Eram Clineu Rocha vende, Clineu Rocha aluga e Clineu Rocha compra. Era tradicional, nem telefone era divulgado, tanto era popular e conhecido.</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>DIVORCIO À BRASILEIRA</p>
</div>
<div>
<p>Era o desquite, depois, a função passou para o divórcio a separação oficial do casamento no Brasil. Mesmo consolidado oficialmente o divórcio legal pode não ser definitivo, principalmente se o casal tiver filhos ou apenas um.</p>
</div>
<div>
<p>O filho continua como era, dos dois. Vem aquela história, os separados não conversam, não mantém contato de qualquer forma, porém, quando o filho(s) precisar(em) do pai sempre precisará da mãe, diante da necessidade pater/maternal, será necessário que o casal discuta as regras da separação para o momento.</p>
</div>
<div>
<p>Dois exemplos: na doença do filho, a intervenção do casal é fundamental, como também nos eventos com o caminhar da vida, casamento, nascimento e outros eventos comemorativos.</p>
</div>
<div>
<p>Um divórcio, portanto, sempre manterá uma linha em branco, às vezes uma página inteira. Eventualmente, até a ciência interfere: uma doação de órgãos é um exemplo clássico imprevisto.</p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<p>CONTRAMÃO FLUVIAL</p>
</div>
<div>
<p>Até os paulistanos e paulistas desconhecem a diferença entre o Rio Paulista Tiete e os demais do Estado e do país.</p>
</div>
<div>
<p>O Tiete nasce nas serras litorâneas e corre para o interior do Estado de São Paulo, exatamente ao contrário dos outros que nascem no interior de Estado e correm para o litoral.</p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<p>ARQUITETO CARIOCA</p>
</div>
<div>
<p>As obras públicas e particulares mais famosas do Brasil e algumas do exterior foram realizadas pelo brasileiro Oscar Niemeyer. Todas estão espalhadas pelo Brasil, praticamente nas grandes cidades. A capital, Brasília, tem grandes construções consagradas pela modernidade.</p>
</div>
<div>
<p>Em Monte Alto, Niemeyer desenhou um croqui de uma residência durante uma pescaria no Rio Grande (Divisa de MG/SP). Ele era amigo de um gerente de uma indústria local e pescavam sempre juntos e também o então ex-presidente da república JK. A casa foi construída, existe com algumas modificações.</p>
</div>
<div>
<p>(O endereço foi preservado para não causar transtorno ao dono atual).</p>
</div>
<div>
<p>ETARISMO ATUALIZADO</p>
</div>
<div>
<p>Em pouco tempo a média de idade dos brasileiros aumentou e as famílias não estão conseguindo cuidar dos seus idosos. Com isso apareceu no mercado de trabalho a figura de cuidador. Tornou-se uma profissão nobre, de larga procura e estreita confiança. Para resumir, os que precisam ser cuidados são os que sofreram sequelas depois de acidentes e várias doenças.</p>
</div>
<div>
<p>Duas enfermidades são destaques na função dos cuidadores, o Mal de Parkison e Mal de Alzhiemer, eles precisam de cuidados 24 horas. Os acometidos pelos dois males têm dificuldades de comunicação até com os cuidadores.</p>
</div>
<div>
<p>Uma ação prática para estabelecer um contato maior entre o doente e o cuidador é um Apito e uma Sineta, quando precisar chamar o cuidador, basta acionar a sineta ou soprar o apito. O cuidado na saúde nunca é demais.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-89/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52007</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-88/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 15:45:52 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=51940</guid>

					<description><![CDATA[<p>VISÃO EMPRESARIAL O dia tem 24 horas e o mês trinta dias. Isso, no calendário, no aluguel imobiliário&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-88/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p>VISÃO EMPRESARIAL</p>
</div>
<div>
