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	<title>Tico Costa &#8211; Jornal O Imparcial</title>
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	<title>Tico Costa &#8211; Jornal O Imparcial</title>
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		<title>Fim das redes sociais!?</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 15:48:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O século XXI talvez esteja assistindo a um fenômeno paradoxal: nunca estivemos tão conectados — e, ao mesmo&#8230;</p>
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<p>O século XXI talvez esteja assistindo a um fenômeno paradoxal: nunca estivemos tão conectados — e, ao mesmo tempo, tão fragilizados. As redes sociais, que surgiram como promessa de aproximação e democratização da comunicação, passam a ser cada vez mais questionadas como potenciais agentes de adoecimento coletivo. A longo prazo, não é absurdo imaginar um cenário de declínio ou profunda transformação dessas plataformas, impulsionado por evidências científicas, pressão social e responsabilizações jurídicas. Dados recentes mostram que o problema não é pontual. Estudos indicam que o uso excessivo das redes está associado ao aumento de ansiedade, depressão e sofrimento psicológico, especialmente entre jovens. Embora a ciência ainda debata a relação direta entre redes sociais e suicídio, o crescimento simultâneo do uso dessas plataformas e das taxas de suicídio entre jovens levanta um alerta preocupante.</p>
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<p>Nesse contexto, o debate deixa de ser apenas acadêmico e passa a ocupar os tribunais. Empresas como Facebook, Instagram e TikTok têm sido alvo de processos judiciais que alegam manipulação algorítmica para maximizar o tempo de uso, ignorando os impactos psicológicos sobre os usuários. Em alguns casos recentes, tribunais norte-americanos reconheceram danos à saúde mental, abrindo precedentes para novas ações. Especialistas em saúde mental e tecnologia vêm reforçando a gravidade do cenário. Relatórios internacionais apontam que os danos causados pelas redes sociais em adolescentes já são suficientemente amplos para gerar efeitos em nível populacional. Autoridades de saúde classificam o impacto das redes como um desafio urgente de saúde pública.</p>
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<p>O possível “fim” das redes sociais, portanto, não precisa ser entendido como desaparecimento, mas como transformação. Caso contrário, correm o risco de serem rejeitadas não apenas pelos tribunais, mas pela própria sociedade que um dia ajudaram a conectar. No fundo, a reflexão que permanece é inquietante: se a tecnologia que deveria aproximar vidas está contribuindo para destruí-las, talvez o problema não esteja apenas no uso — mas na própria lógica que sustenta essas redes.</p>
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		<title>Eca Digital</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/eca-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 16:24:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No documentário “Dilema das redes” há duas frases que eu sempre uso quando o assunto é tecnologia/rede social.&#8230;</p>
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<p>No documentário “Dilema das redes” há duas frases que eu sempre uso quando o assunto é tecnologia/rede social. A primeira é &#8220;Existem apenas duas indústrias que chamam seus clientes de &#8216;usuários&#8217;: a das drogas ilegais e a de softwares/redes sociais.&#8221;Isso retrata o mau caminho que estamos colocando nossos filhos, alunos e crianças. Desde a primeira infância, estamos criando usuários que estão adoecendo ao longo do tempo: ansiedade, depressão e nomofobia. A outra frase que sempre cito, do dramaturgo grego Sófocles, é “Nada de grandioso entra nas vidas dos mortais sem uma maldição.” Talvez esta seja a mais impactante pelo contexto que estamos vivendo.</p>
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<p>As tecnologias têm avançado de uma forma assustadora. A nova geração tem ingerido todo tipo de procrastinação. A rolagem infinita dos seus aparelhos móveis tem deixado nossas crianças desprovidas de sentimento e conhecimento. A terceirização da família em relação à educação dos filhos pelos aparelhos móveis tem deixado esta geração doente, reclusa e antissocial. Filhos trancados em quartos não estão estudando, mas sim se isolando da realidade que os cerca e alimenta a utopia das redes dos filtros e da convivência social.</p>
