<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Carlos Alberto de Alencar &#8211; Jornal O Imparcial</title>
	<atom:link href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/colunistas/carlos-alberto-de-alencar/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/colunistas/carlos-alberto-de-alencar/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 13 Jan 2023 14:39:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/cropped-favicon-200x200.png</url>
	<title>Carlos Alberto de Alencar &#8211; Jornal O Imparcial</title>
	<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/colunistas/carlos-alberto-de-alencar/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">111393087</site>	<item>
		<title>Até de repente</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ate-de-repente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2023 14:39:53 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=38802</guid>

					<description><![CDATA[<p>Escrevo estas linhas de saudade e de agradecimento a todos os meus leitores. Foram anos escrevendo esta coluna&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ate-de-repente/">Até de repente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevo estas linhas de saudade e de agradecimento a todos os meus leitores. Foram anos escrevendo esta coluna que, no começo dos anos 80, chamava-se ‘A Palavra’; depois, ‘Nossa Terra e sua Gente’; e por último, ‘Minha Terra e sua Gente’. Tudo na vida tem seu tempo, isso é bíblico. Há tempo de partir, de ficar, de falar e de calar. Porém, não calarei a minha voz através das palavras neste jornal.</p>
<p>Continuarei escrevendo não mais uma coluna, mas sim, reportagens esporádicas, nas quais divulgarei assuntos inéditos, como venho fazendo neste amado, querido e histórico jornal, O Imparcial. Para vocês, leitores, não tem como olhar nos olhos de cada um, porém, através destas humildades palavras aqui escritas, agradeço a todos por me acompanharem durante esses 40 anos. Muito obrigado e até de repente.</p>
<p>Monte Alto, 13 de janeiro de 2023</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/ate-de-repente/">Até de repente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38802</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Minha Terra e sua Gente</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-70/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2022 14:43:56 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=38641</guid>

					<description><![CDATA[<p>MINHA CARTA AO PAPAI NOEL Papai Noel, venho por meio dessa, primeiro, escrever contando minha experiência de criança&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-70/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MINHA CARTA AO PAPAI NOEL</strong><br />
Papai Noel, venho por meio dessa, primeiro, escrever contando minha experiência de criança com o senhor e em seguida, fazendo um grande pedido para o natal desafiante que o senhor terá neste ano de 2022, na esperança de ser atendido.</p>
<p>“Sabe, papai Noel, depois de já ter vivido vários natais, trago no bojo da minha experiência a lembrança de Natal de muitas alegrias, com gente em volta da mesa, gente essa que marcaram aquela inesquecível comemoração natalina. Meus familiares, muitos, infelizmente já se foram, e sem contar os inúmeros amigos que fizeram parte do meu Natal”.</p>
<p>Quando eu era pequeno, a maioria falava que o senhor chegava pelas chaminés nas madrugadas para trazer os presentes para nós, crianças. Já crescido um pouquinho, perguntei para minha mãe: Mamãe, nós não temos chaminés nem o nosso vizinho, como o Papai Noel vai trazer os presentes pela chaminé? Ela me respondeu como toda mãe que tem resposta para os filhos: “olha, meu filho, é que ele mora no polo norte, um lugar bem distante, mas ele vem em um grande navio com as renas, o presente, a chaminé, e desembarca na praia. Vem de madrugada, quando você e seus irmãos estão dormindo, e quando vocês acordam, já chegaram os presentes também.</p>
<p>“Como morava à beira mar eu e meus irmãos ficávamos sentados nas belas areias coloridas da praia olhando para infinito do mar para ver se o navio do papai Noel despontava nas ondas fortes do mar do nordestino trazendo Papai Noel, suas renas e nossos esperados presentes que vinham do polo norte. Sonhos de criança&#8230;</p>
<p><strong>PAPAI NOEL NESTE NATAL 2022 TERÁ UM GRANDE DESAFIO</strong><br />
Então é Natal&#8230; Papai Noel, talvez fora das duas guerras mundiais do século passado, este será, sem dúvida alguma, um dos mais tristes em todos os sentidos para o universo.</p>
<p>Sabe, Papai Noel, só nosso país, o Brasil, tem mais de milhões de crianças passando fome, morando embaixo de pontes, viadutos etc. As crianças da África, hoje, milhões são subnutridas morrendo também de fome e doenças em consequências dela. Há também as que foram abandonadas pelos pais devido às guerras insanas pelo poder dos homens que pouco se importam se elas existem, e também as que sofrem maus tratos.</p>
<p>Papai Noel, pense em todas essas crianças, e sem falar, Papai Noel, nas crianças da Ucrânia, que devido a essa guerra que estão sofrendo por causa deste caudilho sem coração chamado Puttin, ditador da Rússia, vem causando tanto sofrimento ao povo ucraniano, principalmente as crianças sem aquecedor, sem energia elétrica, destruída pelos ataques monstruosos russos que estão acabando com toda a estrutura do país neste triste inverno de 2022, com a temperatura abaixo de zero.</p>
<p>Papai Noel, como fazer com elas, neste Natal, embora o senhor não esteja tão longe dos foguetes, mísseis, desses infames russos que não deixarão o Senhor realizar o sonho destas crianças, mas para o Papai Noel, nada é impossível. O senhor, meu velhinho amado e querido que sempre traz alegrias para as crianças, sempre dará um jeito. Afinal o bem sempre vencerá o mau e o senhor representa sempre este bem que tanto alegra os corações das crianças de todo o universo.</p>
<p>Termino esta cartinha com a canção escrita um dia: “Anoiteceu, o sino gemeu, a gente ficou feliz a rezar, Papai Noel vê se você tem a felicidade para você me dar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-38642 aligncenter" src="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Aline-7.jpg" alt="" width="649" height="434" srcset="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Aline-7.jpg 787w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Aline-7-500x334.jpg 500w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Aline-7-660x441.jpg 660w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Aline-7-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 649px) 100vw, 649px" /></p>
<p>Faço questão de registrar esta foto nesta coluna pois ela simboliza uma história de amizade de quase 40 anos. Nela estamos eu, minha filha Aline e Dr. Dimas Ramalho, que recebeu na noite de sexta-feira, 16, o título de Cidadão Montealtense. Durante o evento, em um momento informal, Aline disse a Dimas: “eu cresci ouvindo meu pai falar do senhor”. Ao usar a palavra, Dimas brincou: “Aline, ele falava bem ou mau de mim?” Fatos e memórias que nunca serão esquecidos&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desejo a todos nossos eleitores desta coluna, um Feliz Natal e Ano Novo de Saúde e Paz! </strong><br />