<p>O dia tem 24 horas e o mês trinta dias. Isso, no calendário, no aluguel imobiliário a ocupação do imóvel é diferente, o inquilino aluga a casa ou apartamento pelos dias e meses oficiais, porem os ocupa pela metade do tempo, durante a noite e no dia fica ausente trabalhando ou vice e versa, portanto o valor do aluguel ocupacional, em tese, dobra. Cabe aí um produto existente no mercado, o Apart-Hotel. Todos sabem com funciona. Sabem também que em Monte Alto esse modelo não existe, e como leigo na área, fica a sugestão.</p>
</div>
<div>
<p>GINASIO ESPORTIVO</p>
</div>
<div>
<p>Houve uma época que os governos dos Estados e Federal financiaram as construções municipais de Ginásios de Esportes nas cidades do interior, mormente no Estado Paulista. Monte Alto construiu dois. A vizinha Matão (aquela da Saudade) também construiu. O povo não deixa barato, o formato do imóvel sugeria a aparência de uma genitália feminina, logo chamaram-no de um nome impublicável, nacionalmente usado na gíria idiomática.</p>
</div>
<div>
<p>PERIGO NACIONAL</p>
</div>
<div>
<p>O cuidado que os pedestres precisam tomar não está nas ruas, nas esquinas ou com a circulação de veículos nos espaços urbanos, está no espaço reservado para quem anda a pé ou empurra carrinho de bebê, a Calçada ou Passeio Público, tal é o estado delas. São intransitáveis (andáveis a pé). Há degraus, buracos, descalçadas, saliências, valetas, plantas, vasos, bancos, banquetas, tudo para impedir o pedestre de ser “pé-destro” e tropeçar, cair e se acidentar.</p>
</div>
<div>
<p>A sugestão da coluna é que o pedestre ande no meio da rua, no leito carroçável e saia do perigo &#8220;perigo calçável&#8221;.</p>
</div>
<div>
<p>ORNAMENTAÇÃO VERDE</p>
</div>
<div>
<p>Como se não bastasse a falta de gosto dos gramados nos jardins internos das casas, há outro maior e perigoso, a grama ornamentada com coqueiros nas calçadas, que não são do proprietário do imóvel, próprio para o pedestre escorregar e meter a cara no coqueiro/palmeira. Repito: gramado é falta de gosto e inútil. Grama não produz fruta &#8211; é um formigueiro formal (belo trocadilho grama/formiga) e também formigueiro/formal.</p>
</div>
<div>
<p>PORTA DE GELADEIRA</p>
</div>
<div>
<p>Portas são portas, cuja função é abrir e fechar. Não existe para pendurar ou anexar qualquer coisa, com a exceção da porta da geladeira que é usada para colocar garrafas, potes e vasilhames em geral. Pois bem! Até agora referimos à porta como porta, a da geladeira é auxiliar na função de refrigerar. Acontece que o peso dos produtos acomodados na refrigeração desalinha a porta e ela sai do nível e fecha com defeito comprometendo a função da geladeira. O refrigerador passa a refrigerar dom deficiência, consumindo mais energia entre outras causas. Usem a porta refrigerada com moderação</p>
</div>
<div>
<p>REALISMO FILOSÓFICO</p>
</div>
<div>
<p>Na guerra ou na paz, os brasileiros questionam: porque o</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>Brasil não é os Estados Unidos e os Estados Unidos não são o Brasil? A resposta parece óbvia, mas não, é básica e profunda. O Brasil não é os Estados Unidos e os Estados Unidos não são o Brasil: Os Estados Unidos ignoram politicamente o Brasil e este idolatra os Estados Unidos.</p>
</div>
<div>
<p>Fala-se muito sobre a inteligência artificial, que nada mais é do que uma cortina de fumaça, para encobrir a inteligência existencial prática e teórica, que no caso dos Estados Unidos são as Universidades, tendo à frente a Universidade de Harvard. Nas Universidades mundiais formam-se profissionais, na Harvard são formados os homens.</p>
</div>
<div>
<p>BRASILIANISMO NEGATIVO</p>
</div>
<div>
<p>Em 1500 ainda não brasileiros, os turistas aportados por Cabral pediram para seguir adiante, na Índia, para Calicute, deslumbrados por ouvir falar das riquezas e novidades daquelas terras, saíram daqui pisando em ouro, para comprar pimenta e cravo indianos e enfrentar a ira dos Sobas (prefeitos).</p>
</div>
<div>
<p>Logo na primeira viagem, Pero Vaz de Caminha foi morto na Batalha de Calicute, na qual Cabral foi vítima das burradas portuguesas contra os produtores das especiarias. Mesmo assim, os lusos da terrinha foram à Índia até serem expulsos por outros invasores nos séculos seguintes. A herança foi a idiotice de Vasco da Gama e o heroísmo de Cabral.</p>