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<p>Para amenizar os impactos e a alta exposição a que os nossos filhos e alunos estão submetidos, entrou em vigor no dia 17 de março de 2026 o ECA digital. Esta consiste no compartilhamento das responsabilidades entre os usuários. Isto significa que a proteção da criança no ambiente digital é um dever dividido entre Família, Sociedade e Plataformas. Usuários, família e Estado perderam o controle do tempo de uso de telas e do que filhos, alunos e crianças estão fazendo dentro das suas redes. Aferição de idade, segurança por padrão, ferramenta de supervisão parental, publicação contra a publicidade e direcionada moderação de conteúdo são os principais pontos abordados no novo estatuto. Para isso, é preciso a conscientização, principalmente da família. A escola tem feito a sua parte e está protegida pela Lei Federal que proíbe o uso dos celulares na sala de aula. Cabe, agora, à família a conscientização sobre o uso excessivo e descontrolado das redes.</p>
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		<title>Em meio ao caos, o curioso mórbido</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/em-meio-ao-caos-o-curioso-morbido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 15:39:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu sempre defendi que a escola não deveria trabalhar apenas conteúdos ligados à literatura, matemática, geografia. É preciso&#8230;</p>
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<p>Eu sempre defendi que a escola não deveria trabalhar apenas conteúdos ligados à literatura, matemática, geografia. É preciso ir muito além do pedagógico dos livros didáticos. O que falta na escola é humanidade, empatia, respeito. Outrora, esses quesitos eram ensinados em casa. Sabemos que as gerações mudam, os comportamentos são outros e que as famílias já não são mais as mesmas. Há tempos que venho percebendo um comportamento cultural que ocorre quando estamos velando alguém e que, pelo que me recordo nunca fora trabalhado em sala de aula: o curioso mórbido. A falta de empatia e da ética é o outro desafio a ser enfrentado pelas famílias quando estão no momento doloroso.</p>
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<p>Este indivíduo, o curioso mórbido – é aquele que comparece ao velório não apenas para expressar condolências, mas para observar o corpo, saber detalhes da morte ou comentar sobre as circunstâncias do falecimento, ocasionando um total desrespeito à família e amigos. Essa curiosidade, embora muitas vezes silenciosa, pode gerar situações constrangedoras devido a perguntas indiscretas. Por aqui, o velório acaba, em certos casos, tornando-se um ponto de encontro motivado mais pela curiosidade do que pelo sentimento de solidariedade. Parte desse comportamento também pode ser explicada pela falta de formação social sobre o luto e o respeito ao funeral. A escola, que tem papel importante na formação ética e cidadã dos indivíduos, raramente aborda temas como a morte, o luto e os rituais de despedida.</p>
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<p>Em geral, a educação formal concentra-se em conteúdos acadêmicos e deixa de lado discussões fundamentais sobre convivência social, empatia e respeito em momentos delicados da vida. O funeral não é um espetáculo nem um evento social comum; trata-se de um ritual cultural de despedida, destinado principalmente a oferecer conforto à família e permitir que amigos e parentes prestem suas últimas homenagens. Sem essa compreensão, algumas pessoas reproduzem comportamentos inadequados, como comentários impróprios, fotografias ou perguntas invasivas.</p>
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<p>É preciso dar um basta nesta cultura através de campanhas de conscientização nas escolas e redes sociais. O curioso mórbido está mais interessado na sua dor do que o conforto do nosso coração. A curiosidade nunca será bem-vinda quanto estamos nos despedindo de alguém. Respeito e empatia devem ser primordiais. Que assim seja!</p>
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		<title>Os oito de março</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/os-oito-de-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 16:00:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo da história da humanidade e das suas diferentes culturas, temos observado a forma como a sociedade&#8230;</p>
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<p>Ao longo da história da humanidade e das suas diferentes culturas, temos observado a forma como a sociedade trata a mulher em todas as suas esferas, seja política, cultural e social. As altas taxas de feminicídeos têm provado que estamos muito distantes de proteger a vida da mulher dentro do seu espaço, inclusive, no mercado de trabalho. Se a sociedade evoluiu, é preciso que a mentalidade retrógada patriarcal e machista seja totalmente abolida. Não há mais espaço para determinados comportamentos, julgamentos e preconceitos em relação ao papel da mulher. E isso não deve partir apenas de cada individuo: é preciso corrigir os grupos que agridem verbalmente, mentalmente ou qualquer outra conduta que exponha o nome, corpo e conduta feminina. Não me refiro ao eu, mas sim a nós. A correção deve partir dos grupos e hostilizar qualquer conduta que coloque a mulher como objeto, seja na fala, na postura e no comportamento.</p>