<strong>Quero aqui externar toda minha gratidão aos amigos e leitores por terem nos prestigiado ao longo de mais um ano.</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-70/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38641</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Minha Terra e sua Gente</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-69/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 14:22:34 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=38176</guid>

					<description><![CDATA[<p>A historia precisa ser contada, e isso sempre falo: ela é de quem a faz e também de&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-69/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A historia precisa ser contada, e isso sempre falo: ela é de quem a faz e também de quem a conta. Hoje o entrevistado é alguém que também ajudou e ajuda escrever a história de Monte Alto.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-38177 alignleft" src="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Carlinhos-1.jpg" alt="" width="410" height="546" srcset="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Carlinhos-1.jpg 787w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Carlinhos-1-500x666.jpg 500w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Carlinhos-1-660x880.jpg 660w" sizes="(max-width: 410px) 100vw, 410px" /></p>
<p><strong>Carlos Alberto Senna e Silva</strong></p>
<p>Nasceu no dia 23 de abril de 1963, em Vista Alegre do Alto, é filho de José Senna e Silva e Maria conceição Dorigan Silva e tem dois irmãos: José Roberto e Maria José. É casado com Silvana Neves desde 1990 e da união nasceu a filha Fabiana, que lhes deu o neto Heitor. Conheceu sua esposa em uma inesquecível noite de verão, em uma discoteca no Monte Alto Clube. Eles se apaixonaram e a vida juntos segue até os dias de hoje.</p>
<p><strong>OS ESTUDOS</strong><br />
“Comecei meus estudos no Grupo Escolar na minha cidade natal, onde fiz o primário. Depois meus pais se mudaram para Monte Alto e eu fui estudar no Ginásio Zacharias de Lima. Lembro-me de algumas professoras da época D. Flora Palma, Agda Frascá, entre outras. Depois que terminei o Colegial fui cursar direito em Ribeirão Preto, lá fiz dois anos de faculdade e parei porque precisava trabalhar, muitas vezes até a noite e não pude continuar o curso”.</p>
<p><strong>O PRIMEIRO EMPREGO</strong><br />
Quando começou a trabalhar? “Ah&#8230; eu era pequeno ainda, meu primeiro emprego foi no barracão do senhor Joaquim Corrêa Melo, fazendo caixa de madeira para frutas. Depois fui trabalhar na Serralharia Pinheiro e foi então que surgiu uma oportunidade e fui contratado pela Elba Auto Peças, que era de propriedade do então prefeito Elias Bahdur. Lá na Elba eu trabalhei com a Delza Menani, que inclusive é minha parente, com o Ananias “Pirangi”, a Vera Bazzon, esposa do Fernando. Foram tempos bons, aprendi muito com estes profissionais. Sabe como é na vida da gente, né, Alencar: estamos sempre aprendendo”.</p>
<p><strong>A especialização em eletrônica</strong><br />
Perguntado sobre como chegou a ser a especialização em Eletrônica, Carlinhos respondeu: “Foi assim, eu era amigo do Cidinho Dolci, filho do seu Geraldo, e comecei a trabalhar com ele ajudando colocar som nas Discotecas do Turcão, do Monte Alto Clube. E trabalhando com eles, fui aprendendo, o Sr. Geraldo sabia tudo, ele e o Cidinho foram me ensinando. Comecei mexendo com radinho, depois televisão e assim foi indo&#8230; Só que hoje, olha a situação, faz mais um ano que preciso de um técnico para me ajudar e não aparece ninguém, sequer para aprender a profissão, o que é lamentável sobre todos os aspectos. Para se ter uma base, Alencar, hoje nós somos talvez três ou quatro que estão neste ramo em todo o município, o que é difícil. Infelizmente os jovens de hoje, em sua maioria, não querem mais se dedicar a este ramo, que apesar da internet, ainda é importante e ainda tem muita procura por parte dos usuários, principalmente para conserto de televisores”.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-38178 aligncenter" src="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/eletronica.jpg" alt="" width="563" height="423" srcset="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/eletronica.jpg 787w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/eletronica-500x375.jpg 500w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/eletronica-660x496.jpg 660w" sizes="(max-width: 563px) 100vw, 563px" /></p>
<p><strong>Participação na Comunidade</strong><br />
Carlinhos teve participação muito importante em alguns setores da sociedade montealtense. Foi durante mais de uma década diretor do Campestre Clube, inclusive vice-presidente por quatro anos na gestão de Marquinhos Maida. Ocupou também o cargo de diretor da Associação Comercial de Monte Alto, entrou na Política, foi candidato a vereador e obteve boa votação, mas não o suficiente para ser eleito. Hoje, além de fazer parte da Maçonaria é também diretor do Educandário Izildinha.</p>
<p><strong>AS INESQUECÍVEIS DISCOTECAS</strong><br />
Senna disse que se lembra com muita saudade dos tempos das discotecas do Monte Alto Clube e do Turcão. “Era um tempo maravilhoso, eu vivia nessa época sempre junto com a família Cavaletti, o Marcão, o Mauro, a gente colocava som e comandava a discoteca nos clubes. Tinha o Maurício Piovesan, hoje médico, que também fazia parte da turma. Funcionava assim: o pessoal, o Vaguinho e o Marelo (José Flávio Gonçalves) colocavam a discoteca no Turcão e nós, no Monte Alto Clube. Era sensacional, uma semana eles colocavam no Turcão e na outra a gente colocava no Monte Alto Clube, a nossa chamava Dancing Day e era muito divertido&#8230; bons tempos, de alegria e união”.</p>
<p><strong>Carnavais, quanta Alegria</strong><br />
“Naquele tempo eu participava ativamente do Carnaval, tanto do de salão quanto do de rua. Às vezes eu penso: quantos casamentos saíram daqueles amores nascidos nos carnavavais?<br />
Aquele salão do Clube cheio, ao som do Sambalanço, imagina quantos namoros começaram ali, ao som das machinhas, de melodias inesquecíveis, esbanjando amor. Caramba, me lembro muito também dos carnavais de rua, dos Blocos Fantástico, Xis-Plits, Bloco dos Palhaços, eu participei do ultimo ano que o Bloco da Pamonha desfilou. Ainda era muito jovem, foram tempos inesquecíveis que não voltam mais, infelizmente. Só nos resta a saudade daqueles bons tempos”.</p>
<p><strong>Conselho para o jovem que quer vencer</strong><br />
“O Conselho que dou para o jovem que quer vencer é que ele se capacite. Hoje tem tantos cursos no Senai, Senac, se não quiser fazer uma faculdade, faça pelo menos um curso em qualquer área que as portas certamente vão se abrir. É uma questão de tempo. Às vezes, as pessoas falam: É, mas as empresas pedem experiência. Sim, só que quando o candidato apresenta um currículo, as coisas mudam para melhor para quem está em busca de um emprego”.</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-69/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38176</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Minha Terra e sua Gente</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-67/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 13:51:09 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=37771</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ela nasceu em um dia marcante: 15 de maio, justamente na data da fundação de Monte Alto, cidade&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-67/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-37772 alignleft" src="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Nilce.jpg" alt="" width="319" height="567" /></p>