</div>
<div>
<p>Enfim, os primeiros brasileiros nem chegaram a ser, renunciaram à cidadania. Não viram o ouro e as índias. A Índia milenar falou mais alto!</p>
</div>
<div>
<p>HISTÓRIA MORTA</p>
</div>
<div>
<p>Portugal fez do Brasil gato e sapato durante 322 anos, ainda teoricamente por mais 67 anos uma família lusa mandou em Terras brasilianas, uma monarquia para inglês ver (e viram mesmo), até que um golpe de Estado militar expulsou de vez a lusitana invasora. Inventou-se uma República proclamada que jamais foi outorgada, tanto que se o governo &#8220;republicano&#8221; for derrubado, a sucessão está prontinha nas mãos da monarquia.</p>
</div>
<div>
<p>Essa herança morta brasileira que os meninos brasileiros deslumbrados querem deixar a Pátria para morar e trabalhar em Portugal, mesmo sendo mal vistos em função da raça.</p>
</div>
<div>
<p>Em Portugal o salário é mais alto! Se essa gente brasileira trabalhasse para que o país recebesse de volta o fruto do roubo português feito pelos lusos, seriam heróis de fato, por hora estão enchendo ainda mais os cofres portugueses, e o mais cruel, estão empenhando o patriotismo nacional. Terra à vista, jovens brasileiros!</p>
</div>
<div>
<p>CANETADA AZUL</p>
</div>
<div>
<p>O Brasil é o ninho daquele pássaro com o nome de ignorante, filhote do mau gosto. O autor daquela música (?) &#8220;Caneta Azul” faturou uma grana nos shows pelo país. Chegou a morar em Alphaville pagando um aluguel de 40 mil por mês. Agora a renda caiu, está noutro lugar por menos. Ele faturou até 200 mil mensais. O nome dele: Manoel Gomes.</p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-88/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">51940</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-87/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 16:14:26 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=51845</guid>

					<description><![CDATA[<p>MAMÃO COM AÇÚCAR Em plena era da Capital do Mamão, nesta cidade de Monte Alto, uma moçoila casadoura,&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-87/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p>MAMÃO COM AÇÚCAR</p>
</div>
<div>
<p>Em plena era da Capital do Mamão, nesta cidade de Monte Alto, uma moçoila casadoura, bela e prendada, namorava um mancebo cobiçado pelas meninas da paróquia unanimemente. O moço era um Deus Grego ou literalmente o próprio Deus Cristão.</p>
</div>
<div>
<p>Diz a lenda que, certo dia, toca o interfone da residência da moça e a empregada vai atender e volta dizendo à menina que lá fora estava seu amado e Deus com um Anjo. Sem pensar, a moçoila ordena: “manda entrar o jovem e dispensa o resto” (os nomes foram mantidos em sigilo. Deus e o Anjo nunca mais foram vistos).</p>
</div>
<div>
<p>FRASES REX PUBLICAS</p>
</div>
<div>
<p>“Trancredo Never” (Paulo Maluf, quando candidato a presidente contra Tancredo Neves, parodiando o nome do adversário).</p>
</div>
<div>
<p>“Me esqueçam” (João Figueiredo, ao deixar o cargo de presidente da República).</p>
</div>
<div>
<p>“Entre sem bater” (Humorista Aparicio Torelli, o Barão de Itararé, avisando a polícia que podia entrar no seu escritório SEM BATER, porque quando invadiam davam o cacete do velho jornalista por ordem de Getúlio Vargas).</p>
</div>
<div>
<p>ERA OLIVETTIANA</p>
</div>
<div>
<p>Antes do Computador, reinava a datilografia. Na nossa cidade reinavam os quatro famosos datilógrafos: no Banco, o Dito Cinderela, o pessoal ficava no balcão vendo ele lançar fichas na máquina. No Fórum, o trono era do Gibraim Kairalla, no Cartório e José Rodolfo Denadai, também no Cartório, praticamente todos que entravam no Fórum, até os presos, paravam para ver os exímios datilógrafos, que hoje estão em outros planos, noutros teclados.</p>
</div>
<div>
<p>Um pouco mais novo, mas nem tanto, ainda circulando entre nós, fazia sucesso na era datilógrafo, meu primo Silvio Vrechi. O Fórum parava para admirar o escrevente Silvio, as “Olivettis” esquentavam nas audiências.</p>
</div>
<div>
<p>OURS CONCUOUR</p>
</div>
<div>