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<p>Conforme o que foi dito, se o pensamento da sociedade e suas culturas evoluem, é preciso que a relação homem/mulher, enquanto indivíduos que dividem o mesmo espaço, evolua também dentro de uma igualdade que ao longo do tempo tentaram negar. Não se negam direitos pelo gênero, nem pela força e nem pela formação. Direitos são direitos independentemente de tudo. Os espaços não devem ser tomados apenas por homens. Política, ciência e filosofia também têm a sua representatividade feminina. O que parece acontecer é o medo que os homens têm de serem subordinados a uma mulher. É o único motivo para os machistas não aceitarem esta representatividade. Há feitos de mulheres nos séculos passados que não ganharam notoriedade simplesmente por serem mulheres. Esta não aceitação da capacidade e inteligência feminina coloca o homem como um verdadeiro indivíduo cujas ações superadas pelo sexo oposto o colocam como ser totalmente inferiorizado. Resumindo: um verdadeiro frouxo.</p>
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<p>A frouxidão masculina não se dá apenas na falta da sua masculinidade em ser provedor, mas também por achar que a mulher é fraca o suficiente ao ponto de não ter a sua liberdade como mulher. O pensamento machista ainda consome a sociedade e, infelizmente, assim como outros comportamentos discriminatórios, surge dentro dos lares patriarcais onde há submissão, violência física e verbal. É preciso mudar. Ou mudamos, como homem, ou seremos cúmplices de toda violência praticada pelo outro. É necessário a mudança para que haja liberdade e esperança nos oito de março da vida.</p>
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		<title>O samba deve ser ensinado nas escolas</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/o-samba-deve-ser-ensinado-nas-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 16:10:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em cada canto do país tem uma criança batucando em alguma coisa. Não há como esconder a verdadeira&#8230;</p>
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<p>Em cada canto do país tem uma criança batucando em alguma coisa. Não há como esconder a verdadeira essência do povo. O samba, antes de tornar o que é, sofreu preconceito e derrubou barreiras inimagináveis. Ele sempre pediu espaço para ser cantado. O samba mostra a realidade de uma gente sofrida e batalhadora. É o verdadeiro retrato deste país que, apesar dos pesares, está sempre de cabeça erguida e com um sorriso no rosto.</p>
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<p>A Lei 10.639/2003 da LDB estabeleceu a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira em todas as escolas de ensino fundamental e médio, públicas e privadas. Porém, não é o que realmente acontece. É preciso mostrar na prática. Todo espaço escolar deveria ter uma bateria de escola de samba ao invés das fanfarras – com todo respeito. Estas, historicamente, eram usadas num contexto militar para que as forças armadas se comunicassem nas batalhas e marchas. Aquelas nasceram nos terreiros cariocas por volta dos anos de 1920. Uma lutava contra as guerras ideológicas impostas pelos poderosos; a outra lutava contra um sistema que a reprimia e a discriminava. Baterias de escola de samba gritam mais do que as fanfarras não só pela história que carregam, mas também pela força que o negro teve em tentar trazer alegria ao seu povo mesmo com tanta repressão e preconceito. Cada barulho de um surdo tocado é um grito de liberdade que ecoa na nossa sociedade.</p>
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<p>Todavia, parece-me que falar de cultura, samba e religiões de matrizes africanas ainda incomoda muita gente. Veja bem, eu disse “falar de religiões de matrizes africanas” e não cultuá-las. Eu sei que o Estado é laico e que continue assim. O que quero dizer é que o respeito deve imperar antes de qualquer coisa. Na escola, por mais que não seja uma obrigatoriedade do responsável pela educação, ensinamos também respeito e empatia. Através do som dos tamborins e afins conseguimos trabalhar os comportamentos humanos, porque a música faz com que os corações vibrem juntos e coloca todas as almas, independentemente das divergências, para dançarem no mesmo palco da vida. Os versos de um samba podem salvar muitas vidas e a síncope da sua batucada pode salvar a sociedade da ignorância, do preconceito e da intolerância religiosa. Pensemos sobre! A escola, assim como o samba, agoniza, mas não morre.</p>