<p>Ela nasceu em um dia marcante: 15 de maio, justamente na data da fundação de Monte Alto, cidade onde ela nasceu. Falo de Nilce Francisca Aleixo, filha caçula de Joaquim Aleixo (in memoriam) e Idalina da Costa Aleixo, irmã de Neusa, Nelson e Niceia. Tem uma filha, Jeniffer Gonçalves Lopes. Um fato inusitado na data de seu nascimento foi que, por ser aniversário da cidade, sua mãe, que residia no sítio, veio para a cidade dar à luz na casa da família, que ficava ao lado da escola de comércio. A fanfarra da escola saia dali para o desfile e então, o Dr. José, prefeito da época e também médico que fez o parto, transferiu a saída da fanfarra para a escola Zacharias de Lima.</p>
<p>Nilce vive em união estável com Marcelo Lanfredi Lopes por mais de duas décadas. A entrevistada de hoje tem uma história de luta, honestidade e trabalho que se mistura com a de milhares de mulheres que tiveram que ser mãe solo e encarem a vida de frente. Lutar, lutar e lutar! Esse sempre foi seu lema, pois precisou ser forte até para sobrevier e criar sua filha, pois morava distante da família.</p>
<p><strong>OS ESTUDOS</strong><br />
&#8211; Nilce, conta para mim como foi sua vida escolar?<br />
‘’Olha Alencar, eu comecei a estudar na escola do sitio, pois morava no Bairro Rural Santo Antônio. Depois meus pais se mudaram para cidade, eu já tinha nove anos. Minha mãe começou vender leite e foi então que conheceu a Professora Marisa Buchi Cestari, que na época era Diretora da escola SESI. Falou com ela e conseguiu me matricular lá, onde cursei da 5ª à 8ª série. Depois fui estudar no Zacharias de Lima e conclui o ensino médio. Tive muitas amigas e amigos, porém, minha melhor amiga foi a Marcia Trindade (in Memoriam). Tive também muitas professoras: Celina Morgado, Maria José Penhalber, Helenice Vertuan, entre outras queridas e inesquecíveis. Para realizar o sonho do meu pai fui para são Paulo, onde entrei na Faculdade Intregada de Guarulhos (FIG) e lá cursei Psicologia.’’</p>
<p><strong>OS TRABALHOS</strong><br />
Nilce tinha a necessidade de vencer, precisava trabalhar, uma mulher guerreira não pode parar. E foi na sua luta que, a convite de um amigo, assumiu seu primeiro trabalho na ABORE (Associação Brasileira de Oficias da Reserva do Exército). Depois foi convida para trabalhar na Multinacional Japonesa NIKKENN do Brasil, exercendo a função de Secretária de Diretoria por nove anos.</p>
<p><strong>NOVOS TEMPOS, O REGRESSO</strong><br />
Antes de voltar para Monte Alto, Nilce se casou, mas infelizmente não deu certo. Nasceu sua filha Jeniffer e quando ela estava com cinco anos, voltou para seu torrão natal. Mãos ao trabalho, ao regresso à vida tinha que continuar, principalmente porque tinha uma filha para criar. Em 2001, aqui chegando, foi trabalhar na Prefeitura como Secretária do então prefeito Donizete Sartor. “Na Prefeitura aprendi muito, conheci muitos amigos e tomei ciência do que é Administração Pública e também a Política de uma cidade. Muitas pessoas falam mal da política mas se esquecem que é por ela que passam as grandes decisões que dirigem o destino de um povo, quer no âmbito Federal, Estadual e Municipal. Foram anos de experiência que me deram suporte para desenvolver o trabalho que hoje realizo na Câmara Municipal”.</p>
<p><strong>O TRABALHO NA OAB EM PIRANGI</strong><br />
No ano de 2005 Nilce foi trabalhar na OAB em Pirangi e lá, foi outro aprendizado. “Foi sensacional, sempre aprendendo, com um pessoal competente e comprometido, super companheiro, que só me fizeram valorizar e aprimorar meus conhecimentos profissionais. Foi uma experiência nova, importante na minha vida profissional. Também, Alencar, de uma coisa tenho minha consciência tranquila, por onde passei só deixei amigos e sou grata a eles por tudo que me ensinaram”.</p>
<p><strong>CÂMARA MUNICIPAL &#8211; UM TRABALHO DE AMOR, DEDICAÇÃO E COMPREENSÃO</strong><br />
Nilce Aleixo, entrevistada desta coluna nesta edição histórica, já que estamos a apenas dois dias do segundo turno das eleições Presidenciais e em alguns estados, governamentais, e diga-se de passagem umas das mais acirradas do nosso Brasil (Oh Pátria Amada, cheia de palhaçada!) e no próximo dia 2 de outubro saberemos quem será o novo Presidente do País. Nilce é concursada da Câmara Municipal de Monte Alto e lá já são anos de luta e aprendizagem. Perguntada como é trabalhar com várias Legislaturas, Nilce disse que nestes anos &#8211; mais de uma década &#8211; assessorou vários vereadores; foi uma satisfação muito grande. “Tive vários chefes que foram Presidentes da Câmara e me relacioneu sempre bem com todos. Sempre os assessorando com respeito e todo o empenho possível dentro do meu trabalho e das funções pertinentes à que ele me determina. Cada Edil é um amigo, porém sempre soube do meu lugar como funcionaria”.</p>
<p>REVISÃO DA LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO<br />
Uma das coisas que Nilce se orgulha é de ter participado da revisão da Lei Orgânica do Município. “Muitas vezes, a população não comparece nas sessões da Câmara, porém, o que eles não sabem é que muitas propostas e Leis são criadas pelo Legislativo, Leis estas, que muitas das vezes têm a ver com o dia a dia e interesses dos munícipes. Acho que é muito importante as pessoas participarem mais efetivamente das sessões. Uma fato marcante foi quando participei da revisão da Lei Orgânica do Município, e percebi mais ainda a importância que esta representa para todos nós, habitantes da cidade”.</p>
<p><strong>MINHA FAMÍLIA MEU TUDO</strong><br />
“Hoje minha filha Jeniffer é formada pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCAR &#8211; em Análise de Gestão Ambiental e é Pós Graduada em Perito e Auditoria Ambiental. Tenho muito orgulho da mulher forte, destemida e determinada que minha filha se tornou. Tudo isso prova que Deus esteve sempre ao meu lado. Minha mãe e meus irmãos sempre estiveram ao meu lado me dando o apoio nas horas necessárias”.</p>
<p><strong>MARCELO MEU COMPANHEIRO</strong><br />
Nilce fez questão de deixar registrado para esse jornalista e colunista que Marcelo Lanfredi Lopes, com quem vive há duas décadas, o seguinte: “Ele assumiu o lugar de pai da minha filha, trazendo a segurança de uma família que formamos juntos. Marcelo é meu tudo, não consigo ver a vida sem ter ele ao meu lado”.</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-67/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">37771</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Minha Terra e sua Gente</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-66/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2022 15:09:54 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=37646</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cada vez que vou escrever a história de vida de uma pessoa nesta coluna confesso que é uma&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-66/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-37647 alignleft" src="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/Juliano-6.jpg" alt="" width="299" height="428" /></p>
<p>Cada vez que vou escrever a história de vida de uma pessoa nesta coluna confesso que é uma experiência incrível, é como se fosse a primeira vez! Não importam as dezenas de anos que escrevo, sempre é diferente porque cada um é cada um, e cada um tem a sua própria história que, assim como as nossas impressões digitais, todas diferem umas das outras.</p>