<p>Fora do circuito, sem disputar classificação oficial, atua este que vos apresenta na datilografia desde os anos 1960, com a cansada Lettera 82. Ainda não consigo trocar a fita sem “emlamear as mãos” com tinta vermelha e preta. Não tenho admiradores em função do meu método, uso o velho “catar milho” (uso um dedo para qualquer texto e atravesso e linha fora do papel).</p>
</div>
<div>
<p>COLONIAS UNIDAS</p>
</div>
<div>
<p>Antes da Declaração da Independência, firmada pelos 56 signatários, os declarantes consideravam as 13 colônias inglesas um Estado Livre. Fora da vigilância</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>política da Inglaterra, após a Guerra da Independência, um Estado foi reconhecido pela Europa e Ásia, que seria o chamado de Estado Unido, conforme queria o estadista Alexandre Hamilton, cujo voto foi vencido e um Estado foi ser vários, mais de treze, então, Estados Unidos da América.</p>
</div>
<div>
<p>PEGADINHA SECULAR</p>
</div>
<div>
<p>Até os anos 1960, a inocência das pessoas era usada no dia-a-dia, inclusive nas escolas. Uma pergunta corria o costume distorcida pela falta de atenção sobre o conteúdo real, era a famosa: Que cor era o cavalo branco de Napoleão. A resposta era, obviamente, branco. Não era, branco era o cavalo, a cor era branca.</p>
</div>
<div>
<p>Outra clássica: a capital dos Estados Unidos era New York ou Nova Yorque? A resposta dada como base do conhecimento idiomático, ou seja, uma das duas opções. Não era, a capital dos EUA era Washington.</p>
</div>
<div>
<p>ENTREGA RÁPIDA</p>
</div>
<div>
<p>Atualmente existe no mercado dezenas de empresas no ramo de entregas. Uma, na concorrência, quer ser mais eficiente do que a outra. Porém, o destinatário, independente do serviço prestado, apenas deve tomar cuidado com o sigilo do seu endereço. As embalagens dos produtos entregues registram o nome e endereço do destinatário abertamente, até para facilitar ao entregador a identificação. Cabe ao destinatário, ao se desfazer das embalagens, destruir seu nome, endereço ou qualquer identificação, mesmo que a embalagem seja colocada no recipiente de lixo.</p>
</div>
<div>
<p>CÂNCER NATURAL</p>
</div>
<div>
<p>Mãe de três filhos médicos, uma raridade, foi acometida de câncer. Com a supervisão dos três filhos doutores, passou por um tratamento longo, por fim, não superou e faleceu. O câncer é, segundo parte da medicina, invencível e no conceito popular, uma morte natural. Não é, se uma pessoa morre de acidente de qualquer natureza, é fatalidade, a famosa frase conceitual: estava no lugar errado, na hora errada. O câncer é acidental.</p>
</div>
<div>
<p>INVENÇÃO NIPÔNICA</p>
</div>
<div>
<p>Já faz trinta anos que os japoneses criaram a melancia quadrada. O objetivo foi apenas de facilitar o empilhamento da fruta no transporte, como as demais frutas. O “quadradamento” melanciênico nada mais é do que colocar a fruta, desde a semente, para crescer dentro de uma embalagem de vidro quadrada.</p>
</div>
<div>
<p>Japinhas, não seria mais fácil construir embalagens de madeira ou de isopor, depois da fruta colhida no tamanho natural, quadradas?</p>
</div>
<div>
<p>O ovo também é de embalagem complicada, que tal a embalagem oval?</p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-87/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">51845</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-86/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:11:35 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=51787</guid>

					<description><![CDATA[<p>DEPRESSIVOS &#38; DEPRIMIDOS Uma grande porcentagem de pessoas “normais” pode sofrer de depressão e todas, vezes ou outra,&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-86/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p>DEPRESSIVOS &amp; DEPRIMIDOS</p>
</div>
<div>