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		<title>A leitura além do espaço escolar</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/a-leitura-alem-do-espaco-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 17:52:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se fala que a leitura deve ser praticada no ambiente escolar, mas esquecem da importância e da&#8230;</p>
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]]></description>
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<p>Muito se fala que a leitura deve ser praticada no ambiente escolar, mas esquecem da importância e da influência de leitores dentro das próprias casas. Ler não cabe apenas às aulas de língua portuguesa, literatura ou qualquer outra disciplina que possa aguçar este gosto pela leitura. O ler também começa no lar e no exemplo. Não tem como uma criança pegar o gosto pela leitura se ela mora num lugar onde não há leitores e nem livros. O fator determinista é muito importante neste aspecto. Se acreditamos que os nossos filhos replicam ou reproduzem o que se fala dentro de casa, que procuremos nos mostrar com livros na mão. Bons exemplos geram bons exemplos. Eis a fórmula que deve ser passada para as gerações futuras.</p>
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<p>O leitor se torna leitor com livros que vivem ao seu redor. É preciso tê-los. Tenham flores e livros. Esqueçam a tecnologia que facilita a nossa vida. Comprem livros. Deixem uma estante destinada apenas para eles. Não gastem valores exorbitantes em seus celulares. Já foi comprovado que o livro físico é mais acessível do que os digitais. Todo mundo fala que lê pelo aparelho móvel, mas isso não acontece. A distração é muito grande e tentadora para quem diz que gosta de ler pelo “smartphone”. O cheiro de um romance é satisfatório. Bons leitores gostam do cheiro que os livros emanam. Sabem cuidar do seu pequeno grande patrimônio e sentem ciúmes quando são emprestados. É o único ciúme saudável que o ser humano sente. Somente os leitores sabem da dor de se emprestar um livro.</p>
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<p>Vivemos numa ignorância tão grande que futuramente não conseguiremos mais falar sobre assuntos pertinentes. O cérebro da humanidade tem diminuído com o avanço da tecnologia. Os dedos falarão por nós ao rolar a tela e ao digitar. A decadência do pensamento e da inteligência sucumbirão. Precisamos transformar os viciados em tela em bons leitores. Isso não cabe apenas à escola. É preciso que as famílias tenham a consciência da defasagem da inteligência cognitiva e dos exemplos que pais e responsáveis exercem na formação do indivíduo que colocam no mundo. Faça uma estante de livros. Compre-os. A busca pela sabedoria deve ser constante. Não deixem que a futilidade e a ignorância dominem o cérebro de vossos filhos. Leiam e faça-os ler.</p>
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		<title>Quem é o verdadeiro animal?</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/quem-e-o-verdadeiro-animal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 16:13:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu tinha um gato chamado de Moraes. Dei-lhe este nome devido à minha paixão pela vida e obra&#8230;</p>
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]]></description>
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<p>Eu tinha um gato chamado de Moraes. Dei-lhe este nome devido à minha paixão pela vida e obra do poetinha Vinicius de Moraes. O felino me amou até o seu último suspiro. Quando ele partiu, um pedaço de mim foi junto. Prometi a mim mesmo que não queria mais passar pela dor de perder um animal de estimação. Moraes me protegia espiritualmente. Antes de partir e já enfermo lutando pela vida, eu ouvia o seu miado e sentia a presença do meu bichano entre os meus braços. Era um sinal de agradecimento, amor e fidelidade.</p>
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<p>Quando ele se foi, cheguei a uma conclusão de que é impossível comparar o amor que tem o animal pelo seu tutor. É desmedido e incomparável. Não se ama na mesma intensidade, não se tem o mesmo respeito e a mesma fidelidade. Os animais são anjos materializados que nos curam das dores internas e nos trazem paz nos momentos de tempestade. Não revidam a raiva, a agressão física e verbal. Recebem-nos sempre com alegria e “lambeijos.” Trata-se de uma pureza que nenhum ser humano consegue atingir. Há mais animalidade no mundo dos homens do que no mundo animal.</p>
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<p>Recentemente, a truculência do ser humano em relação a esses pobres indefesos nos faz sentir inúteis. Às vezes tenho vergonha da minha própria espécie. É repulsivo fazer parte da humanidade. Perdeu-se a razão sobre a importância do outro. A violência escancarada e multifacetada na sociedade nos coloca como seres inferiores. Não dá para sentir esperança no homem. Seu comportamento animalesco perante os desprovidos biologicamente de linguagem falada nos coloca na posição de um verdadeiro covarde. Já nem sei mais quem é o verdadeiro animal: se o que late ou aquele que verbaliza.</p>