<p>Hoje, entrevisto Francisco Juliano Martinho, um jovem de bom caráter que tem a honestidade e o trabalho como suas bandeiras de vida. Nasceu em São Paulo, no dia 10 de agosto 1971, porém, veio para Monte Alto ainda criança. É filho do Professor Antônio José Martinho e Elisete Ferreira Arruda Martinho. Tem dois Irmãos: Leandro, engenheiro que hoje mora em Singapura, e Larissa, que é veterinária. Tem um filho do primeiro casamento que se chama Caio Pierre Martinho. Atualmente é casado com Ana Silvia Camargo Victorio, filha mais nova do saudoso ex-prefeito Dr. José Rodrigues.</p>
<p><strong>VIDA ESCOLAR E ESPORTIVA</strong><br />
“Comecei meus estudos na escola da Tia Heda, depois fiz o primário no grupo Dr. Raul, em seguida, o colegial no Zacharias e logo após, entrei na faculdade, onde comecei a cursar Veterinária, mas não me identifiquei com o curso e passei a fazer faculdade de Administração; depois fiz também cursos técnicos de mecânica e elétrica, além de Engenharia de Produção”.<br />
Perguntado sobre a lembrança de alguns professores, Juliano disse que se lembra de vários, citou a Professora Amelinha Nunes e Zaruhi Martins, entre muitos que foram importantes para sua formação escolar.<br />
ESPORTE: Sobre o esporte, Juliano disse ter praticado muito em sua adolescência, inclusive vôlei, atletismo com o Professor Pirrolo e também com seu próprio pai, o professor Martinho. Porém, depois conheceu o Professor Robson Lozano e enveredou para o Judô, onde foi graduado e hoje também é Professor, faixa preta, tendo Robson como seu Sensei.</p>
<p><strong>IMPORTANTE PROJETO ESPORTIVO (ASSOCIAÇÃO DE JUDÔ LOZANO)</strong></p>
<p>“Temos um Projeto que é importantíssimo, pois ensinamos gratuitamente, ministrando aulas para cento e doze crianças de quatro a doze anos de idade, há trinta anos. Sempre foi de graça, inclusive os uniformes, e hoje fazemos parte de um projeto do Estado que se chama Judô em Ação II. As aulas são ministradas duas vezes por semana, e em breve iremos fazer para eles uma palestra sobre drogas. Juliano confessou que este projeto é a ‘menina’ dos seus olhos.</p>
<p><strong>PRIMEIRO EMPREGO</strong><br />
“Meu primeiro emprego foi no Unibanco, eu tinha 17 anos, naquele tempo a lei permitia. Depois fui trabalhar na Borracha Cestari, até ela ser vendida para a multinacional Hutchinson. Foi aí que o César Cestari, que era um dos proprietários, comprou o posto Primavera e me convidou para gerenciar o estabelecimento de combustível e lá fiquei por praticamente oito anos trabalhando”.</p>
<p><strong>MAÇONARIA</strong><br />
Você é Maçon. Fala um pouquinho sobre a Maçonaria, que é interpretada por muitos erradamente em sua maneira de ser e de agir; existem muitos mitos que cercam os maçons. Pode esclarecer um pouco sobre ela e seus mitos?<br />
“Olha, Alencar, eu tive o meu primeiro convite para entrar na Maçonaria no ano de 1992, pelo meu saudoso amigo Marcos Schineider, só que na época eu não podia por inúmeras ocupações daquele momento da minha vida. Porém, no ano de 2008 eu fui convidado novamente, desta vez, pelo Zé Guilherme, o Bahia. Aí eu aceitei e a Loja que participo é a Igualdade 1647, que tem 122 anos de existência, é a mais antiga da cidade. Começou, na realidade, no Distrito de Aparecida. Em Monte Alto temos também as Lojas Porfíro Pimentel e 15 de Maio, são três Lojas Maçônicas na cidade.<br />
A Maçonaria é meio parecida com o Rotary, o Lions, o que difere é que nos temos um processo iniciático, do qual guardamos nossos segredos. Mas o resto é praticamente igual.<br />
Maçonaria tem CNPJ, tem um prédio que todos sabem onde fica, a maioria dos Maçons as pessoas conhecem. Existem alguns códigos que se um irmão fizer, falar, a gente percebe se ele pertence à entidade e se está precisando de ajuda. Hoje existe uma carteirinha, é fácil identificar um Irmão hoje, porém, por uma questão de tradição ainda mantemos os mesmos hábitos”.</p>
<p><strong>A HISTÓRIA DO BODE DA MAÇONARIA &#8211; VERDADE OU MITO</strong><br />
As pessoas sempre comentam que a Maçonaria e obviamente os Maçons têm um pacto estranho e que tem um bode que às vezes fica na sala nas reuniões. Os antigos chegavam até a falar que era o diabo, lembro que quando cheguei em Monte Alto pela primeira vez, no fim dos anos 60, estava passeando com uma namorada na época e ao passarmos em frente a Maçonaria, ela se benzeu. Eu perguntei para ela: &#8211; aqui não tem igreja, porque tu se benzeu? Ela respondeu: é que aqui é a Maçonaria, tem um bode&#8230; nossa! É coisa do capeta. Isso é mito ou verdade, Juliano? Poderia falar a respeito?<br />
“O que houve foi o seguinte: a associação ao bode começa ainda na Idade Média, quando o bode foi associado a cultos satânicos. No período final das cruzadas, o rei da França, Felipe o Belo, em conluio com o Papa Clemente, criou a lenda de que os Cavalheiros Templários eram adoradores de uma entidade Bafomet (corpo de homem, cabeça de bode). Essa lenda causou a queda da Ordem do Templo e a morte da grande maioria dos Cavalheiros. Em 1881, por coincidência data da fundação de Monte Alto, um ex-Maçom chamado Leo Taxil, reinventou a lenda, só que agora o alvo eram os Maçons. Escreveu o livro “Maçonaria Dessecada” onde afirmava que os Maçons cultuavam o tal de Bafomet e montavam em bodes (referência à Idade Média). Assim surgiu a lenda do bode na Maçonaria.</p>
<p><strong>SERVIÇO PÚBLICO E PRIVADO &#8211; NOVA EXPERIÊNCIA</strong><br />
Como é vir do serviço privado para o público? Juliano, que atualmente é secretário de Planejamento do município diz que é uma nova experiência, existe diferença, o privado é regrado com metas determinadas. Agora, aqui tem muita gente trabalhadora, é que algumas pessoas prestam concurso e com o tempo se acomodam, por isso é importante um plano de carreira, o que aliás, na medida do possível, vem sendo feito pela atual administração. Eu sempre ouvia falar que funcionário Público não gosta de trabalhar, mas não é bem assim, aqui tem muita gente que trabalha muito e com amor. Assim como na iniciativa privada também tem aqueles que não se dedicam tanto ao trabalho, infelizmente.</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-66/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">37646</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Minha Terra e sua Gente</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-65/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2022 14:50:41 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=37490</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quero começar esta coluna que escrevo há décadas neste jornal lembrando de um acontecimento que marcou um pouco&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-65/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quero começar esta coluna que escrevo há décadas neste jornal lembrando de um acontecimento que marcou um pouco da história da minha vida. Certa vez, no ano de 1984, eu morava na rua Jeremias de Paulo Eduardo onde hoje fica a Auto Escola Exato. Na época, obviamente, era uma casa menor. Estava em um churrasco juntamente com minha família, meus filhos ainda pequenos, na casa de um casal de amigos, Carlos Augusto Nunes, o Guto (in memoriam), e sua esposa Maria José, a Zeza, por coincidência, antigos proprietários deste semanário. A uma certa hora, tocou o telefone fixo, naquela época não existia celular. Guto foi atender e voltou com um semblante preocupado e me disse: “Alencar, vai na tua casa que aconteceu um problema muito sério lá. Outro amigo presente, o saudoso Dito Moreira, disse vai logo ‘bixinho’, termo pelo qual ele carinhosamente me chamava. E lá fui eu: ao chegar me deparei com uma cena inesquecível. Minha casa estava em chamas e um caminhão d’água da prefeitura com um ou dois funcionários, além de dois Policiais Militares estavam lá. O que me chamou atenção foi o diálogo entre o soldado Avezu, de saudosa memoria, e um senhor que era meu vizinho, Olívio Ulian, também já falecido. Com uma pequena mangueira de aguar jardim ele estava jogando água tentando apagar aquelas enormes labaredas, e o pessoal gritando para ele sair dali. “Sr. Olívio, com esta pequena quantidade de água o senhor não vai conseguir apagar esse fogo”. Ele respondeu: eu fui primeiro a jogar agua neste fogo e não vou parar, é uma questão de dever, tenho que fazer algo, não posso ficar de braços cruzados enquanto a casa pega fogo”. Em outras palavras, ele queria dizer ‘tenho que fazer minha parte’. Eu era jovem, e aquela lição de vida ficou gravada na minha mente para sempre.</p>