<p>Uma grande porcentagem de pessoas “normais” pode sofrer de depressão e todas, vezes ou outra, têm os sintomas de depressão, sem tê-la de fato, são os deprimidos ocasionais. Basta um contratempo para caracterizar os sintomas, eliminando a causa, a depressão termina. Enquanto que a depressão real é permanente na saúde mental do indivíduo, sendo amena ou grave, até profunda, que leva a pessoa ao desespero mental e nos casos gravíssimos, ao suicídio. Existem tratamentos para amenizar os sintomas, a cura é rara e menos que os sintomas modificam o comportamento do depressivo e até uma mudança de caráter ou uma mudança brusca de vida. A depressão não mata, porém, provoca a morte.</p>
</div>
<div>
<p>O INFERNO À MODA DA CASA</p>
</div>
<div>
<p>“Os normais” não conhecem o inferno.Ele é um território dos depressivos. Os bipolares têm o mapa infernal na conduta diária. O inferno deles é dividido emblocos, cada um tem acesso por portões. Um portão lateral é destinado aos bipolares com profunda tristeza, o outro que convida o bipolar feliz, com bom humor e o portão principal no centro, exclusivo para os depressivos comuns, com sintomas permanentes, enfim, todos frequentam o inferno.</p>
</div>
<div>
<p>O Diabo não está no inferno, ou perto dele, também não fica na portaria, está em cada um dos depressivos. Os donos do inferno somos nós!</p>
</div>
<div>
<p>COROA DE OURO</p>
</div>
<div>
<p>Reis e rainhas usam coroas de ouro cravejadas de pedras preciosas, com valor de um chapéu comum, porque as coroas não fazem deles poderosos. Na Inglaterra, como exemplo, os reis reinam, mas não governam, ou seja, são apenas figuras decorativas distribuindo títulos honoríficos, também são tratados por títulos comoSua Alteza, Sua Majestade, cumprimentados com um beija-mão ou à distância por um sonoro &#8220;Viva o Rei&#8221; ou &#8220;Viva a Rainha”.</p>
</div>
<div>
<p>Uma democracia &#8220;sem coroa&#8221; também vive de fachada, a dos EUA é um exemplo. O presidente da república preside, mas não governa. O governo fica com oCongresso e com as agências. O presidente blefa!</p>
</div>
<div>
<p>AUTO COROAÇÃO BONAPARTE</p>
</div>
<div>
<p>Quando Napoleão Bonaparte foi elevado ao cargo supremo da França, o de Imperador, ele não esperou ou solicitou ser coroado em Versalhes, simplesmente apanhou a coroa e a colocou na cabeça, segundo ele não havia poder maior do que o seu para colocar-lhe a coroa na cabeça. Estava certo o Napa, se o cargo dele era o maior da França, quem mais haveria no poder para a sua coroação? Até o Papa se desconvocou, embora tenha assistido toda a cerimônia.</p>
</div>
<div>
<p>CUNHADO NÃO É PARENTE</p>
</div>
<div>
<p>Quando, em plena ditadura, 64/85, o governador da Guanabara, Leonel Brizola, se lançou candidato a presidente, os congressistas não aceitaram alegando que ele era cunhado do atual, João Belchior Goulart. Na sua defesa, Brizola, se saiu com a clássica desculpa: cunhado não é parente. Os militares bloquearam a candidatura e os dois cunhados se tornaram parentes rapidinho, ambos foram cassados.</p>
<div>
<div>
<div>
<p>CUNHADO É DA FAMÍLIA</p>
</div>
<div>
<p>Assim que tomou posse do trono da França, Napoleão Bonaparte, sofreu de um sintoma comum aos poderosos, apetite dePoder. Ele teria pronto para derrubar as monarquias europeias, principalmente a inglesa. Também chegou ao delírio de acabar com a única monarquia da América do Sul, a brasileira. Desistiu da ideia porque sua segunda esposa (Josefina estava fora), Maria Luísa, arquiduquesa da Áustria, irmã de Leopoldina, princesa do Brasil, então sua cunhada.</p>
</div>
<div>
<p>INTERJEIÇÃO DE SURPRESA</p>
</div>
<div>
<p>No Brasil e alguns países latinos é muito comum o uso de uma interjeição de espanto ou surpresa, nossa&#8230; minha nossa. Trata-se de uma forma abreviada de Nossa Senhora, Uma referência à mãe de Jesus, Maria, conhecida na religião por Nossa Senhora. Tanto se usa a expressão Nossa&#8230;Minha Nossa&#8230; Minha nossa senhora, que a abreviatura diz tudo. Nossa&#8230; acabei escrevendo um texto bom!</p>
</div>
<div>
<p>MEDALHA DE OURO BERLIM</p>
</div>
<div>