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<p>A crueldade do homem sempre existirá. Vivemos em tempos sombrios onde líderes mundiais ameaçam a vida neste planeta. Cães e gatos, se verbalizassem, poderiam nos ensinar sobre respeito e amor ao próximo. Porém não merecemos. O amor descomunal que eles sentem por nós é invejável. E o homem não sabe lidar com este sentimento. É por isso que ele mata, maltrata e ainda viaja para o exterior como se fosse algo natural tirar a vida de um animal indefeso. Falta-me ar. É deplorável a injustiça que assombra este país.</p>
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		<title>Os monges e a busca pela paz</title>
		<link>https://www.oimparcialmontealto.com.br/artigos/os-monges-e-a-busca-pela-paz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jimparcial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:39:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As tensões de uma provável Terceira Guerra Mundial têm abalado novamente a estrutura da humanidade. Caso ocorra, sabemos&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>As tensões de uma provável Terceira Guerra Mundial têm abalado novamente a estrutura da humanidade. Caso ocorra, sabemos que a indústria bélica evoluiu muito desde a Guerra Fria. Armas superpoderosas, armas nucleares e supersônicas colocariam o mundo em colapso. Os horrores do holocausto e das bombas de Hiroshima e Nagasaki não nos ensinaram nada sobre as consequências da guerra. Homens poderosos guiam seus exércitos numa sala com ar condicionado. Basta apertar um único botão para colocar todo o nosso planeta em risco. Boa parte do mundo quer a guerra; a outra parte buscar a paz. Quem venceria?</p>
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<p>As redes sociais têm acompanhado a saga dos monges que estão cruzando os estados americanos para levar uma mensagem de paz. Caminham devagar em um mundo apressado. Enquanto a civilização corre atrás de respostas imediatas, eles escolhem o silêncio como linguagem e a contemplação como método. Nessa escolha, aparentemente simples, reside uma profunda contribuição à caminhada pela paz: eles estão nos lembrando de que a verdadeira harmonia não nasce da pressa nem da força, mas da escuta interior. Porém, ouvir não está nos planos dos países que investem milhões em arsenal bélico para ver quem é o mais forte. Constantemente estamos nos deparando com a iminência de uma guerra sem precedentes. Não há nada o que fazer. Apenas apreciar a atitude de um grupo de monges para mudar os rumos do mundo.</p>
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<p>O que eles estão anunciando não é apenas ausência de guerra, mas um estado do ser. Ao renunciarem aos excessos do ego, do consumo e do poder, eles demonstram que a raiz dos conflitos humanos está no descompasso entre desejo e limite. Descompasso: essa é a palavra certa. O mundo, as ideologias, a busca pelo poder estão descompassados e em desarmonia com a evolução humana. A vida monástica, marcada pela disciplina e pela simplicidade, revela que dominar a si mesmo é o primeiro e mais difícil tratado de paz que alguém pode assinar. Todavia, os líderes das grandes potências não entendem de autodomínio, mas sim em dominar o outro. E é ai que os conflitos aparecem.</p>
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<p>Em um tempo em que a violência se normaliza e a intolerância se disfarça de opinião, os monges são uma presença contracultural. Eles não fogem do mundo; oferecem-lhe um espelho. Mostram que a paz não é um evento histórico a ser conquistado, mas um exercício diário de humildade, escuta e transcendência. Enquanto houver alguém disposto a silenciar para compreender, a esperança de paz continuará caminhando.</p>
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		<title>O tempo do Sol e da Lua</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 16:27:46 +0000</pubDate>
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<p>O calendário foi feito pelo homem. Os dias, as horas, as semanas, os meses e os anos são invenções humanas. Óbvio, por necessidade de controlar o tempo. Sol e Lua nos mostram início e fim. Somos movidos a superstições criadas ao longo da história da humanidade. O ontem, o hoje e o amanhã nos definem como evolução ou como queda. Ontem eu fiz; hoje deixarei para amanhã; o amanhã pode não existir mais. Estamos condicionados a um tempo que não existe. Corpo e mente reagem no compasso do relógio. O Sol sempre cede espaço para a presença da Lua. Ato tão simples e singelo que poderia nos ensinar muito sobre a vida.</p>