<p><strong>Xenofobia e preconceito</strong><br />
Hoje infelizmente a xenofobia que se resume em preconceito, discriminação social, desprezo por pessoas que não pertencem a seus ideais, entre outras coisas maléficas que infelizmente vem sendo praticadas em vários lugares do Sul e Sudeste contra os Nordestinos. Não interessa se o motivo é político ou religioso, isso é crime, e ponto. E aqui em Monte Alto ele foi praticado por alguns homens e mulheres covardes, que com comentários em redes sociais e curtidas, ofenderam o povo Nordestino, inclusive uma professora, dando mal exemplo para crianças e jovens. Então, Eu pergunto: que moral tem uma pessoa dessa, cuja função é educar, dar maus exemplos? Só pelo fato de o seu próximo ter nascido em outra região do País? Seria porque nasceu no Nordeste e veio para São Paulo, mais precisamente para nossa região? Porque é pobre? Porque de onde veio, ainda criança, precisava viajava quilômetros tiranos para carregar água para beber com seus irmãos e antes disso ter que coá-la em um pano, já que muitas vezes a agua era barrenta? Eles têm culpa por o lugar onde nasceram ficar anos sem chover, olhar em sua volta e só ver uma terra seca, um chão rachado, sem perspectiva? Vêm para São Paulo sim, para qualquer lugar do Brasil trabalhar para, com suas mãos calejadas, dar prova de honestidade e trabalho, afinal, este é um só País, uma só gente, embora alguns se achem superiores.</p>
<p><strong>Crime Federal</strong><br />
O que essas pessoas maldosas fizerem foi cometer um crime federal, de acordo com a Lei 9459, que pune com um a três anos de prisão, fora multa, este tipo de ação. Foi exatamente o que fizeram e eu estava disposto a ir fazer uma denúncia na Policia Federal, em Ribeirão Preto, porém, ouvindo e seguindo o conselho do meu amigo, Dr. Daewison do Valle (Seis), e de uma das minhas filhas, eu não fui. Quero frisar que se isso acontecer novamente, só Deus me segurará; vou direto na Policia Federal, aí estes covardes vão sentir o peso da justiça. Outro motivo também que levei em conta foi que a atual Prefeita, Maria Helena Rettodini, fez uma homenagem recente ao dia do Nordestino, homenageando inclusive o ‘Lagoa’ funcionário do cemitério e já tinha falado comigo para no próximo ano organizar uma grande festa Nordestina no mês de São João. Como uma das pessoas que fez postagem de cunho xenofóbico, exerce um cargo de confiança na prefeitura, indo na contra mão da maioria do povo que aqui vive e na contra mão dá própria administração municipal é que peço a ela que reveja seus conceitos e não faça mais isso, assim como os demais que tiveram esta atitude sorrateira.</p>
<p>Quero agradecer ao Dr. Daewison, ao Elton Barroso, diretor do Jornal Tempo, aos muitos conterrâneos e também a muitos paulistas pelo apoio.</p>
<p>Meus leitores, vocês entenderam o motivo pelo qual comecei a coluna contando uma passagem da minha vida? Assim como o senhor Olivio Ulian fez na ocasião daquele incêndio, eu tinha que fazer minha parte na defesa da minha origem e do povo nordestino.</p>
<p><strong>Os Próximos</strong><br />
Àqueles que postarem algo relacionado a xenofobia e também aqueles que curtirem e compartilharem, deixo meu recado: preparem o bolso, pois irão todos para Polícia Federal de Ribeirão Preto, porque eu mesmo vou processá-los. Pode ser cem, duzentos, mil, nem que eu tenha que ficar um ano indo e vindo na Polícia e no Fórum Federal, eu irei. Tempo e coragem é o que não me faltam.</p>
<p>Tenho minhas raízes, tenho minha origem e nunca vou renegá-la. Nordeste é terra homens e mulheres trabalhadoras. Berço de gente sofrida por falta de oportunidade, mas também inteligente, estão ai as Olimpíadas de Astronomia, Matemática, História e Física para comprovar que são alunos vencedores. Nordeste dos poetas, escritores, poetisas, cantores, compositores etc&#8230;</p>
<p>Nós, nordestinos, estamos acostumados a confrontar aqueles que quebram nossas pernas, só que eles jamais dobrarão nossos joelhos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-37493 aligncenter" src="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/terraseca.jpg" alt="" width="563" height="371" srcset="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/terraseca.jpg 660w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/terraseca-500x330.jpg 500w" sizes="(max-width: 563px) 100vw, 563px" /></p>
<p>Peço licença ao grande poeta nordestino, Luiz Gonzaga: Quando ‘oiei’ a terra ardendo, qual fogueira de São João, eu ‘preguntei’ a Deus do céu, uai or que tamanha judiação? Que braseiro, que ‘fornaia’, nenhum pé de ‘prantação’, por ‘farta’ d’água perdi meu gado, morreu de sede meu alazão&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-65/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">37490</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Minha Terra e sua Gente</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-64/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 16:37:18 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=37378</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cordel da democracia (Liberdade, Liberdade, abre as asas sobre nós!) O Brasileiro só tem uma escolha de não&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-64/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Cordel da democracia</strong></p>
<p style="text-align: center;">
(Liberdade, Liberdade, abre as asas sobre nós!)</p>
<p style="text-align: center;">O Brasileiro só tem uma escolha<br />
de não ter o seu direito castrado<br />
neste 2 de outubro,<br />
para não ser prejudicado,<br />
só votando que a democracia<br />
não lhe deixa amordaçado.</p>
<p style="text-align: center;">O brasileiro tem que estar ciente<br />
da importância que tem seu voto<br />
se não comparecer para votar<br />
é uma atitude triste de um maroto<br />
que não poderá nunca querer reclamar<br />
se for eleito um governo escroto.</p>
<p style="text-align: center;">Neste Brasil das desigualdades<br />
lembrar sempre dos fatos reais<br />
onde muitos brasileiros tem pouco<br />
e poucos brasileiros tem mais.<br />
Para ter esperança de mudar isso<br />
Só no voto será capaz.</p>
<p style="text-align: center;">Porque é importante saber escolher<br />
voto e dever e as urnas não mentem<br />
porque a escolha, com certeza,<br />
tem que ser muito consciente.<br />
Por isso, neste 2 de outubro<br />
temos que ser todos presentes.</p>
<p style="text-align: center;">Na política tem muita gente<br />
que guarda mágoas na geladeira<br />
mas a vida é muito dinâmica<br />