<p>Em 1936, as Olimpíadas foram na Alemanha, as principais provas, em Berlim. Hitler foi assistir às provas confiante no êxitodos atletas alemães, principalmente nos arianos, para Hitler, super humanos. O velho Adolf se ferrou, os afros dos EUA roubaram a cena, o principal foi o atleta negro, para Hitler, uma raça impura, Jesse Owens. Ele levou todas as medalhas de ouro possíveis na sua modalidade, o atletismo. Hitler, a contragosto, colocou a medalha no pescoço escuro de Owens nafrente de milharesde alemães e visitantes do mundo todo.</p>
</div>
<div>
<p>LANCHE MEQUI</p>
</div>
<div>
<p>A diretoria da Mac Donald&#8217;s mundial se reuniu para definir um nome para um lanche da rede. Era para combater a concorrência, já que a Burguer tinha lançado um lanche especial chamado King Burguer, que estava dominando o mercado em vários pontos de venda nos EUA. Depois de quatro horas o nome não foi definido, ninguém chegou a umacordo. Finda a reunião, a secretaria começou a recolher os papeis na mesa resmungando: &#8220;tanta coisa para dar um nome ao novo lanche, Mac Lanche Feliz. Um diretor retardatário na sala ouviu-a e a diretoria foi reconvocada, o nome foi aprovado e a secretária promovida.</p>
</div>
<div>
<p>CÓDIGO DE CONDUTA</p>
</div>
<div>
<p>Na virada do século 19 para o 20, a cidade do Rio de Janeiro, capital da república, publicou um código de conduta, no qual o artigo 14 regulamentava a profissão de barbeiro e o artigo 15 o de &#8220;chouffer&#8221; de automóvel. Foi então que os &#8220;choufers&#8221; (motoristas) que dirigiam mal passaram a ser chamados de barbeiros. Como tudo o que acontecia no Rio se espalhava pelo país, &#8220;os barbeiros&#8221; dirigiam carros em todas as cidades. Não mudou nada, eles estão aí.</p>
</div>
<div>
<p>BEIRADA SULAMERICANA</p>
</div>
<div>
<p>Esta coluna é uma das poucas que grafam a novidade sobre os pontos extremos do Brasil. No Norte era Oiapoque e no Sul, o Chui. O país não saiu do lugar, apenas no Norte apareceu um ponto mais avançado de terra e o local agora é chamado de Caburai. Fica, portanto, do Caburai ao Chui.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-86/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">51787</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ócios e Negócios</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-85/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 16:24:48 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=51711</guid>

					<description><![CDATA[<p>O MUNDO TEM DONO Quem governa o governo dos EUA são as agências regulamentadoras do Estado, são dezenas&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-85/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div>
<p>O MUNDO TEM DONO</p>
</div>
<div>
<p>Quem governa o governo dos EUA são as agências regulamentadoras do Estado, são dezenas entre federais, estaduais e municipais (Condados). As três agências principais do país são a CIA, FBI, e NSA. Cada qual tem sua função e desempenho. Cabe ao presidente da república o comando em chefe militar, ao Congresso fica a permanência da Constituição e suas possíveis emendas.</p>
</div>
<div>
<p>Todos viram o que fez o Presidente Donald Trump recentemente, decretou tarifas aos produtos dos países fornecedores, em pouco tempo ele recuou e baixou a alíquota depois de “consultar e obedecer” as agências que apenas lhes deram a contra ordem, sobre as consequências das mudanças de tarifas sobre a importação norte-americana.</p>
</div>
<div>
<p>DEXREPÚBLICS DESMOCRÁTICAS</p>
</div>
<div>
<p>Os EUA anunciam ao mundo que são a maior democracia da Terra. Duas mentiras, não são democracia e tampouco a maior do mundo. Se elegermos a maior do mundo, temos que votar na Índia, que tem o maior número de eleitores/cidadãos do Planeta, ou seja, uma democracia plena. Os EUA mantém uma democracia controlada, esse controle, desvirtua a própria democracia, tornando-a forçosa, longe de livre e plena. Democracia controlada é uma utopia!</p>
</div>
<div>
<p>SEGUNDA GUERRA</p>
</div>
<div>
<p>O final da segunda grande guerra, também conhecida como segunda guerra mundial (esse mundial é falso), aconteceu com a rendição da Alemanha, Japão e Itália e o suicídio de Adolf Hitler, que teria se suicidado no bunker com a esposa Eva Braun. Pouco se sabe sobre esse desfecho, Hitler teria matado Eva e depois se suicidado ou vice-versa, enfim, ambos foram encontrados mortos.</p>