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<p>A escuridão só existe porque não há a presença da luz. E quando aprendermos sobre a diferença e da empatia entre os corpos celestes, estaremos prontos para entendermos a noção do tempo. O tempo de Deus e de tudo aquilo que ele criou para usufruirmos. Há um tempo para tudo: trabalho, lazer e descanso. Nosso corpo e nossa mente reagem a tudo isso. Todavia, estamos nos esquecendo de um tempo que quase não existe: tempo de reflexão. Refletir nos leva ao encontro com aquilo que acreditamos. Trata-se de um ato espiritual. Neste tempo dos homens, onde tudo é feito às pressas e num curto intervalo de tempo, esquecemo-nos de existir. A gente vive, mas não existe.</p>
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<p>Refletir sobre a nossa existência é uma das poucas coisas que são feitas no tempo de Deus, porque estamos vivendo constantemente no tempo dos homens, do relógio e de tudo aquilo que foi criado para manipular a nossa existência. Se tirarmos as pilhas ou baterias de um relógio ele para. Torna-se insignificante. E o tempo continua a passar. Sol e Lua não descansam, não param e continuam nos proporcionando luz e escuridão. A vida é isso: caminhamos entre as duas coisas: luz e escuridão. Se não existe um tempo para desacelerar, estamos caminhando para a obscuridade; se há um tempo para a soletude e o autoconhecimento, a luz é mais perto do que se imagina.</p>
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<p>Estamos iniciando mais uma época de transição de Sol e Lua para melhorarmos o que somos. Cabe a nós escolhermos que tipo de tempo vamos viver: daquilo que Deus criou ou daquilo que foi imposto pelo homem. Grandes decisões precisam de um tempo para ser tomadas. Pode ter certeza que não é neste imposto pela sociedade. O autoencontro e autorreflexão nos colocam mais perto daquilo que Deus traçou para o nosso destino. Que você possa encontrar o tempo, querido leitor, no seu tempo. Que seja no tempo de Deus! Feliz 2026!</p>
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		<title>Festa das Lembranças</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 09:00:19 +0000</pubDate>
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<p>Mais um ano que se finda. Promessas e metas foram cumpridas e outras tantas foram em vão. Tempo de reflexão para o ano que se aproxima. Logo, estaremos unidos em volta de uma mesa farta ao lado das pessoas que amamos. Muita comida, bebida e saudades. Em toda mesa de família há uma cadeira vazia. As fotos já não são mais as mesmas e, às vezes, os encontros familiares perdem a graça. Fica um vazio que é difícil de ser preenchido novamente. Do riso, o pranto e as lágrimas que escorrem da saudade.</p>
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<p>Entretanto, que tenhamos empatia. O Papai Noel não chegará a muitas famílias. É preciso olhar para os natais dos mais necessitados. Não que isso venha diminuir a dor da ausência e não estou comparando a saudade de ninguém. A verdade é que a gente vive preso a lembranças que insistem em nos visitar justamente quando o silêncio, a reflexão e os momentos de alegria se fazem mais alto. Elas aquecem e ferem ao mesmo tempo, pois trazem consigo a presença de quem já não está, mas jamais deixou de existir em nós. Há laços que devem ser desfeitos, pois com o tempo, eles nos apertam e nos colocam numa amargura infindável. Reconhecer a efemeridade da vida é estar ciente de que tudo se vai e vira saudade.</p>
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<p>Que a Festa das Lembranças não seja apenas um reencontro com o que foi, mas também um convite ao que ainda pode ser. Que a ausência nos ensine o valor da presença e que cada gesto simples — um abraço, uma palavra, um silêncio respeitoso — seja uma forma de resistência contra a indiferença que o mundo insiste em normalizar. Viver é aceitar que nem todas as cadeiras serão novamente ocupadas, mas que o amor vivido jamais se perde. Que a empatia não seja apenas um discurso sazonal, mas uma prática diária. Porque, quando dividimos a dor, ela se torna suportável; e quando partilhamos a esperança, mesmo em meio à saudade, ela se multiplica e nos lembra de que seguir em frente também é uma forma de honrar quem ficou nas lembranças.</p>
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<p>Que a mesa farta não seja apenas de alimentos, mas de humanidade. Ao celebrarmos mais um fim de ano, que a Festa das Lembranças não seja apenas um inventário de perdas, mas também um exercício de gratidão. Afinal, lembrar é a forma mais sincera de manter vivos aqueles que o tempo levou, mas que o coração se recusa a esquecer. Boas Festas!</p>
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