e tem uma passagem ligeira<br />
votando de maneira certa<br />
Sua decisão é certeira.</p>
<p style="text-align: center;">
Outubro primavera das flores<br />
que exalam alegria<br />
eu acrescento uma delas<br />
a qual sua beleza contagia<br />
É a flor linda da liberdade<br />
chamada democracia.</p>
<p style="text-align: center;">O Brasil comemorou este ano<br />
o bicentenário da sua Independência<br />
Porém a liberdade foi afetada,<br />
tirou do povo a paciência<br />
por ficar muitos anos sem votar<br />
quase acabou sua crença.</p>
<p style="text-align: center;">Tem muita gente neste país varonil<br />
que se considera cidadã ou cidadão<br />
mas para a gente exercer a cidadania<br />
ter que ter nossa participação<br />
votando, fazendo valer a democracia<br />
nunca jamais tendo a omissão.</p>
<p style="text-align: center;">Meu querido Brasil, Pátria da esperança<br />
muitas vezes cheia de palhaçada<br />
mas apesar da desigualdade social<br />
sempre será minha pátria amada.<br />
Na vida, enquanto eu existir, te respeitarei<br />
jamais será por mim difamada.</p>
<p style="text-align: center;">Salve, lindo pendão da esperança!<br />
Salve, símbolo augusto da paz!<br />
Tua nobre presença à lembrança<br />
A grandeza da Pátria nos traz</p>
<p style="text-align: center;">Recebe o afeto que se encerra<br />
Em nosso peito juvenil<br />
Querido símbolo da terra<br />
Da amada terra do Brasil!</p>
<p style="text-align: center;">VIVA O BRASIL, VIVA A DEMOCRACIA!</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-64/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">37378</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Minha Terra e sua Gente</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-63/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 15:12:57 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=37132</guid>

					<description><![CDATA[<p>21 de setembro é o Dia Mundial da Doença de Alzheimer e eu abro espaço nesta coluna para&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-63/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>21 de setembro é o Dia Mundial da Doença de Alzheimer e eu abro espaço nesta coluna para o importante tema que será abordado na 5ª edição da Jornada Paulista da Doença de Alzheimer, que acontece amanhã, dia 17, das 8 às 12 horas.</em><br />
<em>O evento será online e gratuito. Para se inscrever e conferir a programação da Jornada Paulista de Alzheimer use o link https://linktr.ee/JornadaPaulistaAlzheimer</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A 5ª edição da Jornada Paulista da Doença de Alzheimer se propõe a evidenciar a necessidade de um diagnóstico precoce para que se estabeleçam novos critérios no tratamento. A ciência já concluiu que os processos neurodegenerativos podem se iniciar até duas décadas antes das primeiras manifestações clínicas como o caso da Doença de Alzheimer. Algumas vezes começam a se manifestar com sintomas diferentes das clássicas dificuldades de memória.</p>
<p>Com o tema ‘Diagnóstico Precoce – Novas Fronteiras, Novas Possibilidades’, a Associação Brasileira de Alzheimer – Regional São Paulo (ABRAz-SP) se coloca no papel de trazer para o centro da discussão os novos conhecimentos sobre a demência. A 5ª Jornada Paulista da Doença de Alzheimer busca levar informação de forma abrangente e gratuita aos profissionais de saúde, familiares e cuidadores de pacientes com demência. “Traremos à baila, todos os aspectos do diagnóstico, mais especificamente do diagnóstico precoce, abordando os conceitos, exames, os desafios do cenário atual”, afirma a presidente da ABRAz-SP e médica geriatra, Celene Queiroz Pinheiro de Oliveira.</p>
<p>Em decorrência de um diagnóstico precoce, os progressos de entendimento e lida com a doença ganharam novos contornos. Como o paciente ainda preserva a cognição e entendimento da doença, questionamentos sobre o tratamento tornam-se relevantes. “Nestes casos o paciente não pode ser tratado como coadjuvante pela família ou justiça. Ele tem autonomia para as decisões sobre o próprio futuro”, diz Celene.</p>
<p><strong>Evento</strong> &#8211; A jornada, que ocorrerá neste 17 de setembro, sábado, das 8 às 12 horas, no formato on-line, será dividida em duas salas com palestras. A sala interdisciplinar irá abordar os aspectos éticos ao apresentar o diagnóstico ao paciente e a família e ainda a maneira mais apropriada de se planejar o tratamento, considerando questões jurídicas, trabalhistas, financeiras e emocionais. Já a sala exclusiva para médicos trará inovações e conhecimento científico – fruto de estudos e pesquisas para entender como a Doença de Alzheimer se desenvolve. A aula inaugural trará conceitos sobre: como, quando e para que se busca o diagnóstico precoce de Doença de Alzheimer com o médico neurologista norte-americano, Kirk Daffner, do Centro de Neurociências de Boston (MA) autor de livros como Improving Memory: Understanding Age-related Memory Loss (Melhorando a Memória: Entendendo a Perda de Memória Relacionada à Idade).</p>
<p>A pergunta: “Cognição ou comportamento? Quais são os sintomas iniciais da doença de Alzheimer” será o tema que o médico neurologista, Fabricio Ferreira de Oliveira, irá debater com os participantes no evento.</p>
<p>‘As barreiras para o diagnóstico precoce no Brasil’ será o tema que o médico neurologista, professor titular da Faculdade de Medicina da UFMG e coordenador do Conselho Consultivo da ISTAART |(The Alzheimer’s Association International Society to Advance Alzheimer’s Research and Treatment), Paulo Caramelli, irá abordar na terceira palestra do dia.</p>
<p>Os médicos Artur Coutinho (especialista em medicina nuclear) e Lucas Francisco Botequio Mella (psiquiatra) irão esclarecer sobre a importância dos dados biomarcadores identificáveis em exame de imagem e sangue na investigação diagnóstica.</p>
<p>Encerra as atividades da sala dos médicos a palestra ‘Aspectos psicológicos do diagnóstico precoce’, com a psicóloga e ex-presidente da ABRAz, Fernanda Gouveia, que discutirá os pontos positivos e negativos do diagnóstico precoce como aceitação e o sofrimento psicológico a que paciente e família ficam expostos.</p>
<p>A Jornada trará, ainda, questões éticas que envolvem o médico, paciente e familiar como: a revelação do diagnóstico: para o paciente ou só para a família? como informar de forma clara sem alarmismo e preconceitos. “Com o diagnóstico precoce, o paciente passa a ser protagonista, como ele deseja que o seu tratamento seja feito, como quer que sua vida financeira seja conduzida, questões legais de herança, e detalhes do cotidiano podem ser pensados enquanto houver cognição”, diz Celene.</p>
<p><strong>O princípio da Doença de Alzheimer</strong> &#8211; Os primeiros sinais da Doença de Alzheimer e outras patologias neurodegenerativas podem ser alterações de comportamento ou transtornos de humor. “Conhecendo melhor as marcas registradas (biomarcadores) dessas doenças e a partir delas foram estabelecidos novos critérios diagnósticos”, diz o médico neurologista e diretor científico da ABRAz-SP, Fábio Henrique de Gobbi Porto.</p>
<p>Ele explica que o depósito de proteínas específicas como a beta-amiloide e tau podem ser notados no tecido cerebral através de exames de cintilografia, as mesmas proteínas podem ser dosadas no líquor e outros fluidos como sangue e saliva. “A ação do depósito dessas proteínas no tecido cerebral leva a atrofia de determinadas áreas cerebrais e são detectadas em exames de imagem como a ressonância”.</p>