</div>
<div>
<p>Outra cena que chocou os russos que se entraram no bunker vendo os dois mortos foi a dos oito corpos mortos no cômodo contíguo, de Joseph Goebbels, sua esposa e seis filhos de dois a dez anos. As crianças foram envenenadas e o casal suicidou-se com tiros de pistola. O casal Goebbels era o único que morava no bunker com Hitler. (Eva Braun não foi a única namorada de Hitler, antes dela, ele namorou uma sobrinha, filha da sua irmã, Gisele Raubal, que se suicidou forçada por Hitler).</p>
</div>
<div>
<p>ALTO Q.I NACIONAL</p>
</div>
<div>
<p>A unanimidade não mente, o homem mais inteligente do Brasil foi Rui Barbosa (o nome era com I, ele detestava o Y). Na república, Rui foi derrotado três vezes em eleições diretas. A última foi contra o Marechal Hermes da Fonseca, sobrinho do fundados da república, Deodoro. O campeão perdedor para presidente da república, o gênio Rui, mesmo perdendo todas, hoje é nome de Rua, Bairro, Cidade e tudo ou mais por esse Brasil, enquanto Marechal Hermes é apenas nome de um bairro no Rio de Janeiro.</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>HISTÓRIA MUNDIAL</p>
</div>
<div>
<p>Na história, um fato aconteceu como o do Rui Barbosa no Brasil. Foi o de Napoleão Bonaparte, na França. Ele venceu batalhas após batalhas, até que encontrou a derrota em Waterloo, na Bélgica, fronteira com a França.</p>
</div>
<div>
<p>Derrotado, o velho Napa foi para o exílio, venceu a batalha o inglês Duque de Welington, um esquecido, mesmo vencedor do homem mais famoso do mundo.</p>
</div>
<div>
<p>Napoleão, depois de Waterloo, teve centenas de biografias escritas, dezenas de peças teatrais e outras tantas de filmes no cinema. O nome dele aparece no mundo, em cidade, capitais, ruas rios, montanhas e em tudo o que aparece. As estátuas aparecem aos milhares pela Terra. Enquanto que o ilustre Duque de Welington conta apenas com uma estátua no centro de Londres, não identificada, obrigando as pessoas a adivinharem que é o personagem.</p>
</div>
<div>
<p>ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA</p>
</div>
<div>
<p>O primeiro presidente dos EUA foi George Washington, o segundo, John Addans, o terceiro, Thomas Jefferson, o quarto, Jamrs Madison, e o sexto, John Quicy Addans, filho de John Addans, que não se reelegeu. O primeiro vice-presidente foi John Addans.</p>
</div>
<div>
<p>Thomas Jefferson se elegeu presidente com um voto de diferença, a rejeição dele foi uma das maiores da época, porque ele não era casado, vivia maritalmente com a escrava Sally Henings, com a qual teve seis filhos, todos viviam com o casal como escravos. Thomas nunca reconheceu a paternidade e jamais alforriou a esposa. Morreu no mesmo dia de John Addans, seu inimigo político.</p>
</div>
<div>
<p>AVISO CARDÍACO</p>
</div>
<div>
<p>“Dor para cima do umbigo” (sempre perigo – alerta da sociedade de cardiologia universal).</p>
</div>
<div>
<p>DOCE FRUTA PÃO</p>
</div>
<div>
<p>No Brasil tem muita gente – muita mesmo – comento a fruta Avocado pensando que é abacate.</p>
</div>
<div>
<p>CELULAR DESLIGADO ARMA PRONTA</p>
</div>
<div>
<p>O aparelho celular (em Portugal telefone móvel) levado no carro, mesmo desligado representa perigo. Com ele, o motorista fica ansioso para saber se alguém teria ligado, o que causa uma ansiedade que leva à distração no volante e pode provocar um acidente. Se ligado, desnecessário argumentar.</p>
</div>
<div>
<p>ACIDENTE NOVO</p>
</div>
<div>
<p>Toda vez que a gente, os netos, comentávamos com o avô sobre algum acidente de carro, ele respondia que no tempo dele não havia automóvel, portanto, ninguém sofria batida, choque ou trombada. Sem automóvel era mesmo impossível os tais acidentes, ele logo citava seus exemplos, um preferido era o tombo do cavalo.</p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ocios-e-negocios-85/">Ócios e Negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">51711</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