<p><strong>Medicamento</strong> &#8211; Tomando por base novos conceitos de diagnóstico, novas drogas começaram a ser desenvolvidas e pela primeira vez visando impedir ou conter os processos responsáveis pela neurodegeneração.</p>
<p>A primeira droga com ação modificadora da doença de Alzheimer, o aducanumabe, foi aprovada em caráter emergencial pelo FDA (agência estadunidense que regulamenta medicamentos e alimentos), sob grande polêmica. No Brasil, a ANVISA barrou a chegada da medicação no início deste ano. “No entanto, outras tantas estão em vias de terem seus estudos divulgados e prontamente serão submetidas a análise dos órgãos competentes”, diz Celene.</p>
<p><strong>Processos</strong> &#8211; O vice-presidente da ABRAz-SP, o médico geriatra Jean Pierre de Alencar, ressalta que há uma avidez por soluções melhores com relação às demências, pois o último lançamento para o tratamento da doença de Alzheimer ultrapassa 20 anos.</p>
<p>Contrapõe-se ao tempo de estudo do Alzheimer para novas drogas e soluções, as estimativas com a incidência da doença no mundo. As condições são alarmantes. As estimativas é possível ter cerca de 50 milhões de pessoas acometidas no mundo com perspectivas de triplicar até 2050, relata Jean Pierre.</p>
<p>Dados do relatório da Alzheimer’s Disease International (ADI) apontam que o Alzheimer representa a sétima causa de mortalidade globalmente e uma das mais longas e de alto custo. “E o mais preocupante, esses números tendem a ser ainda maiores nos países com baixo desenvolvimento socioeconômico” diz Jean Pierre.</p>
<p>A ADI estima que apenas 25% dos casos de demência são diagnosticados. Em países de baixo desenvolvimento, o número representa menos de 10%, mostrando a importância de se falar sobre assunto e alertar a população, pois dados do mesmo relatório mostram que duas em cada três pessoas ainda acham que o declínio cognitivo seja natural do envelhecimento – isso mesmo entre os profissionais de saúde.</p>
<p><strong>Fonte: Revista Medicina S/A</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-63/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">37132</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Minha Terra e sua Gente</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-62/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2022 14:51:49 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=36944</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ele nasceu no dia 26 de abril de 1971, em Monte Alto. Seu nome é Rogério Marcos Maran,&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-62/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-36945 alignleft" src="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/rogerio-4.jpg" alt="" width="396" height="454" srcset="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/rogerio-4.jpg 787w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/rogerio-4-500x574.jpg 500w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/rogerio-4-660x757.jpg 660w" sizes="(max-width: 396px) 100vw, 396px" /></p>
<p>Ele nasceu no dia 26 de abril de 1971, em Monte Alto. Seu nome é Rogério Marcos Maran, filho de Natal Antônio Maran e Maria Rosa Fortunato Maran (in memorian). Teve um irmão, Reginaldo Maran (também in memorian). Só para lembrar, Reginaldo foi um dos maiores artistas plásticos e desenhista criativo deste município, que infelizmente, partiu prematuramente. Rogério viveu uma verdadeira saga do destino, e em um curto espaço de tempo perdeu seus familiares mais próximos: a mãe, o pai e o único irmão. Foi um golpe duro da vida; além dos pais, seu único irmão tinha pouca diferença de idade dele, pouco mais de um ano, tanto que quando eram pequenos, as pessoas pensavam que eram gêmeos. Mas ele continuou focado no trabalho, mesmo com o coração sangrando e as lagrimas rolando por dentro, tocando a vida em frente, pois viver e cumprir o destino em quanto Deus quiser é necessário.</p>
<p><strong>Os Estudos e a determinação de um homem</strong><br />
Fale da sua vida, quando começou estudar?<br />
“Comecei a estudar no Parquinho Municipal, em frente a Santa Casa. Depois fiz o primário no Jeremias P. Eduardo e o ginásio no Zacarias de Lima. Fiz o curso de Farmácia na Faculdade UNIESP de Taquaritinga em 2014 e em 2016 fiz um curso extensivo na USP de Ribeirão Preto. Estudei inglês por seis anos no CCAA e fui professor da matéria na mesma escola durante quatro anos”.<br />
Perguntado sobre lembrar o nome de alguns professores, disse que foram muitos e todos importantes em sua vida, e em nome da sua primeira Professora, Angelina Abrão, homenageia todos que muito contribuíram para a construção da sua vida acadêmica.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-36946 alignleft" src="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/maran.jpg" alt="" width="444" height="404" srcset="https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/maran.jpg 787w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/maran-500x455.jpg 500w, https://www.oimparcialmontealto.com.br/wp-content/uploads/maran-660x600.jpg 660w" sizes="(max-width: 444px) 100vw, 444px" /></p>
<p><strong>O Trabalho</strong><br />
Rogério Maran começou muito cedo a trabalhar, com apenas 12 anos trabalhou no Mercado Municipal e logo em seguida foi trabalhar com o Valdecir Pedro Sanches na “Farmácia Sanches”, onde trabalhou mais de trinta anos. Depois de formado farmacêutico passou a responder tecnicamente pela farmácia e em seguida fez um acordo com o patrão, já que Valdecir não tinha interesse em continuar à frente do estabelecimento.</p>
<p><strong>Plantões de Farmácias nas Madrugadas</strong><br />
Uma das grandes e constantes cobranças da população é a falta de farmácias abertas nas madrugadas. Sobre o tema, Rogerio manifestou: “Olha Alencar, é complicado abrir uma farmácia na madrugada, isso requere a presença de um farmacêutico responsável além de pessoas no atendimento, e torna-se um custo inviável”. E continuou: “hoje a farmácia do Pronto Socorro municipal atende vários requisitos de urgência da população, além do mais, se for urgentíssimo o hospital atende. Sendo uma patologia normal, as farmácias abrem cedo, às 7 horas, e fecham às 23 horas, portanto, atende a necessidade da população. Obviamente, com o suporte do Pronto Socorro, no caso de SUS, e no Pronto Atendimento dos Hospitais da Santa Casa e Unimed, no caso de Planos de Saúde”.</p>
<p><strong>Automedicação &#8211; Tema Preocupante</strong><br />
As pessoas têm mania de se automedicar e também doar para parentes e amigos sobra de remédios, o que você tem a dizer sobre isso como Farmacêutico?<br />
“Eu, como farmacêutico, sou contra e o próprio conselho regional de saúde e Federal são totalmente contra a automedicação. Às vezes, em caso de algum sintoma, um amigo ou um parente fala: &#8211; olha, eu tomei este remédio, toma que isso é bom! Veja bem, não é assim, as vezes o remédio é bom para um, mas não é para o outro. Eu quero vender remédio, porém, me preocupo com a saúde das pessoas, prezo pela ética, esse é meu dever e obrigação.<br />
Quanto aos medicamentos que as pessoas param de usar, é necessário devolver na farmácia onde comprou ou na farmácia municipal, para ele ter um destino correto. Nunca doar para parentes ou amigos, pois isso é prejudicial à saúde dos outros”.</p>
<p><strong>Farmácia pode aferir pressão e outras patologias</strong><br />
“Nós farmacêuticos, sempre prestamos serviços como medição de pressão, temperatura, glicemia capilar, perfuração de orelhas. Isso é assistência farmacêutica. Só que na pandemia, a gente suspendeu e agora voltou ao normal, pois essa também é nossa função”.</p>
<p><strong>Diferença entre remédio referência, genérico e similar</strong><br />
Rogério, vamos falar sobre remédio e preconceitos sobre sua qualidades e eficácia. Referência (original), Genérico e Similar, as pessoas acham que só o referência é 100% eficaz. Isso tem procedência? “Não, o referência (original) é uma fórmula desenvolvida pelo laboratório, sendo assim, ele é o dono da patente e autorizado pelo Ministério da Saúde, através da Anvisa (Agencia Vigilância de Saúde), por isso, só ele pode comercializá-lo durante um período de tempo. O genérico passa por um processo equivalente para obter registro na Anvisa, que é órgão responsável pela sua liberação para serem usados pela população Brasileira. Neste caso, ele tem um teste de bioequivalência e biodisponibilidade, ou seja, o Genérico tem que ter o mesmo princípio ativo e a mesma dosagem e eficácia da formula original, processo de alto custo financeiro. Já o similar tem as mesmas substâncias, não o mesmo teste”.</p>
<p><strong>Mensagem</strong><br />
Quando comecei a trabalhar na farmácia, ainda adolescente, vi a necessidade de estudar para poder crescer. Foi aí então que foquei nos meus estudos, e como gostava do que fazia e do que faço, fui cursar a faculdade de Farmácia e assim me tornei um profissional que, além do conhecimento prático, adquiri o conhecimento técnico. E por isso, deixo aqui a seguinte mensagem para os jovens que querem vencer: estudem, estudem, estudem! Pois através do estudo você pode atingir muitos objetivos e o conhecimento ninguém pode tirar de você. Podem tirar qualquer coisa, carro, casa, etc. Mas a cultura e o conhecimento adquiridos, você carrega contigo até a morte.</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-62/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">36944</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Minha Terra e sua Gente</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-61/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 14:17:21 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.oimparcialmontealto.com.br/?post_type=artigo&#038;p=36575</guid>

					<description><![CDATA[<p>No próximo domingo, dia 14 de agosto, comemoraremos o “Dia dos Pais” e eu fiz questão de pegar&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-61/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo domingo, dia 14 de agosto, comemoraremos o “Dia dos Pais” e eu fiz questão de pegar alguns poemas que marcaram a história de pais e filhos de importantes personalidades musicais. Entre tantas, escolhi três delas que se transformaram em verdadeiros “hinos” imortalizados em músicas. Dedico-as em homenagem a todos os pais; e pais de pais, leitores desta coluna. Parabéns, guerreiros!</p>
<p style="text-align: center;">Pai<br />
(Fábio Junior, em homenagem ao pai, Antonio Luiz O. A. Galvão)</p>
<p style="text-align: center;">Pai, pode ser que daqui algum tempo<br />
Haja tempo pra gente ser mais<br />
Muito mais que dois grandes amigos<br />
Pai e filho talvez<br />
Pai, pode ser que daí você sinta<br />
Qualquer coisa entre esses vinte ou trinta<br />
Longos anos em busca de paz<br />
Pai, pode crer eu ‘tô bem, eu vou indo<br />
‘Tô tentando vivendo e pedindo<br />
Com loucura pra você renascer<br />
Pai, eu não faço questão de ser tudo<br />
Eu só não quero e não vou ficar mudo<br />
Pra falar de amor pra você<br />
Pai, senta aqui que o jantar ‘tá mesa<br />
Fala um pouco tua voz ‘tá tão presa<br />
Nos ensina esse jogo da vida<br />
Onde vida só paga pra ver<br />
Pai, me perdoa essa insegurança<br />
É que eu não sou mais aquela criança<br />
Que um dia morrendo de medo<br />
Nos teus braços você fez segredo<br />
Nos teus passos você foi mais eu<br />
Pai, eu cresci e não houve outro jeito<br />
Quero só recostar no teu peito<br />
Pra pedir pra você ir lá em casa<br />
E brincar de vovô com meu filho<br />
No tapete da sala de estar<br />
Pai, você foi meu herói, meu bandido<br />
Hoje é mais muito mais que um amigo<br />
Nem você, nem ninguém ‘tá sozinho<br />
Você faz parte desse caminho<br />
Que hoje eu sigo em paz</p>
<p style="text-align: center;">
MEU QUERIDO, MEU VELHO, MEU AMIGO<br />
(Homenagem de Roberto Carlos ao seu pai Robertinho Braga)</p>
<p style="text-align: center;">Esses seus cabelos brancos, bonitos<br />
Esse olhar cansado, profundo<br />
Me dizendo coisas, num grito<br />
Me ensinando tanto, do mundo&#8230;<br />
E esses passos lentos, de agora<br />
Caminhando sempre comigo<br />
Já correram tanto na vida<br />
Meu querido, meu velho, meu amigo</p>
<p style="text-align: center;">Sua vida cheia de histórias<br />
E essas rugas marcadas pelo tempo<br />
Lembranças de antigas vitórias<br />
Ou lágrimas choradas ao vento<br />
Sua voz macia me acalma<br />
E me diz muito mais do que eu digo<br />
Me calando fundo na alma<br />
Meu querido, meu velho, meu amigo<br />
Seu passado vive presente<br />
Nas experiências contidas<br />
Nesse coração consciente<br />
Da beleza das coisas da vida<br />
Seu sorriso franco me anima<br />
Seu conselho certo me ensina<br />
Beijo suas mãos e lhe digo<br />
Meu querido, meu velho, meu amigo</p>
<p style="text-align: center;">Eu já lhe falei de tudo,<br />
Mas tudo isso é pouco<br />
Diante do que sinto&#8230;<br />
Olhando seus cabelos tão bonitos,<br />
Beijo suas mãos e digo<br />
Meu querido, meu velho, meu amigo.</p>
<p style="text-align: center;">NAQUELA MESA<br />
(Sérgio Bittencourt homenageia seu pai, Jacob do Bandolin)</p>
<p style="text-align: center;">Naquela mesa ele sentava sempre<br />
E me dizia sempre o que é viver melhor<br />
Naquela mesa ele contava histórias<br />
Que hoje na memória eu guardo e sei de cor<br />
Naquela mesa ele juntava gente<br />
E contava contente o que fez de manhã<br />
E nos seus olhos era tanto brilho<br />
Que mais que seu filho<br />
Eu fiquei seu fã<br />
Eu não sabia que doía tanto<br />
Uma mesa num canto, uma casa, um jardim<br />
Se eu soubesse o quanto dói a vida<br />
Essa dor tão doída não doía assim<br />
Agora resta uma mesa na sala<br />
E hoje ninguém mais fala do seu bandolim<br />
Naquela mesa ‘tá faltando ele<br />
E a saudade dele ‘tá doendo em mim<br />
Naquela mesa ele sentava sempre<br />
E me dizia sempre o que é viver melhor<br />
Naquela mesa ele contava histórias<br />
Que hoje na memória eu guardo e sei de cor<br />
Naquela mesa ele juntava gente<br />
E contava contente o que fez de manhã<br />
E nos seus olhos era tanto brilho<br />
Que mais que seu filho<br />
Eu fiquei seu fã<br />
Eu não sabia que doía tanto<br />
Uma mesa num canto, uma casa, um jardim<br />
Se eu soubesse o quanto dói a vida<br />
Essa dor tão doída não doía assim<br />
Agora resta uma mesa na sala<br />
E hoje ninguém mais fala do seu bandolim<br />
Naquela mesa ‘tá faltando ele<br />
E a saudade dele ‘tá doendo em mim<br />
Naquela mesa ‘tá faltando ele<br />
E a saudade dele ‘tá doendo em mim<br />
Naquela mesa ‘tá faltando ele<br />
E a saudade dele ‘tá doendo em mim</p>
<p>O post <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/minha-terra-e-sua-gente-61/">Minha Terra e sua Gente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.oimparcialmontealto.com.br">Jornal O Imparcial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">36575</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
